sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Dicas motivadoras para ajudar na perda de peso!




1- Aceite e respeite o seu corpo
Não seja tão crítico em relação ao seu corpo. Não faça julgamentos nem comentários depreciativos ou negativos sobre ele. Aprecie as partes do seu corpo que mais gosta em vez de ressaltar aquilo que mais te incomoda.
Perceba-o como algo indispensável que te permite realizar tantas atividades no dia-a-dia: locomover-se, trabalhar, divertir-se, exercitar-se, conversar, etc. Essa é minha primeira dica para quem busca motivação para emagrecer.
2 – Tire o foco do peso
O excesso de peso pode estar associada com problemas de saúde e não há nenhum mal em querer emagrecer, desde que de forma saudável, sem dietas milagrosas nem restritivas.
É importante perceber o emagrecimento como uma consequência de mudanças de comportamento e não como o foco do seu processo. A saúde não depende de um determinado peso ideal, mas de um conjunto de comportamentos saudáveis. Também é preciso lembrar que existem pessoas saudáveis de todos os tamanhos e corpos.
3 – Tenha paciência nos processos
Buscar uma vida saudável e estar em paz com a comida é mais interessante do que buscar como perder peso rápido. Geralmente essa perda está muito ligada a uma dieta impossível de ser seguida a longo prazo. Portanto, o melhor é fazer mudanças progressivas e entender que leva um certo tempo até percebermos os resultados das nossas mudanças em nossa saúde.
4 – Trace metas realistas
Definir metas pode ajudar nas
mudanças de comportamento. E consequentemente, no impulso de motivação para emagrecer. Com a ajuda de um profissional de saúde, você pode definir objetivos e determinar alguns passos para atingi-los. Dessa forma você se concentra em mudanças graduais e não em metas irrealistas e imediatistas, como “perder 10kg em 1 semana”.
5 – Reconheça o positivo
Foque naquilo que conseguiu mudar e não se desanime com as metas que não foram atingidas ainda. Isso é essencial para não perder a motivação no emagrecimento.
Mudar é um processo gradativo e dinâmico, somos seres humanos e não máquinas, que repetem tudo do mesmo jeito.
No processo de mudança encontramos diversos obstáculos que não devem ser desanimadores, mas considerados para a compreensão das nossas dificuldades.
Dica final sobre motivação para emagrecer
Sempre que o assunto é saúde devemos contar com um acompanhamento mais próximo e profissional, busque um na sua cidade e siga no caminho do equilíbrio da alimentação e saúde.

Vejam outros artigos no meu blog:
www.nuttrisaude.com.br e no Instagran:patriciamendes5897

Fonte: Shopie Deran

Receita Vegetariana de Macarrão de Abobrinha com cenoura!

Ingredientes 

  • 2 abobrinhas italianas
  • 2 cenouras
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 2 dentes de alho amassados
  • Sal a gosto
  • Tomate-cereja e folhas de manjericão para decorar Molho
  • 1/2 xícara (chá) de queijo gorgonzola picado
  • 1 xícara (chá) de creme de leite light
  • Sal e noz-moscada ralada a gosto 
  • Molho
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1/2 xícara (chá) de queijo gorgonzola picado
  • 1 xícara (chá) de creme de leite light
  • Sal e noz-moscada ralada a gosto

Modo de preparo

 Corte fatias finas da abobrinha e da cenoura. De cada fatia, com a ponta da faca, trace outras tiras bem finas, parecidas com espaguetes.
Em uma panela grande, aqueça o azeite, em fogo médio, e refogue o alho por 3 minutos. Junte os legumes em tiras e refogue até amaciar, sem quebrar. Tempere com sal e reserve.
Para o molho, em uma panela, em fogo médio, junte o azeite, o queijo gorgonzola e mexa até derreter. Adicione o creme de leite, tempere com sal e noz-moscada.
Arrume os legumes em tiras cozidos em uma travessa e cubra-os com o molho. Decore com tomate cereja, folhas de manjericão e sirva em seguida.
 Rendimento: 4 porções

Fonte: Guia da Cozinha
LInk: https:// abobrinha, cenoura, receita vegetariana, macarrão de abobrinha

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Como aumentar o consumo de água diariamente?

Durante o último Congresso Europeu de Obesidade, o ECO 2019, ficou claro que um dos desafios dos profissionais que tratam as doenças do metabolismo é fazer com que as pessoas tomem mais água.

Em um estudo conduzido pela Danone Research foi avaliado o consumo de  líquidos por pessoas de todas as idades em 13 países, incluindo o Brasil. De acordo com os resultados, os brasileiros tomam cerca de 1,8 litro de líquidos por dia em média, ou seja, 200 mililitros — algo como um copo — a menos do que os 2 litros que geralmente são recomendados para um adulto ao longo desse período.
Na realidade, atenção: a indicação precisa seria de 35 mililitros de reposição por quilo de peso. Então,  feitas as contas, uma pessoa de 70 quilos deveria beber 2,4 litros todo santo dia.
O pior é que só 42% do que o brasileiro bebe, segundo essa pesquisa, é agua pura. O resto é suco, chá, refrigerante, café — enfim, bebidas que costumam ser doces e às quais, muitas vezes, os consumidores ainda adicionam mais e mais açúcar. 
Tomar água pura é fundamental para favorecer um sem-número de reações importantes para o organismo que ajudam, inclusive, a manter a glicemia sob controle, a aproveitar os nutrientes e a quebrar a gordura estocada no corpo,  algo que foi muito discutido no congresso europeu. Ali, as conclusões do painel sobre hidratação no evento trazem dicas valiosas.
* O ideal é criar o hábito de beber água sem esperar a sede chegarIsso porque a  sede é um sinal tardio. Quando ela aparece, o corpo já está menos abastecido de líquido do que deveria, isto é, já está no início do processo de desidratação. 

 O certo é tomar um copo de água a cada hora ou hora e meia, fracionando o consumo e mantendo a hidratação constante. O corpo humano precisa estar sempre com líquido em quantidade suficiente para suas reações. Não adianta o indivíduo tomar 1/2 litro de água de manhã, que logo será eliminada como urina, e não beber nada à tarde.

Usar  um app. Muitos trabalhos sobre hidratação apontam que o uso de aplicativos que fazem soar o alarme do celular de tempos em tempos, lembrando o horário de tomar mais água, são bastante úteis. Portanto, quem ainda não tem o hábito de se hidratar sempre deveria instalar um desses apps em seu smatphone.

 *  Deixar uma garrafinha de água por perto, sobre a mesa de trabalho ou de estudo, facilita muito. Sem ter muita consciência, muitas pessoas vão protelando a ideia de se levantar para ir até o filtro  quando estão tremendamente ocupadas.

*  Tomar um copo de água ao sentir fome entre as refeições. Explica-se: no cérebro, a área que percebe o aumento do apetite é a mesma que interpreta o sinal da sede. E, muitas vezes, cria uma confusão entre as duas sensações. É possível que aquilo que alguém ache ser fome seja simplesmente vontade de dar uns goles de água.

Fonte: ABESO
LInk: https://água, adulto, peso, hidratação, sede

Obesidade na infância dificulta tarefas simples do dia a dia mais tarde

Um estudo publicado no International Journal of Epidemiology sugere o seguinte: quem engordou nos primeiros anos de infância e continuou com obesidade pela vida adulta afora, ao chegar à meia-idade tem o dobro de probabilidade de ter dificuldade para carregar sacolas de compras, subir um ou dois lances de escadas, levar uma criança pequena no colo, enfim, para uma série de tarefas bem simples do dia a dia. Os cientistas da University College London (UCL), na Inglaterra, chegaram a essa conclusão quando compararam esses indivíduos com quem sempre esteve no peso adequado e também com pessoas que só desenvolveram obesidade quando já estavam perto dos 50 anos. “A obesidade, sem dúvida, é sempre uma condição grave, mas a obesidade de longa duração é até pior”, observa a epidemiologista Nina Rogers, líder do estudo, para o site da Abeso.

Obesidade na infância dificulta tarefas simples do dia a dia mais tarde

Ela conta que foram analisados dados de 8.674 participantes do National Child Development Study, o estudo de coorte britânico que acompanhou toda essa gente desde o nascimento, em 1958, até entrar na quinta década de vida. “A obesidade na vida adulta, não importa em que idade ela apareça, sempre está associada a um risco maior de dificuldade física funcional aos 50 anos”, avisa a professora da UCL. “Uma jovem de 23 anos e 1,62 metro de altura que até então estava com IMC 25 ou normal, se ganhar 8 quilos aumentará o risco de manifestar dificuldades físicas funcionais aos 50 anos em 34% ” exemplifica. No entanto, seria bem pior se essa moça tivesse obesidade desde a infância Aí, esse risco saltaria para 78%.
Para a cientista, esse é um achado preocupante e nos mostra o seu raciocínio: “De um lado, vemos que a obesidade infantil está aumentando no mundo inteiro e sabemos que é bem provável que uma criança acima do peso continue com quilos além da conta na fase adulta. Portanto, cada vez mais estaremos diante de pessoas que terão uma longa convivência com a obesidade e que, por causa disso, apresentarão uma série de limitações na meia-idade. É como imaginar um futuro em que a sociedade irá emperrar, sem conseguir realizar movimentos simples e necessários para a execução das mais diversas tarefas do dia a dia”, disse.
Para saber o grau da dificuldade para se movimentar, a cientista e seus colegas examinaram questionários enviados aos participantes quando já tinham mais de 50 anos. As perguntas investigavam o quanto eles se sentiam confortáveis e aptos para executar ações bem triviais — ensaboar as costas durante o banho, vestir-se ou calçar sapatos, ficar de joelhos e, na sequência, levantar-se, carregar sacolas de compras durante um passeio ao shopping, pegar um objeto que caiu no chão e assim por diante. Para ter ideia, 10% dos respondentes, praticamente a totalidade dos que já tinham obesidade antes dos 10 anos de idade, foram classificados como portadores de graves problemas de funcionalidade física. "Esse é um cenário que merece toda a atenção porque, afinal, a expectativa é de que as pessoas vivam mais e, no entanto, elas já estão travando muito antes do esperado. Como será quando realmente forem idosas?”, foi a pergunta que Nina Rogers deixou no ar.
Fonte: ABESO

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Dicas de como melhorar seus hábitos alimentares à noite

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1. Comece pela salada
Uma salada leve antes de jantar vai te dar maior sensação de saciedade, fazendo com que você coma menos à noite. Uma pesquisa recente aponta que começar uma refeição com a salada pode ajudar a diminuir as calorias ingeridas em até 12%.
Além disso, uma salada de folhas e vegetais te oferece as fibras necessárias para uma boa digestão, além de dar maior sensação de saciedade.
2. Invista em proteínas magras
Além de promover maior saciedade, as proteínas também ajudam na digestão. Para o jantar, prefira proteínas sem muita gordura, como peito de frango grelhado, alguns tipos de peixe, lentilha, grão de bico, ervilha, quinoa, espinafre, brócolis, cogumelos, entre outros.
Além disso, laticínios baixos em gordura também podem ser uma boa pedida. Uma pesquisa publicada no Journal of Nutrition descobriu que proteína derivada de laticínios podem ajudar a evitar o ganho de peso e ajuda a criar massa muscular.
3. Prefira grãos integrais
Os grãos integrais são os mais saudáveis e recomendados para quem quer perder peso. Arroz e pães integrais, quinoa, linhaça, chia e outros alimentos integrais podem ajudar não só a evitar o ganho de peso, mas também a melhorar a sua saúde como um todo.
Uma pesquisa comparou pessoas que só comiam grãos refinados com quem se alimentava apenas com grãos integrais e os resultados foram surpreendentes. Durante os três meses de estudos, as pessoas que só comiam grãos integrais conseguiram queimar muito mais gordura abdominal que o outro grupo. Além de maiores quantidades de fibras, os integrais são ricos em magnésio, mineral que ajuda a regular o metabolismo, queimando mais gorduras.
4. Um docinho não faz mal
Esta é uma boa notícia para os doceiros de plantão. Um estudo recente da National Academy of Sciences apontou que banir completamente os doces de uma dieta pode fazer com que as pessoas comam em excesso.
Uma das razões para isso acontecer é que evitar completamente os doces pode estimular a produção de um hormônio liberador de corticotrofina no cérebro, uma molécula que só é produzida quando você está ansioso, estressado ou com medo.
Em momentos de estresse, seu corpo pode te boicotar e não te dar a motivação necessária para comer comidas mais saudáveis. Por isso, quantidades baixas de sobremesas estão liberadas. Invista em doces saudáveis e com poucas calorias.
5. Evite alguns alimentos
Alimentos gordurosos, além de prejudicarem uma dieta, são mais difíceis de serem digeridos pelo nosso organismo. Por isso, comer carnes gordurosas, leite, chocolate e pizza no jantar engorda.
Deixe para comer carboidratos em outro momento, já que à noite eles podem fazer com que o seu nível de açúcar oscile muito, podendo dar até mais fome. À noite, não coma: pão, arroz, macarrão, batatas ou outros alimentos ricos em carboidratos.
Comidas apimentadas também são de difícil digestão. Apesar de ajudarem na termogênese, colaborando para o aceleramento do metabolismo e consequentemente a perda de peso, estes alimentos serão mais benéficos se consumidos durante o dia.

Conclusão

“Tome café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo”. Esta expressão é um pouco exagerada, mas define razoavelmente bem como devem ser nossos hábitos alimentares. Um café da manhã forte é garantia de que teremos muita energia durante o dia inteiro, enquanto um almoço também forte pode nos beneficiar muito. Durante a noite, comidas leves e sem carboidratos e gorduras são o ideal para não engordar.
Fonte: Mundo Boa Forma


    Nhoque de Abóbora ( sem glúten e sem lactose)

    Ingredientes 

    • 300g de abóbora cozida
    • 2 colheres (sopa) de azeite
    • 180g de farinha de arroz
    • Sal a gosto
    Molho:
    • 1 colher (sobremesa) de azeite extra virgem
    • 1 dente de alho amassado
    • 250ml de leite de vaca  desnatado e sem lactose
    • 1 colher (chá) de maisena dissolvida em um pouco de leite
    • Sal e noz-moscada a gosto

    Modo de preparo

    Em um processador, bata a abóbora com o azeite até que ela vire uma massa.
    Em uma tigela, coloque a abóbora processada e vá acrescentando, aos poucos, a farinha de arroz.
    Por último, acrescente sal e experimente para ver se está agradável ao paladar.
    Caso queira acrescentar outros temperos, está liberado!
    Depois que a massa estiver bem homogênea, em uma superfície limpa e livre de qualquer resquício de glúten, coloque um pouquinho da farinha de arroz, faça rolinhos e corte em pedacinhos com o auxílio de uma faca.
    Em um panela com água fervendo, coloque os pedacinhos de massa crua e retire-os assim que eles subirem para a superfície da água.
    O ideal é usar uma escumadeira para isso. Coloque a massa cozida em um refratário e reserve.
    Para o molho, em uma panela, aqueça o azeite e doure o alho amassado. Depois, acrescente o leite e deixe ferver.
    Após ferver por alguns minutos, acrescente a maisena dissolvida. Deixe ferver mais um pouco.
    Mexa e caso perceba que não engrossou, acrescente, aos poucos, maisena até dar o ponto do molho.
    Coloque sal e um pouquinho de noz-moscada.
    Jogue o molho branco por cima do nhoque e leve ao forno por alguns minutinhos, só para aquecer.
    Sirva em seguida!
    Viu como é simples preparar um prato delicioso e muito saudável? Conte para gente o que achou dessa receita de nhoque de abóbora sem glúten e lactose nos comentários!
    Fonte: Guia da Cozinha

    segunda-feira, 2 de setembro de 2019

    2 inimigos da sua “dieta para secar”


    Muitas pessoas procuram uma dieta para secar, ou seja, para emagrecer rápido. Por isso, é importante saber que alguns alimentos podem ser digeridos com dificuldade e causar problemas abdominais, sendo considerados verdadeiros “inimigos da barriga”. São aqueles que, dia após dia, dificultam a digestão, sobretudo se o sistema digestório for sensível. Quando pessoas propensas a problemas gastrintestinais ingerem muitos alimentos “inimigos da barriga”, os sintomas aparecem rápido. Algumas pessoas, por exemplo, conseguem digerir um copo de leite, mas não uma tigela de cereais com alto teor de carboidratos.

    Inflamações crônicas e desequilíbrio do microbioma intestinal são a causa tanto do excesso de gordura na barriga quanto das dificuldades digestivas. Relacionados a estes, estão os alimentos com alto teor de carboidratos e as gorduras pró-inflamatórias que promovem inflamações crônicas.
    2 inimigos da sua “dieta para secar”

    Os inimigos da barriga
    1. Carboidratos
    Diversos alimentos com alto teor de carboidratos alteram o equilíbrio da flora intestinal, desencadeando uma reação inflamatória. Os grãos integrais são tradicionalmente considerados uma boa fonte de fibras. Logo, importantes para uma dieta para secar de forma saudável. Mas quase todos eles apresentam alto teor de carboidratos. Os grãos têm um tecido chamado endosperma, cuja função é proporcionar nutrição concentrada na forma de amido aos embriões da planta, de modo que fiquem repletos de carboidratos. Grãos refinados, que contêm apenas a semente e o endosperma, apresentam alto teor de carboidratos, o que pode levar à formação de “pneuzinhos” e inviabilizar a 'dieta para secar'. É muito fácil identificar esses grãos – qualquer coisa à base de farinha de trigo (pense em massas de pastelaria e confeitaria) ou com bastante açúcar (biscoitos, cereais matinais, doces).


    Grãos integrais ou não refinados incluem o embrião da planta (chamado gérmen) e o revestimento da semente (farelo), além de algumas fibras e outros ingredientes. Eles apresentam um teor de carboidratos menor e são mais nutritivos do que os grãos refinados.
    Integrais
    A densidade de carboidratos do trigo integral, por exemplo, corresponde a uns 65%; já a do farelo, cerca de 45%. Assim, enquanto os grãos integrais são uma escolha mais saudável do que os grãos refinados, consumir demais ou consumir os não recomendados pode levar ao ganho de peso e gerar desconforto abdominal.
    Ingerir grãos com açúcar, desde cereais matinais (inclusive as variedades integrais, consideradas saudáveis) até barras de granola e mesmo alguns pães é como jogar gasolina para apagar um incêndio. Por apresentar uma densidade de carboidratos de 99,98 g por 100 g, o açúcar aumenta o teor de carboidratos desses alimentos. (Tipos diferentes de açúcar apresentam densidades de carboidratos levemente distintas, mas todas se aproximam dos 100%.) O açúcar também contribui com calorias adicionais e leva a inflamações.


    Em um estudo recente com homens jovens, saudáveis e de peso normal, aqueles que tomavam bebidas adoçadas com açúcar aumentaram os níveis de proteína C-reativa, um marcador inflamatório, em 60% a 109% (dependendo da quantidade e do tipo de açúcar consumido).
    Serotonina
    Não retire por completo os grãos e carboidratos de seu cardápio. Esses alimentos elevam a serotonina e mantêm o humor e a energia em alta, sobretudo em mulheres. Então, aposte em grãos com baixo teor de carboidratos.
    O milho aparece sob diversas formas, como pipoca, na espiga e na polenta. Esse alimento pode ser um desafio à digestão para algumas pessoas. A pipoca parece um lanche leve e salgado. Mas, na verdade, apresenta alto teor de carboidratos (cerca de 64 g de carboidratos a cada 100 g) e talvez ainda tenha gorduras trans adicionadas de modo que não necessite de refrigeração, e seja não perecível. Já a farinha de milho integral (mais conhecida como fubá grosso) e as tortilhas de milho parecem ser muito bem toleradas pela maioria das pessoas.
    Em todos os casos, porém, é possível que você tenha de fazer testes para descobrir quais derivados do milho funcionam com você. E aderir a quantidades limitadas (até
    1 xícara, cozida, por porção) apenas daqueles que derem certo.

    Alimentos com alta densidade de carboidratos
    • Pizzas
    • Macarrão
    • Pães (incluindo pães de grãos integrais)
    • Cereais refinados (como cornflakes – cereais com flocos crocantes de milho integrais – e pipoca de arroz ou arroz tufado)
    • Biscoitos
    • Grãos refinados (como farinha branca e arroz branco)
    • Biscoitos em geral, incluindo cream cracker (mesmo os de trigo integral e os de centeio integral)
    • Bolos de arroz (feitos com arroz branco)
    • Muffins
    • Brioches
    2. Gorduras pós-inflamatórias
    Três tipos de gordura alimentar estão relacionados a inflamações e logo se acumulam, resultando em gordura na barriga: trans, saturadas e ômega-6. Esses devem ser eliminados ou restringidos ao máximo na dieta para secar.
    As gorduras trans, ou óleos parcialmente hidrogenados, são encontradas em muitos alimentos com alto teor de carboidratos, como os produtos de panificação e confeitaria. Outros alimentos de pacote, em especial aqueles que não necessitam de refrigeração, podem ser fontes de gorduras trans, pois estas contribuem para a conservação dos alimentos. Pense em pipoca de micro-ondas, biscoitos recheados e cobertura para bolo.

    Por não favorecer em nada ao seu corpo, o ideal é evitá-los.
    Gorduras saturadas são encontradas em produtos animais como carnes bovinas, aves e laticínios. Pense em carnes marmorizadas, na pele gordurosa do frango e na riqueza de sabor da manteiga, do creme de leite e dos queijos. O corpo humano usa a gordura saturada (da mesma forma que as vacas e as galinhas) como fonte de energia e “material de construção” para as membranas celulares.
    Mas converte o excesso de carboidratos no organismo em ácidos graxos saturados a serem armazenados, assim, de fato, não é preciso ingeri-los. (É por isso que, diferentemente da gordura não saturada, a saturada não é considerada um “ácido graxo essencial”.)

    Alimentos industrializados que não necessitam de refrigeração são fontes de gorduras trans e inimigos da dieta para secar.


    Graças ao fato de os alimentos conterem um mix de tipos diferentes de gordura, é difícil eliminar por completo a gordura saturada da dieta. Fazer isso significaria retirar fontes de gorduras saudáveis, como aquelas encontradas em azeitonas, abacates, nozes, castanhas e sementes. No entanto, é prudente restringir a quantidade de alimentos com alto teor de gorduras saturadas.
    Por outro lado, os ácidos graxos ômega-6 são necessários à boa saúde. E como nosso organismo não os produz, precisamos obtê-los por meio dos alimentos (tornando-os um “ácido graxo essencial”). A fonte comum reside nos óleos vegetais.
    No entanto, atingir o equilíbrio ideal de ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 é importante. E, por infelicidade, a maioria de nós apresenta proporções desses nutrientes bem aquém. Assim, esse desequilíbrio tóxico ocasiona inflamações.
    Mesmo que, ao cozinhar, você não use óleos com alto teor de ácidos graxos ômega-6, talvez esteja consumindo mais ômega-6 do que imagina. A maior parte da comida dos restaurantes é preparada nesses óleos, e muitos alimentos processados e de pacote também os contêm. Por isso é fundamental verificar os ingredientes dos alimentos.
    • Alimentos do tipo fast-food
    • Alimentos industrializados
    Gorduras saturadas
    • Doces
    • Cortes gordurosos de carne bovina
    • Laticínios gordos (como leite integral, manteiga e queijo)
    Gorduras ômega-6
    •  Óleo de milho
    • Alimentos industrializados
    • Pizza
    Carnes processadas (como bacon, mortadela, salsicha, pepperoni, salame e linguiça)
    • Óleo de soja
    • Óleo de girassol
    Fonte: Seleções