sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Dieta zero carboidrato funciona?

Nos últimos anos, a dieta zero carb decolou e está crescendo rapidamente em popularidade. Certamente, não há escassez de pessoas que alegam desfrutar dos benefícios do estilo de vida com zero carbo, e isso faz com que algumas dietas padrão pareçam pesadas em carboidratos. Mas é uma dieta carnívora para os humanos saudáveis? É ideal? Ou é potencialmente perigosa?
Este artigo dá uma olhada equilibrada na dieta zero carboidrato e os benefícios, riscos e impactos na saúde. Claro, não queremos substituir os conselhos de um profissional médico, por isso é importante sempre se consultar com um nutricionista ou nutrólogo sempre antes de qualquer mudança mais drástica na dieta.

O que é uma dieta zero carboidrato?
Por sua própria natureza, os alimentos de origem animal formam a base da dieta zero-carboidratos. No entanto, um plano de dieta com zero carboidratos pode assumir várias formas. Enquanto algumas pessoas se concentram na carne, outras comem uma variedade maior de alimentos, como ovos, queijo, carnes e frutos do mar.
A dieta tende a ser rica em gordura e proteína, e há uma riqueza de histórias de sucesso mostrando os benefícios importantes que a dieta pode ter. Especificamente, aqueles que fazem a dieta de zero carboidratos alcançam resultados significativos em relação à perda de peso, saciedade e melhor bem-estar mental. Por outro lado, existem muitas incógnitas sobre a dieta. Em particular, potenciais efeitos adversos a longo prazo são uma preocupação para alguns.
Num geral, s dietas com zero carboidratos restringem completamente os carboidratos e concentram-se nas gorduras e proteínas. Muitas pessoas acreditam que elas proporcionam grandes benefícios à saúde, mas outras sentem que são perigosas.
Como é o cardápio sem carboidrato?
Algumas pessoas seguem o mantra “coma carne, beba água” e não comem nada além de bife e água. Outros consomem uma variedade maior de alimentos, desde vários tipos de carne até bacon, carnes de órgãos, ovos, queijo e óleo de coco. Vale a pena notar que nem todos esses alimentos são na verdade zero carboidratos e os ovos chegam a 1 g de carboidratos, mas eles estão próximos o suficiente ao zero carb. Aqui está uma lista de (quase) zero carboidratos;
Bacon
Carne
Manteiga
Queijo
Frango
Óleo de coco
Pato
Ovos
Peixe (cavala, truta, salmão e sardinha para ômega-3)
Ghee
Cordeiro
Banha
Azeite
Carnes de órgãos (coração, rim, fígado)
Carne de porco
Salsichas
Mariscos
Peru
Carne de veado
Embora todos esses alimentos sejam “permitidos” em carboidratos zero, muitos defensores enfatizam a carne bovina como um alimento básico para seu perfil nutricional superior. Um menu de dieta sem carboidratos pode envolver muitos alimentos diferentes. Estes são predominantemente alimentos do reino animal, mas gorduras vegetais também são possíveis.
Restringir legumes na dieta zero carb é perigoso?
Uma dieta de zero carboidratos, obviamente, envolve o corte de legumes. Legumes (especialmente verdes) são muito ricos em densidade de nutrientes, e os meios de comunicação constantemente nos bombardeiam com mensagens sobre suas propriedades de saúde. Como resultado, a maioria da população preocupada com a saúde provavelmente reagiria horrorizada à ideia de restringi-los.
Mas os vegetais são realmente tão necessários? Primeiro de tudo, temos que esquecer o mito de que vitaminas e minerais só vêm de alimentos vegetais. De fato, os alimentos de origem animal são alguns dos mais ricos em nutrientes do mundo.Tanto alimentos de origem animal quanto alimentos vegetais podem conter grandes quantidades de vitaminas e minerais. Carnes orgânicas são especialmente nutritivas.
Muitas pessoas presumem que as dietas com zero carboidratos serão severamente deficientes em muitos nutrientes. No entanto, é certamente possível obter nutrientes mais essenciais de comer uma variedade de carnes, frutos do mar, ovos e carnes orgânicas.
Por outro lado, as vitaminas antioxidantes C e E são particularmente difíceis de obter a partir de alimentos de origem animal. Os alimentos de origem animal são tão nutritivos quanto os alimentos vegetais – se não mais. É possível obter os nutrientes mais essenciais de uma dieta variada de zero carboidratos.
As deficiências nutricionais são importantes?
Muitos proponentes de carb zero apontam para relatos de pessoas comendo uma dieta somente carne por 15 a 20 anos sem evidência de danos. Além disso, nossa necessidade biológica de certos nutrientes diminui à medida que a ingestão de carboidratos diminui. Por exemplo, não precisamos das numerosas vitaminas envolvidas no metabolismo de energia (carboidratos) quando não estamos consumindo carboidratos.
Apesar disso, devemos lembrar que, embora as anedotas sejam sempre valiosas e relevantes, elas não são evidências. Não podemos provar a segurança a longo prazo do carburador zero, simplesmente porque não temos pesquisa suficiente. Além disso, os problemas crônicos de saúde geralmente se desenvolvem ao longo de décadas, por isso não podemos supor que 15 a 20 anos de bom desempenho sejam preditivos do futuro.
Isso não significa que uma dieta com zero carboidratos não seja saudável a longo prazo. Pode muito bem ser, mas é a posição responsável a tomar, já que não temos muitas provas agora. A baixa ingestão de certos nutrientes pode não ser tão importante em uma dieta com zero carboidratos.
Polifenóis e a dieta zero carb
Os polifenóis são compostos biologicamente ativos encontrados naturalmente nas plantas, e fontes particularmente boas incluem o cacau, as frutas vermelhas, as azeitonas e o vinho tinto. Esses polifenóis tem propriedades protetoras à saúde e evidências de ensaios clínicos randomizados e controlados mostram que eles ajudam a combater o estresse oxidativo e doenças relacionadas ao envelhecimento.
Notavelmente, numerosos estudos, incluindo ensaios clínicos randomizados, mostram que o consumo de polifenóis ao lado das refeições, evitando processos biológicos no estômago que levam à oxidação do LDL, criando anticorpos oxidados-LDL em resposta à presença de LDL oxidado.
Polifenóis do chá, ervas e vinho tinto podem inibir a formação de aminas heterocíclicas. Esses compostos são “prováveis ​​carcinógenos” e podem ocorrer quando se cozinha carne em altas temperaturas ou em um estágio bem feito.
Um amplo corpo de evidências mostra os benefícios para a saúde dos polifenóis. Dietas com zero carboidratos não incluem fontes alimentares desses compostos, embora algumas pessoas consumam azeite e vinho tinto.
Quais são os benefícios para a saúde de dietas com zero carboidratos?
Como com qualquer dieta, existem vários prós e contras de uma dieta carnívora. Em primeiro lugar, as dietas com zero carboidratos tem uma série de benefícios para a saúde. Em geral, estes são um pouco semelhantes aos benefícios de restrição de carboidratos de uma dieta cetogênica. No entanto, os efeitos são provavelmente mais poderosos devido à restrição adicional de carboidratos na dieta. Uma dieta típica de zero carboidratos deve resultar em:
Perda de peso mais eficiente:
A maioria das pessoas experimenta resultados significativos de perda de peso; uma porcentagem reduzida de gordura corporal e perda de peso ao redor da cintura é comum. Além disso, a restrição de carboidratos tem um impacto superior na perda de peso e no risco de síndrome metabólica do que as dietas com baixo teor de gordura.
Melhor bem-estar mental:
Dietas com muito pouco carboidrato tendem a resultar em melhor desempenho cognitivo, melhor humor, foco e clareza mental.
Redução dos desejos por comida:
Dietas com carboidratos muito baixos aumentam maciçamente a saciedade e reduzem os desejos por comida.
Diminuição dos triglicerídeos, maior HDL:
Níveis mais altos de gordura na dieta e níveis mais baixos de carboidratos aumentam de forma confiável o HDL e reduzem os níveis de triglicérides.
Redução da glicose no sangue:
A restrição de carboidratos reduz e estabiliza os níveis de açúcar no sangue em jejum.
Menos problemas digestivos:
A redução de carboidratos tende a melhorar o gás, problemas de inchaço e azia. Nesta nota, muitas pessoas se voltam para a dieta de carboidratos zero depois de, sem sucesso, tentar resolver, por vezes, problemas digestivos graves.
De fato, estudo após estudo mostra que o consumo de carne e gordura animal aumenta o HDL e reduz os triglicerídeos. Para aqueles que desconhecem, esses marcadores de saúde são provavelmente os mais protetores contra o risco cardiovascular.
Dietas com muito pouco carboidrato tendem a melhorar os marcadores de saúde, como açúcar no sangue e triglicérides. Além disso, eles são ótimos para saciedade e gerenciamento de desejos de comida.
Há algum risco para a saúde com a dieta zero carb?
Não parece haver nenhum risco imediato à saúde devido a dietas com zero carboidratos. Não há razão para suspeitar que pessoas em uma dieta com zero carboidratos não podem desfrutar de benefícios de saúde a longo prazo. No entanto, também não há evidências de segurança a longo prazo.
Um dos maiores problemas com todas as dietas, seja ela vegana, paleo, ceto ou zero carb é sustentá-la. Comer sem carboidratos certamente tem um efeito sobre os eventos sociais. Por exemplo, ocasiões como aniversários, jantares de Natal ou sair à noite com amigos ou familiares tornam-se muito mais difíceis. Possível, mas mais difícil. Do lado positivo, alimentos com zero carboidratos, como bacon e carne bovina, são deliciosos e facilitam a escolha limitada de alimentos.
E muitas pessoas estão sustentando a dieta porque amam a comida e sentem que estão tornando-as mais saudáveis. Aderir a uma dieta de zero carboidratos será difícil para alguns devido a ocasiões sociais.
Zero Carb: saudável ou prejudicial?
Uma dieta de zero carboidratos é muito mais saudável do que o material processado que a maioria das pessoas está comendo. A dieta é improvável que seja prejudicial, especialmente se bem formulada e acompanhada por um profissional.
No entanto, há tanta evidência para os benefícios para a saúde de alimentos como cacau, frutas vermelhas, abacates, azeitonas, cogumelos e algas marinhas. Claro, pode ser possível encontrar um estudo ou dois sobre os anti-nutrientes nesses alimentos. Mas o corpo avassalador de evidências indica que eles têm benefícios substanciais para a saúde.
Para resumir, uma dieta com zero carboidratos dificilmente será prejudicial. Mas, uma dieta que inclua uma variedade de alimentos vegetais e animais ricos em nutrientes é ideal.
Fonte: Saúde Melhor

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Dieta Detox no inverno

Fazer uma dieta detox no inverno pode assustar um pouco, pois na estação do frio sentimos mais fome e preferimos ingerir comidas mais quente. Mas saiba que dá para apostar na detoxificação do organismo, que auxilia o corpo a eliminar toxinas, por meio de sopas ricas em alimentos naturais.

Saiba mais sobre o processo

A diminuição ou eliminação das substâncias tóxicas ocorre “por meio do suor, lágrimas, urina, entre outros. O processo acontece em todas as células do corpo, mas, principalmente, no fígado e no intestino”, conta  nutricionista . O cardápio da dieta detox deve “ter baixas calorias, não conter alimentos industrializados, ter pouco sal e açúcar, ser rico em vegetais e frutas, e eliminar a carne vermelha”, complementa a nutricionista.

Também é saúde!

Apesar de ser uma dieta de poucas calorias, os benefícios do detox vão além do emagrecimento. A melhora do sistema imunológico e a prevenção de doenças são algumas de suas vantagens. O motivo é a presença alimentos como a couve, o repolho, o brócolis, o gengibre, a cúrcuma, o limão, entre outros, que, além de levinhos, são excelentes fontes de vitaminas e minerais.

Como acontece o emagrecimento?

A maioria das toxinas são lipossolúveis, ou seja, se acumulam no tecido gorduroso do nosso organismo. Assim, para que ocorra o processo de emagrecimento, é necessário a quebra dos tecidos adiposos e, consequentemente, a liberação das toxinas que estavam armazenadas. “É interessante fazer uma dieta detox quando o indivíduo já perdeu uma quantidade de peso e teve uma estabilização dessa perda”, aconselha a nutricionista.

Detox no inverno

Para acelerar o processo de emagrecimento, a última refeição do dia deve ser leve, então, uma sopa detox é o prato ideal, principalmente para os dias mais frios. “As sopas são um curinga para quem está de dieta. O alimento quente é rico em água, que ajuda a promover saciedade”. “Enquanto dormimos, o organismo processa tudo o que foi ingerido durante o dia e elimina as toxinas”, afirma a nutricionista. Por isso, se a refeição for leve e nutritiva, o trabalho do corpo fica mais fácil. Mas a dieta pode ser adequada às necessidade de cada indivíduo, de acordo com as indicações do nutricionista.

Sopa detox

Para a sopa ser detox, “não deve conter excesso de sal e condimentos, gorduras trans, carnes gordas ou produtos refinados como arroz, macarrão ou farinha branca”, aconselha Tamara. Portanto, para garantir uma sopa magrinha, opte pelos alimentos como couve, gengibre, cúrcuma, brócolis, batata-baroa, inhame e espinafre, por exemplo.
Fonte: Alto Astral

Dicas de Mindfull eating, sabe o que é?

proposta do mindfulness pode se aplicar na nossa alimentação. A ideia é dar mais atenção ao que colocamos na boca – e, assim, aproveitar uma refeição de forma mais saudável e saborosa.

Seguem algumas dicas:
1. Desconecte-se à mesa! Nada de ficar no celular nas refeições.
2. Prepare-se para comer: respire fundo e observe com olhar curioso os alimentos.
3. Sente-se à mesa de uma forma confortável.
4. Utilize os talheres a seu favor: descanse-os, troque para a mão não dominante e aprecie tudo com calma.
5. Delicie cada mordida: preste atenção no cheiro, na temperatura e na textura da comida.
6. Feche os olhos em algumas garfadas para estar mais presente.
7. Pense na origem e na cadeia produtiva que permite aos alimentos chegarem ao seu prato.
8. Observe o que sente: conforto, alegria, satisfação
9. Desligue o julgamento sobre nutrientes e calorias.
10. Aprecie o entorno: onde e com quem está.
11. Tente dar uma nota para sua fome e para sua saciedade.
12. Finalize contemplando e agradecendo pela refeição.
Fonte:MSN

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Sopa cura Gripe!

Ingredientes

600 g de abóbora descascada em pedaços
1 l de caldo caseiro de frango
1 cebola média picada
2 dentes de alho
1 folha de louro
3 unidades de anis estrelado
30 g de gengibre picado
1 fio de azeite
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Em uma panela grande, doure o alho e a cebola no fio de azeite.
Junte a abóbora, o louro, o anis e metade do gengibre picado.
Adicione metade do caldo e deixe cozinhar aproximadamente 20 minutos.
Retire o louro e o anis.
Bata a abóbora no liquidificador com um pouco do caldo de frango.
Volte à panela, junte o restante do caldo e um pouco de gengibre.
Deixe ferver por cinco minutos.
Sirva em seguida com o restante do gengibre picado.
Fonte: Luílica Diniz

Você sabe o que é Coaching Nutricional?

Assim como o personal trainer, profissional que estimula e auxilia pessoas em busca de bons resultados na prática de exercícios físicos, o coaching nutricional atua apoiando e orientando pessoas que buscam maior qualidade de vida, seja pela da perda de peso ou com a adoção de uma alimentação adequada.

O coach nutricional pode atuar de duas formas, o profissional de nutrição que se especializa em Coaching para agregar a sua atuação, trabalhando cardápios específicos, orientações nutricionais e o controle da mente, contribuindo para o foco, determinação e comprometimento com os objetivos do cliente. A outra forma é um Coach que trabalha a mente do cliente, determinação, paralelamente a atuação de um nutricionista, para que juntos possam trabalhar corpo e mente do cliente.
O profissional especialista em coaching nutricional trabalha não apenas os aspectos relativos à saúde e nutrição, mas utiliza conhecimentos, técnicas e ferramentas de coaching para propiciar mudanças de pensamento e comportamento.
Isso porque a primeira transformação deve vir da mente. É preciso primeiro programar o cérebro a adotar um novo estilo de vida para, assim, tornar a perda de peso um processo simples e natural. Com o apoio de um coach nutricional, os indivíduos aprendem como manter uma alimentação equilibrada, como fazer reeducação alimentar e como se livrar de comportamentos sabotadores. Compreendem, também, o efeito reverso das chamadas “dietas milagrosas”, além de como adotar uma rotina mais saudável e, consequentemente, como obter maior qualidade de vida, fazendo do emagrecimento um processo normal e prazeroso.

Como funciona o coaching nutricional

Tudo isso é feito nas chamadas sessões de coaching, que podem ser semanais, quinzenais ou mensais. Nelas, o cliente — também chamado de coachee — e seu coach elaboram, em conjunto, atividades específicas para que o indivíduo fique mais próximo da conquista de seus objetivos pessoais. Durante estes momentos, o coach nutricional, pode sugerir ao Coachee que ele busque profissionais em educação física, e também nutrição, caso ele não seja formado na área, de acordo com o perfil e meta desejada pelo cliente.
Fonte: Portal IBC

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Frutas com baixo índice glicêmico: saiba quais são e os benefícios

Você sabe diferenciar quais são as frutas com baixo índice glicêmico daquelas com altos valores? Ou melhor, você sabe o que é isso?O índice glicêmico é uma característica dos alimentos que contêm carboidratos, que se refere à velocidade de absorção da glicose.
Alimentos, e frutas, com alto índice glicêmico resultam em uma rápida elevação da glicose sanguínea, aumentando a secreção de insulina. Já os alimentos com baixo índice glicêmico liberam a glicose para ser absorvida lentamente, controlando os picos de insulina, promovendo controle do apetite e aumento do uso das reservas de gordura como fonte de energia.
“No primeiro caso, o problema é que a insulina aumentada proporciona o aumento das reservas de gordura e, por reduzir a glicemia na sequência, promovem aumento de apetite. Assim, estes alimentos mantém um processo contínuo de fome, dificultando o controle do peso corporal”, explica a nutricionista.
Confira algumas frutas com baixo índice glicêmico que você pode inserir na sua dieta sem peso na consciência!

Frutas com baixo índice glicêmico



LARANJA: 90kcal/unidade pequena. (
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 “É importante lembrar, que a maneira que se consome a fruta pode alterar o índice glicêmico dela. Sucos de fruta tem este índice muito aumentado, pois a fibra é retirada. A laranja, por exemplo, passa ter alto índice glicêmico quando consumida na forma de suco. Assim, o ideal é consumir as frutas in natura e quanto mais casca e bagaço, menor o índice glicêmico”, ensina a nutricionista.
Para você que está na luta contra a balança, a especialista diz o que não há dúvidas de que o melhor é dar preferência para as frutas de baixo índice glicêmico, pois elas promovem digestão lenta e liberam o açúcar no sangue aos poucos, o que garante saciedade por um período prolongado. Isto te ajudará a ter mais tempo para gastar a energia ingerida, reduzindo o risco de estocá-la como gordura – que é exatamente o que você quer perder. Fique atento (a) e foco na dieta!

MAÇÃ – 80kcal/unidade pequena. (
“É importante lembrar, que a maneira que se consome a fruta pode alterar o índice glicêmico dela. Sucos de fruta tem este índice muito aumentado, pois a fibra é retirada. A laranja, por exemplo, passa ter alto índice glicêmico quando consumida na forma de suco. Assim, o ideal é consumir as frutas in natura e quanto mais casca e bagaço, menor o índice glicêmico”, ensina a nutricionista.
Para você que está na luta contra a balança, a especialista diz o que não há dúvidas de que o melhor é dar preferência para as frutas de baixo índice glicêmico, pois elas promovem digestão lenta e liberam o açúcar no sangue aos poucos, o que garante saciedade por um período prolongado. Isto te ajudará a ter mais tempo para gastar a energia ingerida, reduzindo o risco de estocá-la como gordura – que é exatamente o que você quer perder. Fique atento (a) e foco na dieta!

PERA – 100kcal/unidade pequena. (
“É importante lembrar, que a maneira que se consome a fruta pode alterar o índice glicêmico dela. Sucos de fruta tem este índice muito aumentado, pois a fibra é retirada. A laranja, por exemplo, passa ter alto índice glicêmico quando consumida na forma de suco. Assim, o ideal é consumir as frutas in natura e quanto mais casca e bagaço, menor o índice glicêmico”, ensina a nutricionista.
Para você que está na luta contra a balança, a especialista diz o que não há dúvidas de que o melhor é dar preferência para as frutas de baixo índice glicêmico, pois elas promovem digestão lenta e liberam o açúcar no sangue aos poucos, o que garante saciedade por um período prolongado. Isto te ajudará a ter mais tempo para gastar a energia ingerida, reduzindo o risco de estocá-la como gordura – que é exatamente o que você quer perder. Fique atento (a) e foco na dieta!

MORANGO - 12kcal/unidade média. (
“É importante lembrar, que a maneira que se consome a fruta pode alterar o índice glicêmico dela. Sucos de fruta tem este índice muito aumentado, pois a fibra é retirada. A laranja, por exemplo, passa ter alto índice glicêmico quando consumida na forma de suco. Assim, o ideal é consumir as frutas in natura e quanto mais casca e bagaço, menor o índice glicêmico”, ensina a nutricionista.
Para você que está na luta contra a balança, a especialista diz o que não há dúvidas de que o melhor é dar preferência para as frutas de baixo índice glicêmico, pois elas promovem digestão lenta e liberam o açúcar no sangue aos poucos, o que garante saciedade por um período prolongado. Isto te ajudará a ter mais tempo para gastar a energia ingerida, reduzindo o risco de estocá-la como gordura – que é exatamente o que você quer perder. Fique atento (a) e foco na dieta!

ABACAXI - 75kcal/fatia média. (
“É importante lembrar, que a maneira que se consome a fruta pode alterar o índice glicêmico dela. Sucos de fruta tem este índice muito aumentado, pois a fibra é retirada. A laranja, por exemplo, passa ter alto índice glicêmico quando consumida na forma de suco. Assim, o ideal é consumir as frutas in natura e quanto mais casca e bagaço, menor o índice glicêmico”, ensina a nutricionista.
Para você que está na luta contra a balança, a especialista diz o que não há dúvidas de que o melhor é dar preferência para as frutas de baixo índice glicêmico, pois elas promovem digestão lenta e liberam o açúcar no sangue aos poucos, o que garante saciedade por um período prolongado. Isto te ajudará a ter mais tempo para gastar a energia ingerida, reduzindo o risco de estocá-la como gordura – que é exatamente o que você quer perder. Fique atento (a) e foco na dieta!

Fonte: MSN

Link: http://picos de insulina, dieta,frutas com baixo índice glicêmico,glicemia


Gordura: vilã ou aliada? Veja 5 motivos para comer mais gordura


Nozes, castanhas e amêndoas-Combate à gordura localizada
Por muito tempo as gorduras foram consideradas grandes vilãs da nossa saúde. Com o tempo e muitos estudos, descobriu-se que, na verdade, elas dão um grande reforço na manutenção do metabolismo
Mas aqui estamos falando de alimentos ricos em gordura do bem, como abacate, castanhas, azeite, salmão e bacon – essas são ótimas opções para incluir no cardápio. Além de serem deliciosos, também ajudam a manter o peso, reforçam o sistema cardiovascular e ainda dão mais energia. Já as gorduras trans, presentes em fast-food, doces e produtos industrializados, a dica é: fique longe!


Confira:
Parece difícil de acreditar, mas o consumo de gordura do bem ajuda na secreção de hormônios responsáveis por quebrar a gordura localizada e depois eliminá-la. Por isso, mesmo que você esteja fazendo dieta, é bom acrescentar gorduras saudáveis no cardápio como castanhas, azeite extra-virgem e abacate, por exemplo
Salmão-Dá mais energia
As gorduras podem agir como fonte de energia do nosso organismo. Principalmente se você opta por uma dieta sem carboidratos. Funciona assim: geralmente é o carboidrato o responsável por manter o nosso metabolismo funcionando. Quando reduzimos o consumo de alimentos como pães, massas e açúcares, o nosso organismo começa a usar a gordura localizada para ter mais energia. É por isso que dietas low carb (com baixo índice de carboidrato) são recomendadas para quem pretende perder muito peso
Bacon-Promove a saciedade
As gorduras são mais difíceis de ser digeridas. Isso significa que o nosso organismo precisa se esforçar mais, aumentando o metabolismo e nos dando saciedade por mais tempo. E se ficamos saciados com mais facilidade, evitamos nos render à gula
Abacate-É antioxidante
Os ácidos graxos são fontes de vitamina E, que possui uma poderosa ação antioxidante, retardando os efeitos do envelhecimento e dando mais elasticidade para a pele e os órgãos 
Azeite estra virgem-Protege o coração
O Ômega 3 é uma das armas mais poderosas contra doenças cardiovasculares. Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Harvard, consumir alimentos com esse tipo de gordura reduz em até 30% as chances de ter um infarto. Quais alimentos são estes? Salmão, sementes de linhaça, nozes... só para citar alguns.
Fonte: Guia da Semana


domingo, 19 de agosto de 2018

Beterraba no pré e pós treino?

Todo mundo conhece o superalimento beterraba, aquele vegetal de cor avermelhada com um sabor levemente adocicado. Versátil, a beterraba pode ser consumida crua, cozida ou assada, e contém centenas de propriedades benéficas para a saúde, principalmente para quem pratica atividade física regularmente. “A beterraba é rica em nitrato, um composto que funciona como vasodilatador, ou seja, ele aumenta o fluxo de oxigênio no sangue, o que melhora a performance no treino“, explica a nutricionista .


Além de ter essa função vaso dilatadora o superalimento beterraba é fonte de carboidratos, o que faz com que ela se torne o alimento ideal para ser consumido no período antes do treino.  De acordo com a nutricionista, existem muitas variáveis a serem consideradas para definir a quantidade de consumo diário da beterraba, mas em linhas gerais, uma beterraba grande é o suficiente. Ela deve ser pré-cozida para facilitar a absorção dos nutrientes.
A beterraba possui em média, 50 calorias distribuídas em antioxidantes, fibras, carboidratos, nitrato e vitaminas A e C. Seu consumo ainda ajuda a fortalecer o sistema imunológico, a formação dos ossos, prevenir doenças no baço e no fígado. E não para por aí: a beterraba ajuda a prevenção contra o câncer, estimula a produção de glóbulos vermelhos, e por aí vai. Agora que você já conhece um pouco do superalimento beterraba, aprenda uma rápida receita de suco funcional, que pode ser ingerido 30 min antes do treino ou como desejar:

Suco power do superalimento beterraba:

  • 1 beterraba média
  • 1 fatia de melancia fina
  • 200 ml de água de coco
Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liqüidificador e beba imediatamente. Essa receita funciona como um pré-treino!

Fonte:MSN

A dieta de proteína não é recomendável por muito tempo?

Pesquisa realizada durante 25 anos afirma que dietas com baixo consumo de carboidratos, priorizando proteínas e vegetais, não só devem ser evitadas, como estão ligadas a maiores índices de mortalidade.
O consumo moderado de carboidratos favorece uma vida mais saudável e longa, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira (16/08) na revista médica britânica The Lancet.

A pesquisa, liderada pela especialista em medicina cardiovascular Sara Seidelmann, do Hospital Brigham and Women, nos Estados Unidos, sugere que as dietas que substituem os carboidratos por proteínas ou gorduras devem ser evitadas, devido ao possível vínculo com "ciclos de vida mais curta".
"Consumir carboidratos com moderação parece ser ótimo para a saúde e para ter uma vida mais longa", afirma o estudo.
O trabalho é publicado no momento em que a chamada dieta paleolítica ­– que evita carboidratos em favor de proteína animal e gordura – vem se tornando popular na Europa e nos EUA.
Os defensores desse regime da "Idade da Pedra” argumentam que a rápida mudança de 10 mil anos atrás – com o estabelecimento da agricultura – para uma alimentação baseada em grãos, laticínios e alguns legumes não permitiu que o corpo humano tivesse tempo suficiente para se adaptar a alimentos ricos em carboidratos.
O estudo também destaca que a substituição deste tipo de alimento por carne bovina e de cordeiro, porco, frango ou queijo está relacionada com maiores índices de mortalidade. Já uma dieta rica em proteínas vegetais (como verduras, legumes e frutos secos) diminui o risco de mortalidade.
"As dietas baixas em carboidratos, em que estes são substituídos por proteínas ou gorduras, estão ganhando popularidade como uma forma saudável de perder peso", diz Seidelmann. "No entanto, nossos dados sugerem que elas podem estar associadas a uma vida mais curta e não deveriam ser recomendadas."
"Se uma pessoa decidir começar uma dieta com estas caraterísticas, pelo menos deve incluir mais proteínas vegetais, as quais promovem um envelhecimento saudável", aconselha a especialista.
Os autores analisaram os hábitos alimentares de 15.428 adultos, de 45 a 64 anos de idade, de diversas origens socioeconômicas e procedentes de quatro comunidades americanas. Durante 25 anos, 6.283 dos participantes morreram.
Os pesquisadores observaram uma relação entre a baixa ingestão de carboidratos e a expectativa de vida. Aqueles que faziam dietas com pouca ingestão de carboidratos (menos de 40% das calorias) ou alta (mais de 70%) tiveram menor expectativa do que a de quem teve um consumo moderado (entre 50% e 55% das calorias).
Além disso, os pesquisadores estimaram que, a partir dos 50 anos, a expectativa média de vida foi de mais 33 anos para o grupo com uma ingestão moderada de carboidratos – quatro anos a mais que aqueles com consumo muito baixo de carboidratos e um ano a mais que aqueles com alto consumo.
Os autores do estudo ponderaram que, como as dietas só foram avaliadas no início do teste e depois de seis anos, os padrões dietéticos podem ter variado, o que afeta o nível de confiabilidade dos resultados.
Uma análise de registros médicos de outras 432 mil pessoas de estudos anteriores confirmou os resultados, que também estão alinhados com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Não há nada a se ganhar com a adesão de longo prazo a dietas pobres em carboidratos, ricas em gorduras e proteínas de origem animal", avalia Ian Johnson, pesquisador nutricional do Instituto Quadram de Biociência, em Norwich, Inglaterra, comentando a pesquisa, da qual ele não participou.
Segundo ele, a qualidade do carboidrato, não apenas a quantidade, é importante. "A maior parte deve vir de alimentos vegetais ricos em fibras e grãos integrais, em vez de bebidas açucaradas ou alimentos industrializados ricos em açúcar."
As fibras também ajudam a manter uma flora intestinal saudável, considerada fator importante para manter a saúde, evitando doenças.
Fonte:MSN

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Como o Mindful eating pode ajudar no emagrecimento?

mindfull eating, técnica que propõe o “comer com atenção plena” bastante usada na nutrição comportamental, é usada para tratar distúrbios alimentares ou, simplesmente, ajudar você a seguir uma alimentação mais consciente. E, para isso, endocrinologistas e nutricionistas que adotam essa linha usam uma série de ferramentas práticas.

Fonte: Boa Forma


Eu tenho feito este tipo de trabalho com grupos de pacientes (GAE- Grupo de apoio ao emagrecimento). Utilizo algumas técnicas de coaching e terapia comportamental. Já fiz este tipo de trabalho com várias empresas( Caixa Econômica, Creche Jardim dos Pirilampos,Adibrás e Office Lab) e com grupos de pacientes com médicos e psicólogos.

As reuniões são quinzenais, em Copacabana. Se houver interesse, entre em contato: 998444298.

Pode estar seguindo dieta de outros profissionais.
Vagas limitadas!

Venha conhecer este trabalho e verá como vai te ajudar a conseguir alcançar seus objetivos!

Patrícia Brigagão Mendes ( Nutricionista)