segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

O que siginifca a cor das fezes?

​A cor das fezes, assim como sua forma e a consistência, normalmente, refletem a qualidade da alimentação e, por isso, estão muito relacionadas com o tipo de alimentos ingeridos. No entanto, as alterações na cor também podem indicar problemas intestinais ou doenças, como hepatite ou úlcera gástrica, por exemplo.
Geralmente, quando a cor é alterada pela ingestão de alimentos, pode permanecer assim até um máximo de 3 dias. Por isso, se a alteração permanecer por mais tempo, é importante consultar um gastroenterologista para identificar se existe um problema e iniciar o tratamento adequado, caso seja necessário.

O que significa a cor das fezes

As principais causas de alteração na cor das fezes incluem:

1. Fezes verdes

Saiba o que a cor das fezes pode dizer sobre a sua saúde
As fezes verdes são mais comuns quando o intestino está funcionando muito rápido e não tem tempo suficiente para digerir corretamente a bile, como acontece durante situações de estresse ou em crises do intestino irritável. Além disso, o cocô verde também pode aparecer quando se ingere muitos vegetais verdes, como espinafre, ou quando se faz suplementação de ferro, por exemplo.
O que fazer: deve-se avaliar se existe ingestão aumentada de vegetais verdes ou se está a tomar um remédio com ferro na sua composição. Caso não seja o caso, é aconselhável consultar um gastroenterologista se o problema se mantiver por mais de 3 dias.

2. Fezes amarelas

Saiba o que a cor das fezes pode dizer sobre a sua saúde
Este tipo de cocô normalmente indica dificuldade para digerir a gordura e, por isso, pode estar relacionado com problemas que diminuem a capacidade de absorção intestinal, como doença Celíaca, ou ser causado pela falta de produção de enzimas no pâncreas, podendo indicar problemas neste órgão. Além disso, as fezes amarelas também podem surgir no caso de infecções intestinais. Saiba mais sobre o que pode causar fezes amarelas.
O que fazer: deve-se estar atento a outras mudanças nas características das fezes, como consistência e forma, e caso a alteração dure mais de 3 dias é recomendado consultar um gastroenterologista para identificar o problema e iniciar o tratamento adequado.

3. Fezes escuras

Saiba o que a cor das fezes pode dizer sobre a sua saúde
As fezes escuras ou negras são, geralmente, acompanhadas por um odor muito mais fétido do que o normal e podem ser sinal de sagramento em algum lugar ao longo do sistema digestivo, devido a úlceras ou varizes esofágicas, por exemplo. No entanto, o cocô escuro também podem ser produzido pelo uso de suplementos de ferro.
Saiba que mais pode causar esta alteração em: Fezes escuras.
O que fazer: caso não se esteja a ingerir suplementos ou remédios com ferro é recomendado consultar o mais rápido possível um gastroenterologista ou ir ao pronto-socorro, caso surjam outros sintomas, como febre, cansaço excessivo ou vômitos.

4. Fezes avermelhadas

Saiba o que a cor das fezes pode dizer sobre a sua saúde
Estas geralmente indicam a presença de sangue e, sendo assim, são muito frequentes em situações de hemorroidas, por exemplo. Porém, também pode ocorrer sangramento devido a infecções, problemas inflamatórios, como doença de Crohn e colite ulcerativa ou doenças mais graves, como câncer.
Veja outras causas em: Sangue nas fezes.
O que fazer: é recomendado ir ao pronto-socorro ou consultar imediatamente um gastroenterologista para diagnosticar o problema e iniciar o tratamento adequado.

5. Fezes claras

Saiba o que a cor das fezes pode dizer sobre a sua saúde
As fezes claras, ou esbranquiçadas, surgem quando existe muita dificuldade do sistema digestivo para digerir a gordura e, por isso, são um sinal importante de problemas no fígado ou nas vias biliares.
O que fazer: é aconselhado consultar um gastroenterologista para fazer exames de diagnóstico, como tomografia ou ultrassonografia, diagnosticar o problema e iniciar o tratamento adequado. Saiba mais o que fazer em: Como eliminar a gordura nas fezes.

Alteração da cor das fezes no bebê

As fezes do bebê logo após o nascimento, têm uma coloração escura esverdeada e um textura pegajosa e elástica, que se chama mecônio. Durante os primeiros dias, a cor se torna mais esverdeada e depois mais clara, de acordo com a quantidade de gordura e água presente no leite que ele toma. Geralmente, as fezes costumam ser aguadas, com alguns grumos, lembrando a aparência das fezes dos patos ou galinhas.
Durante os primeiros 15 dias é comum que os bebês evacuem fezes líquidas de 8 a 10 vezes por dia, ou todas as vezes que mamam. Quando a mãe tem prisão de ventre, é possível que a criança passe mais de um dia sem evacuar, mas, quando evacuar, as fezes devem ter o mesmo aspecto aquoso e com grumos.
Aos 6 meses, ou quando o bebê começa uma alimentação diversificada, as fezes voltam a mudar de cor e consistência, se tornando mais parecidas com as fezes de uma criança ou adulto, tanto no que diz respeito à cor, como à consistência e aroma. Isso porque a capacidade digestiva já começa a ser mais complexa e os alimentos que ele ingere são cada vez mais parecidos com os alimentos do resto da família.
Fonte: Tua saúde

Aprenda a como desintoxicar seu organismo!

Você andou passando dos limites e comendo mais do que está habituada (e, o pior, pratos que não está acostumada)? A ingestão de alimentos ricos em gordura e açúcar, assim como enlatados, contribui para o aumento de componentes tóxicos no organismo – que, sobrecarregado, pode não dar conta de todos eles.

Resultado: células inflamadas, resistência baixa, cansaço, pele opaca e peso extra. “O corpo elimina naturalmente as toxinas pela transpiração, respiração, fezes e urina. Só que às vezes o acúmulo dessas substâncias é tão grande que é preciso dar uma forcinha fazendo uma dieta desintoxicante”, diz a nutricionista Isabel Jereissati, membro da Sociedade Brasileira de Nutrição Funcional. 
Por isso, nada melhor do que começar essa faxina no organismo. Além de dar uma afinada nas formas, você ainda combate o inchaço e diminui a celulite. Nesta reportagem, você encontra dez soluções práticas (e deliciosas) para incluir no dia a dia. Tem tempero para a salada que ativa o metabolismo e desincha, frutas que promovem uma desintoxicação e farinha para colocar o intestino na linha. Preparada?

1. Evite industrializados

Na desintoxicação, até mesmo a versão light dos molhos industrializados deve ser eliminada do cardápio, pois tem grande quantidade de sódio e gordura. Fique com os temperos naturais. O vinagre de maçã e o de limão, por exemplo, trazem substâncias antioxidantes e fortalecem a imunidade, deixando o organismo mais ativo contra as toxinas. “Já o azeite de oliva lubrifica o intestino, otimizando a eliminação dessas sujeiras, e ainda acelera as funções metabólicas”, diz Lizandri Rangan, de São Paulo.

2. Experimente a farinha de banana verde

Ela é famosa por favorecer a flora intestinal. E isso tem a ver com o tipo de amido, que chega intacto ao intestino e produz substâncias que alimentam as bactérias benéficas e formam uma barreira contra as intrusas. Com isso, os nutrientes são bem absorvidos e você espanta a fome. Use a farinha de banana verde no lugar da tradicional, no preparo de pratos como bolo e torta.

3. Aposte em frutas cítricas

A turma da acerola, kiwi, caju, limão e laranja, por meio de um composto chamado limonoide, faz com que o fígado libere mais toxinas do organismo. “Esse efeito pode ser conseguido com a fruta consumida in natura ou usada no preparo de peixes, sucos ou saladas”, avisa a nutricionista Isabel Jereissati.

4. Coma alimentos crus

Pelo menos 50% do prato de uma refeição deve ter opções frescas e cruas. “Dessa forma, você garante a ingestão de uma boa quantidade de itens desintoxicantes, como fibras e água“, explica Lizandri Rangan.

5. Coloque uma folha de couve no cardápio

Na salada, no suco ou refogada, ela estimula as enzimas que neutralizam as toxinas. “Vale lembrar que a verdura ainda é rica em vitaminas do complexo B, que facilitam o metabolismo da proteína, do carboidrato e da gordura“, completa Lizandri.

6. Tome chá de hibisco

A bebida ajuda a reduzir a retenção de líquido. De quebra, ainda potencializa a queima da gordura, pois combina vitamina C, cálcio e antocianina. Faça assim: coloque 1 col. (chá) de hibisco em 1 xíc. (chá) de água quente e abafe por cinco minutos. Depois, coe e consuma em jejum no café da manhã.

7. Beba muito líquido

Ao longo do dia, o hábito é fundamental na eliminação de toxinas por meio do suor, das fezes e da urina. Aqui, vale água, chá ou suco natural, sopa e até alimentos aquosos, como melancia, melão, alface e pepino.

8. Invista em chá-verde com gengibre

Ele acelera o processo de desintoxicação e o metabolismo. A nutricionista Lara Natacci, de São Paulo, dá a receita: ferva por três minutos 1 pedaço (3 centímetros) de gengibre em 1 litro de água, desligue o fogo, acrescente 3 col. (sopa) de chá verde e abafe por 15 minutos. Coe e beba ao longo do dia.

9. Adicione maçã e brócolis à dieta

Eles amenizam os estragos causados pelas toxinas.” Tanto a maçã quanto o brócolis são boas fontes de antioxidantes, que evitam a formação dos radicais livres e diminuem os efeitos do envelhecimento e o aparecimento de doenças degenerativas, como o câncer“, diz Lizandri Rangan.

10. Consuma fibras

Encontradas na farinha de trigo, no macarrão e no arroz integral, elas varrem as toxinas para fora do organismo. Além disso, favorecem o bom funcionamento do intestino, outro que ajuda nessa limpeza.

Fonte: Boa Forma

Qual a melhor dieta?

Todo ano, conceituados médicos e nutricionistas americanos analisam os planos alimentares que serão destaque nos próximos doze meses entre a população dos Estados Unidos. As avaliações dão origem ao ranking Melhores Dietas, divulgado pela empresa de comunicação U.S. News & World Report. A edição de 2018 foi publicada nesta quarta-feira (3) e traz boas novidades.
Pela primeira vez, a dieta mediterrânea empatou em primeiro lugar com a dieta Dash na categoria Melhores Dietas em Geral. O programa que visa combater a hipertensão e proteger o coração sempre leva a melhor na lista. Mas, segundo os especialistas, o estilo de alimentação característico de países mediterrâneos, como Espanha e Grécia, aumenta a longevidade e ajuda a prevenir uma série de doenças crônicas.
A terceira posição do ranking geral ficou com a dieta flex, que reduz a proteína animal e aumenta o consumo de itens vegetais a fim de reduzir peso e melhorar a saúde. O quarto lugar ficou com o programa Vigilantes do Peso, que também se destaca nas categorias Melhores Dietas para Perda de Peso (1º lugar), Melhores Dietas para Perda de Peso Rápido(empatado em 1º lugar com a dieta HMR, que visa o emagrecimento e o fim do efeito sanfona a partir de substituições de refeições e maior ingestão de frutas e verduras) e Melhores Dietas Comerciais (1º lugar).

Novas no pedaço

Neste ano, dois novos modelos alimentares foram ranqueados: a dieta Keto e a “Nutritariana”. A primeira tem como proposta eliminar os quilos extras rapidamente e também melhorar o humor, o foco e a energia – tudo isso por meio de um cardápio com pouco carboidrato e mais gordura. Já a segunda busca garantir um processo de emagrecimento sem contar calorias e com alta ingestão de alimentos integrais e ricos em nutrientes.

Plant-based

A U.S. News & World Report também elencou os melhores planos alimentares plant-based, isto é, que promovem uma alimentação mais natural. Em primeiro lugar ficou a dieta mediterrânea; em segundo, a dieta flex; e, em terceiro, a dieta Ornish, cuja intenção é fazer você “se sentir melhor, viver mais, perder peso e ganhar saúde”.

A melhor dieta para você

Antes de escolher um desses programas para seguir, lembre-se de que a melhor dieta é aquela que se adequa ao seu organismo e à sua rotina. Mais: a orientação e o acompanhamento de um um nutricionista ou nutrólogo são fundamentais para o plano dar certo e ser sustentável.
Fonte:Boa forma