terça-feira, 22 de janeiro de 2019

O que é nutrição comportamental?

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O interesse sobre o que é nutrição comportamental tem aumentado bastante nos últimos tempos, graças a uma crescente movimentação dos profissionais da área para entender mais os hábitos e comportamentos que interferem na saúde e, consequentemente, no peso das pessoas.
No Brasil, a popularização do tema começou recentemente com a nutricionista Marle Alvarenga, coordenadora do Grupo Especializado em Nutrição, Transtornos Alimentares e Obesidade (Genta) e uma das idealizadoras do Instituto Nutrição Comportamental.
No entanto, o comportamento alimentar já vem sendo estudado há muitos anos por psicólogos e sociólogos, como os queridos Paul Rozin (americano) e Claude Fischler (francês). Eles foram uns dos primeiros a notar que as pessoas não escolhem os alimentos somente pela razão.
Enquanto isso, a Nutrição ainda tinha uma visão reducionista e, por muitas décadas, se baseou apenas na categorização dos alimentos por seu valor nutricional.
Podemos dizer que passamos a saber o que é nutrição comportamental e a usar essa nomenclatura quando descobrimos que poderíamos mesclar todos esses conhecimentos.
Eu particularmente nunca acreditei na contagem de calorias e nem em dietas restritivas, mas sim, na importância de rever o estilo de vida como um todo e na reeducação alimentar.
Isso não quer dizer que nós, que atuamos com essa abordagem mais comportamental,  não usamos mais nada da Nutrição clássica. Porém, ela é baseada em princípios como restrições, proibições, contagem de calorias e uma abordagem muito focada no peso e na balança, coisas que se opõe totalmente ao que é a nutrição comportamental.
A abordagem clássica não trouxe  resultados duradouros e hoje está bem estabelecido que 95% das pessoas fracassam com essas práticas.
Precisamos ampliar nossa visão e lembrar que o ser humano se nutre de alimentos e sentimentos. Quando falamos sobre o que é nutrição comportamental, consideramos o peso e outras coisas também.
Porque é claro que o peso é um critério importante; mas também procuramos entender o contexto social em que o paciente se insere, os hábitos, o histórico, o estilo de vida que leva, entre outros fatores.
Podemos dizer que essa abordagem é mais focada no indivíduo e na sua relação com a comida. O tratamento envolve ajudar a pessoa a recuperar autonomia, ou seja, suas noções de fome e saciedade e voltar a comer de forma mais consciente.
Eu me apoio bastante nos princípios do Mindful Eating (Alimentação Consciente) para ajudar as pessoas a fazerem as pazes com a comida.

Fonte: Sophie Deram
Com muitos anos de estudos e experiência com pacientes individuais e em grupo, venho fazendo grupos de apoio ao emagrecimento (GAE) para ajudar as pessoas com excesso de peso a enfrentar esta luta de uma forma diferente , com resultados mais duradouros, trabalhando a mente e novos hábitos. Reforçando a reeducação alimentar. Neste processo, utilizo algumas técnicas de Coaching nutricional e dicas práticas para aprenderem de forma lúdica como lidar com a perda de peso.
Estou abrindo inscrições para grupos em Botafogo e Copacabana ( horários manhã e tarde). Garanta sua vaga, pois são limitadas!
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Aguardo vocês!
Patrícia Mendes