domingo, 29 de outubro de 2017

Mitos sobre alimentos!

Ovo faz mal! Não pode comer glúten! Fuja do leite! A área da nutrição vira e mexe se rende a modas ou exageros que, no fim das contas, só prejudicam a busca por uma alimentação saudável. Mas chega de radicalismo!

SAÚDE caçou sete mitos pra lá de disseminados e os quebrou um por um. Mas, antes de avançar, vale dar um aviso: há muitas outras armadilhas nesse sentido. E a regra de ouro para não cair nelas é segurar o ímpeto inicial e, a partir daí, buscar orientação de fontes confiáveis.
Sem mais delongas, vamos aos mitos que prejudicam a alimentação:

1) Leite faz mal

A moda do momento é destroçar esse alimento, culpando-o do crime de provocar doenças cardiovasculares e neurológicas. Não caia nessa.
Claro, quem é intolerante à lactose ou alérgico à proteína do leite deve tomar cuidado com ele e seus derivados. Mas a verdade é que as pesquisas científicas, em sua maioria, votam a favor da inclusão desse alimento na dieta da população em geral.
Para começar, um copo de leite oferece cerca de 250 miligramas de cálcio, um quarto do que você precisa para o dia todo. Seus competidores nem chegam perto dessa concentração. Em 100 gramas de brócolis cozido, há 46 miligramas.
Isso ganha importância quando descobrimos que os brasileiros ingerem pouco desse nutriente por dia (por volta de 400 miligramas, quando deveriam consumir mil). O déficit de cálcio é associado à osteoporose, uma doença que favorece fraturas perigosas.
Como se fosse pouco, o leite possui proteínas, fósforo e gorduras saudáveis. Já existem indícios de que o integral, que domina 70% do mercado brasileiro, auxilia a afugentar males cardiovasculares. Em experimento da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, fãs dessa versão eram menos propensos a encarar o diabetes tipo 2.
Agora, para quem já tem a doença, aí vale repensar o teor de gordura da dieta como um todo. Ainda assim, não há razão para abolir o leite. Gente acima do peso ou que já possui uma dieta gordurosa pode considerar e versão semidesnatada, por exemplo.
Convém ainda falar de uma acusação que pairava sobre o leite: a de que ele causa câncer por causa dos hormônios da vaca que passam para a bebida. Sim, essas substâncias de fato chegam ao líquido branco. Mas levantamentos mostraram que elas não são absorvidas no nosso organismo. Tanto que o Fundo Mundial de Pesquisa em Câncer conclui que a conexão entre o leite e essa doença é limitada.
Se por motivos filosóficos você não deseja beber leite, tem todo direito. Só não vale confundir as bolas entre ideologia e saúde.

2) Aquecer o azeite faz com que ele se torne prejudicial

Tem quem fale que, em altas temperaturas, as gorduras benéficas do azeite se convertem em substâncias perigosas. Mas – ainda bem! – isso não acontece nas nossas cozinhas, segundo trabalhos da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo.
É que, para os compostos do azeite se converterem para o lado negro da força, eles precisariam ser submetidos a um calor muito intenso, e por um tempo prolongado, o que não ocorre durante os preparos caseiros.
Por outro lado, durante processos como a fritura, parte dos antioxidantes do azeite se perde. Contudo, vale ressaltar que também não é tanto assim. Uma revisão feita pela Associação Brasileira de revelou que não mais do que 20% dos antioxidantes presentes nesse óleo se perdem quando ele é submetidos a altas temperaturas.
Ou seja, dá para colocá-lo na panela e, ainda assim, aproveitar boa parte de seus benefícios à saúde. Aí é uma questão de ver se vale a pena para o bolso tomar essa atitude – ou se é melhor reservar a nobreza do azeite para o final dos preparos ou para a salada.

3) Comer ovo faz o colesterol disparar

O ovo fornece, sim, colesterol – a maioria está concentrada na gema. Mas, hoje, sabemos que só um terço do colesterol ingerido pela comida é, de fato, absorvido pelo organismo. E, pra melhorar, o alimento em questão contém substâncias que bloqueiam a chegada dessa partícula no sangue.
Já há inclusive estudos sugerindo que incluir o ovo no dia a dia elevaria até um pouquinho do HDL, apelidado de colesterol bom. Ou seja, ele seria benéfico para o coração, uma vez que reforçaria a presença dessa fração que trabalha pela limpeza dos vasos.
Em resumo, não é preciso abrir mão dessa delícia para ficar com as taxas em dia. Mas, se o seu colesterol está lá nas alturas, pergunte ao profissional de saúde quantas unidades comer por semana. Ele vai considerar todos os fatores de risco cardiovascular antes de indicar a porção segura – bem como outros elementos da dieta.

4) Cozinhar os alimentos sempre reduz seu teor de nutrientes

Verdade que, de modo geral, o calor afeta a concentração de fibras e certas vitaminas nos vegetais. Mas tenha em mente que o cozimento é indispensável para que nosso corpo consiga absorver outras substâncias importantes à saúde.
Alguns antioxidantes, como o licopeno e o betacaroteno, ficam mais biodisponíveis quando passam pelo processo de cocção. E exemplos não faltam.
O tomate, para citar um, é repleto do tal licopeno – que ajuda a afastar o câncer, diga-se de passagem. Mas, cru, só 13% dessa substância fica disponível. Já no molho, o índice vai para 70%. Abóbora e cenoura, dois redutos de betacarotenos, seguem a mesma linha.
Há ainda casos em que a versão crua de um alimento atrapalha a absorção dos nutrientes de seus companheiros. E aqui citamos o espinafre. Sem passar pelo fogo, ele solta uma boa dose de oxalato no prato, molécula que barra a entrada de certas substâncias benéficas no organismo.
Mas atenção: como já dissemos, não dá pra negar que principalmente frutas e folhas e hortaliças verdes são mais nutritivas quando ingeridas do jeito que vêm ao mundo. A principal perda com o cozimento é a das fibras, que amolecem com o calor.
O jeito é intercalar os preparos. Até porque aí o cardápio fica bem mais saboroso.

5) Néctar, refresco e suco são a mesma coisa

Não são nem de perto! O suco mesmo é feito 100% de fruta e não tem adição de açúcar artificial, mesmo que esteja dentro da caixinha. Como eles nada mais são do que o sumo de laranja, abacaxi, tangerina ou companhia, de fato vão concentrar mais calorias e menos fibras do que a fruta in natura.
Contudo, dentro de uma alimentação equilibrada, são considerados saudáveis por ofertarem vitaminas e minerais. E não precisam ser banidos por quem deseja emagrecer.
O néctar é outra história. Ele possui de 30 a 50% da polpa da fruta. E o resto? Água, saborizantes, corante… e muito açúcar adicionado. Pra ter ideia, tem néctar mais adocicado que refrigerante. Pare de olhar para as calorias do rótulo e foque nos ingredientes que você mesmo vai ver.
O refresco, então, nem se fala. Ele tem menos polpa que o néctar e mais açúcar – sendo bem sincero, sua contribuição para a nutrição do corpo é praticamente nula.
Uma dica no mercado: suspeite das palavras “néctar” e “refresco” e valorize o termo “integral”.

6) Trocar sal comum pelo gourmet baixa a pressão

Profissionais do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC) resolveram analisar a fundo o sal rosa e companhia para descobrir se a diferença deles para a versão comum vai além do sabor. E os resultados decepcionaram.
Apesar do senso comum dizer o contrário, a presença de sódio nas versões gourmet é praticamente idêntica à do sal normal. E é esse o nutriente que, em excesso, faz a pressão disparar, aumentando o risco de hipertensão. Ou seja, não importa o tipo, maneire nas pitadas.
E mais: nesse mesmo trabalho da FoRC, notou-se que a presença de substâncias benéficas nos diferentes tipos de sal gourmet está longe de ser considerável. Sim, eles têm mais minerais, porque não passam pelo refinamento. Só que em hipótese alguma podem ser considerados fontes desses micronutrientes.
Vamos exemplificar com o sal rosa: dá mesmo para afirmar que ele possui quatro vezes mais cálcio do que o refinado. Mas, no fim das contas, os dois tipos oferecem poucas doses do mineral. Veja: 5 gramas do tempero gourmet (o indicado para um dia todo) concentram 8 miligramas de cálcio, sendo que a recomendação é consumir 1 000 miligramas do nutriente diariamente. Ou seja, é um baita exagero defender que esses sais ajudariam na prevenção da osteoporose, como se ouve por aí.

7) Cortar o glúten do dia a dia traz vantagens

O número de adeptos do regime glúten-free triplicou de 2009 para cá, de acordo com uma pesquisa da Escola Médica Rutgers New Jersey, nos Estados Unidos. Em boa parte, a moda ganhou força após celebridades anunciarem que pararam de ingerir a proteína do trigo, da cevada e do centeio, principalmente para emagrecer (mas também sob a alegação de ganhar saúde).
Porém, passados anos do início dessa febre, começam a pintar evidências de que eliminar pães e bolos sem motivo aparente ou orientação médica não é lá uma boa ideia. Pelo contrário.
Um indicativo contundente do revés vem da americana Universidade Harvard. Foram analisadas informações de quase 200 mil indivíduos, acompanhados durante três décadas. Aqueles que consumiam pouco (ou nenhum) glúten por dia apresentavam um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Já outros artigos atestam a segurança dos produtos com glúten. Um vindo da Universidade Colúmbia, também nos Estados Unidos, não encontrou relação entre a ingestão da proteína e o aumento nas taxas de infarto e AVC.
Aliás, o consumo moderado de suas fontes estava ligado a uma menor probabilidade de encarar esses males. E não é que o glúten esteja por trás dos benefícios – possivelmente, os alimentos que o contém não raro são ricos em grãos integrais, que oferecem proteção cardiovascular.
Além disso, trigo, centeio e cevada carregam vitaminas e fibras, estas essenciais para manter o equilíbrio da microbiota, o conjunto de bactérias que vivem em nosso sistema digestivo. Em resumo, elas servem de alimento para esses micro-organismos e impedem a absorção excessiva de gorduras e açúcares
Um adendo preocupante envolve o fato de que mercadorias sem glúten podem ser mais calóricas. A constatação veio do Instituto de Investigação Sanitária La Fe, na Espanha, que vasculhou 1 300 rótulos. Explica-se: a falta da proteína afeta a maciez e a elasticidade das massas. Daí, para compensar e acertar o ponto da receita, os fabricantes adicionam gordura.
Mas como os famosos emagreciam, então? Ao excluir fontes de glúten, faziam uma restrição severa de carboidratos, nossa principal fonte de calorias.
Ainda assim, temos de ressaltar a importância das dietas sem glúten para pessoas com doença celíaca ou sensibilidade não celíaca. Nesses quadros, retirar essa proteína do cardápio realmente melhora muito a vida das pessoas – e é ótimo termos cada vez mais opções assim no mercado. O que não dá é abolir esse nutriente sem necessidade ou recomendação do doutor.
Fonte:MSN

Fibromialgia- É bom fazer exercícios?

Logo que recebeu o diagnóstico de fibromialgia, Ângela Andrade, de 53 anos, não titubeou: seguiu as recomendações e deu um jeito de incluir os exercícios na agenda. Passou por alguns treinos na academia. Não se entusiasmou. Tentou a natação, mas pulou fora da piscina rápido. O medo da água foi mais forte. Persistente, descobriu-se na dança de salão, que pratica, feliz da vida, há quatro anos.

Desde então, o pilates também faz parte de sua rotina. “Se ela fica algum tempo sem as aulas, as dores ressurgem, assim como a insônia e a irritabilidade”, nota o educador físico Bruno Gion Cerazi, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, que, confessa, deu um empurrãozinho para que sua mãe deixasse o sedentarismo de lado.
A prática regular de atividade física é uma das estratégias mais eficazes para controlar sintomas típicos da síndrome, como a dor que se espalha por diferentes partes do corpo, a fadiga e o sono ruim. E uma novíssima revisão de estudos, realizada pelo centro de análises de pesquisas Cochrane, vem chancelar essa indicação.
Os cientistas esmiuçaram 13 trabalhos que, ao todo, envolveram 839 pacientes. E focaram no tipo de exercício mais democrático de todos, o aeróbico. Falamos de caminhada, corrida, ciclismo, natação, hidroginástica, dança, entre outros. Concluíram que movimentar o corpo diminui a rigidez, melhora o condicionamento e o ânimo e — olha que maravilha! — reduz as dores. Um remédio e tanto para a qualidade de vida.
De onde vêm esses efeitos terapêuticos? A atividade física incentiva a liberação de substâncias do próprio organismo que agem como analgésicos naturais, caso das endorfinas. Isso colabora inclusive para melhorar as noites de sono. “Os exercícios também realocam as fibras nervosas envolvidas na sensação de dor.
Ou seja, fazem com que elas passem a desempenhar outras funções, como transferir informações sobre o equilíbrio, o tato ou a temperatura do ambiente, o que diminui o tráfego de impulsos dolorosos para o cérebro”, explica o reumatologista Roberto Heymann, da Universidade Federal de São Paulo. É para suar a camisa ou não é?
Não é de hoje que a atividade física exerce papel de destaque frente à fibromialgia, condição que acomete cerca de 5 milhões de brasileiros. No século passado, médicos já observavam que o sedentarismo piorava as dores e suas outras manifestações.
Ocorre que, mesmo atualmente, com a crescente comprovação e disseminação de que as práticas esportivas fazem um bem danado, tem gente achando que a síndrome não passa de uma invenção da cabeça — e isso tem a ver com o fato de ela ainda estar cercada de mistérios, não totalmente decifrados.
Resumindo, o que sabemos é que a fibromialgia é fruto de uma falha no funcionamento das fibras que transmitem a dor. O sistema nervoso de quem tem a condição é extremamente sensível — daí a sensação dolorosa sem motivo aparente. Tem mais uma peça nessa história, um desequilíbrio bioquímico lá no cérebro. Em função disso, a tendência é que neurotransmissores associados ao bem-estar e ao controle da dor, como a serotonina e a dopamina, estejam em baixa. E aqueles que favorecem o desconforto, adivinhe, fiquem em alta.
Todo esse desarranjo nervoso está por trás do sofrimento físico e psíquico. Não existe, portanto, “doente imaginário” por aqui. A população feminina pena bem mais com o perrengue: estima-se que são sete mulheres afetadas para cada homem, sendo a faixa etária mais prevalente entre 30 e 50 anos. Não se crava uma explicação definitiva para essa desproporção, mas se desconfia de que fatores genéticos e hormonais sejam os responsáveis.
“Além da dor difusa, pacientes relatam fadiga, problemas de sono, déficits de memória e concentração e até intestino irritável”, enumera a anestesiologista Alexandra Raffaini, da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor. A depressão também é comum e chega a agravar os suplícios físicos. Não à toa, o uso de medicamentos antidepressivos faz parte do tratamento na maioria dos casos.
Remédios, porém, não operam milagres sozinhos. Por isso, o fisioterapeuta Maurício Garcia, do Instituto Cohen de Ortopedia, na capital paulista, e outros especialistas ressaltam a importância de uma abordagem multidisciplinar, que envolva psicoterapia e um trabalho físico. “Deve-se tentar reduzir a ansiedade produzida pela doença, explicando ao paciente e à sua família que, embora a dor seja intensa e real, não há lesão nas articulações”, diz Garcia.

Suave, suave… e sempre

Os exercícios compõem o plano terapêutico contra a fibromialgia, mas, para tanto, devem constar no receituário médico e, se possível, contar com supervisão profissional. O primeiro passo é convencer uma pessoa que já está sofrendo com dor e cansaço de que mexer o esqueleto não vai piorar as coisas — pelo contrário!
“Quando há consciência de que o combate ao sedentarismo pode servir como base do tratamento, vêm o esforço e a persistência”, defende o reumatologista Diogo Souza Domiciano, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
A palavra-chave no começo dos treinos é calma. “Dependendo do grau de condicionamento, o início pode desencadear desconfortos. Por isso, uma boa orientação durante a prática é bem-vinda”, sinaliza Domiciano. Respeitar os limites e não pegar pesado é outra lei para evitar lesões. Assim como fez a dona Ângela, o ideal é buscar a atividade que mais lhe agrada. Vale pedalar, nadar, caminhar no parque… Os benefícios vêm de brinde.
O educador físico Bruno Cerazi lembra: “Para ter sucesso, é preciso saber aonde se quer chegar, criar objetivos”. Outro ensinamento do professor é estabelecer uma rotina para treinar, se alimentar e dormir. Já não faltam estudos atestando que incorporar os exercícios ao cotidiano silencia as dores e desperta a qualidade de vida. Com força de vontade e uma dose de suor, fica mais fácil chegar ao tão sonhado alívio.

Os benefícios de caminhada, natação e companhia

Menos dor
Em seis semanas dá pra notar esse efeito. Um dos motivos é que a atividade física estimula a produção dos nossos analgésicos naturais.
Mais disposição
Quem se mexe tem ânimo e condicionamento para situações corriqueiras como subir escadas ou brincar com as crianças.
Menos rigidez
Os exercícios contribuem com a flexibilidade, diminuindo a rigidez muscular e as contraturas, sobretudo pela manhã.
Menos fadiga
Treinos aeróbicos trabalham a respiração e o sistema cardiovascular, deixando o organismo mais tolerante aos esforços.
Mais bem-estar
O aumento na oferta de neurotransmissores associados ao prazer melhora o humor e a autoestima, espantando a deprê.

Quais atividades fazer?

Aeróbicas 
Pedalar, caminhar, trotar… Fazer um exercício aeróbico três vezes por semana ajuda a manter o peso e a liberar nossos analgésicos naturais.
Musculação
Já há provas de que treinos de resistência, com orientação e sem sobrecargas, melhoram a situação. Duas vezes por semana estariam
de bom tamanho.
Pilates
O método trabalha a boa postura, a flexibilidade, o equilíbrio e a respiração. Só é preciso respeitar os limites do corpo, por favor.
Na água
Os exercícios no meio líquido são bacanas por absorver o impacto. Natação ou hidroginástica ainda favorecem a manutenção do controle das dores.
Alongamento
Embora não existam tantos estudos sobre essa técnica no tratamento da fibromialgia, há indícios de que ajudam a contornar a rigidez.

As bases do tratamento contra a fibromialgia

Remédios
Antidepressivos e neuromoduladores são os mais usados, já que auxiliam a regular os neurotransmissores.
Psicoterapia
A linha cognitivo-comportamental ajuda bastante, pois coloca o indivíduo como parte ativa do tratamento.
Fisioterapia
Algumas técnicas e recursos diminuem a dor, a fadiga e a rigidez. A correção da postura também colabora.
Terapias complementares
Há pistas de que acupuntura, meditação e massagem somam forças ao controle dos sintomas físicos e psicológicos.
Fonte:MSN