domingo, 28 de outubro de 2018

5 pequenas maneiras de mostrar para seus filhos a importância da saúde mental

Quando uma criança rala o joelho, ela sabe que é preciso cuidar do machucado. Mas quando ela passa por um sofrimento mental, talvez não saiba que é igualmente importante que isso também seja tratado.
Conservar a boa saúde mental deve ser uma lição, não apenas para os adultos, mas também para as crianças.
"Antigamente eu só me deparava com este nível de estresse em estudantes que se preparavam para a entrada na faculdade", comentou a psicoterapeuta Katie Hurley, que atende crianças e adolescentes e é autora do livro The Happy Kid Handbook: How to Raise Joyful Children in a Stressful World (Manual da criança feliz – como criar filhos cheios de alegria em um mundo estressante). "Hoje no meu consultório atendo crianças de 5 anos com transtornos de ansiedade e estresse excessivo."
Conversamos com especialistas em psicologia, pediatria e mindfulness para ouvir suas recomendações de como transmitir às crianças a importância da saúde mental. Eles propuseram cinco maneiras interessantes de levar as crianças a expressar seus sentimentos, sentir que suas emoções são validadas e cuidar de sua mente tanto quanto do corpo.

Experimente o método do "vulcão emocional"
Hurley disse que usa o "vulcão emocional" para conversar com crianças e pais sobre seus sentimentos. Ela desenha um vulcão numa lousa e explica que todo o mundo sente emoções diferentes ao longo do dia. Quando não damos vazão a essas emoções, elas permanecem dentro do vulcão, até a hora que ele entra em erupção.
"Quando deixamos essas emoções paradas dentro do vulcão, elas começam a esquentar mais e mais, a borbulhar e ferver até explodir e sair voando. Quando isso acontece, vemos a pessoa chorar, bater, dar chutes e pontapés", ela explicou.
Muitos pais, explicou a psicóloga, encaram essas ações como frutos de um problema comportamental, mas na realidade é mais "uma explosão de emoções que não foram trabalhadas". Por isso é importante ensinar as crianças a falar do que estão sentindo e desabafar suas emoções uma a uma.
Quando você uma criança fazendo uma expressão particular em resposta a uma situação estressante, em vez de dizer 'não fique frustrado, querido', diga, por exemplo, 'sua cara é de quem está chateado. O que aconteceu?'."Rachel Busman, psicóloga clínica e diretora sênior do Centro de Transtornos de Ansiedade do Child Mind Institute
Ensine por seu exemplo e preste atenção aos seus próprios hábitos
Vários estudos já mostraram que quando as crianças passam tempo demais diante de telinhas ou, no caso dos teens, nas redes sociais e jogando games, isso pode ter efeitos prejudiciais sobre seu comportamento, estado de humor, sono e saúde de maneira geral. A pediatra Katherine Williamson, vice-presidente da sucursal de Orange County da Academia Americana de Pediatria, disse que é importante os responsáveis pelas crianças darem um bom exemplo, não permitindo celulares à mesa ou na hora de dormir.
Do mesmo modo, é importante que os pais liderem pelo exemplo e que compartilhem suas vulnerabilidades, para que seus filhos se sintam à vontade em expor e falar das deles.
"Você pode dizer algo como 'hoje tive um problema no trabalho e nem sei se cuidei da melhor maneira, mas fiz o que pude'", ela exemplificou.
Cuidado com as palavras que você usa
A psicóloga clínica Rachel Busman, Psy.D., diretora sênior do Centro de Transtornos de Ansiedade do Child Mind Institute (Instituto Mental Infantil), disse que os pais não devem se apressar a interpretar a expressão facial de seus filhos, mas, em vez disso, dar a eles a chance de explicarem o que estão sentindo.
"Quando você vê uma criança fazendo uma expressão particular em resposta a uma situação estressante, em vez de dizer 'não fique frustrado, querido', diga, por exemplo, 'sua cara é de quem está chateado. O que aconteceu?'", ela recomendou. "Crie uma oportunidade para seu filho lhe dizer o que está sentindo, em vez de você narrar o que pensa que ele está passando."
Quando procuram as palavras certas para perguntar como foi o dia da criança, os pais ou responsáveis deveriam evitar perguntas muito gerais, do tipo "como foi a escola hoje?" ou "como foi o passeio?".
"Esse tipo de conversa não rende muita informação", ela comentou. "Em vez disso, pergunte coisas como 'qual foi uma coisa interessante que aconteceu hoje?', ou 'o que vocês fizeram na aula de ginástica?'."
Ensine seus filhos a usar técnicas de mindfulness
Mallika Chopra é autora, especialista em wellness e filha do líder espiritual Deepak Chopra. Ela aprendeu a meditar aos 9 anos de idade e disse que a meditação é uma grande dádiva que ela também transmitiu a seus filhos. Essa experiência a inspirou a escrever um livro para crianças: "Just Breathe: Meditation, Mindfulness, Movement, and More" (Apenas respire: meditação, mindfulness, movimento e mais)..
Fonte:HuffpostLink: http://meditação, mindfulness,trantornosdeansiedade,humor, sono e saúde,crianças

Sete práticas que impedem o seu relaxamento

estresse enfraquece a imunidade, acaba com o humor, perturba o sono e pode até favorecer doenças e distúrbios alimentares. Motivos não faltam para se livrar desse mal, mas de nada adianta investir em todas as alternativas para combatê-lo sem saber direito como usá-las. A massagem ou a academia que você reservou no final do dia para fugir das tensões, por exemplo, pode ser mais um empurrãozinho para a crise de estresse estourar. Sabe por quê? Confira o que psicólogos e estudos mostram e descubra. 

Checar as redes sociais durante o trabalho
Parece que fazer algumas pausas durante o dia para olhar redes sociais e email pessoal é uma ótima forma de se abstrair do estresse no ambiente de trabalho. Mas você já parou para pensar com que frequência está fazendo isso? A cada parada, o seu cérebro não relaxa, pois precisa retomar o raciocínio e a concentração para você voltar à atividade profissional. As tarefas podem ficar cada vez mais acumuladas, sem contar que você não descansa o corpo, o mantido o tempo todo na frente do computador, na mesma posição.
"Quando o trabalho flui, evitamos o estresse, economizamos tempo e poupamos a nossa mente de preocupações desnecessárias", explica a psicóloga Glauca Lage, de Belo Horizonte. Por isso, é melhor organizar uma agenda de tarefas e controlar as escapadinhas para e-mails e redes. Na hora em que se sentir muito estressado, procure dar uma volta, fazer um lanche e alongar o corpo.
Ficar grudado no celular
Aparelhos telefônicos com internet permitem que as pessoas se distraiam a qualquer hora e fiquem o tempo todo ligados a pessoas queridas, mas eles não podem virar um vício. Um estudo da University of Gothenburg, na Suécia, analisou 4.100 pessoas durante um ano e identificou uma relação entre o uso de internet com problemas de saúde, como estresse, depressão e dificuldade para dormir. Segundo os pesquisadores, é muito fácil ficar mais tempo do que o planejado navegando, aumentando a pressão para conseguir cumprir as atividades e compromissos do dia.
Manter vários contatos no Facebook
Um recente estudo traz mais um gatilho para o estresse relacionado à internet: ter muitos amigos no Facebook. Aparentemente parece ser bom porque você tem muitos contatos para se relacionar, certo? Por outro lado, pesquisadores da Edinburgh Business School (Reino Unido) apontam que é mais provável que algo que você diga ou faça na rede social ofenda alguém ou prejudique a sua reputação. O estudo avaliou 300 usuários do Facebook e revelou que adicionar empregadores, pais e ex-namorados, por exemplo, resulta em um aumento da ansiedade. Afinal, é preciso filtrar tudo o que você vai publicar. O comportamento que você tem na frente dos seus pais nem sempre é o mesmo que tem na frente dos amigos, por exemplo.
Encher o fim de semana de compromissos
Quem marca mais compromissos de lazer no fim de semana do que é capaz de cumprir corre grandes riscos de chegar ao final do domingo esgotado e com a sensação de que não relaxou. "O período de folga fica corrido e, de novo, o estresse acaba preenchendo um espaço que deveria ser voltado ao estímulo do bem-estar, da tranquilidade e da paz interior", afirma Milene Rosenthal. Faça uma parada para recompor as energias perdidas durante a semana e iniciar a segunda-feira com pique.
Fugir de problemas
Dar as costas para o mundo toda vez que você quer relaxar não é exatamente a forma mais adequada de afugentar o estresse. Cedo ou tarde será preciso lidar com os empecilhos que você está ignorando. "Além disso, muitos problemas que não são resolvidos logo de início podem piorar e se tornar mais complexos, aumentando a preocupação constante e o estresse", lembra a psicóloga Milene. A alternativa para isso? Separar dois momentos na sua rotina: um exclusivo para enfrentar essas pendências e outro para relaxar.
Beber muito líquido à base de cafeína para ter mais disposição
Você quer ter pique até o último momento do dia e investe em café, guaraná e outras bebidas para conseguir se manter na ativa. Na hora de se deitar, o tão esperado sono não chega e nada de você relaxar. Isso soa familiar? "Existem inúmeras pesquisas que comprovam que a cafeína é um estimulante para o organismo e traz dificuldade para dormir", comenta Milene Rosenthal.
Horas antes de se deitar, pare com essas bebidas e adote as sugestões da psicóloga Andreia Calçada, do Rio de Janeiro: tome um banho quente e relaxante, prefira programas mais tranquilos de televisão, alimente-se de forma leve e faça exercícios de respiração e relaxamento.
Fonte:Minha Vida

Ser sedentário é pior do que ser fumante, diz estudo

Um estudo publicado pela revista médica norte-americana Jama Networ Open aponta para a importância extrema de praticar exercícios físicos. A pesquisa mostra que o aumento da aptidão cardiorrespiratória, conquistado com as atividades, reduz a mortalidade a longo prazo. E o mais intrigante é que o risco de mortalidade associado ao sedentarismo é maior do que os fatores de risco por doenças cardiovasculares e até mesmo pelo tabagismo.

Os pesquisadores alertam que o sedentarismo deveria ser considerado uma doença, para conscientizar as pessoas sobre a importância da prática de exercícios físicos. O estudo revela que, mais do que reduzir a mortalidade  precoce, manter-se ativo pode aumentar muito a expectativa de vida.
Quer viver mais? Comece a se exercitar!
Fonte:Mdemulher