sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Alimentos que ajudam na prevenção do Alzeimer

A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que atinge pessoas geralmente com 65 anos ou mais. É a forma mais comum de demência que se manifesta como dificuldade em cognição, memória e raciocínio. O número de óbitos pela doença de Alzheimer vem aumentando nos últimos anos, o que coloca a doença entre as 10 maiores causas naturais de morte . Não existe uma cura conhecida. Mas o que é preciso saber é que a doença de Alzheimer não é uma parte normal do envelhecimento.

Ao contrário da crença popular, a doença de Alzheimer e doenças semelhantes não são “doenças comuns”. Elas ocorrem quando depósitos de proteínas anormais chegam ao cérebro, dificultando a comunicação intercelular e causando a morte neuronal. À medida que as células morrem, o cérebro encolhe e o funcionamento adequado torna-se impossível. A causa da doença de Alzheimer é desconhecida, mas geralmente está ligada a fatores genéticos.
Uma vez que a placa de proteínas começa a se formar, seus efeitos sobre o cérebro se agravam ao longo do tempo. Os fatores de risco incluem:
  • Idade
  • Diabetes
  • Síndrome de Down
  • Colesterol LDL cronicamente elevado
  • Doenças cardiovasculares e hipertensão
  • Genética
  • Ferimento na cabeça
  • Obesidade
  • Fumar cigarros
Embora não haja uma causa aparente para o Alzheimer, existem formas de diminuir o risco e aliviar os sintomas da doença de Alzheimer  através do estilo de vida e da dieta. Aqui está o que você precisa para comer para manter o seu cérebro na melhor forma.

Feijões e outros grãos para combater o Alzheimer

Feijões e outros grãos são bons para o coração e para o cérebro. Pesquisadores sugerem comer feijão pelo menos três vezes por semana para ajudar a reduzir o risco da doença de Alzheimer. O perfil nutricional fibras e proteínas altas ajuda a diminuir o declínio cognitivo e até reduzir sua incidência

Frutas vermelhas como alimentos contra o Alzheimer

Frutas vermelhas contém antioxidantes anti-inflamatórios (principalmente antocianina e ácido gálico). Rico também nas vitaminas C e K, as frutas vermelhas demonstraram melhorar a memória, sinalizando neurônios cerebrais nas áreas do cérebro relacionadas ao armazenamento de memória. Além disso, o ácido gálico reduz o dano neural e melhora a função cognitiva ao reduzir o estresse oxidativo. Além disso, a antocianina regula a glicemia, com implicações para o diabetes (um fator de risco para o Alzheimer) e alivia a depressão.

Cacau para combater o Alzheimer

Existem muitos antioxidantes no cacau cru, um dos quais é resveratrol, que também é encontrado no chá preto, framboesas e uvas escuras. Um fator contribuinte para a neurodegeneração é a inflamação no cérebro que enfraquece a barreira hematoencefálica. O resveratrol no cacau melhora a circulação e é anti-inflamatório. Parece regular a resposta imune do cérebro de fora do cérebro, fortalecendo a barreira hematoencefálica, impedindo que proteínas prejudiciais se infiltrem no cérebro.

Óleo de coco contra o Alzheimer

A glicose é a principal fonte de combustível do cérebro. O Alzheimer, no entanto, afeta a capacidade do cérebro de usar glicose. Seu corpo cria cetonas à medida que queima gordura por energia. É a segunda comida favorita do seu cérebro. Em virtude da sua composição química, a ingestão de óleo de coco facilita a produção de cetona. O cérebro pode então usar imediatamente a energia fornecida por cetonas, melhorando imediatamente a função cognitiva e a memória.

Peixes gordurosos contra o Alzheimer

As sardinhas, o salmão selvagem, a cavala e o atum são ricos em ácidos graxos ômega-3. DHA (ácido docosahexaenóico), que é uma gordura omega-3 essencial para a saúde cerebral, pois compõe noventa e sete por cento da gordura do cérebro. Uma das conseqüências de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer é a crescente dificuldade do cérebro em manter um conteúdo de gordura adequado. Reabastecer seus estoques com peixes selvagens ajuda a reduzir a taxa de declínio cognitivo, melhorar a memória e promover a saúde neuronal. Esse ácido graxo também reduz a inflamação e melhora a circulação sanguínea.

Folhas verdes na prevenção do Alzheimer

Os vegetais como o espinafre, a couve, a mostarda, e a acelga são carregados com nutrição: vitaminas, minerais, antioxidantes e outros fitoquímicos que apoiam o cérebro. Uma nota especial é a sua riqueza em vitamina K, que podem ajudar a manter o cérebro saudável para preservar o funcionamento. Vegetais cruciferos como brócolis, couve-flor, repolho, e couves de Bruxelas também estão associados a taxas mais baixas de declínio cognitivo. Coma pelo menos duas porções por semana; seis ou mais porções por semana destes vegetais são ainda melhores.

Oleaginosas no combate ao Alzheimer

Oleaginosas de todos os tipos contém gorduras saudáveis, fibras, antioxidantes e proteínas que promovem a saúde do cérebro. As quatro oleaginosas mais conhecidas para a saúde cerebral:
Nozes: contêm altas quantidades de DHA e demonstraram prevenir ou melhorar o declínio cognitivo e melhorar o desempenho cognitivo.
Amêndoas e avelãs: estas contém grandes reservas de vitamina E. A maioria das pessoas não recebe o suficiente dessa vitamina em suas dietas. Há uma correlação distinta entre altos níveis plasmáticos de vitamina E e um risco diminuído para o Alzheimer.
Amendoim: são carregadas com niacina (vitamina B3) e a pesquisa encontrou um vínculo entre deficiência de niacina e maior incidência de confusão mental, declínio cognitivo e demência. Quanto maior a ingestão dietética de niacina, menor o risco de Alzheimer e o declínio cognitivo relacionado à idade. Além disso, a niacina é instrumental na regulação do colesterol, um fator significativo no risco de Alzheimer.
Coma um punhado das oleaginosas de sua escolha pelo menos cinco vezes por semana.

Azeite de oliva para prevenir o Alzheimer

O cérebro usa gorduras como combustível. O azeite de oliva virgem extra é especialmente nutritivo para o cérebro, pois contém uma substância que é um profundo e eficiente anti-inflamatório. Esta substância promove a produção de certas proteínas e enzimas que ajudam a quebrar a placa cerebral encontrada com a doença de Alzheimer.

Vinho tinto contra o Alzheimer

O resveratrol é o pigmento antioxidante escuro que torna as uvas vermelhas. As pesquisas sobre o efeito do resveratrol em pessoas com Alzheimer leve a moderado encontrou a progressão da doença paralisada com suplementação de resveratrol a longo prazo. O mecanismo pelo qual isso ocorre é pensado como sendo a ativação do resveratrol de uma proteína que tem uma relação inversa com um dos marcadores de uma barreira hematoencefálica enfraquecida

Grãos integrais na dieta contra o Alzheimer

Estes são ricos em fibras. A fibra é importante para ajudar o corpo a se livrar de toxinas e outros resíduos. As camadas externas dos grãos também contêm antioxidantes e outros nutrientes. O trigo integral orgânico, milho, aveia, cevada, quinoa, amaranto e outros cereais são recomendados para uma dieta contra o Alzheimer. Combinar grãos integrais com uma fruta ou vegetal cria uma sinergia que traz o melhor de ambos.
O exercício regular, o sono adequado e o cérebro adequado ajudam a manter suas sinapses funcionando vão ajudar a manter sua memória intacta.
Fonte: Saúde Melhor

Quais os tipos de chá que ajudam na digestão e refluxo?

A fitoterapia é uma forma de tratamento natural que já existe há milênios. São remédios baseados em ervas e plantas, já usados pelos nossos antepassados, com o mínimo de processamento possível. Para quem precisa ter uma digestão mais lenta, de forma a aproveitar melhor os nutrientes dos alimentos, e se sentir saciado por mais tempo, algumas ervas podem ajudar nesse trabalho, principalmente em chás saudáveis e deliciosos para se tomar durante o dia.
Caso os sintomas persistirem ou houve alteração nos sintomas, não deixe de visitar um médico para receber orientação adequada. Distúrbios digestivos mais graves, incluindo refluxo, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, úlceras pépticas ou infecções parasitárias, requerem a ajuda de um profissional qualificado para garantir a segurança e sucesso de qualquer tratamento.

Remédio caseiro para digestão lenta: chá de hortelã
O hortelã atua como um relaxante muscular no trato digestivo. Ao atuar no trato digestivo dessa forma, ele fornece o alívio para a síndrome do intestino irritável, acalma espasmos digestivos, alivia gases, reduz dores e desconforto.
O sabor e o aroma do chá de hortelã adicionam mais efeitos calmantes sobre a digestão. Você pode até usá-lo no lugar da sobremesa. Sua doçura natural é uma ótima maneira de terminar a refeição da noite, e não tem reações adversas. Todo esse efeito calmante ajuda no funcionamento mais lento e eficiente do sistema digestivo.
O hortelã é geralmente bem tolerada em doses pequenas, mas muito de hortelã-pimenta com pode ter efeitos adversos. Especialmente se você sofre de pedras nos rins, hérnia hiatal, ou refluxo gastrointestinal, considere conversar com seu médico antes do consumo do chá de hortelã.
Remédio caseiro para má digestão: chá de camomila
É um remédio muito popular para problemas digestivos, usado até mesmo em recém-nascidos para ajudar a aliviar a cólica relacionada com intolerância à lactose. Estudos científicos indicam que a camomila tem um efeito ansiolítico, juntamente com propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, eficientes no tratamento do desconforto do trato intestinal.
Embora seja considerado segura e geralmente bem tolerada, a camomila pode causar reações alérgicas em pessoas com sensibilidade para as famílias da cebola, aipo, e girassol.
Digestão lenta com erva cidreira, valeriana, e alecrim
Erva-cidreira é um membro da família do hortelã, usada durante séculos para aliviar a dispepsia, espasmos, gases, e para acalmar o sistema digestivo. O alecrim e a valeriana tem efeitos semelhantes.
Estas plantas geralmente reduzem os sintomas de desequilíbrio digestivo sem efeitos colaterais, quando usadas em chás, e podem ser combinadas. Como ajudam a fazer o sistema funcionar corretamente, a velocidade da digestão é regulada, evitando problemas como arroto, gases, e refluxo.
Funcho (erva doce) para melhor digestão
As folhas desta planta são amplamente utilizadas no Mediterrâneo e partes do centro-leste do mundo. Preparações de chá com sementes de erva-doce e folhas podem não só ajudar, mas evitar azia, gases, inchaço e constipação. Pode, também promover a secreção de enzimas digestivas para diminuição do apetite. É um chá bem seguro, e raramente causa efeitos colaterais ou reações alérgicas. Também é usado para crianças com cólica.
Chá de gengibre
A raiz do gengibre já é usada há milhares de anos no tratamento de problemas digestivos, reduzir náuseas e vômitos, e fortalecendo o estômago e intestino. Os componentes ativos do gengibre ainda contribuem para proteger o organismo contra úlceras, oxidação, doenças, e excesso de secreções gástricas.
Fonte: Melhor Saúde