sexta-feira, 30 de junho de 2017

Prato colorido e saudável!

Você já deve ter lido ou ouvido que quanto mais colorido o seu prato, melhor. Mas você sabe o porquê?

Cada nutriente está relacionado a um pigmento ou cor. Ou seja, quanto mais colorido o prato, maior variedade de nutrientes consumidos naquela refeição. E como já falamos por aqui em outros posts, a alimentação saudável inclui variedade, equilíbrio e moderação.
Os alimentos estão divididos em grupos de cores e cada grupo apresenta uma composição de vitaminas, minerais, e substâncias bioativas e antioxidantes.
Como exemplos, temos os alimentos do grupo vermelho e alaranjado como cenoura, abóbora, mamão, damasco, tomate, entre outros, que contêm carotenoides. O beta caroteno (precursor da vitamina A) da cenoura e da abóbora está relacionado à saúde ocular, ao sistema imunológico e, assim como o licopeno do tomate, tem ação antioxidante. Tambem auxiliam no processo de cicatrização
Já a berinjela, o repolho roxo, as uvas e berries (amora, framboesa, etc.) contêm as antocianinas, outro tipo de antioxidante que tambem possui função antiinflamatoria. São alimentos ricos em magnésio.
Vegetais crucíferos como brócolis, couve de bruxelas, repolho e couve contêm glucosinolatos que além da ação antioxidante também são ricos em substâncias que parecem ter alguma função na prevenção do câncer. Formam o grupo verde-escuro e branco.
O grupo marrom é formado por cereais integrais e sementes como nozes e castanhas e são ricos em fibras alimentares e vitaminas do complexo B.
Fonte:ABESO

Nada de sucos para as crianças, veja o motivo!

A mudança mais impactante no que diz respeito a alimentação infantil nos últimos anos foi a retirada do suco natural da alimentação de bebês e crianças. 

Historicamente o suco de frutas natural foi utilizado como alimento de escolha na introdução alimentar de bebês desde muito cedo. O suco era considerado fonte de vitamina C, fonte extra de água e até como enganosa fonte de fibras aos bebês. Entretanto, recentemente, o suco natural passou de mocinho a vilão graças às evidências científicas sobre seus malefícios.
Estudos recentes revelaram que o alto teor de glicose presente no suco natural pode estar relacionado a alterações metabólicas, cáries dentárias e obesidade no futuro. 
A prática clínica mostra ainda que a introdução do suco prejudica a aceitação da fruta in natura, uma vez que a criança “prefere” a facilidade do suco. Além disso, a chance de o suco natural ser substituído por “suco de caixinha” no futuro é muito grande e esse sim é considerado proibido para crianças por ser riquíssimo em açúcar e corantes e um dos principais alimentos relacionados a atual prevalência de obesidade em muitos países.
O excesso de suco de frutas pode ainda prejudicar a aceitação das principais refeições levando à subnutrição e até é desnutrição em casos graves. 
A recente e mais rigorosa recomendação da Academia Americana de Pediatria no que diz respeito ao suco na alimentação infantil não apenas desaconselha a introdução de suco natural para bebês até um ano, como limita e muito o consumo de qualquer bebida açucarada incluindo o suco natural até a adolescência.
Resumindo: Mais frutas in natura, mais água e nada de suco. Nem natural. 
Fonte: *Por Denise Lellis, pediatra do Departamento de Obesidade Infantil da Abeso

Sintomas da Síndrome do Intestino Irritável

Ao enfrentar problemas no intestino, como constipação intestinal ou diarreia, muitas pessoas associam o evento à ingestão esporádica de algum alimento ou líquido. Contudo, o que muitas delas não sabem é que esses sintomas podem estar ocorrendo em virtude da Síndrome do Intestino Irritável. Especialistas estimam que de 10 a 20% da população ocidental sofra com a doença.

O gastroenterologista do Seconci-SP, Moacir Augusto Dias, explica que a síndrome se manifesta por meio de dor ou desconforto abdominal e alteração do hábito intestinal, com constipação, diarreia ou alternância entre uma e outra.
“O que difere o intestino com funcionamento irregular daquele com a síndrome é o período durante o qual os sintomas perduram. Se o problema persistir por três meses, de acordo com os critérios de Roma IV, é muito provável que o indivíduo esteja sofrendo com a doença”, comenta o médico.
Os critérios de Roma IV, produzidos pela Fundação Internacional de Roma de Gastroenterologia, preconizam que a doença pode ser diagnosticada caso haja dor recorrente por pelo menos um dia por semana, durante três meses, associada com dois ou mais dos seguintes sintomas: 1) relacionada à defecação; 2) alteração da frequência ou aspecto das fezes; e 3) alteração da forma das fezes.
Apesar de muitas vezes estar associada a problemas emocionais, imunológicos, infecciosos as causas definitivas da síndrome ainda são desconhecidas e não há estudos que indiquem quando os sintomas começarão a ser percebidos. Contudo, já se sabe que existe uma predisposição maior entre pessoas do sexo feminino e abaixo dos 45 anos.
O diagnóstico, segundo o gastroenterologista do Seconci-SP, é realizado a partir da observação dos sintomas e da realização de exames laboratoriais para a exclusão de outras doenças. Já o tratamento, geralmente, é feito por meio da administração de medicamento e acompanhamento psicológico. “Atualmente, quando o trabalhador ou seu familiar nos procura com sinais da Síndrome do Intestino Irritável, realizamos uma série de exames clínicos e também o encaminhamos para acompanhamento da nossa equipe de psicologia e, inclusive, de nutricionista, tendo em vista que alguns alimentos podem estar relacionados à piora dos sintomas”, explica o dr. Moacir Dias.
“É muito importante que o trabalhador procure ajuda médica caso apresente constipação ou diarreia persistente por mais de dois meses. Isso porque estes sintomas poderão acarretar problemas mais sérios, como a desnutrição pela dificuldade de o organismo absorver os nutrientes dos alimentos, no caso da diarreia, e o desenvolvimento de hemorroidas e fissuras no canal do reto, nas situações de dificuldade para a evacuação”, conclui.
Alimentos que ajudam a minimizar os sintomas:
Diarreia:
- Água, água de coco e soro caseiro;
- Biscoitos e torradas;
- Frutas (goiaba, maçã e banana) e legumes
- Gelatina;
- Sopa.
Constipação intestinal:
- Água em abundância;
- Fibras (barras de cereais, aveia, farelo de trigo e cereal matinal);
- Mel;
- Verduras;
- Frutas (mamão, uva, melancia, acerola, ameixa preta seca, pêssego e laranja com o bagaço).
Fonte:MSN