domingo, 24 de março de 2019

Tratamentos naturais para Artrite Reumatóride!

Preparações medicinais para acalmar a artrite reumatoide

Resultado de imagem para curcuma
Estas são algumas preparações médicas que você pode fazer em casa para acalmar a artrite reumatoide:

1. Cúrcuma

Os ingredientes ativos da cúrcuma podem ter propriedades anti-inflamatórias. No que diz respeito a isso, demonstrou-se que a cúrcuma ajuda a melhorar a circulação.
Além disso, um estudo publicado em 2016 confirma que o extrato de cúrcuma parece reduzir os sintomas da artrite. Embora mais pesquisas sejam necessárias, tente incluir esta especiaria como um ingrediente em suas bebidas e receitas.

2. Chá de urtiga

Um excelente remédio natural para a artrite reumatoide é tomar chá de urtiga.
Esta planta possui propriedades diuréticas e anti-inflamatórias que ajudam a eliminar as impurezas do sangue e aumentam a imunidade, melhorando a dor e a inflamação que acompanham a artrite.
O consumo regular do chá de urtiga contribui para a excreção de ácido úrico, por isso este chá também é indicado como um remédio caseiro para a gota e artrite gotosa.
No entanto, é importante não o tomar junto com outros diuréticos ou medicamentos para baixar a pressão arterial.

3. Gengibre

gengibre é recomendado já há bastante tempo para as pessoas com inflamação crônica e dor. Você pode adicioná-lo às refeições ou tomar suplementos que contenham gengibre.
Por outro lado, o óleo essencial de gengibre pode conter outros compostos que aliviam os sintomas da artrite reumatoide.
Um estudo realizado em 2016 indica que, graças ao uso de seu óleo essencial, é possível reduzir a inflamação crônica das articulações.

4. Suco de laranja, alho e salsa

A combinação dos ingredientes deste suco natural resulta em uma bebida anti-inflamatória e antioxidante que alivia os sintomas negativos da artrite.
Contém vitaminas do grupo B e C e minerais (cálcio e potássio), essenciais para fortalecer as articulações.

Ingredientes

  • 2 dentes de alho
  • 5 raminhos de salsa
  • O suco de 5 laranjas

Modo de preparo

  • Descasque e pique os dentes de alho para facilitar a mistura.
  • Adicione o alho picado junto com a salsa e o suco de laranja no copo do liquidificador e bata durante 3 minutos.
  • Beba imediatamente.

5. Óleo de prímula


  • O óleo de prímula é rico em ácido gama-linolênico, um tipo de ácido graxo ômega 6. Quando consumido, o corpo o transforma em um poderoso anti-inflamatório.
    Pode ajudar a reduzir alguns sintomas da artrite tais como a sensibilidade, dor nas articulações e rigidez. O óleo de prímula também contém beta-amirina, outro composto anti-inflamatório.
    Na verdade, a Fundação Arthitis (Arthitis Foundation) recomenda que as pessoas com artrite consumam entre 540 mg e 2,8 gramas de óleo de prímula diariamente, divididos em várias doses, por pelo menos 6 meses.
    É importante notar que o óleo de prímula deve ser tomado com cautela e com moderação para evitar danos ao fígado. A planta contém compostos potencialmente perigosos chamados alcaloide de Pirrolizidina.

6. Manjericão

  • O manjericão contém uma ampla variedade de compostos potencialmente terapêuticos. O óleo essencial contém cineol, que tem efeitos anti-inflamatórios.
    Além disso, também contém linalol, um composto que combate a inflamação. Na verdade, o óleo essencial de manjericão é muito eficaz na redução do inchaço das articulações.
    Por fim, lembre-se de consultar um especialista ou clínico geral ao perceber os primeiros sintomas.
    É importante tratar esta doença o quanto antes para melhorar os resultados a longo prazo e a qualidade de vida de quem convive com ela.
  • Fonte: Melhor com saúde

Por que você não fica saciado depois de comer junk food?

Você acaba de devorar 10 tacos da Taco Bell e um refrigerante Mountain Dew gelado e está se sentindo – ei, é estranho, você ainda está com fome. Você consumiu mais ou menos 1.880 calorias, mas seu corpo ainda não está satisfeito. O que está acontecendo?
Estudos apontam que a saciedade, o mecanismo que nos impede de comer mais do que necessitamos, está menos relacionada à ingestão calórica que à ingestão de determinados macronutrientes – tipos de proteínas, carboidratos e gorduras – e com o volume físico de comida ingerida.
Quando comemos um pacote inteiro de biscoitos Oreo, estamos consumindo muitas calorias, mas não estamos recebendo os nutrientes que nosso organismo necessita para obter energia sustentável e de alta qualidade. Pode parecer um volume grande de comida, mas ele percorre nosso corpo rapidamente. Isso significa que a sensação de saciedade desaparece pouco tempo depois que comemos.
O nível de saciedade gerado por um alimento se deve em parte à sua densidade nutricional, ou seja, a razão entre nutrientes e calorias. Embora seja altamente calórico, o junk food contém muito menos nutrientes que o mesmo volume de comida que não é junk food.
Um nugget de frango de fast food, por exemplo, contém “uma pasta fluida que é ‘mecanicamente recuperada’ de restos de animais que de outro modo seriam jogados fora, através do uso de centrífugas e moedores de alta pressão”, escreveu Monteiro em artigo de 2010 para a World Nutrition.
Em outras palavras, nem todas as calorias são iguais.
Por 100 calorias, podemos comer 15 xícaras de espinafre ou dois biscoitos recheados Oreo. O espinafre vai encher nosso estômago fisicamente com mais comida, além de nos suprir de fibras e de nutrientes vitais como ferro e betacaroteno. Já os biscoitos Oreo nos fornecem pouco mais que altos níveis de carboidratos simples, que geram picos de energia de curta duração.
“Quando alimentos não produzem saciedade, isso frequentemente ocorre porque são deficientes em fibras, são digeridos muito facilmente ou não fornecem ao corpo uma fonte regular de calorias enquanto são digeridos”, disse Jeremy Furtado, pesquisador sênior da Universidade Harvard.
Proteínas e fibras são cruciais para desacelerar a digestão e liberar a energia ao longo de um período de tempo prolongado. Vitaminas e minerais também podem ter impacto sobre a saciedade: quando o corpo não recebe os nutrientes que necessita, ele pode continuar a transmitir sinais de fome, para incentivar a pessoa a consumir outros alimentos que talvez contenham esses nutrientes.
Os alimentos do tipo junk food geralmente são compostos de ingredientes altamente processados, pobres tanto nos macronutrientes que nos saciam quanto em vitaminas e minerais que ocorrem naturalmente.
 

Há uma razão por que são chamados “junk food”

Os fabricantes de alimentos processados empregam ingredientes baratos, de baixa qualidade, que minimizam a nutrição e maximizam seus lucros.
A maioria de nossos junk foods favoritos se enquadra na categoria dos “alimentos ultraprocessados”.
Isso é segundo o sistema NOVA de classificação de alimentos, usado pela Associação Mundial de Saúde Pública e Nutrição. O sistema classifica os alimentos em quatro grupos: não processados ou minimamente processados (exemplo: azeitonas), ingredientes culinários processados (exemplo: azeite de oliva), alimentos processados (exemplo: pão integral, legumes enlatados) e alimentos ultraprocessados (exemplo: todas nossos biscoitos e batatinhas chips favoritos, além de muitos tipos de fast food e refeições congeladas).
“Os alimentos ultraprocessados contêm ingredientes de uso exclusivamente industrial, o que significa principalmente ingredientes produzidos por extrusão e aditivos cosméticos”, disse Carlos Monteiro, professor de nutrição e saúde pública na Universidade de São Paulo (USP).
 Um nugget de frango de fast food, por exemplo, contém “uma pasta fluida que é ‘mecanicamente recuperada’ de restos de animais que de outro modo seriam jogados fora, através do uso de centrífugas e moedores de alta pressão”, escreveu Monteiro em artigo de 2010 para a World Nutrition.
Qualquer forma de processamento pode afetar o valor nutricional de um alimento – a moagem de grãos ou escaldamento de legumes pode desestabilizar vitaminas como a vitamina B9, a tiamina e a vitamina C ―, mas os alimentos ultraprocessados passam por um sistema muito mais complexo de processos industriais.
A indústria alimentícia emprega a chamada “extrusão” para alterar a composição física de um alimento e isolar nutrientes específicos. Proteínas, carboidratos e lipídios são isolados de commodities de baixo preço como milho, soja e ervilhas e recombinados mais tarde para criar o produto final.
Aditivos como intensificadores de sabor, emulsificantes e cores artificiais são usados para repor a textura, as cores e os sabores perdidos no processamento de alta intensidade. Esses são os ingredientes encontrados no final do rótulo de um alimento. Exemplos deles são a maltodextrina e o amarelo tartrazina.
Um nugget de frango de fast food, por exemplo, contém “uma pasta fluida que é ‘mecanicamente recuperada’ de restos de animais que de outro modo seriam jogados fora, através do uso de centrífugas e moedores de alta pressão”, escreveu Monteiro em artigo de 2010 para a World Nutrition.
“O material de origem animal se converte em um ingrediente, como os amidos refinados, óleos e outros substratos do produto, reconstituído para ter a aparência, o cheiro e o sabor de uma suculenta fatia de frango à milanesa”.
Os alimentos ultraprocessados podem ter a aparência de alimentos integrais ou minimamente processados, mas não possuem o efeito de saciedade ou o valor nutricional destes. A decomposição de um alimento em suas partes significa que ele é “pré-digerido”, de modo que nosso corpo gasta muito menos energia com sua digestão. E o valor nutricional também é fortemente prejudicado.
Em um esforço para se equiparar ao valor nutricional de alimentos integrais, os fabricantes podem enriquecer seus produtos com vitaminas e minerais quimicamente formulados. Mas essas vitaminas artificiais não se comparam às naturais, segundo pesquisas.
“Mesmo quando os rótulos nutricionais indicam níveis semelhantes de vitaminas e minerais importantes entre um alimento altamente processado e um alimento integral, o alimento integral será mais nutritivo”, disse Furtado ao HuffPost. No exemplo do pão branco processado, “o processamento da farinha remove quase todas as vitaminas e os minerais que ocorrem naturalmente, além das fibras essenciais à manutenção de uma população microbial intestinal saudável” ele explicou. “A reposição artificial de um grupo seleto de nutrientes resolve apenas alguns dos problemas do pão branco refinado.”
Isso pode ter alguma relação com algo chamado sinergia alimentar, que sugere que certos nutrientes funcionam melhor juntos. Por exemplo, nosso corpo só consegue digerir os antioxidantes presentes em grãos de cereais quando estão combinados com as fibras do farelo dos grãos.
 

Os alimentos ultraprocessados atrapalham nossos hormônios

Outra razão por que o junk food não nos deixa saciados é descrita a seguir.
Os alimentos ultraprocessados podem conter até oito vezes mais açúcar que os alimentos integrais, e isso pode elevar substancialmente os triglicerídeos presentes no nosso fluxo sanguíneo. Um certo nível de triglicerídeos é saudável, mas quando fica excessivo, pode inibir nossa capacidade de reconhecer quando estamos saciados. Isso se deve a um hormônio chamado leptina, também conhecido como o hormônio da saciedade, que comunica ao cérebro quando já comemos o suficiente. Os triglicerídeos podem bloquear a leptina, não deixando que ela passe pela barreira sangue-cérebro.

Uma última coisa a guardar em mente: os alimentos tipo junk food com pouco ou nenhum açúcar são tão nutricionalmente vazios quanto os que possuem alto teor de açúcar. Na realidade, um estudo de 2013 constatou que substitutos do açúcar, como o aspartame, podem ter efeito adverso sobre nosso metabolismo, levando-nos a comer mais.
O refrigerante diet, por exemplo, pode aumentar nosso apetite, confundindo nosso organismo pelo fato de fornecer o sabor doce sem a energia que o organismo espera que o acompanhe.
Fonte: MSN