quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

7 hábitos de alimentação que mantêm os japoneses magros e todos deveriam seguir

Além de serem conhecidos pela longevidade, os japoneses estão entre os cidadãos mais magros do mundo. Entre a população adulta, o índice de obesidade é de apenas 3,7%, considerado o mais baixo dos países desenvolvidos. Conheça os hábitos alimentares que mantêm os japoneses magros e que todos deveriam seguir:

Hábitos saudáveis dos japoneses

1. Os japoneses prezam pelo equilíbrio na hora de montar seus pratos garantindo refeições de alto valor nutricional. A dieta normalmente é baseada na combinação de vegetais, fontes de fibras e antioxidantes que trazem saciedade, regularização do intestino e proteção celular, arroz, rico em carboidratos que dão energia, além de peixes e soja, proteínas de boa qualidade.
2. O cardápio dos japoneses também é bastante variado, com preparações diversificadas, através de alimentos cozidos, ensopados, refogados, fritos, no vapor e cru, além de quantidades generosas e diferentes de frutas, legumes e verduras.
3. Culturalmente, adotam a moderação com uma técnica chamada hara hachi bunme, que consiste em parar de comer quando estiver 80% satisfeito e não até ficar com a barriga estufada. O hábito ajuda a evitar exageros porque, segundo estudos, o cérebro demora cerca de 20 minutos para registrar saciedade.
4. Os japoneses também comem menos ao servir seus alimentos em pequenas porções, garantindo não somente pratos visualmente mais harmoniosos, como também uma ingestão de comidas em menores quantidades.
5. A hora da refeição é encarada como uma verdadeira experiência alimentar: as refeições devem ser coloridas e agradáveis para proporcionar um momento de prazer e não somente de saciedade plena.
6. O Japão também é conhecido por praticamente banir pães e apostar no arroz cozido no vapor, até mesmo no café da manhã. Então, além das baixas taxas de obesidade, o país também apresenta níveis reduzidos de problemas de saúde relacionados à farinha branca e glúten, como alergias, por exemplo.
7. Apesar de criarem doces visualmente deslumbrantes, os japoneses raramente consomem opções como bolos, sorvetes e tortas como sobremesa. Depois das refeições, normalmente consomem frutas frescas, reservando o açúcar apenas para ocasiões especiais.
Fonte: Viva

Força de vontade, dieta e exercício físico NÃO é o suficiente para emagrecer

Cuidados com a alimentação, prática regular de exercícios, adoção de bons hábitos, disciplina e força de vontade são fundamentais para a perda de peso, mas existem diversos outros fatores que também influenciam no processo de emagrecimento e que não podem ser ignorados.


Fatores que influenciam na perda de peso:

A herança genética e o metabolismo individual influenciam diretamente na perda e no ganho de peso. Cada indivíduo nasce com uma tendência de corpo que, apesar de poder ser trabalhada, não pode ser desprezada.
Uma pessoa com predisposição a ser obesa e com familiares acima do peso dificilmente conseguirá ser muito magrinha, assim como alguém com silhueta mais fina desde a infância jamais poderá ficar muito malhado. O corpo pode – e deve – ser aprimorado, mas de forma natural, saudável e respeitando as limitações individuais.
É preciso ter em mente que um corpo em forma não deve ser um objetivo apenas estético, mas sim de harmonização da estrutura de cada um, levando sempre em consideração a estrutura corporal que você possui.
Problemas hormonais também podem atrapalhar o emagrecimento. Em desequilíbrio, os hormônios geram uma verdadeira bagunça no organismo, quadro que inevitavelmente interfere no peso. Realizar exames com frequência e, caso seja necessário, apostar em tratamentos, pode fazer grande diferença na luta contra os quilos extras.
Fatores emocionais, como depressão, estresse e ansiedade são outros pontos que merecem atenção. Eles promovem impacto no apetite, na relação com a comida e ainda interfere no sono. Quem dorme pouco, por exemplo, terá mais dificuldade para emagrecer, já que hormônios relacionados com a fome também são regulados de acordo com o descanso noturno.
Por fim, não ignore o avanço da idade. Se aos 20 anos emagrecer e definir eram tarefas bastante simples, que não exigiam grandes esforços, a partir dos 30 as coisas vão mudar naturalmente.
Além do início do surgimento de rugas e marcas de expressão, o envelhecimento dificulta a perda e o controle do peso, já que, além de alterações nos hábitos cotidianos comuns na maturidade, o metabolismo passa a ficar mais lento, deixando mais complicado o processo de eliminação dos quilos.
Ultrapassar os 30 ou 40 anos, no entanto, não significa o fim da capacidade de emagrecimento e mudança do corpo. Você precisará apenas se adequar a novos parâmetros e adotar medidas e planos mais focados de exercício e dieta que combinem com sua faixa etária.
Fonte: MSN