domingo, 21 de abril de 2019

Sintomas da Menopausa!

Durante a menopausa existe a fase do climatério, em que uma série de sintomas comuns acometem a mulher. Esse período recebe esse nome, pois um dos sintomas mais comuns é a sensação de ondas de calor, conhecidas popularmente como fogacho. Ele afeta entre 60 e 80% das mulheres.
Os fogachos (ondas de calor) podem ocorrer em qualquer fase do climatério e se caracterizam como uma sensação súbita e intensa de calor na pele, aparecendo principalmente no tronco superior, pescoço e face. Há um aumento do sangue circulando nessas regiões, o que causa uma vermelhidão da pele, e muitas vezes pode haver um aumento do suor produzido.
Algumas mulheres podem apresentar também palpitações e sensação de desmaio. No entanto, a intensidade dos sintomas varia de mulher para mulher.
Resultado de imagem para menopausa
NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)
Outros sintomas comuns desse período são:
  • Alterações menstruais (antes do término completo)
  • Coceira e secura vaginal, que pode levar a dor na relação sexual
  • Redução da libido
  • Diminuição do tamanho dos seios e perda de firmeza
  • Sudorese noturna
  • Problemas para dormir
  • Mudanças de humor, com períodos de ansiedade, irritabilidade e depressão, além da diminuição da auto-estima
  • Ganho de peso e desaceleração do metabolismo
  • Pele seca e cabelos mais finos
  • Diminuição da elasticidade da pele
  • Dores de cabeça
  • Aumento da porosidade dos ossos.
Nem toda mulher apresenta todos esses sintomas. Seu aparecimento varia caso a caso e conforme a fase do climatério.
Além disso, entre os sintomas menos frequentes encontramos:


  • Calafrios
  • Diminuição da memória
  • Fadiga
  • Incontinência urinária
  • Aparecimento de espinhas.
Como Tratar?

Reposição hormonal

A terapia hormonal (popularmente conhecida como reposição hormonal) é o tratamento mais efetivo para as ondas de calor, trazendo uma redução de até 75% em sua frequência e de 87% em sua severidade. A reposição pode ser feita com estrógeno ou a combinação de estrógeno e progesterona.
No entanto, alguns tipos de terapia hormonal estão ligadas à diferentes complicações, como aumento do risco de ter câncer de mama, câncer de cólon, doença cardiovascular e fraturas. Por isso mesmo, todos esses fatores devem ser avaliados antes de se optar seguir com esse tratamento.
A cada mil mulheres que fazem reposição hormonal, 17 terão câncer de mama. Já as outras 983 restantes continuam tendo o mesmo risco que tinham anteriormente de ter a doença.
O ideal é que a reposição seja feita na chamada janela de oportunidade, que normalmente é entre as idades de 50 a 59 anos e no máximo até 7 anos após o início dos sintomas da menopausa. Essas condições tornam o tratamento mais seguro.
Além disso, a reposição só deve ser feita após a paciente fazer todos os exames de rotina e o médico verificar seu histórico de saúde. Isso o ajudará a perceber se há alguma contraindicação e qual a melhor dose hormonal a ser aplicada.
Seu médico deve avaliar seu caso para ver se você tem indicação para este tipo de tratamento.

Terapias alternativas

 As terapias alternativas podem ajudar a mulher nessa fase. Veja algumas:
- Fitoterapia: O uso de plantas medicinais e seus extratos pode ser útil nessa fase. Durante o climatério, os fitoestrogênios são os mais indicados - substâncias naturais que agem como os hormônios femininos. Os mais usados hoje são a soja, o trevo vermelho e a cimicifuga. Além deles a valeriana e a melissa podem ser usadas para os sintomas de sono e ansiedade. Mas o ideal é usá-los com orientação de um especialista. Também é importante não ingeri-los perto das refeições, para que eles sejam absorvidos corretamente.
- Homeopatia: Esse tipo de medicina usa substâncias que se assemelham aos problemas e o tratamento é individualizado para cada mulher. O especialista busca quais os principais sintomas que incomodam a mulher nessa fase e aliam remédios homeopáticos que podem ajudá-la. Existem medicamentos de ação importante neste período, como a Sepia Succus, a Lachesis e o Natrum muriaticum, além dos extratos feitos de órgãos como o Ooforinum e o Foliculinum, que fazem parcial substituição dos extratos hormonais não mais produzidos pelo corpo feminino.
- Acupuntura: Essa técnica milenar chinesa pode ajudar ao estimular diferentes pontos do corpo, compreendendo um conjunto de procedimentos que permitem o estímulo preciso de locais anatômicos definidos por meio da inserção de agulhas filiformes metálicas para promoção, manutenção e recuperação da saúde, bem como para prevenção de agravos e doenças. Os pontos a serem estimulados também variam conforme os sintomas que cada mulher apresenta.

Para garantir um cardápio saudável que possa auxiliar no combate aos efeitos da menopausa, a nutricionista elaborou um quadro com dicas de alimentos:

Vitamina E: diminui as ondas de calor. 
Fontes: Sementes oleaginosas e óleos vegetais. 

Vitamina B6: importante para a formação de neurotransmissores (triptofano), melhora o bem estar. 
Fontes: cereais integrais, ovos e grãos. 

Vitamina C: necessária para síntese de hormônios ovarianos.
Fontes: Frutas cítricas. 

Ácido Fólico: ajuda a repor DNA e diminui o risco de câncer de mama. 
Fontes: vegetais verdes escuros. 

Magnésio: age no bom humor, no relaxamento muscular e na formação de neurotransmissores. 
Fontes: cereais integrais, grãos, beterraba e sementes oleaginosas.

Cálcio: essencial para garantir a massa óssea e contração muscular. Fontes: Vegetais verdes, leite e derivados. 

Vitamina D3: reforça o sistema imunológico, melhora a absorção de cálcio.
Fontes: óleos vegetais. 

Selênio: antioxidante e fortalece as funções cerebrais. 
Fonte: castanha do Pará. 

Ômega 3: melhora as funções cerebrais, impulsos nervosos, regula a ação insulínica - glicose, diminui colesterol ruim (LDL) e melhora a fluidez sanguinea. 
Fontes: linhaça e peixes de água fria. Substâncias fitoestrogenas: possuem ação similar ao hormônio estrógeno. 

Proteínas de alto valor biológico: para evitar o enfraquecimento e a diminuição dos músculos. 
Fontes: ovos, aves e carne bovina. 

Zinco: é necessário para síntese de hormônios, para melhorar as funções ovarianas e otimizar as funções estrogênicas. 
Fontes: Frutos do mar e peixes.

Fonte: Minha Vida

Sabe a diferença entre probióticos e prebióticos?

Cerca de 70% do nosso corpo é formado por bactérias boas e ruins. Esse equilíbrio é fundamental para nossa saúde física e mental. É importante entender que o estilo de vida atual – estresse, alimentação pouco nutritiva, excesso de medicamentos (principalmente os antibióticos) e o afastamento do homem da natureza – tem causado desequilíbrio na nossa microbiota (conjunto de bactérias boas e ruins no nosso trato intestinal),  favorecendo o aparecimento de doenças.
Os alimentos processados e os medicamentos aumentam as bactérias ruins, que se proliferam largamente, causando uma diminuição no exército das bactérias boas. Nesse estado, nosso organismo não consegue absorver os nutrientes dos alimentos e a imunidade cai.

O que são probióticos?

Probióticos são organismos vivos que conseguem ultrapassar a barreira do estômago, que é muito ácido, chegando ao intestino intactos. Os alimentos probióticos são naturalmente fermentados e biodisponíveis, e equilibram nosso trato intestinal, trazendo benefícios como:
  • Combatem as bactérias nocivas;
  • Reduzem processos inflamatórios;
  • Aumentam a imunidade;
  • Potencializam a capacidade do organismo em absorver nutrientes dos alimentos;
  • Minimizam os desarranjos intestinais.

Alimentos probióticos:

  • Chucrutepode ser feito com repolho branco, roxo ou outro vegetal de sua preferência.Veja como fazer.
  • Kimchiuma iguaria fermentada, típica da Coreia do Sul, feita a partir de vegetais e temperos.
  • Rejuvelacbebida fermentada feita a partir de cereal integral.
  • Chá de Kombucha: bebida produzida a partir da fermentação de chás adoçados.
  • Kefirleite fermentado produzido a partir dos grãos de kefir.
  • Tempehalimento fermentado a partir de sementes de soja branca da Indonésia. Veja aqui.
  • Iogurte com culturas vivasfeito com microorganismos específicos para fermentar o leite.
Além dos alimentos naturais citados acima, é possível encontrar no mercado diversas marcas de probióticos em cápsulas. Se optar por essa alternativa, consulte seu médico para uma orientação mais precisa sobre qual o melhor produto e a dose indicada para seu caso.
Tomar iogurte uma vez por mês não vai resolver a questão, pois quando essas bactérias boas chegam ao intestino, elas duram pouco tempo, duas semanas no máximo. Por isso, os probióticos devem ser um hábito, bem como uma alimentação saudável e variada que inclua alimentos saudáveis, coloridos e prebióticos. Assim você oferece fibras e nutrientes variados ao organismo.

Alimentos prebióticos

Os prebióticos contêm fibras que não são digeridas no estômago, por isso chegam intactas ao intestino. É muito importante incluir esses alimentos no nosso prato pois irão estimular apenas a proliferação das bactérias benéficas. 
Exemplo de alimentos prebióticos: dente-de-leão, raiz de chicória, banana, maçã, alho, cebola, aspargos, farelo de trigo e aveia.
Tanto os alimentos probióticos quanto os prebióticos beneficiam a sensação de bem-estar, como atuam na prevenção de doenças. 
Cuide da saúde de seu intestino. Evite a prisão de ventre e a diverticulite.

Preparei um e-book para você: "Sucesso na Prevenção e Controle da Diverticulite" contém todas as informações completas do que você precisa saber e fazer para prevenir e controlar a diverticulite. Inclui sugestões de cardápios para os vários estágios, desde sua prevenção até o controle da doença, acrescido de várias dicas importantes para se manter saudável! Clique no link abaixo e adquira já seu exemplar e ganhe um livro bônus de receitas:https://go.hotmart.com/S5175144N
Fonte: MSN