domingo, 15 de outubro de 2017

Sintomas de infarto

Se por um lado as dores no peito nem sempre apontam para um infarto, outros sintomas que parecem banais podem ser os sinais iniciais da condição mais grave. Saiba quais são alguns dos sintomas que você pode não conhecer como indício de que está sofrendo um infarto:
  • Dores nas costas
  • Suor frio
  • Náuseas e vômitos
  • Queimação no estômago sem relação com alimentos.
  • Cansaço excessivo
  • Falta de ar
  • Incômodo no peito que aparece após a prática de exercícios e desaparece ao descansar
  • Dor no peito que se irradia para o pescoço ou para os braços
  • Fonte:MSN
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Excesso de atividade física pode provocar infarto e até derrame: qual é o limite?

Em excesso, até mesmo os alimentos mais naturais e os hábitos considerados mais saudáveis podem significar riscos à saúde. Uma prova da ideia vem de uma pesquisa alemãque descobriu que fazer exercícios intensos além da medida pode provocar infarto, acidente vascular cerebral (AVC), arritmia e até derrame.

Exercício demais pode fazer mal ao coração

Para chegarem à conclusão, cientistas do Centro de Estudo Alemão de Câncer mediram ao longo de dez anos a frequência e a intensidade de atividades físicas de mais de 1 mil pessoas com doença arterial coronariana cardíaca estável, além da taxa de mortalidade dos participantes.
Com idade média de 60 anos, todos os voluntários do trabalho científico participaram de um programa de reabilitação cardíaca que contava com a prática regular de exercícios físicas. Entre os participantes, 30% faziam atividades menos de duas vezes por semana, 40% se exercitavam entre duas e quatro vezes, e 30% mais que quatro vezes no mesmo período.
Os estudiosos descobriram que os participantes que apostavam em atividades físicas intensas mais de quatro vezes por semana tinham duas vezes mais probabilidade de morrer de ataque cardíaco ou derrame do que aqueles que se exercitavam menos.
A pesquisa também analisou os dados de pessoas sedentárias e avaliaram que deixar de praticar exercícios tampouco é recomendável. Segundo as análises, quem não fazia nenhuma atividade tinha quatro vezes mais chances de morrer de quaisquer causas do que indivíduos fisicamente ativos, com riscos até duas vezes superiores de ataque cardíaco ou derrame.
A conclusão, de acordo com os cientistas, é que a prática de exercícios ainda é bem melhor do que o sedentarismo, mas que ela deve ter uma quantidade estabelecida através de orientação médica e acompanhamento de um instrutor físico, especialmente para pacientes com problemas no coração.
Fonte:MSN