segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Sanduíche sem glúten!

Ingredientes

1 couve-flor
1 ovo
2 colheres (sopa) de ricota
4 fatias de queijo prato light
Ervas aromáticas e sal a gosto

Modo de preparo

Em um processador, bata a couve-flor até formar um purê.
Ponha em um bowl e leve ao micro-ondas por dois minutos.
Em seguida, junte a ricota.
Tempere com as ervas e o sal.
Acrescente o ovo ligeiramente batido e mexa bem.
Ponha papel manteiga em uma assadeira.
Distribua colheres de massa.
Espalhe cada uma no formato de uma fatia de pão.
Leve ao forno por 15 minutos.
Retire e coloque uma fatia de queijo em cima de cada fatia.
Volte ao forno para derreter o queijo.
Sirva em seguida.
Fonte: Lucilia Diniz

É possível diminuir o vício de açúcar e sal ? Conheça algumas dicas!

Você sabe que deveria comer comidas mais saudáveis, como legumes, frutas e verduras, em vez de doces com açúcar refinado ou fritura e hambúrgueres. Mas nem sempre é fácil fazer essa troca.
Quem gosta de comer as conhecidas "besteiras" sabe muito bem como é difícil mudar o hábito alimentar. Afinal, são poucos que têm maturidade em um restaurante a quilo e escolher salada e legumes em vez da picanha e batata frita.
E a ciência já sabe por quê. Quanto mais comida rica em sal, açúcar e gordura consumimos no dia a dia, mais fácil e rápido nos acostumamos com estes alimentos e rejeitamos aqueles com gostos mais "suaves". Estudos já comprovaram que fast-food e o açúcar viciam igual drogas pesadas, como heroína.
Agora a questão está em como mudar este panorama. Com o ciclo vicioso do fast-food, acabamos perdendo um pouco o paladar para sabores mais delicados, que seriam dos alimentos naturais -- ou seja, aqueles que não foram enriquecidos com excesso de açúcar, sal, gordura e outros aditivos pela indústria.
"Existe um padrão que nosso organismo cria. Quando comemos certos alimentos nosso organismo fica viciado", disse a nutricionista , especialista  com foco na reeducação alimentar e emagrecimento. "Viciamos principalmente nos alimentos industrializados, que têm muito conservantes, aditivos químicos, ingredientes que realçam o sabor e aspectos da comida, como a crocância."
"Eles [alimentos industrializados] ficam com um sabor tão diferente de um alimento natural que acabam viciando. Quando as pessoas comem uma alface ou uma maçã, é óbvio que não vai sentir o mesmo prazer."

Como treinar o seu paladar




Mas aqui vai a boa notícia: sim, é possível "reprogramar" nosso paladar para escolher alimentos mais saudáveis. Isso requer, no entanto, um pouco de esforço.
Segundo a nutricionista, nossas papilas gustativas se adaptam muito bem à nossa dieta, o que significa que é possível treiná-las com o tempo. Geralmente, as pessoas conseguem acostumar o paladar em cerca de 15 dias. Aqui estão algumas dicas para você conseguir comer menos sal e açúcar:
Elimine todos os industrializados ricos nem sal e açúcar, como salgadinhos, fast-food, brigadeiros e doces com açúcar refinado, entre outros. "Eliminando a comida que você está acostumado a comer a todo o momento, suas papilas gustativas vão se ajudar e reverter sua resistência", disse Shawn Casey, coach de alimentação saudável da One Medical.
Insista. Sabemos o quanto é difícil você abrir mão dos alimentos que tanto lhe causam prazer momentâneo, mas lembre-se que essa fissura vai diminuindo com o passar dos dias. Fique atento também aos alimentos que você pensa ser saudável, e não é -- como barrinha de cereal, algumas marcas de cereais integrais, granola, entre outros.
Troque os alimentos congelados e industrializados pelos naturais. "os naturais seriam aqueles os quais você sabe da onde eles vêm, o arroz é arroz. O tomate, a cebola, o ovo, a carne, eles são alimentos pouco processados, diferente do macarrão instantâneo, da bolacha recheada, do do suco de caixinha", enfatiza a nutricionista.
Por exemplo: dê preferência à polpa de fruta do que o suco de caixinha feito com polpa. Ou o peito de frango do que o nuggets.
Se a fissura é grande, faça receitas à base de frutas. A frutose é um açúcar natural e fonte de energia. "Tenho muitos pacientes que não comiam nada de frutas e legumes e passaram a gostar", cita.
Diminua a quantidade de açúcar na comida e bebida gradativamente. Se você gosta de café doce, substitua o adoçante sintético (como sacarina e sucralose) por um açúcar natural e diminua a quantidade por dia: se você usa 3 colheres de chá normalmente, diminua para 2 e 1/2, depois para 2, depois para 1 e 1/2, e assim por diante.
Aposte nas ervas. Outra dica para diminuir o sal é experimentar outros gostos, não só no "extremamente salgado". Inclua o manjericão, a salsinha, a cebolinha, as pimentas, páprica, entre outros temperos, nas suas refeições. A mesma regra de diminuir o açúcar gradativamente vale para o sal!
Aromatize sua água. Você sabia que sua fome pode ser motivada por sua sede? Manter-se hidratado é fundamental. Se você tem dificuldades de beber água, crie água aromatizada: corte pedacinhos de gengibre, laranja ou limão e hortelã e coloque na água. Fica refrescante e nada monótono.
Pratique o mindful eating. Com a correria, tentações e estresse do dia a dia, deixamos de perceber quando comemos pela vontade ou pela fome real. O mindful eating é a prática de prestar atenção no que está comendo, sem distrações. Desligue a TV, não olhe o celular, nem papeie com os amigos na hora de comer te ajudará a prestar mais atenção no que come, em perceber os sabores e saber quando está satisfeito.
Se aventure na cozinha. Experimente novas receitas "saudáveis" e vivencie o prazer de fazer a própria refeição. Arrisque nos ingredientes frescos, nos temperos, nas receitas "low carb", nas receitas sem açúcar refinado, e assim vai. A chave para uma boa alimentação é saber de onde vem sua comida.
Fonte:Huffpost
Link:http://açúcar, sal, fast food, comidas mais saudáveis, hábito alimentar,receitas low carb,paladar

Conheça os vários tipos de açúcar!

Taxado como "vilão" da alimentação moderna, o açúcar é cada vez mais associado à epidemia da obesidade e doenças crônicas, como também é relacionado à mudança de nosso paladar e rotina alimentar, uma vez que ele tem o poder de viciar como a heroína.
O excesso do consumo de açúcar pode prejudicar a saúde e até mesmo levar à morte. De acordo com a OMS (Organização Mundial da saúde), a diabetes já afeta quase 1 em cada 11 adultos no mundo. Os níveis elevados de açúcar no sangue estão relacionados a 3,7 milhões de mortes todos os anos.

Mas será que o açúcar é faz tanto mau para o nosso corpo? Depende. Depende da quantidade de açúcar que ingerimos e, sobretudo, do tipo de açúcar que compramos no supermercado.
Hoje há uma infinidade de açúcares. Além do já conhecido refinado, presente na grande maioria das casas brasileiras, também existem o açúcar mascava, demerara, orgânico e até light. Mas, será que eles são tão diferentes do tradicional?
"O problema é que o açúcar refinado é uma caloria vazia, ou seja, não tem nutriente nenhum. Ele é calórico e ainda dá pico de glicemia, o que pode desencadear resistência à insulina, pré-disposição à diabetes e ainda aumentar o apetite de uma pessoa", explica nutricionista . "Hoje tem uma linha muito grande de açúcares naturais, que não dão pico glicêmico, que têm nutrientes e não passam por tantos processos químicos quanto o refinado."
A nutricionista listou para o HuffPost Brasil os melhores e os piores açúcares que temos no mercado, analisando também os prós e contras. Veja o resultado:

Açúcar de coco


"O açúcar que vem do coco é o melhor de todos por alguns motivos: ele não deixa dar pico glicêmico, adoça bem e ainda é nutritivo. Ele é muito rico em minerais, vitaminas e consegue adoçar qualquer receita."
Ponto negativo: ele é mais caro que os demais açúcares, principalmente em comparação ao refinado.

Açúcar mascavo


"Apesar de vir da cana de açúcar, assim como o refinado, ele tem um índice glicêmico menor. E justamente por não passar tantos refinamentos ele concentra mais nutrientes, sendo fonte de minerais e vitaminas."
Negativo: ele é mais caro que o refinado e não tem tanto nutriente quanto o açúcar de coco.

Orgânico


"A grande vantagem é que ele é orgânico. Não se adiciona agrotóxico e fertilizante químico em toda sua cadeira de produção, então ele é bem natural. É indicado para pessoas que buscam este estilo de vida mais orgânico."
Negativo: pode dar pico glicêmico e tem menos nutrientes que os já citados.

Demerara


"Apesar de não ser orgânico, ele não recebe nenhum aditivo químico no processo industrial, passando por um processo de refinamento bem superficial. Os grãos dele são mais graúdos e escuros e tem um pouco mais de nutrientes que o refinado."
Negativo: pode dar pico glicêmico e tem menos nutrientes que os anteriores.

Açúcar light

"A proposta dele é reduzir pela metade o valor calórico em relação ao refinado, compondo 50% de açúcar e 50% de adoçante artificial."
Negativo: além de ser metade açúcar refinado, o light tem uma outra metade composta por adoçante artificial, que na maioria das vezes é aspartame ou sucralose. "Várias pesquisas mostram que estes adoçantes podem causar desequilíbrio na flora intestinal, chamada de disbiose. Ele está associado à diarreia, secamento intestinal, síndrome da má absorção de nutrientes, digestão mais lenta, candidíase e infecções urinárias."

Açúcar refinado


"As únicas coisas que tem dentro dele são calorias e a tal da glicose, que vai oferecer energia. Só que é uma energia com carga glicêmica alta, causando acúmulo de açúcar no nosso sangue e maior secreção de insulina, hormônio que retira o açúcar do sangue e o transforma em energia. A energia chega rápido e vai embora rápido também, nos causando fadiga e ainda mais apetite, porque o cérebro entende que precisamos de mais energia., causando um ciclo vicioso Se existem outros açúcares que cumprem esse papel de adoçar, por que não evita-lo?"

E os adoçantes?

Como a nutricionista já citou, os adoçantes sintéticos, como sucralose, sacarina e aspartame, não são recomendados por não trazer benefícios para a saúde. Em relação aos adoçantes naturais, como xilitol e stevia, a nutricionista pondera que eles podem ser interessantes para pessoas que têm diabetes, resistência à insulina ou têm alguma restrição de açúcar.
Ela reitera, no entanto, que os açúcares naturais, como o de coco, mascavo e o demerara, são mais interessantes do ponto de vista da nutrição. "Fazendo o uso de açúcares de boa procedência e de forma moderada, não tem problema nenhum."

O excesso de açúcar e o índice glicêmico

Quando comemos muito açúcar (doces com açúcar refinado, em geral), aumentamos rapidamente a glicose no sangue. Para trabalhar todo este açúcar que ingerimos, nosso corpo produz insulina, o hormônio que retira o açúcar do sangue e o transforma em energia.
"A questão é que o corpo humano não foi feito para suportar muitas cargas de glicose no sangue", explica a Nutricionista .
Alimentos com alto índice glicêmico desencadeia em uma liberação de grandes quantidades de insulina para manter os níveis de glicose no sangue dentro do limite, o que sobrecarrega o pâncreas. A insulina elevada também contribui para menor saciedade e até resistência à insulina.
"Quando você come um alimento com carga glicêmica alta, nosso corpo produz muita insulina para lidar com esse excesso de açúcar, tira a glicemia do sangue rapidamente para transformar em energia, e isso faz o cérebro achar que está faltando energia, então ele aumenta seu apetite. É um ciclo vicioso", explica .
Fonte:MSN