sábado, 10 de novembro de 2018

Cirrose hepática, quais as causas?

cirrose é o desfecho de lesões no fígado que se cicatrizam, fazendo com que o órgão vá perdendo sua função e caminhe para a falência completa. É resultado de inflamações e agressões crônicas como o ataque de vírus (hepatites A,B,C…) ou abuso de bebidas alcoólicas. O tecido do fígado fica, com o tempo, todo fibroso e deixa de realizar tarefas primordiais para o organismo, como o processamento de nutrientes e medicamentos, a fabricação de proteínas e a produção da bile, que atua na digestão.

O grande perigo da cirrose hepática é que ela é silenciosa durante anos. Ou seja, o fígado, mesmo sofrendo agressões, parece não reclamar. Isso atrasa o diagnóstico, que, no Brasil, ainda se dá na maioria das vezes em estágio avançado — fase em que costumam aparecer os sintomas.
Como o problema não tem cura (nem pode ser revertido), a solução pode ser o transplante de fígado. A recomendação, portanto, é ficar atento se houver fatores de risco para a doença (hepatites crônicas, etilismo, presença de gordura no fígado…) para flagrá-la quanto antes e poder estacionar seu avanço.

Sinais e sintomas

– Pele amarelada (icterícia)
– Inchaço no abdômen
– Emagrecimento
– Fraqueza
– Perda de apetite
– Mau hálito intenso
– Nódulos amarelados pelo corpo (sobretudo próximos da pálpebra)
– Tosse e vômito com presença de sangue
– Perda de cabelo

Fatores de risco

– Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
– Excesso de peso e obesidade
– Hepatites (sobretudo as do tipo B e C)
– Predisposição genética
– Idade acima de 40 anos
– Uso (ou abuso) de medicamentos
– Diabetes

A prevenção

A melhor maneira de prevenir a cirrose hepática é adotar um estilo de vida mais saudável, evitando exageros de bebidas alcoólicas, dieta muito calórica e a automedicação. Outro fator de proteção é se proteger dos vírus das hepatites, sobretudo o tipo B — para o qual existe vacina.
O uso de preservativo em relações sexuais também resguarda o organismo contra o agente viral. O tratamento de hepatites crônicas, como a do tipo C, é crucial para impedir que o fígado entre em cirrose e, com isso, perca suas funções.

O diagnóstico

O gastro ou hepatologista apura o histórico do paciente e analisa o estado do fígado com exames de imagem como o ultrassom. Frequentemente é necessário realizar uma biópsia para avaliar o tecido com um microscópio.

O tratamento

O objetivo é impedir que a cirrose se alastre e se agrave. O fundamental no plano terapêutico é identificar a causa do problema e cortar a agressão — seja o vírus da hepatite, seja a ingestão de álcool, seja a presença de gordura, a esteatose hepática.
Alguns medicamentos podem ser receitados nesse trajeto para poupar o fígado e o acompanhamento com exames se torna importante para avaliar a evolução do quadro e flagrar eventuais nódulos malignos no fígado, mal que pode aparecer em paralelo à cirrose. Casos mais graves de cirrose acabam sendo encaminhados para o transplante de fígado — o órgão perdido é substituído por outro, de um doador.
Os médicos, no entanto, tentam o possível para não chegar a essa solução. Daí a importância da detecção precoce.
Fonte: Saúde

Diverticulite, como evitar?


Resultado de imagem para diverticulite

diverticulite é uma inflamação caracterizada por pequenas bolsas na parte interna do intestino, podendo causar diversos sintomas, como sensibilidade e inchaço no abdômen, febre, náusea, calafrios e entre outros. Ainda não se sabe a causa exata da doença, porém sabe-se que seguir uma dieta pobre em fibras é uma das causas mais prováveis.
Por isso, é importante seguir hábitos alimentares saudáveis para prevenir o problema ou evitar complicações. Se você está se perguntando "Como posso me alimentar de maneira correta para evitar uma crise? Ou como posso me alimentar durante uma crise de diverticulite?" Não precisa se preocupar, nós te ajudaremos a desvendar essas questões. Confira algumas dicas abaixo:

Fibras

Pessoas que comem menos alimentos com fibras têm mais chances de desenvolver diverticulite. Então, é de extrema importância seguir uma dieta rica em alimentos fibrosos. "As fibras melhoram a consistência do bolo fecal, melhora o funcionamento do intestino e evita novas crises", diz a gastroenterologista Débora Poli, especialista do Hospital Santa Paula.
De acordo com a especialista, é recomendado consumir diferentes alimentos ricos em fibras para melhorar o funcionamento do intestino. Algumas fibras, como a aveia e a cevada, estimulam o crescimento de bactérias boas e ajudam na flora intestinal. Entretanto, não está completamente comprovado que as fibras podem prevenir as crises de diverticulite.
"O mais importante é manter o hábito intestinal saudável e quanto mais diversificada for a flora intestinal parece ser melhor. Sendo assim, fibras solúveis e insolúveis misturadas são uma boa opção", esclarece a especialista.

Quando devo evitar o consumo de fibras? E quais alimentos evitar?

Alimentos ricos em fibras são fundamentais para quem tem diverticulite. No entanto, durante uma crise elas devem ser evitadas. "As fibras fermentam e produzem mais gases, que podem piorar os sintomas", afirma Debora Poli.
Apesar de não existirem alimentos que ajudam a curar a doença, alguns podem acabar intensificando os sintomas. Segundo a gastroenterologista, os alimentos que devem ser evitados durante uma crise são:
  • Alimentos gordurosos
  • Excesso de doce
  • Grãos
  • Cereais
  • Legumes
  • Verduras.
"São alimentos de difícil digestão e que apresentam muita fermentação (produzem mais gases), podendo piorar os sintomas na crise", explica.
É importante mencionar que na diverticulite com alguma complicação, alguns médicos indicam o jejum até definir se há necessidade de cirurgia ou para entender qual o melhor tratamento.
Uma alimentação saudável é sempre essencial para evitar problemas de saúde, para quem sofre com diverticulite essa atenção precisa ser redobrada. Por esse motivo os médicos recomendam manter uma dieta leve, com alimentos de fácil digestão e pouco fermentativos para diminuir os sintomas da doença.

É possível evitar que a diverticulite aconteça?

Mudar alguns hábitos de vida podem ajudar no controle da infecção. A especialista deu algumas dicas como:
  • Fazer dieta que favoreça o bom funcionamento do intestino
  • Manter exercícios físicos regulares
  • Manter-se bem hidratado.
"Existem medicamentos específicos que podem ajudar na prevenção das crises e a reduzir sintomas", diz. Além disso, é importante ressaltar que a diverticulite necessita de acompanhamento médico.
"Para manter o hábito intestinal saudável e evitar a constipação e a consequente diverticulite é necessário que as fezes estejam hidratadas e não ressecadas", aconselha a gastroenterologista.

Evitar alimentos pequenos: mito ou verdade?

Algumas pessoas acreditam que a base para evitar uma crise de diverticulite é evitar o consumo de alimentos pequenos. Mas, essa é uma recomendação antiga e controversa, como explica a gastroenterologista "No passado, se acreditava que a causa da diverticulite seria o impacto de uma semente ou outro alimento pequeno no orifício dos divertículos. Atualmente, se sabe que o principal fator para a diverticulite é a pressão dentro do intestino e essa pressão tem relação direta com a consistência das fezes", completa.
Fonte: Minha Vida
Preparei um e-book para você: "Sucesso na Prevenção e Controle da Diverticulite" contém todas as informações completas do que você precisa saber e fazer para prevenir e controlar a diverticulite. Inclui sugestões de cardápios para os vários estágios, desde sua prevenção até o controle da doença, acrescido de várias dicas importantes para se manter saudável! Clique no link abaixo e adquira já seu exemplar e ganhe um livro bônus de receitas:

 Patrícia Brigagão Mendes