quinta-feira, 23 de março de 2017

Consumo de bebida alcoólica aumenta vontade de comer, diz estudo

e você sente muita fome após tomar bebidas alcoólicas, saiba que existe uma explicação para isso. Um grupo de cientistas do Instituto Francis Crick, em Londres, descobriu que o álcool ativa os mesmos neurônios que normalmente estimulam a fome.
O estudo, publicado no dia 10 de janeiro pela "Nature Communications", pode ajudar a entender como o consumo de álcool está ligado a compulsão alimentar. As bebidas alcoólicas são ricas em calorias, por esse motivo deveriam suprime os sinais de fome do cérebro, porém de alguma forma isso não acontece.
Os pesquisadores identificaram que os componentes fundamentais dos circuitos da alimentação no cérebro, que estimulam a sensação de fome, também são ativados pelo álcool. Além disso, descobriram que a atividade dos neurônios AGRP do hipotálamo é essencial na ingestão de alimentos induzida pelo etanol, um dos componentes do álcool, na ausência de fatores sociais que possam induzir a comer demais.

Foram realizadas análises com dois grupos de ratos. O primeiro deles teve um consumo excessivo de álcool por três dias (ingerindo o equivalente a 18 doses por dia), já o segundo grupo não foi submetido ao uso do etanol.
O resultado mostrou que os ratos que permaneceram "sóbrios" não alteraram seus padrões de consumo alimentar, mas os animais que tiveram um consumo excessivo apresentaram um aumento significativo na ingestão de alimentos.
Fonte: Minha Vida

Veja como identificar se a carne que você consome está estragada

Segundo as investigações as carnes podres recebiam substâncias capazes de disfarçar a cor e a aparência do produto vencido, que depois era reembalado. Também estavam entre as irregularidades produtos contaminados por bactérias e até misturados com papelão. Alguns produtos também apresentavam excesso de água para aumentar o peso - e consequentemente o preço.
De acordo com a nutricionista , o momento pede atenção. "O cenário é preocupante e é necessário ficar em alerta, pois as carnes contaminadas podem causar infecções gastrointestinais sérias, como a salmonela, que em pessoas com um sistema imunológico mais delicado, como crianças, idosos e gestantes pode trazer sérios danos à saúde e até risco de morte", conta.
Fatores como embalagem, data de validade, aparência, cheiro, textura e até mesmo preço devem ser levados em consideração. "Se o valor do produto estiver muito barato, é sinal de que a carne pode não estar em boas condições", afirma a nutricionista.
Veja a seguir como identificar que a carne está estragada:

Carne de boi e porco

No caso das carnes de boi e de porco, quando estão estragadas apresentam coloração cinza e manchas esverdeadas. Elas também podem exalar odores fortes e apresentar textura viscosa e rançosa.

Carne de frango

Já no caso da carne de frango, o diferencial é o odor azedo que remete ao amoníaco. No aspecto visual, apresenta-se descolorado e com textura viscosa. Em relação à cor, pode apresentar nuances amarelas e esverdeadas. "Muitas vezes a carne de frango está com uma aparência bonita e um gosto bom", explica Andrea. Esse "disfarce" torna mais difícil a identificação da carne estragada, por isso é sempre importante se atentar ao cheiro e sempre consumir a carne bem passada.

Carne de peixe

O mesmo acontece com a carne do peixe, que quando estragada, remete ao cheiro de amônia. Além disso, ele normalmente apresenta alguma descoloração - amarronzado, amarelado ou acinzentado - ou mesmo cor opaca. Em relação ao aspecto, se o peixe não estiver duro e começar a descamar também é um sinal de que está estragado.

Poder do cheiro


Mesmo com a tentativa de algumas empresas de maquiar o aspecto da carne com conservantes, Andrea explica que essas substâncias não são capazes de disfarçar o cheiro. "Independente do conservante que tenha sido usado, o cheiro sempre denuncia, por isso é tão importante prestar atenção nesse aspecto".

Armazenamento

As carnes de modo geral são altamente perecíveis, pois ficam suscetíveis à contaminação microbiológica. Portanto, no momento de escolher a carne certifique-se de que ela está armazenada em freezers e geladeiras em temperatura de 0º C a 2°C.
Caso você compre uma carne congelada e deseje mantê-la nessa temperatura, o ideal é colocá-la diretamente no freezer. De acordo com Andréa a carne pode ficar no freezer até seis meses, dependendo do tipo de carne. Bifes, independentemente de serem de carne ou frango, podem ficar congelados por até seis meses. Já a carne moída tem prazo de validade de até três meses
Se a pessoa descongelou a carne, cozinhou e guardou o resto na geladeira, ela pode ser consumida por até três ou quatro dias.
Caso a carne tenha sido comprada fresca e o intuito é congelar, o ideal é temperar o alimento e depois guardar no freezer por até seis meses.
No entanto, no momento de preparo é sempre importante observar o estado da carne e jogar o produto fora se houver qualquer suspeita em relação à procedência. "Isso porque alguns fabricantes podem alterar a data de validade do produto e o consumidor só percebe que adquiriu uma carne com data de validade menor do que esperado no momento do preparo", ressalta.

O que vem pela frente

Em declaração à imprensa, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pesca e Agropecuária, Eumar Novacki disse que os casos de irregularidades apontados na operação Carne Fraca são específicos e não apresentam risco à saúde pública. No entanto, é importante atenção na hora de comprar a carne e, especialmente no momento de consumir.

Até o momento, a Polícia Federal identificou que 40 empresas do setor de alimentos cometeram irregularidades. Segundo o Ministério da Agricultura, três unidades foram fechadas: duas do frigorífico Peccin, em Jaraguá do Sul (SC) e em Curitiba (PR), e uma da BRF, em Goiás. Outras 21 estão sob investigação.
Essas unidades terão os códigos de barras dos seus produtos rastreados a partir da próxima segunda-feira (20). Até o momento o Ministério da Agricultura não informou se haverá um esquema de recall das carnes.

Fonte:MSN