sexta-feira, 31 de julho de 2020

Alimentos permitidos e proibidos na Plant based Diet

Essa dieta contempla, como o próprio nome diz, todos os alimentos de origem vegetal. Por isso, inclui vegetais, frutas, grãos integrais, legumes, sementes e nozes. Os especialistas consultados pelo Viva Bem definiram como uma alimentação facilmente encontrada nas feiras e por isso é bastante diversificada e natural. "O convite que a Plant-Based faz é para uma alimentação com itens integrais saudáveis e incentiva aumentar a ingestão de alimentos que preservem a saúde e também o meio ambiente. Por isso, indica-se a diminuição do consumo de tudo o que for contra esses objetivos", destaca a nutricionista do HCor. 

Dieta plant-based 4 - iStock - iStock

Veja abaixo detalhes dos alimentos que estão liberados: 

Leguminosas: feijões, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico; 
Grãos integrais: arroz integral, milho, trigo em grãos; 
Tubérculos: batata-doce, inhame e mandioquinha; 
Hortaliças: frutas, verduras e legumes; 
Leites vegetais sem açúcar; 
Chás de ervas; 
Café descafeínado; 
Sucos naturais sempre sem açúcar e sem coar;
 Cogumelos; Temperos naturais: manjericão, alecrim, açafrão, pimenta-do-reino; Oleaginosas: castanhas, amêndoas, nozes, etc.; 
Gorduras saudáveis como azeite ou abacate; 
Tofu. 

Alimentos proibidos na plant-based 

 Açúcar e alimentos açucarados, como bolos, biscoitos e doces;
 Carboidratos brancos refinados; 
Excesso de sal; Alimentos gordurosos ou fritos; 
Embutidos; 
Fast-food como lanches, batatas fritas, hambúrguer, cachorro-quente; 
Refrigerantes e sucos artificiais; 
Adoçantes artificiais; 
Óleos processados; 
Reduzir ou excluir totalmente os alimentos de origem animal como ovos, leite e carnes.... - 

O foco da dieta é incentivar a inclusão de alimentos naturais e diminuir o consumo de processados e industrializados.

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Fonte: Viva Bem

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Plant based diet, o que é?

Consumir alimentos com sabores e nutrientes em sua forma mais pura, diretamente da natureza. Essa é a filosofia da Whole Food Plant-Based Diet, que pode ser traduzida como "dieta à base de alimentos vegetais integrais". A recomendação para seguir esse regime alimentar é realizar refeições que contenham ingredientes frescos, ou seja, mais vegetais e alimentos minimamente processados e corte total dos industrializados. 




Para Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) uma dieta menos industrializada e mais natural traz benefícios que vão além de uma possível mudança no sabor e menor ingestão energética. 

A dieta plant-based, como é chamada mais comumente, indica também evitar quaisquer alimentos de origem animal, sob alegação desse tipo de item fazer mal à saúde, aumentando o risco de doenças crônicas. Mas será que excluir totalmente itens de origem animal, que podem ser saudáveis desde que preparados adequadamente e consumidos com moderação, realmente faz bem para o organismo? De acordo com Edson Credidio, nutrólogo e doutor em Ciências de Alimentos pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), esse corte pode trazer uma carência de nutrientes, por isso quem desejar seguir esse tipo de dieta deve fazer acompanhamento adequado com um médico nutrólogo ou nutricionista é fundamental..

É um conceito alimentar que valoriza o consumo de alimentos de origem vegetal íntegros em abundância, ou seja, que não sejam refinados ou ultraprocessados. E também recomenda excluir o consumo de produtos de origem animal como ovos, laticínios e carnes. "Quanto mais integral o alimento for, mais saudável ele é. Por isso, a plant-based baseia-se no consumo de hortaliças, frutas, grãos integrais e legumes. E também exclui alimentos que tenham farinhas refinadas, açúcar e gordura em excesso", diz Gisele Pontaroli Raymundo, nutricionista e professora do curso de Nutrição da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná). 

O estilo plant-based surgiu de uma preocupação com a saúde e a origem dos alimentos. E assim a comida de "verdade" se tornou a protagonista das refeições, mas há também um cuidado com a sustentabilidade e o meio ambiente. "É uma releitura das dietas mais simples e naturais que, com o tempo e a evolução da ciência, passou a ser comprovadamente associada à maior vitalidade. A plant-based previne doenças crônicas não transmissíveis que são, na atualidade, as maiores causas de morte no mundo", afirma Alessandra Luglio, chefe do departamento de Nutrição da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira) e especialista na dieta. 

O risco da deficiência de nutrientes

 A dieta plant-based pode ser considerada segura e todas as pessoas de diferentes faixas etárias podem adotá-la. Mas é importante consultar um profissional como nutricionista ou nutrólogo para ter acesso a todos os nutrientes necessários à manutenção da saúde. Vale destacar que o consumo exclusivo de vegetais, se não for bem conduzido ou orientado, pode favorecer deficiências de nutrientes específicos. "É o que pode acontecer com as proteínas, a vitamina B12, a vitamina D, o ferro, o zinco, o cálcio e o ômega 3. Por isso, é fundamental seguir a orientação de um profissional antes de começar esse tipo de dieta", diz Garcez. 

Benefícios desta dieta:

A boa notícia é que há diversas pesquisas científicas que comprovam que uma dieta baseada em vegetais e alimentos integrais é benéfica para a saúde. Isso porque oferece nutrientes e antioxidantes essenciais que reduzem o risco de algumas doenças. Um dos principais beneficiados dessa dieta é o coração. Uma pesquisa divulgada no Journal of American College of Cardiology indicou que as pessoas que adotaram uma dieta saudável à base de vegetais, frutas, grãos integrais, legumes e nozes tiveram menos riscos de desenvolver doenças cardíacas. Ao todo, foram avaliados mais 200 mil adultos por cerca de duas décadas. 

Mudar radicalmente de alimentação, deve sempre antes consultar um especialista para não prejudicar sua saúde. Nunca faça sozinho!

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Fonte: Viva Bem

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terça-feira, 28 de julho de 2020

Vegetarianos: mais magros e mais introvertidos?

Em um grande inquérito realizado há dois anos com mais de 6 milhões de alemães, aproximadamente 400 mil deles se declararam vegetarianos. Isso despertou a curiosidade de pesquisadores do Instituto Max Planck para o Estudo da Cognição Humana e Ciências do Cérebro, que acabam de concluir um trabalho com neurocientistas do Hospital Universitário de Leipzig no qual examinaram perto de 9 mil pessoas. Parte delas relatou ser vegetariana.


Os cientistas queriam investigar como esse tipo de alimentação estaria associado a determinados estados psíquicos e também a eventuais diferenças no IMC, independentemente do gênero, da idade e do grau de escolaridade.
Eles perceberam que, quanto menor a proporção de proteína animal no cardápio, menor a média do IMC. “Uma possível explicação para esse achado pode não ser a menor quantidade de fontes proteicas de origem animal”, esclareceu à Abeso a líder do estudo Evelyn Medawar. “Afinal, pessoas que adotam esse tipo de dieta costumam se preocupar com a saúde e com a sustentabilidade em um sentido mais amplo. Logo, elas tendem a consumir menos produtos ultraprocessados nas refeições, os quais costumam ser repletos de sal, açúcares e gorduras.”
A cientista ainda lembra que, mais do que terem maior valor energético, os alimentos ultraprocessados geram menos saciedade e levam seus consumidores a comerem mais nas refeições.
Segundo ela, principalmente por causa das fibras dietéticas, os vegetais teriam um efeito inverso. Eles prolongariam a sensação de saciedade e, com isso, a probabilidade de o indivíduo comer mais vezes ao longo do dia acabaria diminuindo.
Comparando apenas os participantes que não eram vegetarianos, os cientistas associaram um maior IMC entre os que consumiam mais fontes primárias de proteínas de origem animal — como carnes, frango, peixes, salsicha — em relação à média do IMC daqueles que priorizavam fontes secundárias, como leites, queijos, iogurtes e ovos.
“Os vegetarianos e os indivíduos que preferiam consumir apenas fontes secundárias de proteína animal apresentaram, em média, uma redução de 1,2 quilo por metro quadrado no IMC quando comparados àqueles que colocavam carnes no prato”, informou Evelyn Medawar.
Efeitos no humor
Evidentemente, os pesquisadores estavam ainda mais interessados em entender se a alimentação vegetariana teria algum impacto no humor. E focaram especialmente no quesito extroversão.
Sem que saibam apontar uma razão, essa característica da personalidade foi muito mais observada nos participantes que não seguiam uma dieta vegetariana.
Para os autores, porém, não dá para afastar fatores comportamentais e ambientais. Ou seja, é possível que, por terem restrições à mesa, esses indivíduos sejam mais segregados em eventos sociais, por exemplo. “Ninguém deveria ser simplista e achar que a proteína animal teria algo capaz de provocar maior extroversão”, avisou Evelyn M Medawar.
Ela fez ainda questão de sublinhar que, nesse trabalho — publicado na revista Nutrients —, não se observou uma possível associação entre uma dieta plant based e comportamentos neuróticos, algo que pareceu existir em outros estudos anteriores.
E, mesmo que apontasse isso, de novo não daria para dizer que a causa dessa relação teria sido a dieta. Isso porque o inverso é bastante plausível: indivíduos com maior tendência a comportamentos neuróticos poderiam ser mais propensos a criar restrições alimentares à mesa.
Mais deprimidos?
Os cientistas alemães também se preocuparam em ver se a dieta vegetariana teria alguma associação com estados depressivos. Mas, novamente, não foi detectada qualquer correlação nesse sentido.
Para estabelecer elos entre a dieta e o humor, os cientistas aplicaram questionários em que os participantes tinham de marcar os alimentos consumidos nos últimos 12 meses em uma escala entre “nunca” ou “quase nunca” e “ingeridos várias vezes ao dia”. Essas informações foram comparadas com as respostas de outros dois questionários capazes de apontar traços de personalidade — se mais ou menos extrovertida, por exemplo — e sintomas clássicos de depressão.

Fonte: Abeso

sábado, 25 de julho de 2020

RECEITA DE FRICASSE DE FRANGO LIGHT

Uma receita bem legal e fácil para vocês fazerem no fim de semana!

Bora fazer?


Ingredientes

100 g de ricota light
½ cebola picada
1 dente de alho picado
3 colheres (sopa) de cream cheese light
½ cenoura, picada
1 colher (chá) de cebolete
1 xícara (chá) de frango cozido e desfiado
½ xícara (chá) de milho
2 colheres (sopa) de muçarela light ralada
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

No liquidificador, coloque a ricota.
Junte cebola, alho, cream cheese e cenoura.
Bata até formar um creme liso e homogêneo.
Abra o liquidificador, tempere com sal, pimenta e cebolete.
Bata mais um pouco e reserve.
Em ramequins, coloque o frango desfiado.
Acrescente o milho.
Cubra com o creme reservado.
Cubra com muçarela ralada.
Asse a 200ºC por 15 minutos ou até dourar.
Sirva em seguida.
Fonte: Lucilia Diniz

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Você sabia que existem vários tipos de gordura corporal?

Quando falamos na gordura do nosso corpo, a primeira coisa que vem à mente é que esse é um componente muito prejudicial à saúde. Contudo, você sabia que nem todo tecido adiposo é igual? Veja quais são os tipos de gordura corporal e descubra que nem todos eles são sinônimos de doença:
→ Como se Livrar de 6 Tipos de Gordura Corporal!

Gordura marrom e gordura branca - Entenda a diferença - Hora do Treino

1. Gordura essencial


Como você pode deduzir pelo nome desse componente, a gordura essencial é imprescindível para o bom funcionamento do organismo. Esse é o tecido adiposo que atua na regulação da temperatura corporal, na produção de vários hormônios e na absorção de vitaminas, além de ser o principal constituinte da membrana das células, junto com as proteínas.
A gordura essencial também funciona como a reserva de energia para vários órgãos e é necessária para a manutenção dos processos que ocorrem no cérebro, no coração, nos pulmões e no fígado, entre outros.

2. Gordura branca


Sabe aquela gordurinha localizada que insiste em não sair mesmo com dieta e exercícios? Essa é a gordura branca, que recebe esse nome porque é realmente esbranquiçada em função da sua baixa quantidade de vasos sanguíneos. Esse tipo corresponde a 90% do tecido adiposo do nosso organismo e ajuda a proteger nossos órgãos dos impactos do dia a dia. Contudo, a má notícia é que, em excesso, ele causa uma série de problemas.
O principal papel da gordura branca é fazer a transformação das calorias excedentes da dieta em mais gordura, o que é importante para que nosso organismo tenha energia. Porém, como você pode imaginar, esse tipo de gordura tende a se acumular, tornando-se prejudicial.
Além de ser a principal reserva de triglicerídeos do organismo, a gordura branca promove uma resistência à leptina, um hormônio que confere sensação de saciedade. Como resultado, uma pessoa com excesso desse tipo de gordura vai sentir mais fome, e sua tendência será ganhar ainda mais peso.

3. Gordura marrom


Se você já ouviu falar que existem gorduras boas em nosso organismo, saiba que uma delas é a gordura marrom – que tem essa coloração por receber um maior aporte de sangue. Esse tipo de tecido adiposo tem a função de fazer o isolamento térmico do nosso corpo e, ao contrário da gordura branca, ele queima calorias para cumprir seu papel.
Existe até mesmo um estudo da Universidade de Harvard que demonstrou que a gordura marrom é ativada por temperaturas mais baixas, de forma que o frio ajudaria a reduzir o excesso de gordura branca ao estimular a queima calórica. O problema é que, infelizmente, a quantidade desse tipo de tecido adiposo não é muito alta em nosso organismo.

4. Gordura bege


De forma semelhante à gordura marrom, a gordura bege também queima calorias para produzir calor e manter nossa temperatura corporal em uma faixa adequada. Esse tipo de tecido adiposo tem origem na gordura branca, que é transformada em bege quando praticamos exercícios físicos.
Porém, o mais interessante é que a gordura bege também ajuda a transformar a gordura branca (“ruim”) em marrom (“boa”). Dessa maneira, fica evidente que os exercícios não apenas queimam a gordura prejudicial, mas também estimulam a produção da gordura benéfica. Vantagem dupla!

5. Gordura subcutânea


A gordura subcutânea fica armazenada logo abaixo da pele. Essa é aquele gordurinha que podemos perceber ao beliscar braços, pernas e barriga com os dedos.
Embora não seja tão prejudicial quanto a gordura branca ou a visceral, o excesso de gordura subcutânea pode incomodar porque deixa uma aparência mais rechonchuda e impede a visualização dos músculos. Além disso, essa é a gordura responsável pelo surgimento da celulite.

6. Gordura visceral


Quando falamos em quais são os tipos de gordura corporal, não podemos deixar de citar a gordura visceral, que é a mais prejudicial de todas. Esse tipo de tecido adiposo consiste na gordura branca que se deposita entre os órgãos, atrás da parede do abdômen e na cavidade peritoneal.
O excesso de gordura visceral está relacionado a uma maior propensão a várias doenças e complicações, como hipertensão, níveis elevados de colesterol, infarto e acidente vascular cerebral. Além disso, ela agrava os processos inflamatórios e diminui o metabolismo e a queima de gordura.

Como evitar o excesso de gordura


Não importa qual é o tipo de gordura que você deseja queimar: a receita para eliminar o excesso de tecido adiposo é fazer uma reeducação alimentar, adotando uma dieta saudável, e praticar exercícios físicos aeróbicos e de força regularmente. Em alguns casos de gordura branca e subcutânea, pode ser necessário recorrer aos tratamentos estéticos para obter resultados mais visíveis.
Independente de quais são os tipos de gordura corporal, ter bons hábitos de vida é sempre o melhor caminho para evitar o acúmulo de tecido adiposo e o consequente sobrepeso. Por isso, não espere o alerta da balança para cuidar de você mesmo.
Independente de quais são os tipos de gordura corporal, ter bons hábitos de vida é sempre o melhor caminho para evitar o acúmulo de tecido adiposo e o consequente sobrepeso


segunda-feira, 20 de julho de 2020

Você está ganhando peso na quarentena?

Pensando nisso, eu, Patrícia Brigagão Mendes, Mayra Santos ( Nutricionistas) e Luciene Cury ( Profissional de educação Física), todas especializadas na área de Emagrecimento a longos anos, fizemos em 2019 vários desafios on line com excelentes resultados de nossas clientes.

Então, resolvemos colocar todo este método, no passo a passo, num Ebook para ajudar você que está ganhando peso na quarentena, inchando a cada dia por uma má alimentação e não sabe por onde começar para reverter esta situação.

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Frequentemente sente a sensação de estar acima do peso?
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O Programa Desincha Baby, tem um material que foi elaborado por uma equipe multidisciplinar, com nutricionistas, coaches, e um profissional de educação física.

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Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista


sábado, 18 de julho de 2020

Patrícia Brigagão Mendes - Nutricionista, especialista em Emagrecimento!



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Patrícia Brigagão Mendes

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terça-feira, 14 de julho de 2020

Profissional de Emagrecimento sabe trabalhar com desafios on line?



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Pontos-chave no acompanhamento do paciente bariátrico


No último dia 23 de junho, a Abeso apoiou a realização do webinar “Cirurgia Bariátrica e Metabólica: Acompanhamento Nutricional e Endócrino no Pós-Operatório”, organizado pelo capítulo de Santa Catarina da Associação Brasileira das Ligas Acadêmicas de Cirurgia. E aqui vale destacar alguns pontos levantados durante o evento.

A noção de continuidade é fundamental
Essa foi uma questão importante levantada pela nutricionista Carina Rossoni, membro do nosso departamento de cirurgia bariátrica: “Além de discutir um pouco qual seria perfil ideal de nutricionista clínico para atuar na área da cirurgia, fiz questão de defender que o tratamento não pode ser fragmentado”, disse Carina. “Ou seja, ele não pode — ou não deveria — ser realizado por um nutricionista na etapa pré-operatória e por outro profissional depois da operação”, opina. Para ela, entender todas as características do organismo do paciente antes da cirurgia favorece o seu acompanhamento depois.
O tratamento nutricional no pré-operatório
Carina Rossoni ressaltou em sua apresentação que a reeducação alimentar precisaria iniciar bem antes de o paciente ir para a sala de cirurgia. Primeiro, insistiu, porque isso facilitará a adaptação do indivíduo operado depois. E, em segundo lugar, porque a redução do peso diminuirá o risco cirúrgico.
A nutricionista ainda falou sobre a reposição de vitaminas e minerais na fase pré-operatória. “A pessoa com obesidade, ao contrário do que imagina o senso comum, muitas vezes apresenta deficiências graves desses micronutrientes. E faz todo o sentido não esperar para corrigi-las, o que mais uma vez aumenta a segurança do tratamento cirúrgico.”
A dieta no pós-operatório
O universo do tratamento nutricional no pós-operatório é bastante amplo e, portanto, o papel do nutricionista é um tanto abrangente. “Nunca daria para falar sobre tudo em um único webinar”, reconhece Carina, que, então, escolheu dois itens para destacar durante o evento.
Um deles, as fibras fermentáveis. “Elas possuem uma função prebiótica, o que nem toda fibra fibra tem. Com isso, ajudam no equilíbrio da microbiota intestinal e, ao serem fermentadas por essas bactérias do intestino, geram moléculas de ácidos graxos de cadeia curta que contribuem demais para a saúde do paciente erm recuperação da cirurgia bariátrica, diminuindo a inflamação em seu organismo.”
Um exemplo de fonte de fibras fermentáveis, segundo Carina Rossoni, seria a aveia — “não importando, no caso, se o paciente prefere consumí-la em flocos, flocos finos ou farinha”, diz. Ela lembra que a recomendação diária é consumir de 25 a 30 gramas de fibras em geral. E, dentro disso, de 5 a 10 gramas idealmente deveriam ser fibras fermentáveis.
O outro destaque na discussão sobre a dieta no pós-operatório foi para as proteínas de alto valor biológico, especialmente as de origem animal. “Digo as de origem animal porque elas, de quebra, ajudam a repor vitaminas, como a B12, e minerais como o ferro e o cálcio”, justifica Carina Rossoni. “De modo geral, devemos ficar muito atentos às proteínas para evitar a todo custo algo que não queremos ver depois de uma bariátrica, que seria a perda acentuada de massa magra.”
O acompanhamento clínico
Essa parte coube à apresentação da endocrinologista Jacqueline Rizzolli, membro da diretoria da Abeso. “A cirurgia é uma ferramenta para auxiliar na redução sustentada de peso”, ela definiu durante o evento. “Mas ela precisa ser encarada como uma etapa nesse processo. Não importa a técnica utilizada, o paciente bariátrico deverá ser acompanhado por uma equipe multiprofissional e deverá fazer a reposição de vitaminas e de sais minerais por toda a vida.”
Aliás, a médica aproveitou a oportunidade e revisou o conhecimento de todos sobre o impacto das deficiências de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) e de hidrossolúveis (no caso, a vitamina C e as do complexo B), bem como falou sobre a falta de diversos minerais.
“Todo paciente bariátrico precisará repor essas substâncias e as doses, no caso, vão depender do resultados de exames laboratoriais”, falou a doutora Jacqueline, que também fez questão de lembrar que a atividade física regular, ao lado da dieta bem orientada, é indispensável para otimizar os resultados cirúrgicos.
Encontros assim vieram para ficar
Esse é o ponto de vista de Carina Rossoni: “Apesar de o momento de uma pandemia ser bastante angustiante e desafiador, ele também nos faz enxergar novas possibilidades”, reflete. “Por exemplo, tivemos participantes nesse webinar não só de Santa Catarina, onde foi organizado, mas de todo o Sul, do Sudeste e do Nordeste. Encontros assim de atualização e de partilha de aprendizados, com todos trocando a sua experiência, são riquíssimos. E acredito que ninguém irá querer abrir mão de oportunidades assim, que as plataformas digitais propiciam, no futuro. A era do webinar veio para ficar.” E, no que depender da Abeso, serão muitos encontros de atualização científica sobre tudo o que diz respeito à obesidade e à síndrome metabólica.
Aliás, você pode assistir esse evento online acessando-o pelo link abaixo

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Fonte: ABESO

domingo, 12 de julho de 2020

É melhor fazer o cardio antes ou depois da musculação?

Correr primeiro e puxar ferro depois? Ou garantir primeiro o treino de força e depois fazer o aeróbico? Ok, pode parecer que tanto faz. Mas a verdade é que sua escolha pode, na verdade, impactar seus objetivos.
Primeiro, você precisa ter em mente qual a sua finalidade: você quer melhorar a sua resistência, ficar mais forte ou perder peso? Isso vai determinar a sequência do seu treino e com qual frequência você deve ter fazer o cardio e treino de força. Especialmente, se você vai dobrar no mesmo dia. Aqui está o que os especialistas têm a dizer sobre o que você deve priorizar.

É melhor fazer o cardio antes ou depois da musculação?

Se você quer construir músculos, faça o cardio depois do treino de força. A razão é simples: levantar peso é difícil e você precisa de energia (física e mental) que você pode preferir usar levantando mais peso e evitando lesões. Inclusive, fazer o treino de força já cansado do aeróbico pode aumentar o risco potencial de lesões.
Isso porque quando pesquisadores compararam três protocolos de treino – força, corrida seguida de treinamento de força e ciclismo seguido de treinamento de força – eles descobriram que correr ou pedalar antes do treino limitava a quantidade de peso nas repetições que poderiam ser feitas em comparação com o treinamento de força realizado sem um exercício aeróbico anteriormente.

Outro estudo mostrou que a força muscular diminui depois de uma corrida na esteira, enquanto a frequência cardíaca e a taxa de esforço percebido, ou a intensidade do exercício, aumentavam.

A musculação também deve vir primeiro se o seu objetivo é a perda de peso. Fazer exercício aeróbico depois do treino de peso queima mais caloria durante os primeiro 15 minutos do que quando o cardio é feito antes do treino, seguindo uma pesquisa publicada na  Medicine and Science in Sports and Exercise.

Tudo bem começar com cardio?

Não tem nada de errado em começar fazendo o cardio antes do treino de peso. Sobretudo se você treina para manter a forma. Sem contar que é uma ótima maneira de aquecer e preparar o seu corpo para movimentar-se. Então, você pode preferir começar com o cardio mesmo se a sua prioridade for a musculação. Neste caso, faça um trote ou pedal leve, e não um treino aeróbico puxado, como intervalado ou longão.
Se o seu principal objetivo é melhorar o seu condicionamento cardiovascular, você deve – definitivamente – começar pelo aeróbico. Pelo mesmo motivo que você deve priorizar a musculação se você quer ficar mais forte. Realizar o treino de força antes do cardio pode fadigar os músculos, fazendo com que você perca postura durante o exercício aeróbico, aumentando o risco de lesões.
Se você está treinando para uma corrida, fazer musculação antes do cardio pode acabar diminuindo a sua resistência. Quando um grupo de pessoas priorizou o treino de força, foi observado o comprometimento da corrida. O mesmo, no entanto, não aconteceu com o grupo que correu primeiro. Os dados são de um estudo publicano no periódico Applied Physiology Nutrition and Metabolism.

Posso fazer cardio e musculação no mesmo dia?

Normalmente a orientação é alternar os treinos – um dia o cardio, no outro treinamento de força, ou vice-versa. Mas não há razão para que você não faça os dois no mesmo treino; ou divida em duas sessões no mesmo dia.
Você pode fazer um treino de alta intensidade, como CrossFit, que combina exercícios de força e cardiovasculares em uma única sessão, garantindo resultados em menos tempo. De acordo com um estudo publicado no Journal of Strength and Conditioning Research, esse tipo de treino não o afeta negativamente em nenhum nível fisiológico. Além disso, pode ser uma forma de usar o seu tempo de maneira ainda mais eficiente.
Agora, se você vai dividir o treino em duas partes no seu dia, certifique-se de deixar tempo suficiente entre eles para que o seu corpo possa se recuperar; pelo menos oito horas entre o treino de cardio de alta intensidade e o treino de força. Senão, o efeito pode ser o contrário. Sem tempo para se recuperar, você acaba ficando mais fraco e correndo risco de lesões.