domingo, 28 de junho de 2020

Patrícia Brigagão Mendes - Nutricionista e Coach de Emagrecimento

Olá Pessoal,

Venho ao longo dos anos de minha carreira desenvolvendo vários projetos e com muito sucesso!
Estou numa nova fase profissional e de estilo de vida.
Vou contar um pouco de minha estória para vocês me conhecerem um pouco melhor.

Me formei em 1984 e comecei a trabalhar em creche na área de Nutrição Infantil e Produção, depois em restaurante e hotel. Nesta área fazia cardápios, orientações para pais e funcionários, compras de alimentos, controle de qualidade das refeições, desenvolvia fichas técnicas de preparações para ajudar as cozinheiras, controle de custos e dei também muitas aulas de culinária para as crianças e desenvolvi vários projetos de Educação alimentar com atividades lúdicas para incentivar a mudança de hábitos nas crianças. 
Trabalhei em diversas escolas( pequenas, média e grande) ao longo de minha jornada. Foram experiências incríveis!!! Tenho muitas lembranças boas e divertidas desta fase!

Ao longo destes anos, paralelamente, trabalhei também na área de Nutrição Clínica  e estética, em várias Clínicas no Rio de Janeiro, com vários médicos endocrinologistas, cardiologista, dermatologista, clínico geral e pediatra em parceria, atendendo  pacientes com diversas patologias e todas as idades.
Sempre gostei das três áreas: Nutrição Clínica, Nutrição em Produção e Nutrição Infantil.



Durante estes anos todos, fiz muitos cursos, simpósios e congressos, me atualizando sempre, pois gosto de estudar e saber o que de melhor posso oferecer para meus pacientes e clientes.

Fiz  Cursos de Formação de Coaches para ajudar na parte emocional de meus pacientes.

Desde então, organizei nos últimos anos grupos de apoio ao emagrecimento de forma presencial e on line com parcerias com outros profissionais ( psicóloga, endocrinologista e personal de educação física), utilizando ferramentas de coaching e minha experiência clínica para ajudar meus pacientes terem um  emagrecimento mais duradouro. Além disso, desenvolvi também desafios on line para emagrecimento também com parceria com outros profissionais, com excelentes resultados!

Dei muitos cursos, palestras, escrevi ebook sobre Diverticulite e agora no último ano resolvi junto com uma amiga Nutricionista, fundar o Instituto Nuttry Educa com objetivos de dar aulas on line, cursos e desenvolver produtos digitais para Profissionais da área de saúde e emagrecimento, Nutricionistas , Coaches de Emagrecimento e pacientes. Já desenvolvemos vários produtos  para Coaches e Nutricionistas , para pacientes e estamos na fase de divulgação. 

Neste ano também , por conta da Pandemia, estou fazendo atendimentos on line.

Nesta nova fase de minha vida, quero me dedicar a ensinar outros profissionais a crescerem e terem sucesso, além de continuar meus atendimentos que amo!

Bora conhecer estes produtos digitais???

Se quiserem conhecer estes produtos, entrem no Instagram:@nuttryeduca_.

Faço lives com frequência neste Instagram  com temas relevantes e promovo aulas que ajudam muitas pessoas.

Aguardo vocês por lá!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

Obs: Sigam minhas outras redes sociais:
 face: Nuttrisaude 
Youtube: Nuttryeduca e Nuttrisaude 
Instagram:@patriciamendesnutricionista e @ Nuttryeduca_







sexta-feira, 26 de junho de 2020

Quentão sem álcool

Para aqueles que gostam de festa junina e não podem tomar bebida alcoólica mas gostam de quentão, vai uma receitinha especial e light ´para matar a vontade!

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Coach de emagrecimento, você sabe como lidar com os hábitos de seus clientes?


Olá Coach de emagrecimento ou profissional de emagrecimento,


Hoje convidamos vocês para assistir nossa live sobre um tema que gera muitas dúvidas para uma primeira sessão. Então não percam esta oportunidade, vamos dar muitas dicas para vocês!

Será hoje, dia 25/06, às 20:30 no Instagram: @nuttryeduca_

Esperamos você!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

Link: https://coach de emagrecimento, profissionais de saúde, emagrecimento, perda de peso

terça-feira, 23 de junho de 2020

Mudança de hábitos, como isso interfere no emagrecimento?


Olá Pessoal,

Não percam nossa live de hoje incrível que vai ajudar muitas pessoas que estão tendo dificuldades nesta pandemia e criando  hábitos não saudáveis.

Vamos dar algumas dicas poderosas que vão abrir a mente de muitos para não comprometerem sua saúde.

Esperamos vocês por lá!

Horário: 20:30, no Instagram: @nuttryeduca_

domingo, 21 de junho de 2020

Patrícia Brigagão Mendes- De volta ao consultório dia 02/07/2020

Queridos pacientes,

Tudo bem com vcs? Espero que sim!

Para aqueles que estão precisando de Orientações alimentares para diversas patologias ou que desejam perder peso, tenho novidades!

Estou atendendo online com preço diferenciado.

➡️A partir de julho, estarei atendendo das duas formas:
👉 online ( várias opções de dias e horários)
👉presencial em Copacabana.( Quinta feira entre 8 às 12).

Estarei atendendo com todos os cuidados de higiene necessários para preservar a saúde de vocês.

➡️ Esquema:

1)Estarei atendendo de máscara,luvas, protetor de rosto e com álcool gel.
2)A sala será higienizada a cada atendimento.
3)O paciente ficará a dois metros.
4)Só entrará uma pessoa por atendimento com máscara e darei uma luva na entrada da sala para cada um.
5)Na véspera do atendimento, será feita a confirmação da consulta e do estado de saúde do paciente.

👉Quem se interessar, favor agendar diretamente comigo!
21-998444298

Aguardo o contato de vcs!😘

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

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Vinagre de maçã, quais seus benefícios?

vinagre de maçã é outra dessas tendências alimentares que as pessoas defendem alegam ser saudável de todas as maneiras possíveis. Isso inclui ajudar você a perder peso, estabilizando o açúcar no sangue, melhorando a digestão e a absorção de nutrientes.
Mas uma garrafa de vinagre pode realmente fazer isso? Foram atrás de pesquisas e conversamos com especialistas para descobrir quais são os benefícios reais do consumo de vinagre de maçã. Ele realmente pode ajudar a perder peso, melhorar sua digestão e a absorção de nutrientes, agir como um desintoxicante e até aumentar seu desempenho atlético?

Benefícios do vinagre de maçã

Há evidências sugerindo que vinagre de maça poderia ajudar na perda de peso. Um pequeno estudo com 39 adultos descobriu que aqueles que tomavam uma colher de sopa de vinagre de maçã no almoço e no jantar perderam quase quatro quilos em 12 semanas – mas também cortaram 250 calorias diárias. Outro estudo que analisou 144 adultos obesos descobriu que aqueles que ingeriram 2 colheres de sopa de vinagre de maçã diariamente por 12 semanas perderam quase dois quilos. Enquanto aqueles que tomaram uma colher de sopa perderam apenas um quilo.
A ciência é um pouco mais forte quando se trata dos efeitos do vinagre de maçã sobre o açúcar no sangue, pelo menos entre as pessoas com diabetes tipo 2. Ele parece melhorar a absorção de açúcar no sangue e aumentar a sensibilidade à insulina, segundo um estudo de 2015. E, de fato, pesquisas mais recentes descobriram que o consumo de vinagre de maçã promove níveis mais saudáveis ​​de açúcar no sangue em adultos com diabetes tipo 2. Portanto, o vinagre de maçã teria uma atuação como anti-glicêmico, agindo na estabilização do açúcar no sangue.

Fator probiótico

E no que diz respeito à digestão, absorção de nutrientes e desintoxicação? Por ser um alimento fermentado, contém algumas bactérias probióticas que podem ser benéficas para a saúde intestinal. Mas não há evidências de que beber o vinagre ajudará a absorver mais nutrientes dos alimentos. Há inclusive um risco de que ele piore a absorção de potássio pelo corpo.
Também não há nada que comprove que ele atua na desintoxicação. Isso porque o próprio corpo já tem o fígado e os rins que quebram e removem toxinas.
Curiosamente, você pode ter ouvido falar que o vinagre de maçã pode ajudar no tratamento da azia. No entanto, não há pesquisas publicadas sobre o assunto..
Por último, não ha nada comprovando que vinagre de maçã tem um impacto benéfico no desempenho atlético. 

Conclusão

O consumo regular de vinagre de maçã poderia, teoricamente, auxiliar na perda de peso. No entanto, só vai dar ajudar se você diminuir o consumo de calorias e melhorar seu nível de atividade física. Mas a maioria dos especialistas não acredita nos benefícios a longo prazo do vinagre de maçã.
Quanto aos benefícios do açúcar no sangue, a maioria das pesquisas analisou pessoas com diabetes tipo 2. Então, se você é um adulto saudável, é difícil dizer com certeza se você sentirá alguma melhora.
Por outro lado, beber vinagre de maçã para garantir mais probióticos pode melhorar a sua saúde intestinal. Os mesmos benefícios podem ser obtidos pelo consumo de outros alimentos fermentados, como iogurte, iogurte de kefir, chucrute ou kombucha.
vinagre de maçã também não ajuda a absorver mais nutrientes de sua comida. E o fato de piorar a absorção de potássio pode ser ruim para a sua performance. O potássio é um eletrólito que é perdido pelo suor. Ele atua na contração muscular junto com o sódio. Se há o desequilíbrio, as cãibras podem ocorrer.
Resumindo, não há muitas razões convincentes para beber vinagre de maçã, especialmente se você não tiver diabetes tipo 2. Se você quer consumir mesmo assim, fique atento à quantidade. Por ser muito ácido, limite o consumo a duas colheres de sopa por dia, no máximo, para não irritar seu estômago. E considere misturar o vinagre com um copo de água ou colocá-lo em uma salada com azeite, em vez de tomá-lo direto. Diluir o vinagre de maça vai facilitar a sua ingestão e evitar que o ácido corroa o esmalte dos dentes.
Fonte: Outside

terça-feira, 16 de junho de 2020

Como a pandemia está influenciando os hábitos alimentares das pessoas!

A maioria dos americanos acima de 50 anos costumava cozinhar suas refeições. Antes da covid-19, metade deles colocava suas habilidades culinárias em ação na hora do jantar seis ou sete vezes por semana. Apenas 5% tinham o hábito de usar apps para pedir comida, segundo uma pesquisa feita em todos os Estados Unidos, coordenada pela Universidade de Michigan. Mas, claro, o confinamento para evitar o novo coronavírus mudou o cardápio do dia a dia.


Antes da pandemia, aqueles que preparavam o jantar quase todas as noites avaliavam a sua dieta como “muito boa” ou “excelente”. No entanto, procuradas recentemente, as pessoas em pleno confinamento afirmaram que já não se alimentam de maneira tão equilibrada.
Ao menos, foi essa a resposta de um em cada quatro entrevistados que disseram estar isolados sozinhos ou que, mesmo acompanhados em casa, têm feito as refeições sem mais ninguém à mesa. E 11% relataram que estão pedindo para entregarem fast-food três vezes por semana ou mais, o que pode aumentar demais o risco de ganho de peso.
Vale refletir sobre esses achados. Afinal, o que acontece lá, de alguma maneira, pode se repetir em outros lugares, inclusive no Brasil.
De onde vêm os dados
Institute for Healthcare Policy da Universidade de Michigan já vinha realizando, meses antes de a pandemia explodir, uma pesquisa nacional envolvendo 2.048 adultos entre 50 e 80 anos de idade de diversas regões do país. O objetivo era entender os seus hábitos de compras de alimentos, como preparavam as refeições e, claro, o que efetivamente entrava no cardápio semanal.
Especialista em políticas públicas na área da saúde e integrante do time que realizou essa pesquisa nacional, Julia Wolfson conta que ela e seus colegas acharam, então, que tinham dados interessantes para fazer uma comparação entre o que acontecia antes da covid-19 e seu impacto na alimentação desses indivíduos.
“As medidas para conter a transmissão do novo coronavírus impactaram e, com certeza, continuarão impactando a forma, inclusive, como as pessoas compram alimentos. E, pelo visto, as pessoas precisarão de algum suporte ou acompanhamento para continuarem tendo hábitos saudáveis. Muitos dos bons hábitos talvez tenham se perdido nesse período”, diz.
Jantar fora
Cerca de metade dos entrevistados tinham o hábito de jantar fora uma vez por semana na primeira entrevista, aquela feita antes da pandemia. Com os restaurantes fechados, claro, isso não foi mais possível. Mas, talvez em parte pela falta que sentem se sair para comer em algum lugar, muitos indivíduos começaram a pedir comida desses restaurantes a que costumam ir, só que com uma frequência duas ou três vezes maior.
Chama a atenção dos pesquisadores que nem sempre os pratos pedidos pelos aplicativos são aqueles que eram considerados os seus prediletos nesses lugares. Isso porque alguns estabelecimentos, nesse período, oferecem menos opções. “E, infelizmente, as versões reduzidas de cardápio muitas vezes privilegiam preparações mais rápidas, mais calóricas e menos equilibradas”, informa Julia Wolfson.
Na opinião dela, assim como as pessoas colaboram com os restaurantes que sempre frequentaram fazendo pedidos de refeições durante a pandemia, esses estabelecimentos poderiam na contrapartida selecionar as receitas mais saudáveis e incentivar que a dieta de sua clientela não desande.
O peso da crise econômica
A insegurança em relação aos rendimentos e o medo do desemprego durante ou após a pandemia também encurta o orçamento na hora das compras — especialmente entre aqueles que não estão pedindo tanta refeição por aplicativo.
Ou seja, os que se mantém firmes cozinhando em casa nem sempre estão mantendo a qualidade da dieta, ao contrário do que a gente tende a imaginar à primeira vista. Isso porque essas pessoas vêm prestigiando alimentos mais em conta que, nas gôndolas americanas em especial, tendem a ser menos nutritivos.
E como será depois?
Os pesquisadores de Michigan apontam que, mesmo que os números da pandemia diminuam, ainda passaremos por um longo período em que a população mais velha terá de ficar mais isolada e tomando cuidando redobrado para não pegar a covid-19. Fato: a doença não desaparecerá por encanto e essas pessoas são grupo de risco.
Por isso, entre julho e agosto, devem ser feitas novas entrevistas com os participantes para ver se, ao menos no que diz respeito à alimentação, alguma coisa dará sinais de voltar a ser como antes. “Só aí teremos uma noção mais clara se as mudanças no comportamento alimentar de indivíduos acima de 50 anos foram temporárias, como uma quarentena, ou se parte delas veio para ficar”, diz Julia Wolfson.
Fonte: Abeso

Salmão Crocante

Ingredientes

2 folhas de massa para rolinho primavera
1 posta de salmão
2 colheres (sopa) de gergelim
2 abobrinhas em tiras
2 cenouras em tiras
2 colheres (sopa) de azeite
1 dente de alho
1 colher (chá) de gengibre
½ xícara (chá) de edamame
1 colher (chá) de óleo de gergelim
Sal de ervas a gosto
Pimenta a gosto
Cebolete a gosto
Alho desidratado a gosto
Shoyu a gosto

Modo de preparo

Use formas redondas.
Coloque a massa de rolinho primavera.
Asse a 180ºC por 5 minutos e reserve.
Tempere o salmão com sal de ervas e pimenta.
Passe no gergelim para empanar e reserve.
Cozinhe cenoura e abobrinha em água com sal.
Escorra e reserve.
Refogue alho e gengibre na metade do azeite.
Junte metade dos legumes cozidos e edamame.
Ponha óleo de gergelim, sal e pimenta.
Refogue, retire do fogo e reserve.
Frite o salmão no restante do azeite e reserve.
Para montar, faça uma telha com o restante das tiras de vegetais.
Recheie a cestinha de massa com os legumes refogados.
Disponha o salmão sobre a telha de legumes.
Polvilhe cebolete e alho desidratado.
Sirva em seguida acompanhado por shoyu.
Fonte: Lucilia Diniz

domingo, 14 de junho de 2020

Barriga inchada, você tem?

Quem nunca foi dormir com a barriga de um jeito e acordou de outro? O estufamento acontece, principalmente, entre as mulheres, e, na maioria das vezes (ufa!), barriga estufada é inofensiva e não há muito com o que se preocupar. No entanto, é sempre recomendável procurar um médico, caso a situação persista, para que você possa receber as devidas recomendações para o seu caso.
O inchaço da região pode ser causado por diferentes razões, desde alimentação até alterações hormonais. No primeiro caso, segundo explica a nutricionista clínica ,quando essa alimentação é desequilibrada, pode haver um acúmulo de ar ou de líquido no abdômen. “Isso pode gerar desconforto como flatulência (gases), eructações (arrotos), mal estar, indisposição, enjoos e náuseas”, diz.
Esses desconfortos poderiam ser evitados com algumas alterações na hora de cozinhar e de comer. Abaixo, ela explica os principais hábitos responsáveis pelo estufamento na barriga.



Descubra os principais hábitos que deixam a barriga estufada:

1- Comer rápido demais
Esse hábito comum em dias com a agenda mais ocupada faz com que, ao comer, entre mais ar à boca, que se armazena no abdômen. Além disso, segundo a nutricionista clínica ,, quando a mastigação não é bem feita, as enzimas salivares são impossibilitadas de agirem sobre a comida, gerando fermentação do alimento e ainda mais gases.
2. Ingestão de líquido durante as refeições
Esse hábito de ingerir líquidos durante as refeições é muito comum, porém, é bem provável que você já tenha ouvido falar que não faz bem. Explicamos: é que, durante a digestão dos alimentos, precisamos da ação do suco gástrico no estômago, para que alguns nutrientes possam ser quebrados e absorvidos. Mas com o excesso de líquidos durante as refeições, o suco gástrico fica diluído, comprometendo a acidez dele e, consequentemente, a boa digestão dos nutrientes.
O resultado disso são gases, flatulências, estômago dilatado e deficiência na absorção de nutrientes.
3. Ter uma alimentação com excesso de carboidrato refinado e doces
A nutricionista  explica que esses alimentos são desvitalizados e sem enzimas digestivas e, portanto, exigem muito do intestino. “Nesse processo, a força digestiva é reduzida e leva à produção de gases e distensão abdominal”, diz. Para evitar esse problema, ela recomenda uma ingestão maior de alimentos integrais.
4. Excesso e gordura no preparo das refeições
As frituras são preparações de digestão mais lenta, permanecendo portanto, mais tempo no estômago, o que também acaba causando inchaço abdominal.
5. Abusar dos temperos
Misturar vários temperos em uma única refeição pode resultar em um prato bem gostoso, mas também provocar inflamações como gastrite, doenças inflamatórias intestinais e alergias alimentares, doenças que prejudicam a metabolização e geram distensão abdominal. O importante é lembrar, que como em quase tudo na vida, excesso não é saudável.
Fonte:MSN
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sábado, 13 de junho de 2020

Receita de Sopa Emagrecedora! Deliciosa!

Esta é uma boa opção para fazer no jantar. Ajuda no emagrecimento e aquece nestes dias de inverno.
Uma receita fácil e gostosa!



✅Sopa Emagrecedora

➡️Ingredientes

1 🥕 cenoura

1 mandioquinha (batata-baroa) grande

1 chuchu

1 maço de cheiro-verde

1 xícara (chá) de vagem

2 colheres🥄 (sopa) de azeite de oliva

1 maço de espinafre

200 gramas de creme de tomate

1🍆 berinjela

2 nabo

1 abobrinha

2 tabletes de caldo de carne com baixo teor de gordura

➡️Modo de preparo

Lave, descasque e pique todos os ingredientes sólidos.

Coloque todos os ingredientes juntos na panela de pressão, cubra com água e cozinhe até amolecerem.

Gostou? Comente aqui!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Pão Low carb, receita deliciosa!!!!

Receita excelente para desjejum ou lanchinho da tarde!
Quem me deu esta receita foi uma paciente muito querida ( Fernanda). Ela faz sempre e adora!!!



Ingredientes:
Em um pote retangular que possa ir ao micro coloque👇🏻
2 colheres de  sopa de aveia ou farelo 
1 ovo
1 colher rasa(sopa) de creme de leite ou requeijão ou leite desnatado 
1 colher de chá de fermento 
Tempere com sal ou orégano 
.
.Modo de fazer:
Mexa tudo e leve ao microondas por 2,20minutos 
Use a pontinha da faca para desenformar , parte ao meio e recheia conforme sua preferência !
(Eu coloquei queijo meia cura )
Leve a sanduicheira para dourar e dar crocância.

Gostou da receita? Comente aqui!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Como Magnésio pode influenciar na saúde!

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Atividade física na quarentena, qual a importância?

Entre os efeitos colaterais das medidas de isolamento social adotadas para conter a covid-19 está o aumento do sedentarismo, que pode contribuir para a deterioração da saúde cardiovascular mesmo em curtos períodos de tempo. Idosos e portadores de doenças crônicas tendem a ser os mais afetados.
O alerta foi feito por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) em artigo de revisão publicado no “ American Journal of Physiology”. Segundo os autores, o apelo feito por governantes e profissionais da saúde para que as pessoas “fiquem em casa” é válido na atual conjuntura, sem dúvida. Mas deve vir acrescido de uma segunda recomendação: “não fiquem parados”.
Exercício físico, mesmo em casa, é fundamental para a saúde, afirmam os pesquisadores da USP; a falta de atividade causa mudanças vasculares que depois podem se tornar estruturais. Crédito: Piqsels
“Uma pessoa precisa fazer ao menos 150 minutos de atividade física moderada a intensa por semana para ser considerada ativa, de acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde [OMS] e das sociedades médicas. O uso de academias e centros esportivos ficará limitado nos próximos meses, mesmo após o fim da quarentena. A atividade física realizada no ambiente domiciliar surge como uma alternativa interessante”, afirma Tiago Peçanha, bolsista da Fapesp de pós-doutorado e primeiro autor do artigo, que apresenta uma série de evidências científicas relacionadas ao impacto de curtos períodos de inatividade física sobre o sistema cardiovascular.
    Inatividade e alterações vasculares
    Alguns dos estudos avaliados mostraram, por exemplo, que manter uma pessoa acamada durante 24 horas pode induzir atrofia cardíaca e redução significativa no calibre dos vasos sanguíneos em um período que variou entre uma e quatro semanas. Peçanha ressalta se tratar de um modelo agressivo, que não representa o que ocorre durante a quarentena. “Mas há outros experimentos relatados no artigo que são bastante representativos”, diz o pesquisador.
    Em um deles, voluntários foram induzidos a reduzir de 10 mil para menos de 5 mil o número de passos diários durante uma semana. Ao final, notou-se redução no diâmetro da artéria braquial (principal vaso do braço), perda da elasticidade dos vasos sanguíneos e danos ao endotélio (camada de células epiteliais que recobre o interior das veias e artérias).

    Há, ainda, experimentos em que os voluntários foram mantidos sentados continuamente durante períodos que variavam entre três e seis horas. O tempo de inatividade foi suficiente para promover alterações vasculares, aumento nos marcadores de inflamação e no índice glicêmico pós-alimentação.
    Mudanças estruturais
    “Essas primeiras alterações observadas nos estudos são funcionais, ou seja, o coração e os vasos sanguíneos dos voluntários saudáveis passaram a funcionar de forma diferente em resposta à inatividade física. Caso a situação se prolongue, porém, a tendência é que se transformem em alterações estruturais, mais difíceis de reverter”, explica o pesquisador.
    Se indivíduos saudáveis podem correr atrás do prejuízo – literalmente –, o impacto do sedentarismo prolongado tende a ser nefasto para pessoas com doenças cardiovasculares e outras condições crônicas de saúde, como diabetes, hipertensão, obesidade e câncer. No caso dos idosos, pode também agravar a perda generalizada de massa muscular – quadro conhecido como sarcopenia – e aumentar o risco de quedas, fraturas e outros traumas físicos. O grupo da FM-USP publicou artigo a respeito no “Journal of the American Geriatrics Society”.
    “Essas populações mais vulneráveis aos efeitos do sedentarismo também integram o grupo de risco da covid-19 e, portanto, precisarão se resguardar em casa durante os próximos meses. O ideal é que encontrem estratégias para se manter ativas, seja realizando tarefas domésticas, caminhando até o jardim, subindo escadas, brincando com os filhos ou dançando na sala. As evidências científicas indicam que a prática de exercícios no ambiente domiciliar é segura e eficaz para controlar a pressão, melhorar as taxas lipídicas, a composição corporal, a qualidade de vida e de sono”, afirma Peçanha.
    Para os pacientes de maior risco, principalmente aqueles não habituados à prática de exercícios, o pesquisador recomenda supervisão por profissionais de saúde, ainda que a distância, por meio de câmeras, aplicativos de celular e outros dispositivos eletrônicos. “Estudos mostram que as pessoas tendem a aderir melhor à atividade física quando se cria um ambiente online que favoreça o suporte social e a interação entre os praticantes.”
    Novas evidências
    Dados divulgados nos últimos meses por empresas que comercializam relógios inteligentes e aplicativos para monitoramento de atividade física indicam queda no número de passos diários de seus usuários desde o início do confinamento.
    Fonte:MSN