domingo, 15 de julho de 2018

Água com gás faz mal?

Quando faz calor todo mundo quer uma maneira deliciosa (e saudável) de ficar hidratado. Mas muita gente tem uma dúvida: a água com gás hidrata tão bem quanto a água normal?

Tomar um copão de água com gás parece trapaça, porque a efervescência lembra a dos refrigerantes. E, num mercado de 1,8 bilhão de dólares só nos Estados Unidos (em grande parte graças ao sucesso da empresa La Croix), parece que muita gente está curtindo a água com bolinhas.
O CDC, órgão de saúde do governo federal americano, recomenda água com gás como uma alternativa mais saudável aos refrigerantes. Mas e questão da hidratação?
Existem muitas marcas e sabores disponíveis, mas neste artigo vamos tratar só das que não têm adição de flavorizantes, ou seja, a água com gás comum.
Vários mitos a respeito de supostos efeitos negativos da água com gás circulam na internet. Vamos derrubar três deles.

Mito 1: Água com gás destrói o esmalte dos dentes.

Boa notícia para quem gosta de água com gás! O pH (em geral 5) desse tipo de bebidanão é baixo o suficiente para danificar o esmalte dos dentes, segundo um estudo publicado no Journal of American Dental Association. Mas, embora a carbonação, tome cuidado com os ácidos presentes em outras bebidas com gás (refrigerantes), que podem causar problemas para a sua saúde bucal.
Confira o rótulo da água com gás: é melhor evitar as que têm adição de flavorizantes, açúcares e ácidos cítricos, pois eles podem causar erosão do esmalte.

Mito 2: Água com gás rouba cálcio dos ossos, potencialmente causando osteoporose.

Embora alguns estudos tenham demonstrado que o consumo de refrigerantes está associado a uma redução da densidade óssea, especialmente entre as mulheres, isso tem a ver especificamente com as colas, não com as bebidas carbonadas. Em outro estudo, foi feita uma comparação entre dois grupos: um tomou 1 litro de água normal por dia durante dois meses; o outro, 1 litro de água com gás. Não foi detectada nenhuma diferença entre os dois grupos em termos de perda de densidade óssea.

Mito 3: Água com gás não hidrata tanto quanto água normal.

Mais boas notícias: a água com gás hidrata tão bem quanto a água normal.
O American Journal of Clinical Nutrition comparou água normal, com gás e outras bebidas (refrigerantes, sucos, café, chá e leite) e concluiu que não há diferença entre elas em termos de hidratação.
Isso pode de encontro à ideia de que café e chá provoquem desidratação, mas estudos mostram que quem toma as duas bebidas regularmente (em quantidades moderadas) não apresenta esse problema. Na realidade, que toma de três a seis xícaras de café por dia não apresenta mudanças significativas na hidratação do corpo. O organismo se acostuma à cafeína, portanto eventuais efeitos diuréticos ou desidratantes são observados apenas em quem não está acostumado a tomar café ou chá.
Voltando à água com gás: o Ministério da Saúde do governo americano recomenda água com gás em vez de refrigerantes como uma boa alternativa para perder peso.
Mas é bom ficar na água normal quando estiver se exercitando: a carbonação da água com gás pode causar inchaço no estômago e desconforto.
Eis a moral da história: se estiver com calor e quiser manter-se hidratado, pode tomar água com gás à vontade – ela te hidrata e não vai prejudicar seus dentes ou seus ossos.
Leia mais e dê sua opinião neste blog nuttrisaude. Isto é importante para melhorar e oferecer mais artigos para vocês!
Fonte:MSN

Obesidade infantil, como evitar?

obesidade é causada por vários fatores, tanto genéticos quanto comportamentais. No caso das crianças que desenvolvem a doença, os hábitos vistos dentro de casa podem ter influência contam muito. De acordo com um estudo de Harvard, nos Estados Unidos, filhos de mães saudáveis são 75% menos propensos a sofrerem de excesso de peso ao longo da vida.

No caso das crianças e adolescentes que seguem um estilo de vida saudável junto de suas mães, o risco de ter obesidade é 82% mais baixo, em comparação aos que não possuem boas referências no lar. A investigação reuniu dados de quase 17 mil mulheres e seus mais de 24 mil filhos, entre 9 e 18 anos, observados em uma pesquisa durante 5 anos.

Hábitos saudáveis das mães

De acordo com os cientistas, para ajudar a proteger os pequenos da doença, é preciso seguir estes 5 hábitos:
  • Manter uma alimentação saudável
  • Fazer exercícios regularmente
  • Ter um peso considerado ideal para a idade
  • Ingerir bebida alcoólica moderadamente
  • Não fumar
  • Prepare as refeições junto com seus filhos, isto estimula o consumo de alimentos saudáveis
  • Varie as formas de oferecer os mesmos alimentos, assim terá mais chance de aceitação da criança.
  • Seja criativa e torne as refeições divertidas!Crie pratos coloridos e enfeitados.

Obesidade infantil

Nos Estados Unidos, uma em cada cinco crianças entre 6 e 19 anos são obesas. O quadro no Brasil também é preocupante: de acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2015, 7,8% dos adolescentes entre 13 e 17 anos tinham excesso de peso, o que pode causar problemas de saúde no futuro – como diabetes, hipertensão e enfarto.
Esse índice aumentou muito a partir dos anos 70, quando os hábitos alimentares dos brasileiros começaram a mudar. “Antigamente, a gente comia arroz, feijão, bife e salada. Hoje, cada vez mais, as pessoas consomem churrasco, fast-food, massas, além de uma grande quantidade de industrializados – e isso, com certeza, está contribuindo para a obesidade das crianças”, aponta Aline Lamaita, angiologista de São Paulo e membro do American College of Lifestyle Medicine, dos Estados Unidos.
A médica ainda destaca que, atualmente, essas mudanças afetam diretamente nossa saúde: “A tendência mundial, não só para crianças como para adultos, é que as pessoas comecem a morrer mais por doenças desencadeadas pelo estilo de vida do que por problemas crônicos e degenerativos“. Se você tem filhos, tem também um incentivo extra para transformar seus hábitos, hein?
Entrem sempre no bolg:www.nuttrisaude.com.br e vejam artigos e receitas que podem ajudar no combate a obesidade infantil.
Fonte: Minha Vida/ Patrícia Mendes