quarta-feira, 28 de março de 2018

Dicas para uma Páscoa mais light!

Esta época do ano, é uma tradição comer chocolate! Muitos ovos de Páscoa!
Não adianta dizer, NÃO COMA CHOCOLATE! Porque vocês vão comerrrrrr! Não é?

Então, resolvi colocar algumas sugestões para amenizar os "estragos" que esta  tradição causa na sua alimentação e no seu controle de peso.

- Se costuma ganhar muitos ovos de Páscoa, se tiver oportunidade, peça as pessoas que vão te dar para trocar por outros produtos (ex: enfeites, perfume, bijouteria,roupa,biscoitinhos mais saudáveis,etc).
- Se não tiver jeito e ganhar, divida com outras pessoas.
- Ou congele e use em sobremesas para quando receber amigos ou parentes em casa.
- Se puder escolher, peça um ovo pequeno, chocolate amargo, 70% de cacau
- Ou peça uma barra de chocolate pequena de sua marca favorita!
- Para os diabéticos, o ovo tem que ser diet ( sem açúcar) , de preferência pequeno e comer aos poucos de acordo com a orientação de sua nutricionista. Se não sua glicose vai aumentar muito!
- Existem várias marcas de chocolate diet, postei este mas podem ser outros tipos.

- Pode também optar por preparar frutas com calda de chocolate como sobremesa no almoço de Páscoa no lugar de ovos de chocolate.
Gostou das sugestões?

Então coloque em prática e verá que os resultados serão excelentes!

Boa Páscoa para todos!


Depois disto tudo, capriche nos exercícios físicos para queimar um pouco as calorias que você consumiu!


Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

segunda-feira, 26 de março de 2018

Dieta Low Carb, vale a pena?

Já se vão quase 50 anos desde que o médico americano Robert Atkins (1930-2003) lançou sua famosa dieta, caracterizada pela eliminação brutal de carboidratos (arroz, pães, massas…) e por uma maior permissividade em relação às gorduras. De lá pra cá, cardápios similares ficaram à espreita do prato, ora alcançando popularidade, ora caindo em desuso. A onda da vez, queridinha entre quem quer emagrecer sem demora, é conhecida como low carb, termo em inglês para cardápio com pouco carboidrato. Segundo o Google, principal site de buscas na internet, ela foi a dieta mais procurada em 2017 pelos brasileiros, com um crescimento de 986% em relação a 2016.

Nem precisa gastar seu tempo vasculhando quanto carboidrato é permitido nesse modelo alimentar. Não há consenso quanto a isso – o que dificulta, do ponto de vista científico, chegar a conclusões sobre o método. Em geral, fala-se em um consumo de 20 a 40% do nutriente em relação às calorias ingeridas em um dia, ou algo em torno de 50 a 100 gramas. Em uma dieta tradicional, suas fontes devem representar de 55 a 65% das calorias diárias. É uma baixa considerável.
Na ponta do lápis
Dieta tradicional
Indica-se que de 55 a 65% das calorias consumidas diariamente sejam de fontes de carboidratos.
Dieta low carb
De todas as calorias ingeridas no dia, só de 20 a 40% deveriam vir do famigerado nutriente.
Mas, mais do que bitolar na quantidade, a low carb propõe foco no tipo de alimento escolhido para suprir essa demanda. As pessoas são incentivadas a obter os carboidratos a partir de legumes e verduras. Já grãoscereais, farináceos, algumas frutas e tudo que leva açúcar saem de cena por causa do alto teor da substância. Para ter ideia, é preciso dar adeus ao pão do café da manhã e ao arroz com feijão do almoço. No outro lado da balança, o que sobe é a ingestão de redutos de gorduras e proteínas.
Não é difícil explicar por que esse cardápio causou frisson entre quem está preocupado com as dobras na cintura. “Sabemos que as dietas low carb levam a uma perda de peso rápida”, informa o endocrinologista Bruno Halpern, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Só que esse fato, tão apreciado pelo público, não é animador para parte dos especialistas na área. Na visão de Halpern, como as fontes de proteínas e gorduras saciam bastante, as pessoas passam a comer menos – daí emagrecem mesmo. O dilema é que, segundo ele, essas dietas restritivas são menos efetivas com o tempo. Lá vem efeito sanfona
Para Antonio Herbert Lancha Jr., professor titular de nutrição da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP), até o emagrecimento ligeiro merece vista grossa. Isso porque a queda súbita no número que a balança exibe não significaria necessariamente uma queima de gordura. Calma que a gente explica o mistério.

Low carb e emagrecimento

O carboidrato é um dos elementos que determinam a presença de água dentro de nossas células. Portanto, quando o nutriente está em falta, o líquido vai embora. “As pessoas acham que a variação do peso vem da eliminação de gordura. Mas, na realidade, elas só perderam água”, esclarece Lancha Jr., que também é autor do livro O Fim das Dietas(Editora Abril). Pior: de acordo com experimentos do professor, nesse bolo a massa magra também vai para o espaço. E os músculos são justamente nossos maiores torradores de energia e gordura corporal.
O endocrinologista Pedro Assed, do Rio de Janeiro, concorda que é válido colocar essas questões em pauta. Afinal, desidratar ou ver a musculatura minguar não é nada desejável, apesar de o peso parecer adequado. “Nesses casos, é necessário um plano para reverter a situação. E ele envolve ajustes na dieta e em outros hábitos, como o tempo de sono e jejum“, descreve o médico.
Então, o problema não estaria na low carb em si, mas no fato de ela ser realizada sem acompanhamento. Segundo o nutrólogo e neurologista Rafael Higashi, diretor da clínica Higashi, no Rio de Janeiro, caso o profissional não tenha aparelhos para verificar a taxa de gordura do paciente – como o de bioimpedância -, pode medir braço, panturrilha e força muscular. “Se houver perda em 30 dias, há algo errado”, avisa.
De qualquer forma, em termos de perda de peso, não é pra esperar milagres. Há evidências de que tanto faz investir na low carb ou em uma dieta baseada na redução de gorduras ou de calorias. “Uma das premissas para o emagrecimento é gastar mais do que consumir”, resume a nutricionista Ana Beatriz Barrella, da RG Nutri, na capital paulista. Ao revisar vários estudos publicados de 2005 a 2016 sobre todas essas estratégias, pesquisadores da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, concluíram que a perda de peso advinda da low carb seria insignificativamente maior – coisa de 1 a 2 quilos.
Os cientistas salientaram ainda que só é possível garantir a segurança do método por seis meses, já que a maioria das experiências é de curto prazo. Fora isso, informam que, nos trabalhos, não dá para identificar a qualidade das fontes de proteínas e gorduras colocadas no prato.
Portanto, é altamente contraindicado consultar o vizinho ou a internet na hora de montar o cardápio. Há quem interprete, por exemplo, que tudo bem comer, dia após dia, bacon, picanha, salsicha e frango com pele frito na banha de porco. Lembre-se: os impactos negativos vão além do peso.
Ao carregar a mão na gordura animal, por exemplo, as consequências não são nada agradáveis. “Esse hábito pode chegar a dobrar o colesterol total, a triplicar o colesterol LDLe a reduzir pela metade o HDL“, alerta a nutricionista Nágila Damasceno, pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública da USP e membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp). Caso tenha se perdido nas siglas, a gente explica: enquanto o colesterol LDL deposita gordura nas artérias, o HDL a tira de circulação. Entendeu o enrosco?
De acordo com a nutricionista clínica Isabella Vorccaro, da capital paulista, para minimizar qualquer ameaça, o ideal é privilegiar itens como azeiteabacate, coco, castanhas e sementes, ricos em gorduras insaturadas, reconhecidamente mais benéficas. “Eles geram saciedade e, ao mesmo tempo, ofertam vitaminas, minerais e fibras“, esclarece.

Escrito nos hormônios

Para os defensores da low carb, não é surpresa que outras estratégias – como simplesmente reduzir o tamanho das porções de comida – emagreçam na mesma magnitude. Mas a alegação para coibir o carboidrato não para por aí. “O consumo exagerado desse nutriente leva a uma superestimulação do pâncreas, com maior produção de insulina”, aponta Isabella.
E o excesso desse hormônio é ligado a um maior risco de engordar e ficar diabético. Fora isso, o açúcar derivado do carboidrato contribuiria com processos inflamatórios, situação que patrocina muitas doenças.
Que ter insulina aos montes na circulação não é bacana, ninguém discorda. Mas, para quem não é tão fã da low carb, outras questões merecem debate. Para começar, a produção do hormônio não é incitada apenas pela glicose derivada dos carboidratos.
“Algumas proteínas e gorduras também estimulam esse processo”, explica a nutricionista Bruna Reis, do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3). Logo, ignorar o arroz do bufê e cair de boca na fraldinha não garantem folga ao pâncreas – a produção de insulina também será instigada.
Nágila, da Socesp, frisa que o hormônio faz parte de um metabolismo saudável, já que abre as portas para glicose, proteínas e gorduras entrarem nos tecidos. “Essa história só se torna perigosa se comemos em excesso”, avisa a nutricionista.
Nesse contexto, o pâncreas produz tanta insulina que, para se proteger, os tecidos se fecham. Ocorre, assim, um aumento do hormônio circulante e uma maior resistência à sua ação. E, se a insulina não atua direito, de fato sobra açúcar no sangue, um estopim para encrencas. “Mas isso se dá mais pelo abuso do todo”, reitera Nágila.
Lancha Jr. também defende que é maldade colocar a oscilação de insulina só nas costas dos carboidratos. “Vamos supor que 90% de sua dieta venha de pão. Só que você consumirá tudo isso com um caminhão de alface. Pronto: o índice glicêmico já é compensado, assim como a liberação de insulina”, raciocina. O exemplo é surreal, claro, mas ilustra como o pico de açúcar no sangue depende bastante do que agregamos à refeição.
Tem outro ponto: o que conta pra valer são quantidade e tipos de carboidratos escolhidos. Todos os especialistas concordam que exageramos em alimentos que fazem a glicose e a insulina dispararem – arroz e massas refinadas, sobremesas e refrigerantes são exemplos. Só que, em vez de ir para o extremo (a low carb), o pulo do gato seria maneirar e substituir esses itens por versões boas do nutriente, como arroz e massas integrais, grãos, cereais e frutas.
É que elas são lotadas de fibras, substâncias que freiam a subida da glicose no sangue. “Isso, por si só, já altera o padrão de produção da insulina”, reforça o biólogo e nutricionista Geraldo Thedei, da Universidade de Uberaba (MG).
Há mais argumentos favoráveis às trocas, e não ao corte radical. “Alguns estudos demonstram que a dieta restrita em carboidratos, especialmente nesses ricos em fibras, modificam a diversidade de bactérias no intestino, o que predisporia a problemas inflamatórios, como alergias e doenças autoimunes”, diz Bruna.
Agora, para quem já recebeu o diagnóstico de diabetes tipo 2, a low carb pode até ser uma saída para domar a glicemia. O pesquisador Grant Brinkworth, da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation, na Austrália, viu essa faceta da dieta de perto. Em experiência com 115 diabéticos, metade seguiu uma alimentação com baixo teor de carboidratos (14% das necessidades calóricas diárias), enquanto outra parte focou na redução de gorduras. “Embora os dois grupos tenham perdido peso de forma similar, quem aderiu à low carb conseguiu controlar melhor a doença”, revela Brinkworth.
A nutricionista Maristela Strufaldi, da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), confirma que alguns pacientes se beneficiam bastante do método – quando bem-feito e individualizado. Contudo, ressalta que tanto a SBD como as organizações internacionais que atuam com esse público priorizam um cenário de equilíbrio nutricional, em que há, sim, espaço para os carboidratos. “Evitar o terrorismo nutricional é essencial para a adesão ao tratamento”, defende.
Caso você tenha chegado até aqui sem a certeza se a low carb é um bom investimento, tranquilo. No fim das contas, o melhor padrão alimentar é aquele factível de ser seguido. “E isso depende do perfil do paciente”, pondera Assed. O crucial é não embarcar em modismos sem a orientação de um profissional. Ele consegue avaliar, de forma global, se a dieta está valendo a pena. O primeiro erro é deixar isso só a critério da balança.

Cetogênica é outra coisa

Esse estilo de dieta é uma versão bem mais radical da low carb. Em geral, o consumo de carboidratos não passa de 10%. Já o de gordura chega a incríveis 90%. Nágila Damasceno avisa que tal cardápio só vale para situações muito específicas, como quadros de epilepsiaque não respondem a remédios.
Mas tem gente que anda recorrendo à dieta cetogênica para secar a barriga. Na visão de Geraldo Thedei, da Universidade de Uberaba (MG), é um verdadeiro disparate. “Há produção elevada de substâncias que mudam o pH do sangue. Isso traz riscos para o organismo”, alerta. Para completar, o menu é pobre em vitaminas, minerais, fibras… “Trata-se de uma deseducação alimentar”, crava Thedei.
Tem que malhar
Caso escute por aí que a low carb ajudou fulano a emagrecer 30, 40, 50 quilos sem atividade física, saiba: não há vantagem alguma nisso. “Exercício nunca é dispensável”, declara a nutricionista Isabella Vorccaro. “Inclusive, é um dos pilares da saúde”, acrescenta. Ocorre que, ao cortar os carboidratos, muita gente sente uma indisposição tremenda. Normal, pois o nutriente nos fornece energia. A solução, porém, não é parar de se mexer. Nem se entupir de cafeína. “Ela não produz energia. Só disfarça a fadiga”, aponta Gabriela Parise, nutricionista da RG Nutri. Fora que pegar pesado nos estimulantes pode acarretar danos depois.

O QUE PODE COMER

Os grupos alimentares abaixo dão uma ideia do que é o padrão low carb na prática
Café
Sem açúcar, tá? Chás e água com limão podem também.
Iogurte natural, ricota e cottage são opções.
Azeite
O óleo da azeitona tem gordura boa.
Carnes
De vaca, frango, peixe… Vale tudo.
De todos os tipos, à vontade.
Liberados em qualquer refeição.
Tubérculos
Batata-doce e inhame seriam os melhores.
Frutas com baixo índice glicêmico
Abacate, coco, morango e damasco fazem parte da lista.
Leguminosas
Grão-de-bico e lentilha, mas com muita moderação.
Verduras e legumes
Pode variar e investir sem medo.
Oleaginosas
Prove amêndoas, castanhas, nozes…

O QUE É MELHOR EVITAR

Os alimentos e grupos abaixo são contraindicados na dieta low carb
Leite desnatado
O ponto fraco é que não tem gordura.
Têm açúcar pra dar e vender.
Massas
Aposente macarrão, lasanha, nhoque…
Industrializados
Não são considerados comida de verdade.
Milho
Em qualquer receita, ele está vetado.
Pães
É o símbolo máximo do carboidrato, né?
Sucos de frutas
Tem que evitar os naturais e o néctar.
É bastante similar ao pão.
Refrigerante
Um verdadeiro poço de açúcar.
Frutas com alto índice glicêmico
Banana, melancia, manga, uva e abacaxi são exemplos.
Arroz branco
Nem o integral deve entrar no prato.
Tem menos fibras que os outros tubérculos.

Fonte: MSN
Link: http://universidade de São Paulo, carboidratos, low carb,gorduras

Correr- Quantas calorias eu gasto?

A estimativa do gasto calórico da corrida tornou-se comum entre os os corredores. E, de acordo com o fisiologista Turíbio Leite de Barros Neto, é um dos indicadores mais significativos da efetividade dos exercícios. Sua estimativa, quando feita com precisão adequada, fornece uma informação importante para a adequação da dieta, programas de perda de peso, além de quantificar a intensidade da atividade.
Turíbio explica que o princípio do cálculo do gasto calórico da corrida segue os padrões de referência da medida do consumo de oxigênio que acontece no exercício. Isso porque o dado do consumo de oxigênio representa a produção de energia, ou, em outras palavras, o gasto calórico. “Quando consumimos 1 litro de oxigênio para ‘queimar’ nossos substratos energéticos – principalmente gordura e carboidrato – produzimos cerca de 5 calorias”, explica o fisiologista.


Como calcular o gasto calórico da corrida

Para calcular o gasto calórico da corrida, existe uma fórmula simples que ajuda a chegar ao resultado usando as variáveis velocidade e peso corporal. Se preferir, use a calculadora para fazer a conta:
Gasto calórico em calorias por minuto = velocidade (em km/h) x peso (Kg) x 0,0175.
Por exemplo: um indivíduo de 78 kg, correndo à uma velocidade de 8 km/h, estará gastando: 8 x 78 x 0,0175 = 10,92 calorias por minuto. Uma corrida de 1 hora nesta velocidade terá portanto gastado 10,92 x 60 min = 637,2 calorias.
Turíbio ressalta que este cálculo é válido para a corrida no plano, uma vez que será alterado quando houver aclive ou declive em qualquer momento durante o percurso. “Para quem costuma percorrer uma certa distância em cada treino, o cálculo do tempo permite a estimativa da velocidade média desenvolvida e, assim, a consciência do gasto calórico conforme a fórmula acima”, completa o especialista.
Fonte: MSN

domingo, 25 de março de 2018

Dicas sobre o emagrecimento de Fátima Bernardes!

Após aparecer 7 kg mais magra, a apresentadora Fátima Bernardes, de 55 anos, contou em entrevista ao "GShow" o que a ajudou a conquistar a silhueta mais fina. Fátima afirma que aumentou a frequência de exercícios físicos, passando de três para seis vezes na semana, sendo divididos entre dois dias de aulas com um personal trainer e quatro de dança.
Além disso, a apresentadora revela que sua alimentação passou por algumas mudanças básicas, porém nada restritivo. "O que eu estou fazendo é comer de maneira equilibrada. Óbvio que de segunda a sexta-feira eu não estou comendo doce, mas aos fins de semana fico mais à vontade", completa.

Apesar de serem dicas comuns, não é tão simples colocar esses passos em prática. Por isso, abaixo listamos quatro formas eficazes para você diminuir o consumo do açúcar no dia a dia. Confira:

Priorize refeições em casa

Mesmo comendo em restaurantes que preparam a comida na hora, não é possível saber quais alimentos levam açúcar e em qual quantidade. Por isso, dê sempre preferência a comer em sua própria casa, onde você pode ter maior controle, principalmente quando você cozinha. "Não se esqueça de usar temperos naturais e buscar produtos o mais naturais possível", recomenda a nutricionista .

Evite alimentos processados

O gosto salgado dos alimentos processados, como a salsicha, esconde a quantidade exorbitante de açúcar que eles contêm. "A aparência atraente e brilhante se dá graças ao açúcar, que forma uma espécie de calda em volta deles", alerta a nutricionista . Segundo ela, o açúcar também é bastante usado como conservante de alimentos. Para parecerem mais saudáveis, portanto, alguns produtos que adotam a estratégia anunciam serem livres de conservante, como se o açúcar fosse apenas mais um ingrediente de sua composição. Por isso, leia atentamente os rótulos e não se deixe enganar pelas propagandas.

Corte refrigerante e sucos industrializados

"Abolir o refrigerante da alimentação é a primeira e mais eficiente medida para reduzir o consumo de açúcar", afirma a nutricionista.Segundo a profissional, beber uma latinha de refrigerante todos os dias resulta na ingestão de um quilo de açúcar no fim do mês. Também devem ser evitados sucos de caixinha, que, apesar do nome, tem mais conservantes, açúcar e corante do que suco, de fato. "Para matar a sede, nada melhor do que água, sucos naturais diluídos ou isotônicos, quando se estiver praticando exercícios", ela complementa.

Engane a vontade com chiclete sem açúcar

Se mesmo comendo uma fruta depois do almoço não foi possível matar a vontade de comer algo doce, faça mais uma tentativa mascando chiclete sem açúcar. O sabor e a mastigação acabam enganando o desejo em muitas pessoas. "Só não é recomendado mascar chiclete de estômago vazio, pois isso leva à produção de ácido gástrico no estômago que, se estiver vazio, pode desencadear uma gastrite", explica a nutricionista .
Coloque estas dicas em prática mais uma boa alimentação e exercícios que você também pode conseguir bons resultados!
Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 23 de março de 2018

Nhoque de cottage ao sugo

Opção para sexta feira santa para quem não gosta de peixe.

INGREDIENTES

  • 1 xícara de espinafre cozido e escorrido
  • 300 g de ricota passada na peneira
  • 60 g de queijo parmesão ralado
  • 3 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 1 ovo
  • Sal a gosto
  • Pimenta-do-reino a gosto

MODO DE PREPARO

  1. Afervente por aproximadamente 5 minutos, o espinafre com pitadas de sal, escorra-o e pique-o bem
  2. Junte ao espinafre picado a ricota já peneirada, o ovo, o queijo parmesão, a farinha de trigo, o sal e a pimenta-do-reino
  3. Misture tudo e amasse com as mãos, até obter uma massa uniforme e consistente
  4. Faça bolinhas médias e cozinhe-as em água fervente
  5. Retire-as quando elas subirem à superfície da água na panela
  6. Sirva com molho vermelho ou aquele de sua preferência.
Fonte: receitas de comida

Bacalhau light com grão de bico"

Receita especial para Páscoa!


Ingredientes:
- 1 kg de bacalhau dessalgado
- 500 gramas de grão de bico cozido al dente
- 3 tomates orgânicos em rodelas
- 1 cebola orgânica em rodelas
- Azeitonas pretas a gosto
- 200ml de azeite de oliva extravirgem

Modo de preparo:

1º - Em um refratário vá formando camadas com bacalhau, grão de bico, os tomates, as cebolas e as azeitonas

2º - Faça as camadas e depois regue com o azeite extravirgem, cubra com papel alumínio e leve ao forno por 30 minutos coberto

3º - Retire o papel e deixe gratinar por mais 10 minutos

4º - Sirva em seguida com arroz integral e salada de folhas

Fonte:Blog da TAEQ

segunda-feira, 19 de março de 2018

Páscoa- Como controlar um pouco as calorias nesta época?

Emagrecer sem resistir às tentações da Páscoa. Sonho? Não, pode ser realidade caso você queira de fato eliminar os quilinhos indesejáveis.
A Páscoa traz consigo um sentimento de harmonia e nos mostra que apesar de tudo há esperança. Podemos espalhar este conceito para todas as áreas de nossa vida, social, econômica, emocional. Enfim, sempre poderemos alcançar nossos objetivos se realmente quisermos. E não foge à regra a questão do emagrecimento. Para tudo deve haver um limite e, no que se refere à alimentação, essa é uma das leis: quantidade adequada de alimentos = uma boa saúde.
Um dos alimentos que não pode faltar na Páscoa é o tradicional chocolate. São muitas as maneiras que ele pode ser consumido. Ovos, bombons, ovinhos, em barra, seja como for, ele é bem comum entre nós, mas é preciso tomar cuidado com este alimento.
Rico em carboidratos e gorduras, o chocolate fornece muitas calorias. Para se ter uma idéia, uma barra pequena de chocolate ao leite (30g) fornece em média 170,40 kcal. Ou seja, quase 200 calorias numa sobremesa. Para quem quer emagrecer esse valor é muito alto.
Seria necessário para gastar 200 kcal, fazer 50 minutos de caminhada ou 50 minutos de ciclismo, tudo isso por causa de uma mísera barrinha de chocolate. Na Páscoa há quem devore meio ovo brincando. Agora imagine quantas horas de exercícios físicos não serão necessários para gastar tanta caloria.
Por isso, faça o seguinte: não deixe de comer o seu chocolate, mas prefira-o sem muitos cremes, doce de leite, avelãs, amêndoas, entre outros. E coma devagar e aos poucos, para que não haja um ganho de peso acentuado.

Não esqueçam que o chocolate diet não favorece o emagrecimento. Muitas pessoas acreditam que esse tipo de chocolate possui menos calorias e dessa forma é um bom substituto para o chocolate tradicional, mas isso não é verdade. O chocolate diet é isento de açúcar, mas possui grande quantidade de gordura e por isso não ajuda quem quer eliminar peso.
No tradicional almoço de Páscoa, faça preparações mais saudáveis com muita salada colorida, legumes, carne branca como peixe, frango ou aves. Outra dica importante é sempre dar preferência aos alimentos integrais que possuem mais nutrientes, como o arroz integral.
Pegando o embalo do peixe da Sexta-Feira Santa, vamos consumir mais este alimento lembrando de todos os seus nutrientes como vitamina B1, D, sódio, magnésio, proteínas, além de ácidos graxos ômegas 3 e 6 que são grandes combatentes de doença cardiovascular. Possuem ainda gordura insaturada que é o tipo de gordura que não aumenta o colesterol sangüíneo.
Para a sobremesa (se o chocolate não for suficiente), escolha uma preparação com frutas que será menos calórica, mais barata e muito mais saudável, rica em nutrientes: frutas frescas ou salada de frutas.

Comemore a sua Páscoa com a família, com os amigos e não perca o espírito de união, de fraternidade, faça um gesto carinhoso com quem você gosta: divida também o seu chocolate. Seus amigos e sua barriguinha agradecem.
Fonte: Mais Equilíbrio