domingo, 16 de janeiro de 2022

7 alimentos que ajudam a microbiota intestinal

 Até pouco tempo, acreditava-se que o intestino era apenas um tubo por onde passavam os alimentos não aproveitados pelo organismo. Mas hoje a ciência já comprovou que o órgão desempenha inúmeras funções para a saúde --e os responsáveis por isso são os micro-organismos que ali vivem, a chamada de microbiota intestinal. Elas ajudam não só na digestão e absorção de nutrientes, mas na produção de hormônios e até na imunidade, ai ajudar no controle da proliferação de bactérias perigosas. O equilíbrio dos micro-organismos do intestino, vale destacar, é influenciado por inúmeros fatores, da genética ao uso de medicamentos. Mas os alimentos têm um papel muito importante nessa equação. 



O destaque fica para os já famosos probióticos, ou seja, alimentos que contêm microorganismos vivos benéficos para seus hospedeiros --no caso, nós, humanos. Os mais conhecidos são os lactobacilos e as bifidobactérias, bactérias patenteadas e que são reguladas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Mas quem também está ganhando atenção ultimamente são os prebióticos, nutrientes não digeríveis que servem de combustível para as bactérias intestinais "do bem". A seguir, confira nove alimentos ricos nessas categorias para incluir no seu cardápio já: 

1. Feijão-  Existem diferentes tipos de fibras, as solúveis e as insolúveis. Assim como as demais leguminosas (ervilha e soja, por exemplo), esse clássico da cozinha brasileira é uma excelente fonte do primeiro grupo, que tem ação prebiótica. Ou seja, elas viram "comida" para as bactérias no seu intestino, que por sua vez vão ajudar o órgão a desempenhar melhor suas funções, que vão além da digestão.

2. Chicória - A raiz desse vegetal, que pertence à família da alface, é fonte de inulina, uma fibra insolúvel (ou seja, não digerível) que também vai alimentar as suas bactérias intestinais. Por conta de seu alto teor dessa fibra, a chicória costuma ser usada na indústria como base para suplementos prebióticos. 

3. Alcachofra - A alcachofra já era conhecida por suas propriedades digestivas. Isso porque é rica em cinarina, substância que estimula a produção da bile (responsável por dissolver a gordura). Mas muita gente ainda não sabe que, por ser fonte de inulina, a planta também faz bem ao intestino

4. Banana verde - Quando verde, a fruta possui efeito prebiótico por conta da inulina e do amido resistente (um tipo de amido que também alimenta as bactérias benéficas à nossa saúde). Uma dica é acrescentar a biomassa de banana verde a receitas como tortas, cremes e até mesmo brigadeiro. 

5. Cebola e alho - Se você adora temperar com essa dupla, saiba que está a favor do seu intestino. Além da inulina, eles também são fonte de frutooligossacarídeos (FOS), tipo de açúcar mais complexo que não é digerido pelo organismo e que serve de alimento para as bactérias boas.

6. Iogurtes, bebidas lácteas e leites fermentados - Há diversas marcas de iogurte e outras bebidas lácteas que contém lactobacilos e bifidobactérias adicionadas no mercado. Mas é preciso ficar atento ao rótulo para verificar quais são os tipos de micro-organismos ali contidos e se a quantidade corresponde ao indicado pela Anvisa para que o efeito seja alcançado (entre 10⁸ e 10⁹ unidades formadoras de colônia/dia). 

7. Kefir -Bebida feita a partir da fermentação dos chamados "grãos de kefir", que normalmente são adicionados ao leite ou água. É famoso por sua ação probiótica, no entanto, não há como mensurar a quantidade e os tipos de bactérias nas versões caseiras (que são as mais populares no Brasil). Ainda assim, vale a pena incluí-los na dieta uma vez que os adeptos da bebida (tanto caseira quanto industrializada) costumam relatar muitos benefícios ao funcionamento do intestino.

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Fonte: Viva Bem

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Dormir bem emagrece: conheça 5 alimentos que melhoram a qualidade do sono

 Dormir bem emagrece sim. Porém, essa não é exatamente uma notícia dos sonhos. Além de boas noites de descanso, é preciso praticar atividades físicas e ter uma alimentação balanceada, para que o déficit calórico entre em ação e promova a queima de gordura corporal. Acontece que, melhorar a qualidade do sono pode potencializar os efeitos de uma rotina saudável.


É o que aponta um estudo publicado pelo periódico científico Journal of Pineal Research. A pesquisa indicou que a deficiência de melatonina – hormônio produzido pelo corpo para regular o sono – pode diminuir o metabolismo, gerar resistência à insulina e aumentar o apetite. Fatores que contribuem diretamente para o acúmulo de gordura corporal.

Além disso, outros estudos mais antigos também seguem a mesma linha de raciocínio. Uma pesquisa publicada pela revista científica Annals of Internal Medicine, em 2004, por exemplo, já apontava que apenas duas noites mal dormidas eram suficientes para aumentarem os níveis de ghrelina – hormônio que causa fome – e diminuírem a presença de leptina – substância que diminui o apetite. Ou seja, noites ruins podem aumentar a fome durante o dia. Fato que reforça a ideia de que dormir bem emagrece.

Uma boa alternativa para evitar que isso ocorra, além de apostar em hábitos saudáveis, praticar atividades físicas regularmente e manter um acompanhamento médico, é incluir alguns alimentos funcionais na dieta. De acordo com a nutricionista Aline Huguenin, do Grupo Prontobaby, existem ingredientes naturais que podem exercer funções diversas dentro do organismo humano. “Ajudam a proteger o sistema nervoso central e até mesmo a prevenir doenças como o Alzheimer”, conta a especialista.

E, já que dormir bem emagrece, para auxiliar as pessoas que querem melhorar a qualidade do sono, Huguenin separou cinco alimentos que contribuem para noites mais tranquilas. Confira:

Leite e derivados – Fontes de triptofano, cálcio e magnésio, propiciam a produção de hormônios do sono – serotonina e melatonina.

Cereja, banana e kiwi – Também favorecem a síntese de melatonina, além de possuir vitaminas e minerais.

Grão de bico – Fonte de triptofano e vitaminas que atuam na produção de hormônios neurotransmissores, relacionados ao bem-estar e melhor qualidade do sono, como serotonina e dopamina.

Camomila – Tem efeito relaxante, antioxidante e anti-inflamatório, sendo um bom indutor do sono. Ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade.

Mel – Tem propriedade antioxidante, além de facilitar a produção de serotonina. Não deve ser consumido por crianças menores de um ano.

FONTE: SPORTLIFE

LINK:HTTPS://triptofano, ansiedade, sono de qualidade, sono tranquilo, bem estar,hábitos saudáveisacompanhamento médicoAnnals of Internal Medicine, em 2004, ournal of Pineal Research.

NOVAS RECOMENDAÇÕES SOBRE O ISOLAMENTO PELO COVID- JAN/22

 O Ministério da Saúde alterou as recomendações de isolamento de infectados com a covid-19. O período passa de 10 para 5 dias nos casos em que a pessoa tiver um teste negativo e estiver sem sintomas da doença. Antes, o isolamento recomendado era de 10 dias para os assintomáticos. 

Há algumas regras que precisam ser cumpridas, como ausência de febre nas últimas 24 horas, sem uso de medicamentos. O teste pode ser PCR ou de antígeno.

A partir de 7 dias, caso não haja sintomas ou uso de remédios, é possível sair do isolamento sem fazer o teste. Caso os sintomas continuem depois desse período, a recomendação da pasta é que seja feito o teste PCR.

Se o resultado for positivo, o isolamento recomendado é de 10 dias, até que o paciente esteja sem sintomas.

Entenda as novas recomendações de isolamento:


A alteração passa a constar no Guia de Vigilância Epidemiológica. Eis a íntegra do documento (3,4 MB).

O anúncio da mudança nas regras do isolamento foi feito em entrevista em 10 de janeiro. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, usou como exemplo o CDC (Centro de Controle de Doenças dos EUA), que adotou essa mesma recomendação. “O governo francês está inclusive autorizando profissionais de saúde que estão positivos a atender na linha de frente”, afirmou.

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Em 27 de dezembro, O CDC diminuiu tempo recomendado de isolamento para casos confirmados de covid-19 de 10 para 5 dias. O órgão segue recomendando o uso frequente de máscara por mais 5 dias quando o paciente estiver em contato com outras pessoas.

Antes do anúncio do Ministério, o Governo de São Paulo havia decidido reduzir o tempo de isolamento. No caso do Estado, a recomendação é para as pessoas vacinadas.

O anúncio do Ministério vem em um momento que o Brasil enfrenta uma nova alta nos diagnósticos do coronavírus. A média móvel de casos em 12 de janeiro indica 52.261 registros por dia. Apresenta tendência de alta com uma variação de 768% em relação a duas semanas atrás. A alta vem sendo registrada desde o dia 30 de dezembro de 2021.

FONTE: PODER 360

LINK:HTTPS://reduzir o tempo de isolamento,52.261 registros por dia,30 de dezembro de 2021CDC diminuiu tempo recomendado de isolamentoalterou as recomendações de isolamento , 10 dias para os assintomáticos, COVID, PANDEMIA