quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Saiba mais sobre Dieta Low Carb!

 A dieta low carb propõe reduzir a quantidade de carboidratos ingeridos. A orientação em uma alimentação convencional é que 50 a 55% do que é ingerido no dia seja carboidrato. Já nos métodos low carb, o macronutriente pode compor entre 45% a 5% do que é consumido em um dia.



É importante ressaltar que a redução extrema de carboidratos, algo abaixo de 40%, até proporciona o emagrecimento, porém ele não será saudável e pode ter uma série de consequências graves para a saúde. Os carboidratos incluem alimentos como arroz, macarrão, pão e batata.

Além disso, este método defende que seja priorizado o consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico, aqueles cuja glicose (açúcar) é absorvida em uma velocidade mais lenta e por isso não há picos de glicose e nem de insulina no organismo. São exemplos de alimentos de baixo IG a batata doce e o arroz integral.

O consumo de alimentos integrais que são ricos em fibras também é estimulado neste método para emagrecer. Conversamos com especialistas para entender quais são os prós e os contras deste regime.

Como a dieta low carb funciona

Este método contribui para o emagrecimento saudável ao sugerir que a alimentação priorize os carboidratos de baixo índice glicêmico. Isto porque quando um carboidrato é ingerido ele tem a glicose que será utilizada pela célula para obter energia.

Caso haja excesso de glicose, ela é estocada em forma de gordura e se for utilizada antes da próxima refeição não há ganho de peso. Para que o organismo consiga queimar a gordura estocada é preciso liberar um hormônio chamado glucagon que irá retirar essa energia estocada.

Quando a dieta é rica em alimentos com alto índice glicêmico, ocorrem muitos picos de insulina e às vezes eles estão tão altos que o glucagon nunca é liberado. Sem o glucagon a gordura que está estocada não é queimada e não há perda de peso.

Assim, quando a dieta prioriza a ingestão de alimentos de baixo índice glicêmico há uma alteração menor da insulina e consequentemente ocorre a produção de glucagon.

Quando há a presença de fibras e proteínas a liberação do hormônio também é mais eficaz.

Quando a dieta low carb propõe uma redução pequena de carboidratos, algo até 40% do que é ingerido no dia, ela também ajuda a emagrecer. Não só o carboidrato, mas a proteína e principalmente a gordura devem ser bem controlados.

Com uma redução de 10% e com a melhora na qualidade do que será consumido, a pessoa conseguirá não só um bom resultado, mas também uma reeducação de hábitos alimentares.

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Fonte:  Minha Vida

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domingo, 27 de setembro de 2020

Ascite ou Barriga Dágua

 O que é Ascite?

A ascite, chamada popularmente de barriga d’água, é o nome que se dá ao acumulo de líquidos dentro da cavidade abdominal. 

A ascite não é uma doença, mas sim um sinal de doença, habitualmente do fígado, mas também pode ter origem em problemas dos rins, coração ou tumores malignos.

Chamamos de edema os inchaços provocados pelo acúmulo de líquido na pele. Se as suas pernas incham, é porque há retenção de líquido no tecido subcutâneo dos membros inferiores. Quando esse acúmulo de líquido ocorre não na pele, mas sim dentro da cavidade abdominal, o nome que damos é ascite.  



De forma resumida, podemos dizer que a ascite forma-se pelo extravasamento de líquido dos vasos sanguíneos que irrigam o peritônio para dentro da cavidade peritonial. Na maioria dos casos, essa incapacidade dos vasos sanguíneos de reter os líquidos dentro de si mesmos ocorre por uma das 3 situações abaixo:

  • Aumento na pressão hidrostática dentro dos vasos, como a que ocorre quando há uma obstrução ao fluxo sanguíneo normal, como nos casos de varizes ou por um trombo, por exemplo.
  • Quando o paciente apresenta alguma doença que leve à retenção de sal e água pelos rins, fazendo com que o volume de água na circulação sanguínea se eleve consideravelmente.
  • Quando o paciente apresenta um redução na concentração de proteínas do sangue, já que as proteínas, como a albumina, exercem efeito osmótico (chamada pressão oncótica), que ajuda a segurar água dentro dos vasos.

Causas

A principal causa de ascite é a cirrose hepática. A cirrose causa as três alterações descritas acima (obstrução do fluxo sanguíneo, retenção de água e sal, e perda de proteínas do sangue) e pode cursar com ascites volumosas, frequentemente com mais de 10 litros de líquido na cavidade abdominal.

A cirrose hepática, normalmente secundária à hepatite viral ou por abuso de bebidas alcoólicas, é responsável por até 85% dos casos de ascite. Os outros 15% são divididos entre as seguintes doenças:

Sintomas

A ascite volumosa, principalmente em pessoas magras, é facilmente reconhecida, e até leigos conseguem notar a sua presença. Como já referido, o paciente com ascite passa a apresentar um nítido aumento do volume abdominal.

Nos doentes obesos ou nos casos em que o acumulo de líquido não seja muito grande, podem haver dúvidas no diagnóstico. Nestes casos, um exame de ultra-sonografia ajuda a esclarecer se há ou não líquido livre dentro da cavidade abdominal.

O que habitualmente ajuda na identificação da ascite é o fato desta vir com frequência acompanhada de outros sintomas de doença hepática, tais como a icterícia, aumento do volume do fígado, presença de circulação colateral na barriga, etc.

Uma das complicações da ascite é a infecção da mesma. O líquido ascítico é um ótimo meio de cultura e, frequentemente, as bactérias dos intestinos conseguem deslocar-se para a cavidade peritonial, infectar a ascite e provocar um quadro chamado peritonite.

A ascite, quando muito volumosa, causa intenso desconforto ao paciente. Muitas vezes, a quantidade de líquido é tão grande que distende a parede do abdômen, provocando hérnias umbilicais, dor abdominal e dificuldade respiratória por restrição à movimentação do diafragma.

Tratamento

O melhor meio de retirar o excesso de líquido do abdômen é através de um procedimento chamado paracentese, que consiste na introdução de uma agulha ligada a uma bolsa coletora para drenagem do líquido ascítico. A paracentese é um procedimento simples, realizado com anestesia local e praticamente indolor.

Além da possibilidade da drenagem de vários litros de ascite para alívio sintomático do paciente, a paracentese também serve como procedimento diagnóstico, uma vez que podemos aproveitar amostras da ascite para avaliação bioquímica e para pesquisa de infecções e de células cancerígenas.

Assim como nos edemas dos membros inferiores, o uso de diuréticos, tais como Furosemida (lasix®) ou espironolactona, também ajuda a impedir o acúmulo de água dentro da cavidade peritonial. Porém, em casos de cirrose avançada, essas drogas são pouco efetivas e a única opção é mesmo a realização de paracenteses de forma regular, sempre que o abdômen estiver muito distendido.

O tratamento definitivo da ascite consiste no tratamento da doença de base. A restrição do consumo de sal e o uso de diuréticos são duas medidas essenciais para tentar impedir a formação de ascite enquanto não se consegue controlar a doença primária.

Fonte: M.D.Saúde

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Patrícia Mendes

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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Receita de Aperitivo : Pasta de Champignom

Segue uma receitinha boa para lanches.



Ingredientes

2 xícaras (chá) de cogumelos champignon
1 colher (sopa) de azeite
1 colher (chá) de tomilho picado
30 ml de shoyu suave
1 colher (sopa) de ricota defumada
1 colher (sopa) de requeijão
Tomilho e cebolete a gosto para decorar

Modo de fazer

No liquidificador, coloque o champignon e bata até formar um creme.
Em seguida, coloque o azeite em uma frigideira.
Ponha o creme de champignon batido.
Acrescente o tomilho, o molho shoyu, a ricota defumada picada, o requeijão.
Deixe cozinhar, mexendo bem.
Retire do fogo e coloque em um bowl.
Sirva decorado com tomilho e cebolete a gosto.

Fonte: Lucilia Diniz

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sábado, 19 de setembro de 2020

Saiba mais sobre alimentação e doenças do fígado

 

A integridade do fígado é fundamental para o aproveitamento dos alimentos. Qualquer distúrbio nesse órgão poderá trazer um impacto nutricional.



Lesão hepática aguda e nutrição

Independentemente da causa, a lesão hepática aguda está associada à anorexia, náuseas e vômitos. A lesão hepática pode comprometer a ingestão oral de alimentos. Mas, se a doença tiver curta duração ou autolimitada, as consequências nutricionais serão mínimas.

Tanto a lesão hepática aguda alcoólica quanto a não alcoólica podem provocar queda no teor de glicose do sangue (hipoglicemia) de jejum.

Lesão hepática crônica e nutrição

Complicações nutricionais são frequentes quando a função hepática é prejudicada por lesão hepática crônica, particularmente cirrose. Independentemente da origem, a cirrose pode provocar nos pacientes alterações profundas de composição corporal e anergia a antígenos comuns em testes cutâneos.

Os níveis circulantes de vitaminas lipo e hidrossolúveis estão baixos em uma grande porcentagem de pacientes com cirrose alcoólica. Níveis séricos reduzidos de vitaminas lipossolúveis são mais característicos da cirrose não alcoólica.

Essas deficiências nutricionais surgem como resultado de um ou mais dos seguintes fatores: ingestão dietética inadequada, má digestão, má absorção e metabolismo defeituoso.

Fonte: Hospital Sírio Libanês

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terça-feira, 15 de setembro de 2020

Índice Glicêmico (IG) e Carga Glicêmica (CG)

 O QUE É?

O índice glicêmico (IG), proposto pelo Dr. David Jenkins, pesquisador da Universidade de Toronto – Canadá, em 1981 , representa o efeito sobre a glicemia de uma quantidade fixa de carboidrato disponível de um determinado alimento, em relação a um alimento-controle, que normalmente é o pão branco ou a glicose, por meio da analise da curva glicêmica produzida por 50g de carboidrato (disponível) de um alimento teste em relação a curva de 50g de carboidrato do alimento padrão (glicose ou pão branco). Atualmente utiliza-se o pão branco por ter resposta fisiológica melhor que a da glicose.



QUAL A IMPORTÂNCIA DE CONSUMIR ALIMENTOS COM BAIXO IG?

Teoricamente, o que ocorre é que, ao ingerir alimentos com alto IG, o organismo libera grandes quantidades de insulina para tentar manter os níveis de glicose no sangue dentro de limites normais. Este aumento na produção insulínica contribui para menor saciedade após as refeições, podendo levar ao consumo excessivo de alimentos, contribuindo para desenvolver obesidade e piora do quadro de resistência à insulina.

Em 2003 a Organização Mundial de Saúde, concluiu que alimentos de baixo IG, possivelmente diminuem o risco para o desenvolvimento do diabetes do tipo 2, devido ao melhor controle na liberação de insulina, bem como da obesidade, pelo aumento da saciedade, além de não contribuir para consumo excessivo de alimentos na refeição posterior. Ademais, pelo grande teor de fibras das dietas com baixo IG, sobretudo as solúveis, há maior distensão gástrica e consequente elevação da secreção de um hormônio intestinal: a colecistoquinina, que por sua vez, induz a sensação de saciedade. Essas dietas estimulam a oxidação de gordura em detrimento ao carboidrato com consequente redução na deposição de gordura de corpo

COMO IDENTIFICAR IG DOS ALIMENTOS?

Tal índice foi proposto para auxiliar a seleção de alimentos, assim quando alimento controle utilizado é o pão, os alimentos analisados que apresentam IG < 75, são considerados de baixo IG. Já os alimentos com IG > 95, são considerados de alto IG. Caso o alimento padrão seja a glicose, considera-se alto, IG ≥ 70, médio IG 56 – 69 e baixo IG < 55.
A recomendação para o us

o do IG, baseia-se, principalmente, na substituição de alimentos de alto por baixo IG ao longo do dia. Contudo deve-se considerar os efeitos dos outros alimentos sobre a glicemia, quando se consume uma refeição mista.

ONDE ENCONTRAR INFORMAÇÕES SOBRE O IG DOS ALIMENTOS?

A primeira tabela divulgando valores de IG dos alimentos foi publicada em 1981 e continha 62 alimentos, desde então o número de alimentos de todo o mundo, vem sendo amplamente analisados por pesquisadores do Canadá, Austrália, Nova Zelândia. No Brasil, o IG de alguns alimentos como o abacaxi, morango, banana, feijão, arroz e alguns alimentos industrializados, vem sendo analisados pela Professora Dra. Elizabete Wenzel de Menezes, coordenadora da equipe na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP).

Para saber mais sobre a resposta glicêmica de alguns alimentos brasileiros, acesse a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos através do link http://www.intranet.fcf.usp.br/tabela/lista.asp?base=r 

CARGA GLICÊMICA (CG)

O QUE É?

O conceito sobre carga glicêmica (CG) foi proposto, em 1997, pelo Dr. Salmeron, pesquisador da Harvard Scholl.

A carga glicêmica (CG) é um produto do índice glicêmico (IG) e da quantidade de carboidrato presente na porção de alimento consumido, comparado com o alimento padrão.

Este marcador mede o impacto glicêmico da dieta, sendo calculado pelo produto do IG do alimento pela quantidade de carboidrato, contida na porção consumida do alimento.

Equação: CG = IG x teor CHO disponível na porção
100

COMO IDENTIFICAR A CG DOS ALIMENTOS?

Considerando a glicose como controle, os alimentos podem ser classificados em baixa carga glicêmica (CG < 10) e alta carga glicêmica (CG > 20).

QUAL A IMPORTÂNCIA DE CONSUMIR ALIMENTOS COM BAIXA CG?

As evidências científicas reforçam que o carboidrato é o maior preditor do aumento da glicemia pós refeição, devendo-se considerar qualidade e quantidade deste macronutriente.

O índice glicêmico é uma medida de qualidade do alimento e a carga glicêmica, apesar de ser uma medida que leva em consideração a qualidade e quantidade, controvérsias sobre a validade destes métodos ainda persistem. Existem diversos fatores que interferem na resposta glicêmica dos alimentos, como a procedência do alimento, tipo de cultivo, forma de processamento e cocção, consistência e teor de fibras. Ao recorrer a tabelas, corre-se o risco primeiramente de identificar alimentos que no caso, não são típicos do Brasil, uma vez que dispomos de tabelas internacionais. Além disso, muitos alimentos com baixo IG, trazem na sua composição altas concentrações de gorduras.

Diante desta situação, vale ressaltar a importância da orientação nutricional realizada pelo nutricionista especialista no atendimento as pessoas com diabetes, no sentido de esclarecer quanto a viabilidade e vantagens na escolha de alimentos com baixo IG e CG.

CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE IG E CG

Ainda não existe um consenso entre os diversos órgãos de saúde mundiais, sobre a recomendação do índice glicêmico (IG) e carga glicêmica (CG), como estratégia primaria para o planejamento do plano alimentar para pessoas com Diabetes Mellitus, pois, questiona-se a relevância e praticidade destes métodos, havendo a necessidade de realização de mais estudos de longa duração com alimentos de baixo IG e CG, no intuito de avaliar seus efeitos na prevenção e tratamento de diversas doenças crônicas não transmissíveis.

Na tabela disponibilizada no link abaixo, você poderá conhecer o IG e CG de alguns alimentos analisados pelo laboratório coordenado pela pesquisadora Dra. Jennie Brand Miller:

Link Tabela: Foster-Powell K, Holt SH, Brand-Miller JC: International table of glycemic index and glycemic load values: 2002. Am J Clin Nutr 76:5–

Fonte: ADA

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domingo, 13 de setembro de 2020

Diabetes tipo 1 e Transtornos Alimentares

 


O que são Transtornos Alimentares e Como identificá-los?

Transtornos alimentares (TAS) caracterizam-se por severas alterações nos hábitos ou no comportamento alimentar, podendo estar associados com distúrbios da imagem corporal, alterações da saúde mental e física.  São classificados como doenças psiquiátricas, (DSM-IV e DSM-V– “Diagnostic and Statiscal Manual of Mental Disorders” e no CID 10 (Classificação Internacional de Doenças), pois estão associados com distúrbios psicológicos e emocionais.

 

Compreendem a  bulimia nervosa (BN), a anorexia nervosa (AN) e o Transtorno da Compulsão Alimentar (TCA). Na bulimia o paciente após apresentar um episódio de comer compulsivo (ou não) se utiliza de práticas purgativas como vômitos, enemas (lavagens intestinais), uso de laxantes e diuréticos, na tentativa de eliminar o que comeu. Pode também utilizar como forma compensatória a prática de exercícios físicos em excesso. Na AN, existe um importante distúrbio da imagem corporal e a pessoa apresenta baixo peso (IMC – Índice de Massa Corporal  17˂ kg/m²). Isto pode ocorre  às custas de deixar de comer (AN do tipo restritivo) ou também através do uso de práticas purgativas (AN do tipo purgativo). No TCA, ocorrem episódios de compulsão alimentar (binging) no qual a pessoa ingere grande quantidades de alimentos em um pequeno intervalo de tempo acompanhado de sentimento de culpa, mas sem usar práticas purgativas ou  compensatórias.

 A natureza crônica do diabetes poderia predispor ao desenvolvimento de distúrbios alimentares, especialmente na adolescência. A correlação entre transtornos alimentares e diabetes é provavelmente relacionada à insatisfação com a imagem corporal e um desejo de perder o peso que pode ser adquirida com o uso de insulina.  A prevalência de portadores de diabetes tipo 1 adolescentes e nas  jovens adultas que possuem transtornos é de cerca de 7 a 11%.  e nos portadores de tipo 2, varia de 6,5 a 9%..A bulimia  e os transtornos alimentares não especificados (TANES) variedade “compulsiva purgativa “ são mais prevalentes nos diabéticos tipo1 e TCA nos diabéticos tipo 2  (cerca de 59,4%)

1. O que é diabulimia? É um transtorno alimentar descrito no The Diagnostic and Statical Manual of Mental Disorders, – DSM-IV e DSM-V na categoria of Eating Disorders Not Otherwise Specified (EDNOS)como: omissão intencional da dose de Insulina com o objetivo de perder peso. Deve ser considerado também, como diminuição ou retardo da dose de Insulina com o objetivo de perder peso. Esta prática pode ser somada a comportamentos compensatórios purgativos como vômitos, uso de laxantes, diuréticos ou exercício físico de forma excessiva. A prática de omissão de Insulina para obter perda de peso foi primeiro documentada no final da década de 80, mas relatos de caso foram feitos na década de 70. É um termo não técnico que acabou sendo aceito pela comunidade científica há cerca de 10 anos.

2. Qual a idade em que poderia ocorrer com maior frequência? A Diabulimia pode ocorrer principalmente na pré-adolescência e adolescência; mais em mulheres do que em homens . Adolescentes e jovens adultas com Diabetes tipo 1 têm aproximada/ 2 vezes e meia mais chances de desenvolver um transtorno alimentar em relação as não diabéticas. De acordo com trabalho recente publicado no International Journal of Eating Disorders pelo Dr Hamiel-Pinhas, a prevalência da Omissão intencional da dose de insulina para perder peso poderia aumentar com a idade. Em adolescentes e adultas jovens com 16-22 anos, este percentual seria de 34%, enquanto que mulheres na faixa etária entre 18 a 30 anos, este número já poderia alcançar até 40%.

3. Como suspeitar sobre a diabulimia? A própria natureza crônica do diabetes pode ser uma predisposição para o desenvolvimento de transtornos alimentares, particularmente nos adolescentes. Não existem sintomas, mas sim sinais de alerta para os profissionais e familiares para um quadro de diabulimia. Alguns destes seriam:

  • Não aderência ao tratamento prescrito para o diabetes

  • Controle metabólico instável evidenciado pelos níveis elevados e Hemoglobina Glicada ( A1c )

  • Hiperglicemia (constante)

  • Dislipidemia (aumento dos níveis de triglicerídeos e colesterol)

  • Recusa a seguir as orientações médicas para aumentar a dose de Insulina

  • Evitar que os pais observem a auto aplicação de insulina

  • Ganho ou perda significativa de peso

  • Dietas frequentes e preocupação com o planejamento das refeições e composição dos alimentos

  • Visão negativa da imagem corporal / baixa auto-estima

  • Sintomas depressivos, incluindo o humor triste, baixa de energia, falta de concentração, fadiga e sono interrompido. Embora a depressão e comportamento alimentar perturbado muitas vezes coexistem, diabetes mal controlado também pode contribuir diretamente para sintomas depressivos.

4. O que fazer para ajudar quem tem a doença? Estabelecer o diagnóstico da omissão da dose de Insulina para a perda de peso é um desafio, principalmente porque a diabulimia é mais comum na fase da pré-adolescência e adolescência, onde já existe uma insatisfação com o próprio corpo e uma atitude de rebeldia. É fundamental reconhecer os sinais de alerta que podem estar presentes nestes pacientes com diabetes que começam a omitir a dose de insulina de forma precoce. Os profissionais de saúde que atendem o paciente, como o nutricionista, enfermeiro, psicólogo e também o médico endocrinologista, devem ser treinados para perceberem estes comportamentos. Esquecer sempre o glicosímetro (aparelho que mede as glicemias capilares) e/ou não anotar de forma correta os resultados no diário para levar à consulta; não querer se pesar nas consultas médicas ou da nutrição; pedir sempre uma dieta nova e com mais restrições, pois apresenta insatisfação com a quantidade de carboidratos prescrita; negar-se a colocar a dose de insulina e a se auto-aplicar na frente de outras pessoas; níveis sempre altos da hemoglobina glicada (representa a média das glicemias nos últimos 3 meses- cujos valores de referência para um bom controle do diabetes, devem estar abaixo ou igual a 7%); permanecer por várias horas na academia de ginástica; ir ao banheiro logo após a refeição (isto é importante ser notado, pois pode indicar que a paciente possa estar provocando vômitos também).

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Autora: Dra. Cláudia Pieper 

Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBD)

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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Salada com brie empanado

 

Salada deliciosa!




Ingredientes

2 colheres (sopa) de maisena
50 ml de leite
1 pedaço de queijo brie
2 colheres (sopa) de farinha de rosca
2 colheres (sopa) de óleo
Alface
Radicchio
Rúcula
4 tomates-cereja
1 colher (sopa) de azeite
1 colher (sopa) de redução de balsâmico

Modo de preparo

Em um prato, misture a maisena com leite.
Faça uma massinha e nela passe o queijo brie.
Em seguida, passe-o na farinha de rosca para empanar.
Frite em óleo numa frigideira.
Vire para fritar bem em todos os lados e reserve.
Em um bowl, prepare a salada.
Misture alface, folhas de radicchio rasgadas e rúcula.
Para servir, faça uma cama com a salada em um prato.
Acrescente tomates-cereja.
Regue com o azeite e a redução de balsâmico.
Coloque o brie empanado no centro do prato.
Sirva em seguida.

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Fonte: Lucilia Diniz

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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Chás podem ajudar a aliviar o estresse?

 A rotina está agitada demais? Confira algumas opções de chás para acalmar e ter um dia tranquilo

Piscamos é já estamos caminhando para o final do ano. E vamos combinar, 2020 foi agitado desde o princípio, mas não necessariamente por coisas boas. Rotinas exaustivas, preocupações, insônia e irritabilidade podem ter te visitado ao longo desses últimos meses. E se esses problemas ainda persistem, o chá pode ser um ótimo aliado para dar uma pausa e acalmar de vez.



Sim, utilizar do chá como alternativa mais saudável para aliviar o estresse e nervosismo é uma ótima ideia e pode garantir resultados incríveis. Isso porque existem diversas alternativas de plantas e flores que você pode apostar para deixar a rotina mais leve e não sofrer tanto com os problemas da rotina. Uma dica para potencializar os benefícios do chá é optar pelas infusões naturais, com ingredientes in natura, já que os sachês prontos de supermercado costumam ser menos potentes.

Pensando nisso, o Guia da Cozinha trouxe 5 chás para acalmar que vão te ajudar e muito nos momentos mais difíceis do dia. Seja para reduzir o estresse, induzir o sono ou relaxar, um chá sempre cai bem. Confira:

Camomila

Quem aí nunca ouviu falar das mães ou avós para tomar um chá de camomila para se acalmar? Pois é, os efeitos da camomila para a redução de estresse e indução de sono são incríveis. Além disso, o chá de camomila auxilia no desconforto estomacal – em casos de má digestão -, relaxa os músculos e te ajuda a dormir melhor durante a noite, afinal, uma das principais causas de irritabilidade durante o dia é uma noite de sono conturbada.

Valeriana

Você pode contar e muito com a raiz de Valeriana como um dos chás para acalmar. Com origem no Oeste Asiático, ela é capaz de ajudar no controle da ansiedade, nervosismo, estresse, irritabilidade e é um poderoso ativo indutor de sono. Talvez o sabor não te agrade muito, mas vale a pena apostar nessa raiz poderosa em uma boa xícara de chá.

Chá verde

Embora possua um teor considerável de cafeína, o chá verde é um aliado e tanto para reduzir o estresse durante o dia. Ele é rico em polifenóis que ajudam a combater a ansiedade, dão mais clareza e foco para te ajudar a enfrentar o dia numa boa.

Maracujá

Sabe aquela história que maracujá te deixa mais calmo? Então, na verdade, é melhor começar a apostar nas folhas e deixar o suco de lado. As principais substâncias calmantes estão presentes nas folhas do maracujá. Você pode ferver as folhas e consumir próximo da hora de dormir, já que ele também estimula o sono. Grávidas e crianças menores de 6 anos devem evitar essa infusão, já que geram efeitos estimulantes.

Mulungú

A planta comum da Caatinga pode ajudar bastante com os sintomas de estresse. O chá de mulungu é capaz de regular os batimentos cardíacos, auxilia na redução da ansiedade, agitação, insônia e diversos outros quadros, inclusive dores reumáticas. O consumo do chá feito a partir das cascas não possui nenhum risco, mas a sementes do mulungu são consideradas extremamente tóxicas e devem ser evitadas.

Viu só quantas possibilidades de chás para acalmar você pode fazer? Se você curtiu a matéria, não deixe de compartilhar!

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Fonte: Guia da Cozinha

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sábado, 5 de setembro de 2020

Obesidade eleva risco de Covid-19 grave, independente de idade e doenças

 A probabilidade de uma pessoa com obesidade desenvolver a forma grave da Covid-19 é alta, independentemente da idade, do sexo, da etnia e da existência de comorbidades como diabetes, hipertensão, doença cardíaca ou pulmonar. É o que afirmam pesquisadores brasileiros em uma revisão sistemática de pesquisas publicada na revista Obesity Research & Clinical Practice.



O artigo incluiu dados de nove estudos clínicos, que juntos relatam a evolução de 6 577 pacientes infectados pelo coronavírus (Sars-CoV-2) em cinco países. Os autores concluíram que a obesidade em si é um fator que favorece a progressão rápida da doença e aumenta significativamente o risco de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e morte. A pesquisa foi apoiada pela FAPESP.

“Vários fatores contribuem para o agravamento da infecção no organismo obeso. Um é a capacidade limitada de produzir interferons [proteínas secretadas por células de defesa que inibem a replicação viral] e anticorpos. Além disso, o tecido adiposo funciona como um reservatório para o vírus, mantendo-o mais tempo no organismo”, explica Silvia Sales-Peres, professora da Universidade de São Paulo (USP) em Bauru e coordenadora do estudo.

A carga viral potencialmente maior não é, segundo a pesquisadora, o único problema dos pacientes com índice de massa corporal (IMC) elevado. Estudos recentes indicam que a inflamação crônica de baixo grau típica da obesidade – causada pelo aumento excessivo das células adiposas – faz com que a tempestade de citocinas inflamatórias desencadeada pelo Sars-CoV-2 seja ainda mais lesiva ao pulmão.

“Os obesos também costumam apresentar a função respiratória prejudicada, porque a gordura comprime o diafragma e impede a movimentação normal do órgão. Há diversos fatores concorrentes que tornam esses pacientes mais predispostos a depender de ventilação mecânica e outros cuidados intensivos caso contraiam a Covid-19. Nos estudos que analisamos, 9,4% dos pacientes com obesidade internados em UTI evoluíram para óbito”, conta Silvia.

Sobrepeso também pode aumentar o risco de casos graves do coronavírus?

Reconhecido como o padrão internacional para diagnóstico de desnutrição e obesidade, o IMC é calculado dividindo o peso (em quilos) do paciente pela altura ao quadrado (em metros). De modo geral, para adultos, resultados a partir de 25 são interpretados como sobrepeso – caso de quase 60% dos brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Valores de IMC iguais ou maiores do que 30 são classificados como obesidade, algo observado em aproximadamente 20% da população do país. Os percentuais foram mensurados por meio da pesquisa Vigitel.

“Indivíduos com sobrepeso já podem apresentar alteração na produção de anticorpos e algum grau de inflamação crônica que favorecem a progressão da doença. Nossa análise mostrou também que o risco associado à obesidade se torna ainda maior caso o indivíduo seja fumante ou tenha comorbidades como diabetes, hipertensão ou doença pulmonar”, comenta Silvia.

De acordo com a pesquisadora, estudos como este são importantes tanto para alertar os pacientes sobre a necessidade de se proteger contra o vírus como para ajudar o serviço público a se preparar para a potencial demanda por cuidado intensivo.

“Quando começamos a pesquisa, em abril, ainda não estava tão claro que a obesidade seria considerada um fator de risco importante para a Covid-19”, recorda a pesquisadora. Ela defende a necessidade de políticas públicas de saúde voltadas a promover uma abordagem integrada e intersetorial da obesidade, com caráter regulatório e fiscal: “Deve haver uma mobilização transformadora para incentivar a realização de atividades físicas ao ar livre e hábitos alimentares saudáveis desde a infância, coordenada nos diferentes níveis de governo”.

Fonte: Veja Saúde

Link:https:// covid-19, obesidade,o risco associado à obesidadeSars-CoV-2 seja ainda mais lesiva ao pulmão, coronavírus, apoiada pela FAPESPuma revisão sistemática de pesquisas publicada na revista Obesity Research & Clinical Practice.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Você sabe como diminuir o Inchaço?

 Sentir-se inchada com frequência pode ser um sinal de que seu sistema linfático não está funcionando como deveria. Uma das principais funções desse mecanismo é drenar e filtrar o excesso de líquido do corpo, porém alguns hábitos de vida inadequados podem acabar prejudicando a circulação correta de linfa para a corrente sanguínea, resultando na temida retenção.

“Alimentação, estresse, cigarro e alterações hormonais são quadros que contribuem para esse processo, acarretando na má oxigenação do tecido e de todos os vasos, incluindo os linfáticos”.

Para te ajudar a acelerar o sistema linfático e dar adeus ao inchaço, a profissional sugere algumas atitudes no dia a dia.

Como acelerar o sistema linfático

1. Beba, no mínimo, 1,5 litro de água por dia

Nosso corpo é composto de, aproximadamente, 70% de água, por isso, manter a hidratação é essencial. “Além ajudar o organismo a funcionar melhor, a água é um elemento vital para ajudar o sistema linfático no transporte de toxinas e de outras substâncias para fora do corpo”, aponta Ingrid.

2. Evite alimentos ricos em sódio e em conservantes

Para acelerar o sistema linfático é necessário seguir uma alimentação leve e fracionada, evitando frituras, refrigerantes, bebidas alcoólicas, carnes gordurosas, doces e alimentos com alta concentração de sódio, como os industrializados.

3. Pratique atividades físicas regularmente

Atividades simples, como uma caminhada de 20 minutos, são excelentes para manter o organismo trabalhando. “Ficar muito tempo parado desacelera o metabolismo e não favorece o funcionamento do sistema linfático”, alerta a especialista. “Para quem não consegue fazer exercícios com certa frequência, trocar o elevador pela escada pode ser um bom começo”, completa.

4. Invista em drenagem

A drenagem linfática é uma massagem focada em estimular o sistema linfático, acelerando a circulação sanguínea e ativando a nutrição dos tecidos para que o corpo fique mais modelado e livre de inchaços. “São recomendadas 10 sessões, com frequência de duas a três vezes por semana, e duração de 60 minutos”, indica ela.

Fonte: Isto é

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Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Emagrecendo sem juros!

 Depois de vários dias sem internet, voltou e agora voltarei com as postagens!

Há uma máxima comum da cultura das dietas: “Toda vez que eu engordo, faço uma ‘dietinha’ para emagrecer”. Mas eu quero propor uma inversão desse pensamento: busque adotar uma alimentação que mantenha você magro e, quando quiser e planejar, dê uma “abusadinha” — voltando ao padrão na sequência.



Alimentação saudável não é uma coisa temporal, que você deve fazer por um tempinho. Ela não tem peso de início e peso de término. Com o raciocínio das dietas, tendemos a adotar comportamento binário: em um momento posso tudo e, no outro, não posso nada.

Vamos fazer um paralelo com aquele projeto de trocar um carro usado por um novo. Para completar o dinheiro que falta, dá para ir ao banco e pegar um empréstimo. Mas, no final das contas, os juros do banco farão você pagar um valor muito mais alto do que o do automóvel. Voltando à sua alimentação: se todo dia comer algo a mais que não está planejando, você vai engordar lentamente.

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O pior é que menosprezamos as calorias contidas nessas escapadinhas do dia a dia. Eu me refiro ao chocolatinho, ao docinho, ao vinhozinho, ao pedacinho de pizza a mais… Tudo no diminutivo, mas as calorias continuam sendo ingeridas por inteiro. Que nem aqueles “jurozinhos” do banco, que no fim sujam seu nome na praça.

Experimente virar o jogo. Ou seja, em vez de sempre incluir um “diminutivo” mais no seu cardápio diário, tire um. Hoje comerei um chocolatinho a menos, ou tomarei um vinhozinho a menos. Busque pequenas mudanças, que podem ser cumpridas no longo prazo.

O resultado será a economia de estresse que uma dieta impõe, sem abrir mão de tudo que você gosta. Claro que você pode continuar desfrutando chocolates, vinhos ou o que for. O ponto é: planeje-se para consumi-los em momentos específicos. E evite aquele repeteco desnecessário, que nem vai trazer mais tanto prazer. Poupe a ingestão das calorias sempre que puder no seu dia a dia.

Com isso, você vai esquecer essas dietas com começo, meio e fim — que simplesmente não funcionam no longo prazo. Evitá-las e pensar na alimentação como algo que você deve prezar a vida inteira é a forma de programar uma vida magra.

O melhor é que, em uma alimentação equilibrada, todas as comidas são permitidas, desde que o consumo seja consciente. Arregace as mangas e faça suas escolhas, evitando os diminutivos e economizando os “juros” em calorias das dietas.

Fonte: Veja Saúde

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