segunda-feira, 17 de julho de 2017

Diverticulite- conheça tudo sobre este assunto!

A diverticulite é uma inflamação da parede interna do intestino,geralmente no intestino grosso. A doença se caracteriza pelas dores abdominais, saliências no abdômen e dificuldades em ir no banheiro.  Esse processo inflamatório é resultante de formação de hérnias das glândulas presentes no intestino, apesar de também em qualquer local do trato digestivo.
A diverticulite é uma doença silenciosa e assintomática no início. A medida que o processo inflamatório chega a estágios mais preocupantes os sintomas começam a aparecer vagarosamente podendo resultar em crises de dor. A avaliação dos sintomas é fator importante para ajudar no diagnóstico. Saiba aqui o necessário para saber se você possui essa doença e o que deve ser feito para tratar adequadamente.

SINTOMAS DA DIVERTICULITE

  • Sensibilidade na parte esquerda do abdômen
  • Inchaço do abdômen
  • Febre
  • Dores abaixo do umbigo
  • Dor no lado esquerdo da barriga
  • Calafrios
  • Náusea
  • Vômito
  • Gases
  • Falta de apetite, sensação de saciedade
  • Alimentação pobre
  • Dificuldades de ir ao banheiro (prisão de ventre)
  • Sangue nas fezes
  • Dores na parte inferior
  • CAUSAS DA DIVERTICULITE

    Embora não tenham comprovações científicas de todas as possíveis causas da diverticulite acredita-se que a explicação mais provável é  uma alimentação desregulada e pobre em fibras, estas favoreceriam o desregulamento de glândulas do intestino e a a formação de hérnias.
  • Doutores como o conhecido Dráuzio Varella explicam essa relação. Para ele, por meio do site, diz que o intestino grosso é cheio de glândulas que produzem muco que protege o intestino contra corpos estranhos.
    Neste mesmo local ficam importantes enzimas que atuam na digestão e produção de anticorpos. A mucosa do intestino grosso é irrigada por muitos vasos sanguíneos que atravessam o músculo em uma fina camada de pele, essa transferência cria uma região de fragilidade. Ali há uma passagem.
    Em alguns casos as veias que cortam o músculo podem criar uma hérnia do tamanho de uma ponta de dedão (o que é nomeado de divertículo). Como há uma passagem do intestino para esse divertículo ( bolsa) fezes acabam acumulando criando um reduto de impurezas. Sendo assim, a região torna-se propícia a infecções desde pequenas à graves e então é que começam os sintomas da diverticulite.
    Estes divertículos podem se formar em mais de uma região do intestino ou do sistema digestivo como um todo. Quando essas “bolsas internas” não inflamam é um caso de diverticulose. Mas se inflamarem, passam a se enquadrar como um caso de diverticulite.
    Acredita-se  que a obesidade, maus hábitos alimentares e a prática do tabagismo deixam o corpo mais vulnerável ao desenvolvimento da diverticulite. Afinal, as substâncias e alimentos que ingerimos mudam os aspectos e substâncias nas fezes que, no caso da diverticulite, ficam presos nos divertículos.  Uma dieta com alta toxidade coloca faz com que as chances de uma inflamação aumentem em muito.
  • COMO FAZER O DIAGNÓSTICO

    O reconhecimento dos sintomas da diverticulite é o primeiro passo. Em casa você pode realizar o teste médico de apalpação. Aperte a barriga nas regiões que sente dor, se houver reação do organismo como espasmo ou intensa vontade de retirar a mão é um sinal de que ali pode haver um processo inflamatório. Neste caso, você deve ir à um médico.
    Na consulta explique seus sintomas, provavelmente o médico lhe encaminhará para exames laboratoriais. O mais comum é a tomografia computadorizada ou um pequeno procedimento cirúrgico em que se coloca uma câmera na ponta de um tubo afim de averiguar irregularidades dentro do intestino. Dependendo do caso pode ser necessário realizar incisões.
    Exames de rotina podem identificar a diverticulite, mesmo que não haja sintomas. Fazê-los também é uma forma de prevenção,  para detectar a doença logo no início quando é mais fácil de ser tratada. Não é possível determinar um quadro de diverticulite somente pelos sintomas, por isso os exames são imprescindíveis para o diagnóstico.
    Em caso de suspeita de diverticulite  ou sintomas da diverticulite o seu médico irá fazer exames físicos apalpando o abdômen em busca de regiões sensíveis à dor. Um exame de sangue também ou de fezes também poderá ser solicitado para analisar sinais de infecção.
    Se o exame de sangue mostrar altos índices de glóbulos brancos (leucócitos) significa que o organismo tem um caso de inflamação.












PORQUE A FALTA DE FIBRAS PODEM CAUSAR DIVERTICULITE

Agora que já entendemos como os divertículos são causados podemos explicar a relação da falta de fibras tem com o desenvolvimento da doença. Acontece que  uma alimentação pobre em fibras produz menor volume de fezes e faz com que a pressão dentro do intestino aumente, o que facilita a criação das hérnias.
Quando se têm uma alimentação equilibrada e rica em fibras o volume de fezes é maior, as bactérias são eliminadas juntamente com a evacuação e a pressão interna diminui o que impede que criem hérnias.
As diferenças da alimentação ocidental e oriental servem de prova de como a alimentação interfere no surgimento de doenças do divertículo. Estudos da Organização mundial da Saúde apontam que 18% dos japoneses que vivem no Japão e tem uma alimentação prioritariamente oriental ( a base de peixe, arroz, algas e soja) apresentavam a doença. Já os que migraram para regiões ocidentais e mudaram seus alimentares 50% tinham diverticulite.

TRATAMENTO DA DIVERTICULITEdiverticulite-alimentacao-300x225

O tratamento da diverticulite só é recomendado para pacientes que tem sintomas. Nestes casos, é somente indicado uma mudança alimentar, incluindo alimentos ricos em fibras e óleos essenciais para que a parede do intestino grosso ou do intestino delgado possa se restabelecer sozinhas eliminando as fezes acumuladas nos divertículos.
De 80% dos casos que somente adaptam-se a uma dieta leve evoluem para cura espontânea sem necessidade da tomada de remédios e nem mesmo intervenções curgicas. Os sintomas da diverticulite desaparecem logo nos primeiros meses de dieta.
A longo o prazo a diverticulite pode causar sangramento retal, ruptura do cólon, bolsões cheios de pus (abcessos), Fístula, Peritonite, problemas na cavidade abdominal. No entanto, existem pessoas que não desenvolvem problemas, estas podem conviver com a doença pelo resto da vida somente fazendo exames periódicos para o controle.
Casos graves podem pedir intervenções cirúrgicas para retirada de pontos de inflamação ou pedaços da cavidade intestinal que foram muito lesionadas. Em outros é feito a limpeza dos divertículos para eliminar as fezes que ficaram presas.
A medicação com anti-inflamatórios não esteroides ( NimesulidaIbuprofeno, etc)  e analgésicos pode ser recomendada dependendo do caso que apresentar o paciente.

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE COMER NA DIVERTICULITE

A alimentação é o tratamento mais eficaz contra a diverticulite pois atua ao mesmo tempo na eliminação da inflamação e prevenção de novos casos. Deve-se ingerir alimentos com fibras, vitamina C e anti-inflamatórios naturais como o gengibre, por exemplo.  Outros alimentos podem ser benéficos na recuperação como por exemplo o
  • Espinafre
  • Agrião
  • Acelga e alface
  • Cereais integrais
  • Aveia, arroz integral, fibras no geral
  • Maça, laranja, pera, ameixa, banana
  • Beber de 2 a 3 litros de água por dia
Por outro lado, tem também os alimentos que devem ser evitados, confira o que não pode comer na diverticulite:
  • Pipoca
  • Sementes no geral
  • Carnes vermelhas e gordurosas
  • Alimentos ricos em açúcares
  • Alimentos embutidos
  • Cafeína em excesso
A prevenção a diverticulite ainda é a melhor forma de enfrentar a doença. Pessoas acima de 40 anos, idosos, sedentários, prática de tabagismo, obesidade e histórico familiar (relação genética) estão entre os fatores de risco. Ao se enquadrar nesta forma pense em adotar estilo de vida mais saudável para prevenir a diverticulite e muitas outras doenças relacionadas a má alimentação e falta de exercícios físicos.
Fonte:Nursing
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Adoçante, engorda?

É o tipo de notícia que causa barulho e estranheza. Um experimento apresentado na última edição do Endo, um dos congressos de endocrinologia mais respeitados do mundo, deixou os usuários de adoçantes com um gostinho amargo na boca e um ponto de interrogação na cabeça. A pesquisa comandada pelo médico Sabyasachi Sen, da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, aponta que edulcorantes artificiais de baixo teor calórico são capazes de alterar o metabolismo e induzir o acúmulo de gordura em indivíduos obesos.

Para chegar a essa conclusão, a equipe de Sen testou o efeito da sucralose, que é 600 vezes mais doce que o açúcar, em células extraídas do tecido adiposo humano. A quantidade avaliada era equivalente à de quatro latas de refrigerante diet. Depois de 12 dias, notou-se em laboratório um aumento na expressão de genes relacionados à inflamação e ao depósito de gordura.
Na segunda parte do estudo, os cientistas analisaram amostras da gordura abdominal de oito pessoas que usavam constantemente sucralose – quatro obesas e quatro com peso normal. Nos voluntários mais rechonchudos, Sen observou que, por alterações bioquímicas, se elevava o transporte de açúcar para as células, bem como uma maior tendência de elas estocarem gordura.
“Meu trabalho não é o primeiro a mostrar uma correlação entre consumo de adoçante e ganho de peso. Por ora, o que posso dizer é: tentem reduzir a ingestão do produto”, declara. Embora a experiência tenha sido feita com a sucralose, o endocrinologista revela que quer testar em breve o impacto de outros adoçantes, como aspartame e estévia.
A descoberta, no entanto, foi recebida com cautela por especialistas da área. A grande maioria afirma que não há evidências robustas de que muito adoçante engorda. A médica Maria Edna de Melo, do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, conta que as teorias levantadas até o momento, incluindo a de Sen, não foram comprovadas de maneira contundente. “Estudos mais amplos com seres humanos mostram que os usuários de adoçantes perdem peso. Até porque, muitas vezes, eles são incluídos em uma dieta com menos calorias”, explica a endocrinologista.
Acima de qualquer suspeita
Volta e meia surge uma pesquisa – boa parte feita em animais – colocando em xeque a segurança e a eficiência da classe. Umas insinuam que esses produtos aumentam o risco de câncer. Outras que geram uma espécie de efeito rebote e favorecem a obesidade e o diabete. Há alguma verdade nisso?
De acordo com a engenheira de alimentos Maria Cecília Toledo, da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad), sobram especulações e faltam evidências. “O uso de adoçantes, dentro dos limites recomendados, é totalmente seguro”, enfatiza. Passemos então à próxima questão: será que estamos utilizando de forma adequada?
Tenha em mente que ninguém vai perder peso apenas porque incluiu as gotinhas ou os sachês na rotina. É ilusão achar que o adoçante sozinho vai emagrecer se também não houver adesão a um cardápio regrado e à atividade física. “Muitos consumidores usam adoçante de maneira incorreta”, afirma a nutricionista Ana Paula Gines Geraldo, da Universidade Federal de Santa Catarina. “Tem gente que recorre a ele para economizar calorias, mas que, no fim, ingere outros alimentos muito mais calóricos”, exemplifica.
Em sua tese de doutorado pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Ana Paula avaliou o comportamento no consumo de adoçantes e sua relação com o excesso de peso. Entre outras constatações, verificou que 15% dos 1 323 entrevistados não sabem usar a versão líquida. Em vez de contar as gotas, esguicham o produto no café ou no suco. Resultado: perdem a noção de quantidade e correm risco de ultrapassar os limites.
Endócrinos, nutrólogos e nutricionistas têm conselhos para incentivar o emprego consciente dos edulcorantes. O médico Carlos Alberto Nogueira, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, lembra que usuários de produtos light e diet precisam aprender a ler os rótulos. “Muitos ingerem adoçante sem saber. Alguns sucos, gelatinas e iogurtes, por exemplo, contêm o ingrediente em sua fórmula”, diz.
Olhar melhor para as embalagens é o jeito de não extrapolar a dose máxima diária. Já Maria Cecília Toledo, da Abiad, sugere que os consumidores variem nos tipos e nas marcas. Em outras palavras, façam um rodízio. “Alternar periodicamente os adoçantes leva o indivíduo a não se exceder em cada um deles”, justifica.
Parece óbvio, mas não custa reforçar: não é por ser adoçante que está dado sinal verde para esvaziarmos os sachês ou tomarmos latas e latas de bebidas diet. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu a Ingestão Diária Aceitável (IDA), a quantidade estimada que pode ser consumida por dia sem riscos à saúde. Alguns exemplos: estévia (4 miligramas por quilo de peso corporal), ciclamato de sódio (11 mg/kg), sucralose e acessulfame de potássio (15 mg/kg) e aspartame (40 mg/kg).

Precisa ser tão doce?

A nutricionista Clarissa Fujiwara, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), ressalta que não é todo mundo que pode fazer uso de adoçante. Esses aditivos alimentares foram criados para substituir o açúcar nas dietas de grupos específicos, como pessoas diabéticas ou pré-diabéticas.
Com o avanço da obesidade pelo globo, passaram a ser indicados também para quem deseja emagrecer ou manter o peso. “Porém, crianças, adolescentes, gestantes e lactantes só estão liberadas para consumi-los sob orientação de um profissional”, avisa Clarissa.
Se você é do tipo que carrega a mão e não sai de casa sem uns sachês na bolsa ou na carteira, a nutricionista lembra que é possível reeducar o paladar. Não se trata de abolir o produto, mas buscar uma menor dependência pelo sabor doce – o que ajuda inclusive a não abusar do açúcar. A tática é reduzir gradualmente a quantidade em chás, cafés e sucos. “É provável que, aos poucos, o paladar se condicione a necessitar cada vez de doses menores”, diz.
E os adoçantes naturais? Seriam uma boa alternativa nessa história? Até podem ser. Só tenha consciência de que, ao contrário dos principais edulcorantes, eles têm lá sua carga calórica. Entre os mais nutritivos nesse segmento, Ândria Chreem, do Conselho Regional de Nutricionistas da 4ª Região (RJ/ES), destaca o mel, o agave, o açúcar mascavo e o de coco.
“Não importa que o adoçante seja natural ou artificial. O consumo deve ser moderado para que os benefícios à saúde prevaleçam”, analisa a nutricionista. Como é corrente no território da alimentação, tantas vezes não é o produto em si que está por trás do problema, mas, sim, a falta de bom senso durante o seu uso.

Como usar adoçante…

…em gotas
Três a cinco gotas de adoçante equivalem, em geral, a uma colher de chá de açúcar. O correto é testar, de pingo em pingo, a quantidade ideal. Muitos botam um só e já ficam satisfeitos. Em termos de custo, a versão líquida sai mais barato.
…em pó
Um sachê costuma corresponder a duas colheres de chá de açúcar. Na comparação com as gotas, é mais prático: você pode levar os sachês para onde quiser. Em termos de segurança, ambas as opções são consideradas seguras.

5 tipos de adoçante

Sucralose
Feita da cana, é 600 vezes mais doce que o açúcar. É segura, mas há indícios de que não se deve submetê-la a altas temperaturas.
Acessulfame-K
Esse adoçante sintético é 200 vezes mais doce que o açúcar. Não está indicado para quem tem problemas renais.
Ciclamato de sódio
Trinta vezes mais doce que o açúcar, não deve ser usado por hipertensos. Está proibido nos Estados Unidos.
Aspartame
É o único calórico da lista. Tem poder de adoçar 200 vezes maior que o açúcar e deve ser evitado por pessoas com fenilcetonúria.
Estévia
Extraída de uma planta, é 300 vezes mais doce que o açúcar, embora tenha um gostinho puxado para o amargo.
Fonte:MSN