domingo, 31 de março de 2019

Diverticulite- alimentos permitidos e proibidos!

A diverticulite depois de instalada no intestino, o paciente tem que conviver com isto ou se for o caso cirúrgico, será retirado parte do intestino afetado. Então, se o seu caso é aprender a conviver com seu a diverticulite, vou dar algumas dicas poderosas que vão te ajudar com esta situação:
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- Evite  a prisão de ventre

 O normal é ir ao banheiro de 1 a 3 x ao dia com fezes com formato e que saiam com facilidade. Se você vai dias alternados ou a cada 2 ou 3 dias, já tem prisão de ventre.

Neste caso, coma todos os dias: 
mamão( 1/2 papaya) ou laranja(1), ou manga(1/2) ou ameixa seca(3 a 5 ), pelo menos 1 x ao dia, tome yacult ou actívia com 2 colheres de sopa de aveia( 1 x ao dia), no almoço e jantar coma alimentos integrais e folhas cruas ( 1 prato de sobremesa, com azeite extra virgem). Beba muita água e faça exercícios para melhorar sua circulação sanguínea e consequentemente melhora a prisão de ventre.

Se nada disto melhorar, procure uma nutricionista ou proctologista para avaliar seu caso e ver outras medidas a serem tomadas.

Diverticulite

Se você evitar a prisão de ventre, já evita as crises de diverticulite na maioria das vezes. Mas deve evitar algunas alimentos que podem acumular nas bolsas dos divertículos , como:

Alimentos que tenham sementes,fiapos, caroços, talos e casca. 

Então evite:
alimentos integrais, grãos, sementes ( girassol, chia, abóbora,gergilim, papoula e outras), pepino, maxixe,quiabo, jiló, berinjela, vagem, aipo ( tire os caroços e fiapos e  poderá comer o que sobrou), caroços de feijão, grão de bico, ervilha, lentilha, milho, morango ( só  pode em suco coado), kiwi, uva, jabuticaba,etc.

Estas orientações são preventivas. Em casos de crises, a alimentação deverá ser diferente e orientada pelo médico e nutricionista. Existe uma corrente médica que libera todos estes alimentos mas outra é mais conservadora e continua com esta orientação. Pela minha prática clínica e com acompanhamento de muitos pacientes, vejo que evitar estes alimentos acima são fundamentais para a evitar a prisão de ventre e as crises de diverticulite.

Existem outras opções para ajudar em casos diferentes com introdução de fibras artificiais, medicamentos, probióticos mas isto deve ser feito caso a caso com orientação e acompanhamento nutricional e médico.

Preparei um e-book para você: "Sucesso na Prevenção e Controle da Diverticulite" contém todas as informações completas do que você precisa saber e fazer para prevenir e controlar a diverticulite. Inclui sugestões de cardápios para os vários estágios, desde sua prevenção até o controle da doença, acrescido de várias dicas importantes para se manter saudável! Clique no link abaixo e adquira já seu exemplar e ganhe um livro bônus de receitas:

Espero ter ajudado você e se quiser saber mais, adquira o ebook e terá todos os detalhes que precisa sobre a alimentação e cardápios para período de prevenção e crises.

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista
CRN4/1972

LInk: http:// ebook,diverticulite,Sucesso na Prevenção e Controle da Diverticulite, prisão de ventre, fibras artificiais, probióticos

#diverticulite#prisão de ventre#fibras#probióticos#dieta

sexta-feira, 29 de março de 2019

Molhos para saladas light!

Uma salada simples pode mudar  seu cardápio se o molho utilizado tiver um charme a mais.
Seguem abaixo algumas receitas para variar o paladar e mudar sua rotina:

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1. Receita de molho para salada de folhas light com salsa e cebolinha


Ingredientes:
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de chá de cebola picada;
  • 1 colher de sopa de vinagre de maçã;
  • 1 copo de iogurte natural desnatado;
  • 1 colher de chá de maionese light;
  • 1 xícara de chá de salsa;
  • 1 xícara de chá cebolinha picada.

Modo de preparo:
Incorpore todos os ingredientes em uma tigela com um fouet ou se quiser bata tudo no liquidificador para um molho mais homogêneo. Sirva regando as folhas.

2. Receita de molho de ervas para salada de folhas light


Ingredientes:
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de sopa de vinagre de maçã;
  • 1 pote de iogurte desnatado;
  • 1 colher de chá de cebola picada;
  • 1 colher de chá de maionese light;
  • 1 xícara de chá de dill;
  • 1 xícara de chá de cebolinha;
  • 50 ml de água;
  • 2 gotas de adoçante;
  • sal a gosto;
  • pimenta-do-reino a gosto.

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar homogêneo e sirva regando por cima da salada de folhas frescas.

3. Receita de molho para salada de folhas light com mostarda


Ingredientes:
  • 1 pote de iogurte natural desnatado;
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva;
  • 1/2 limão espremido;
  • 2 colheres de chá de mostarda;
  • 1 colher de sopa de hortelã;
  • 1 colher de chá de linhaça.

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes do molho em uma tigela, emulsionando bem. Despeje por cima da salada de folhas. Sirva frio.

4. Receita de molho para salada de folhas light com maçã


Ingredientes:
  • 1 xícara de iogurte natural desnatado;
  • 5 azeitonas pretas;
  • 1 maçã picada sem casca;
  • 1/2 limão espremido;
  • azeite de oliva a gosto;
  • sal a gosto;
  • pimenta do reino a gosto.

Modo de preparo:
Leve todos os ingredientes para bater no liquidificador até obter uma mistura homogênea. Sirva esse molho com a salada.

5. Receita de molho para salada de folhas light tipo oriental


Ingredientes:
  • 1 cenoura descascada e picada;
  • 2 colheres de sopa de vinagre de maçã;
  • 2 colheres de sopa de vinagre de vinho branco;
  • 1/2 colher de sopa de óleo de gergelim;
  • 1 colher de sopa de mostarda;
  • 1 colher de sopa de molho de soja light;
  • 1 colher de sopa de gengibre ralado sem casca;
  • 2 colheres de sopa de cebola picada.

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes em uma tigela, não precisa liquidificar. Sirva com a salada.

6. Receita de molho para salada de folhas light com abacate


Ingredientes:
  • 1 colher de sopa de limão;
  • 5 folhas de hortelã fresca;
  • 2 colheres de sopa de polpa de abacate madura;
  • sal a gosto.

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes como uma guacamole e sirva com a salada.

7. Receita de molho para salada de folhas light com shoyu e passas


Ingredientes:
  • 1 colher de chá de cheiro-verde picado;
  • 1 colher de sobremesa de vinagre;
  • 1 colher de sobremesa de uvas passas sem caroço;
  • 1 colher de sobremesa de shoyu light;
  • 8 gotas de limão;
  • 1/2 dente de alho picadinho.

Modo de preparo:
Comece por dourar o alho na frigideira com um pouco de água. Em seguida adicione o shoyu e misture bem. Desligue. Adicione os outros ingredientes e misture bem. Sirva frio com a salada de folhas.

8. Receita de molho de mostarda e mel para salada de folhas light


Ingredientes:
  • 1 colher de sobremesa de mel;
  • 1 colher de sobremesa de mostarda;
  • 2 colheres de sopa de iogurte desnatado;
  • sal a gosto;
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva.

Modo de preparo:
Incorpore bem todos os ingredientes batendo com um fouet e quando emulsionar sirva com a salada.

9. Receita de molho de queijo para salada de folhas light


Ingredientes:
  • 2 colheres de sopa de parmesão ralado;
  • 1 pitada de pimenta do reino;
  • 1 pitada de noz moscada;
  • 1 xícara de leite desnatado;
  • 1 colher de sopa de amido dissolvido em duas colheres de sopa de leite.

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes até obter um molho consistente e homogêneo. Sirva com a salada.

10. Receita de molho para salada de folhas light com hortelã e cebola


Ingredientes:
  • 3 colheres de sopa de hortelã;
  • 1 cebola crua picada;
  • sal a gosto;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva.

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar homogêneo e sirva com a salada de folhas.

11. Receita de molho de ervas e cottage para salada de folhas light


Ingredientes:
  • 2 xícaras de queijo cottage;
  • 2 colheres de sopa de suco de limão;
  • 2 colheres de sopa de manjericão picado;
  • sal a gosto.

Modo de preparo:
Amasse o cottage e agregue os outros ingredientes. Pronto!

12. Receita de molho cítrico para salada de folhas light


Ingredientes:
  • 1/2 laranja-pera;
  • 1/2 lima da pérsia;
  • 1/2 limão-cravo;
  • 1/2 mexerica;
  • 4 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • sal a gosto.

Modo de preparo:
Esprema o suco das frutas e incorpore com azeite e sal. Sirva regando a salada.

Fonte: Mundo Boa Forma







Mecanismo genético poderia levar à baixa produção de leptina

Existem diferentes mecanismos causadores da obesidade em seres humanos. Uma das causas já bastante estudas ao longo dos últimos 25 anos, desde a sua descoberta, é a ação da leptina sobre o ganho de peso. Pessoas com obesidade, em sua maioria, tornam-se resistentes à ação da leptina. O mecanismo se dá em razão da grande quantidade de gordura, e o consequente aumento da produção de leptina pelas células de gordura, que acaba se acumulando no organismo, com grande circulação, levando o cérebro a resistir a sua ação.
Mecanismo genético poderia levar à baixa produção de leptina
Um novo estudo da Rockefeller University e colaboradores, publicado este mês na Nature Medicine, aponta que pelo menos 10% dos casos de obesidade poderia estar relacionado a um mecanismo genético da produção de leptina. Em camundongos, o estudo identificou que alterações na estrutura celular de regulação da produção de leptina podem levar a uma forma de obesidade tratável, baseada justamente em uma terapia com leptina. Evidências de estudos de genética humana sugerem ainda que um mecanismo semelhante pode contribuir para a obesidade em um subconjunto de pacientes.
Descoberta há 25 anos por um cientista do Rockefeller, Jeffrey M. Friedman, professor da Marilyn M. Simpson, a leptina tem sido objeto de muitos milhares de estudos que exploram sua estrutura e função. Os cientistas dizem que, embora já se tenha aprendido muito sobre o hormônio, mas ainda não há uma compreensão sobre a biologia básica que regula o gene da leptina.
O gene que codifica o hormônio leptina é regulado por sequências adjacentes de DNA e fatores reguladores que ativam o gene nas células adiposas, e que também controla a quantidade de leptina que está sendo produzida. Ao explorarem esse processo, os pesquisadores se concentraram em um desses fatores regulatórios, chamado de RNA não codificador longo, ou lncRNA, que eles identificaram em conjunto com colegas da Universidade da Pensilvânia.
Quando os pesquisadores projetaram camundongos sem esse lncRNA específico e os alimentaram com uma dieta rica em gordura, os camundongos ficaram obesos, mas suas células adiposas produziram quantidades significativamente menores de leptina. Esta descoberta incomum sugeriu aos cientistas que o gene da leptina não poderia expressar os níveis normais do hormônio sem o lncRNA para ajudá-lo. Em comparação, um grupo de ratos controle inalterados alimentados com a mesma dieta ganharam peso e produziram a quantidade esperada de leptina.
Além disso, quando esses camundongos de baixa leptina eram tratados com injeções de leptina, eles perdiam peso - em outras palavras, o hormônio essencialmente os curava. E isso, dizem os pesquisadores, levanta a excitante possibilidade de que alguns humanos, cuja obesidade é causada por uma anomalia genética semelhante, também possam perder peso com a terapia de leptina. Lembrando que uma forma farmacêutica da leptina foi aprovada pela Food and Drug Administration dos EUA em 2014.
O fato de que pode haver pessoas com obesidade com tais mutações relacionadas à produção de leptina foi sugerido pela análise de dados de um grande estudo, conhecido como estudo de associação genômica ampla (GWAS), que incluiu perfis genéticos completos de mais de 46.000 pessoas. Juntamente com os colaboradores da Escola de Medicina Mount Sinai, a equipe da Rockefeller descobriu que pessoas com alterações na versão humana do lncRNA tinham níveis mais baixos de leptina.
O número de pessoas com obesidade cuja doença pode ser o resultado da desregulação do gene da leptina não é conhecido, mas há razões para acreditar que isso poderia contribuir para até 10% de todos os casos de obesidade. E esses estudos clínicos iniciais mostram que pessoas com obesidade com baixos níveis de leptina de fato perdem uma quantidade significativa de peso quando tratados com leptina.
Fonte: ABESO

terça-feira, 26 de março de 2019

O principal não é o prato vazio e sim a relação com a comida!

O objetivo não é o prato vazio e sim a relação com a comida
Quando o objetivo é ver o prato vazio, ou seja, fazer a criança aceitar tudo o que está sendo oferecido, “vale tudo” para que a criança coma: distração, trocas, barganhas, ameaças. Esse pode ser um caminho muito inadequado porque não respeita os sinais da criança e impede que ela desenvolva suas próprias impressões sobre os alimentos. Quando a criança tem sua fome e saciedade respeitadas, quando tem a oportunidade de aprender a comer sozinha e de experimentar novos alimentos, quando a criança não é forçada a comer e aprende a comer quando está com fome e não comer quando está satisfeita é possível se construir uma relação mais prazeirosa com as refeições e livres de questões que estão além da nutrição infantil. O que fazer: antes de mais nada lembre-se que cuidar e alimentar são ideias diferentes. Nossa cultura confunde o ato de cuidar com o ato de alimentar e nesse sentido sempre existe o risco de se cair na velha armadilha: “quem alimenta mais cuida melhor”. Aceite que o prato nem sempre estará vazio. Isso é respeito e não tem nada a ver com desempenho materno. Outro erro comum dos adultos é transferir suas impressões sobre os alimentos para as crianças, o que pode perpetuar erros alimentares por gerações. Bebês não “tem vontade” de comer esse ou aquele alimento pelo simples fato de não conhecerem o alimento. Eles apenas estão curiosos por tudo. Nossa relação com o determinado alimento, não precisa ser a relação da criança com esse alimento. Tudo depende da idade, frequência, situação em que será oferecido e do valor que isso é atribuído social, emocional e nutricionalmente a cada alimento. Comer é um ato vital que essa criança fará pelo resto de sua vida, é justo que tenha a oportunidade de aprender a fazer boas escolhas num mundo que oferecerá de tudo.
Dica: Denise Lellis, pediatra do departamento de Obesidade Infantil da Abeso
Fonte:ABESO
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Comer sem distração deve ser uma das primeiras preocupações!

Sim, nos dias de hoje, essa deve ser uma das primeiras preocupações dos responsáveis desde o início da introdução de novos alimentos na vida de bebês de 6 meses. Em busca do “prato vazio a qualquer custo” as telas ajudam a distrair a criança enquanto sua refeição é “empurrada” muitas vezes em quantidade e qualidade diferentes de suas necessidades. E é aí que nasce um grande problema de comportamento alimentar que hoje está intimamente relacionado á obesidade: o Mindless Eating ou seja, comer sem atenção. Quem não presta atenção ao que come, come mais, não sente sabor e odor e prejudica a sensação de saciedade. Hoje o Mindless Eating vem sendo combatido pela tendência “Mindfull” que prega atenção plena ás nossas atitudes, incluindo ao comer, ou seja, “Mindfull eating”. É na infância que esse problema deve ser prevenido com uma atitude: desligar as telas durante as refeições.

Comer sem distração deve ser uma das primeiras preocupações
A distração mais usada para que os bebês comam tudo são a TV e os Tablets, ambos com o mesmo poder de distração piorado com a possibilidade do malefício da exposição á publicidade infantil.
O que fazer: deixe que o bebê interaja com o próprio alimento enquanto come. Podem ser usados pedaços de alimentos inteiros ou amassados para que o bebê sinta textura, odor e sabor ou use uma colher para que ele mexa na comida livremente. A bagunça com a comida é inevitável, mas neste caso é muito positiva.
Dica: Denise Lellis, pediatra do Departamento de Obesidade Infantil da Abeso
Fonte: ABESO

domingo, 24 de março de 2019

Tratamentos naturais para Artrite Reumatóride!

Preparações medicinais para acalmar a artrite reumatoide

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Estas são algumas preparações médicas que você pode fazer em casa para acalmar a artrite reumatoide:

1. Cúrcuma

Os ingredientes ativos da cúrcuma podem ter propriedades anti-inflamatórias. No que diz respeito a isso, demonstrou-se que a cúrcuma ajuda a melhorar a circulação.
Além disso, um estudo publicado em 2016 confirma que o extrato de cúrcuma parece reduzir os sintomas da artrite. Embora mais pesquisas sejam necessárias, tente incluir esta especiaria como um ingrediente em suas bebidas e receitas.

2. Chá de urtiga

Um excelente remédio natural para a artrite reumatoide é tomar chá de urtiga.
Esta planta possui propriedades diuréticas e anti-inflamatórias que ajudam a eliminar as impurezas do sangue e aumentam a imunidade, melhorando a dor e a inflamação que acompanham a artrite.
O consumo regular do chá de urtiga contribui para a excreção de ácido úrico, por isso este chá também é indicado como um remédio caseiro para a gota e artrite gotosa.
No entanto, é importante não o tomar junto com outros diuréticos ou medicamentos para baixar a pressão arterial.

3. Gengibre

gengibre é recomendado já há bastante tempo para as pessoas com inflamação crônica e dor. Você pode adicioná-lo às refeições ou tomar suplementos que contenham gengibre.
Por outro lado, o óleo essencial de gengibre pode conter outros compostos que aliviam os sintomas da artrite reumatoide.
Um estudo realizado em 2016 indica que, graças ao uso de seu óleo essencial, é possível reduzir a inflamação crônica das articulações.

4. Suco de laranja, alho e salsa

A combinação dos ingredientes deste suco natural resulta em uma bebida anti-inflamatória e antioxidante que alivia os sintomas negativos da artrite.
Contém vitaminas do grupo B e C e minerais (cálcio e potássio), essenciais para fortalecer as articulações.

Ingredientes

  • 2 dentes de alho
  • 5 raminhos de salsa
  • O suco de 5 laranjas

Modo de preparo

  • Descasque e pique os dentes de alho para facilitar a mistura.
  • Adicione o alho picado junto com a salsa e o suco de laranja no copo do liquidificador e bata durante 3 minutos.
  • Beba imediatamente.

5. Óleo de prímula


  • O óleo de prímula é rico em ácido gama-linolênico, um tipo de ácido graxo ômega 6. Quando consumido, o corpo o transforma em um poderoso anti-inflamatório.
    Pode ajudar a reduzir alguns sintomas da artrite tais como a sensibilidade, dor nas articulações e rigidez. O óleo de prímula também contém beta-amirina, outro composto anti-inflamatório.
    Na verdade, a Fundação Arthitis (Arthitis Foundation) recomenda que as pessoas com artrite consumam entre 540 mg e 2,8 gramas de óleo de prímula diariamente, divididos em várias doses, por pelo menos 6 meses.
    É importante notar que o óleo de prímula deve ser tomado com cautela e com moderação para evitar danos ao fígado. A planta contém compostos potencialmente perigosos chamados alcaloide de Pirrolizidina.

6. Manjericão

  • O manjericão contém uma ampla variedade de compostos potencialmente terapêuticos. O óleo essencial contém cineol, que tem efeitos anti-inflamatórios.
    Além disso, também contém linalol, um composto que combate a inflamação. Na verdade, o óleo essencial de manjericão é muito eficaz na redução do inchaço das articulações.
    Por fim, lembre-se de consultar um especialista ou clínico geral ao perceber os primeiros sintomas.
    É importante tratar esta doença o quanto antes para melhorar os resultados a longo prazo e a qualidade de vida de quem convive com ela.
  • Fonte: Melhor com saúde