sexta-feira, 29 de junho de 2018

O fatores que podem levar ao diabetes? Vejam estudos atuais!

A diabetes é uma doença grave, bastante comum e silenciosa que afeta mais de 16 milhões de brasileiros adultos, sendo que a do tipo 2 corresponde a 90% de todos os casos. Não existe um fator único e específico que provoca a condição, mas sim uma série de fatores que, juntos, desencadeiam o problema. Conheça hábitos que podem favorecer o surgimento de diabetes:

Hábitos nocivos que podem causar diabetes

De acordo com um estudo espanhol, pessoas com deficiência de vitamina D, ou seja, que não recebem nutriente suficiente através da exposição solar, são mais propensas a ter diabetes tipo 2 e pré-diabetes. Isso porque a vitamina D desempenha importante papel no bom funcionamento do pâncreas, que produz insulina e ajuda a regular o açúcar no sangue.
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Hiroshima, no Japão, e divulgada pelo American Heart Association, aponta que comer muito rápido também pode favorecer diabetes, pois provocaria variações no nível de glicose, que resultariam em um quadro de resistência à insulina, responsável por regular o açúcar no sangue.
Pessoas que ficam acordadas durante a madrugada são mais propensas a desenvolver diabetes do que aquelas que dormem cedo, mesmo descansando durante as 8 horas recomendadas. Isso ocorre porque a exposição a níveis mais altos de luzes artificiais, como as de TV, celular e computador, está ligado à menor sensibilidade à insulina e à menor regulação de açúcar no sangue.
O baixo consumo de alimentos probióticos, como iogurte, por exemplo, também pode favorecer a diabetes. A presença mais tímida de bactérias boas no intestino pode levar à inflamação, que resulta em resistência à insulina.
Passar muitas horas sem comer e pular o café da manhã, por exemplo, também pode abrir portas para a doença. Quando você priva seu corpo de alimentos, os níveis de insulina são interrompidos, tornando mais difícil o controle do açúcar no sangue.
Cuidado com os utensílios usados para esquentar alimentos no micro-ondas. Pesquisadores da NYU Langone Medical Center, de Nova York, descobriram que dois produtos químicos usados na fabricação de embalagens plásticas estavam associados a um aumento do risco de diabetes em crianças e adolescentes. Os elementos poderiam aumentar a resistência à insulina, um precursor do diabetes, e elevar a pressão arterial.
Fonte: MSN

Pilates ajuda em casos de dores crônicas!

Quase todo mundo já experimentou a sensação de dor em algum momento da vida. E se você já passou dos 60 anos, a probabilidade de apresentar quadros dolorosos é ainda maior, principalmente a dor em sua forma crônica. A dor aguda é aquela que dura menos de 30 dias e a dor crônica é aquela que dura mais de 30 dias.

Segundo a fisioterapeuta e especialista em Pilates, Walkiria Brunetti, a dor crônica afeta de forma significativa a qualidade de vida, pois pode reduzir a mobilidade, levar a quadros de ansiedade e depressão, à incapacidade, entre outros prejuízos. “Nas pessoas que já passaram dos 60 anos, as dores na coluna e nas pernas são as mais comuns. Mas, na população em geral, a coluna ainda é a principal causa das dores crônicas”.
“A dor pode surgir sem uma causa aparente. Quando esta relacionada à coluna, entretanto, pode ter origem em lesões anteriores, problemas de postura, osteoartrite ou fibromialgia. Em todos esses casos, além de medicamentos para combater a dor, o Pilates pode ser um aliado no combate ao problema”, explica a fisioterapeuta.
Segundo um estudo publicado no jornal Clinical Rehabilitation, um programa de intervenção com Pilates é eficaz para controlar a dor, melhorar a incapacidade de diminuir a cinesiofobia, o medo de sentir dor.
Movimentos adaptados
O Pilates é um exercício de baixo impacto, que trabalha vários grupos musculares, concentrando-se no fortalecimento dos músculos que sustentam e dão estabilidade para a coluna, assim como melhora a flexibilidade e a amplitude de movimento. “O Pilates é um método que ajuda bastante no controle da dor crônica, pois pode ser adaptado para cada paciente, de forma individual, respeitando as limitações impostas pela dor”, diz Walkiria.
O objetivo do tratamento com o Pilates é reduzir a intensidade da dor, melhorar a mobilidade e devolver a independência, principalmente quando a dor leva à incapacidade temporária. Outro benefício do Pilates para as dores crônicas é que a técnica enfatiza a importância da respiração.
“A respiração profunda aumenta a circulação para todas as regiões do corpo, ajudando os músculos a relaxar. Isso diminui a tensão desnecessária na estrutura muscular e pode ajudar no controle da dor”, explica a especialista.
Benefícios adicionais
Outro benefício, mesmo que indireto do Pilates, é que o método trabalha o corpo e a mente. “Além deste conceito de integração, a respiração ajuda a combater o estresse e aliviar a ansiedade. As aulas também ajudam a combater a depressão, pois ajudam na liberação de neurotransmissores que dão prazer e bem-estar. Por fim, o próprio convívio social nas aulas também pode ajudar o paciente a se recuperar”, reflete Walkiria.
Dicas para gerenciamento da dor crônica:
Além de praticar Pilates ou fazer fisioterapia, quem sofre com dores crônicas pode adotar alguns hábitos que irão ajudar a controle a dor.
• Gerencie o estresse: o estresse pode piorar a dor já instalada, pois causa tensão nos músculos. Assim, procure maneiras de gerenciar o estresse. Uma delas é fazer respirações profundas e demoradas, aquele famoso ditado “conte até 10” e respire é muito útil para se acalmar.
• Durma bem: O sono é essencial para a recuperação do organismo. Procure dormir de 6 a 8 horas. Se você dorme e acorda cansado, procure um médico para avaliar se há presença de algum distúrbio do sono.
• Sempre em frente: Não deixa a dor impedir você de viver. Procure, na medida do possível, continuar a sua rotina normal, sem se isolar.
• Procure apoio: A dor está insuportável? Busque ajuda, seja de grupos de apoio ou de psicólogos. O impacto da dor crônica nas emoções pode ser grande, então o apoio psicoterápico pode ser de grande valia.
Fonte: Boa Forma