sábado, 4 de fevereiro de 2017

Dicas para marmitas saudáveis!

Ter uma alimentação equilibrada é o primeiro passo para emagrecer de forma saudável e efetiva. Para alcançar esse objetivo, os especialistas aconselham ingerir 1.200 kcal por dia. Uma das maneiras de não sair da linha no trabalho é levar as refeições prontas para evitar comer na rua, mas ter tempo para cozinhar e fazer um cardápio variado e atrativo nem sempre é tarefa fácil.

 Cinco opções de marmitas fit para afinar a silhueta em 2017:
Frango leve
O protagonista desse prato que tem apenas 382 calorias é o enroladinho de peito de frango com creme de espinafre. Rico em sais minerais, vitaminas A e B, a verdura de verde intenso que auxilia na digestão e mantém baixos os níveis de açúcar no sangue. Grelhar a abobrinha traz novos sabores, acentuados com a quinoa refogada com legumes.
Salmão à Florida
Fazer pequenas substituições na alimentação pode reverter em grandes resultados. Enquanto o arroz branco é pobre em proteínas e apresenta maior quantidade de carboidratos, a versão integral tem mais fibras, nutrientes e gordura boa, dando sensação de saciedade. Unido ao salmão e ao creme de espinafre, formam esta opção de apenas 256 calorias.
Peixe delícia
O salmão é famoso por conter ácido graxo ômega 3, também conhecido como colesterol do bem e que reduzir a pressão arterial. Fonte de selênio, ele é capaz de manter a glândula tireoide em bom funcionamento e, consequentemente, aumentar o metabolismo. Somado ao arroz integral, cenoura, abobrinha, brócolis e espinafre essa opção representa 283 kcal.
Hambúrguer fit
Para variar o sabor das carnes brancas, uma boa saída é usar a criatividade na hora de preparar. O hambúrguer de peixe grelhado é crocante e garante variedade. A cenoura também tem papel importante nessa refeição, pois abrange um bom número de fibras que melhoram a digestão; vitamina A e antioxidantes eficazes contra o envelhecimento. O ganho final é de apenas 309 Kcal.
Filé magrinho
Fazer dieta não é sinônimo de abdicação das carnes vermelhas. Basta escolher os cortes mais magros do boi como a maminha, o patinho, o lagarto e o filé mignon, regado ao molho de tomate. Por ser composta de 95% de água, a abobrinha deixa o corpo hidratado e traz a sensação de satisfação, mesmo quando se come pouco. O prato totaliza 400 kcal.
Gostou das sugestões? Então coloque em prática!
Fonte:MSN

Consequências da Depressão nas mulheres de 50 anos!

A depressão é um transtorno mental bastante comum atualmente. O problema atinge 11,2 milhões de brasileiros com 18 anos ou mais, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde, feita pelo Ministério da Saúde e pelo IBGE, em 2014. Diversos estudos apontam a relação da doença com o aparecimento de outros problemas de saúde. Um deles, publicado no periódico norte-americano Stroke, foi realizado pela School of Population Health at the University of Queensland, na Austrália, e mostra que mulheres que sofrem de depressão têm quase duas vezes mais chances de sofrer um acidente vascular encefálico (AVC) em comparação com mulheres da mesma faixa etária que não sofrem com o problema. Os pesquisadores coletaram informações de mais de 10.000 mulheres com idade entre 47 e 52 anos. Elas responderem perguntas sobre saúde física e mental a cada três anos entre 1998 e 2010. Na pesquisa, 24% delas disseram sofrer de depressão. Durante o estudo, 177 mulheres tiveram seu primeiro AVC. Após eliminar outros fatores que aumentam risco de derrame - como tabagismo, alcoolismo e hipertensão -, mulheres com depressão mostraram-se 1,9 vezes mais propensas a ter um AVC em comparação com mulheres que não tinham depressão. Este não é o primeiro que mostrou tal relação. O norte-americano Nurses' Health Study encontrou um risco 30% maior de AVC entre mulheres com depressão. No entanto, este é um dos estudos mais amplos já realizados sobre esta relação. Segundo os pesquisadores, esta pesquisa agrega evidência científica à discussão e chama atenção para a necessidade de adequados prevenção, diagnóstico e tratamento da depressão entre mulheres na faixa dos 50 anos. Sete atitudes que ajudam no tratamento da depressão Sentir uma tristeza muito profunda, que não passa, é motivo suficiente para procurar um profissional de saúde mental, que poderá receitar medicação e terapia. Mas além do tratamento, quem sofre desse mal também pode tomar atitudes que melhoram o quadro da doença.




 Confira a seguir.

Pratique exercícios físicos
A saúde da mente começa pelo corpo. "O exercício físico libera endorfinas e aumenta os níveis de serotonina e dopamina, potencializando o efeito antidepressivo do tratamento", explica a neurologista Thais. Além disso, o organismo só funciona adequadamente se estiver com o equilíbrio de fatores físicos, psíquicos e sociais. "Quando algum desses fatores é prejudicado ou beneficiado, os demais sofrem as consequências", diz a psicóloga e terapeuta comportamental Denise Diniz, coordenadora do Setor de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp. Dessa forma, se o paciente com depressão consegue ânimo para se exercitar, também conseguirá melhorar questões psíquicas, tais como a depressão.
MANTENHA A AGENDA EM DIA
Uma das principais manifestações da depressão é a falta de iniciativa e de vontade para realizar até mesmo tarefas cotidianas, como levantar-se da cama. "Fazer uma agenda e programar o dia ajuda a dar motivação e compensar essa defasagem", afirma Adriana de Araujo, psicóloga e autora do livro "O Segredo Para Vencer a Depressão" (Editora Universo). No entanto, todo cuidado é pouco na hora de estabelecer as atividades do dia. Adriana conta que fica difícil para o paciente com depressão seguir a mesma rotina de antes da doença. A agenda deve ser realista, de acordo com a capacidade dessa pessoa. "Se os desafios estabelecidos não são cumpridos, a sensação de fracasso aumenta, piorando o quadro da doença", alerta.
ALIMENTE-SE BEM
Comer demais ou simplesmente não comer é clássico de quem sofre de depressão. Mas manter a alimentação saudável é um passo importante para a recuperação. Thais Rodrigues explica que jejuns prolongados demais ou exageros alimentares modificam a química do corpo, em especial entre aqueles que abusam de carboidratos simples, como doces, em busca de conforto. "Isso provoca variações bruscas nos níveis de glicemia, insulina e serotonina", diz a neurologista. O indicado pela especialista é comer a cada três ou quatro horas, preferindo carboidratos integrais e alimentos com triptofano, um aminoácido que ajuda na produção de serotonina. Exemplos desses alimentos são: leite, carnes magras, banana e nozes.
FUJA DO ÁLCOOL
Embora a sensação inicial causada pelo álcool seja de relaxamento e euforia, o sentimento dura pouco. "Depois que esse efeito passar, a pessoa precisará consumir mais álcool, existindo o perigo do abuso e até do vício", alerta a neurologista Thais.
VOLTE A VER BELEZA NAS PEQUENAS COISAS
"Quando você resgata uma coisa menor, torna mais fácil aproveitar coisas maiores", aconselha a psicóloga Adriana de Araújo. Volte a observar as coisas simples do dia a dia, ou seja, tente admirar uma flor, o gosto de uma comida, apreciar uma caminhada de 10 minutos, olhar o pôr-do-sol, entre outras distrações. ?A depressão tira a atenção das coisas belas e prazerosas da vida, então você tem que reaprender a focar no que não consegue ver por causa da doença?, afirma a profissional.
OCUPE-SE COM ATIVIDADES DIVERTIDAS
A partir do momento que as pequenas belezas da vida estiverem mais evidentes, fica mais fácil recomeçar a encarar atividades que um dia já foram divertidas. Se isso não parece animador, então procure novas diversões. Busque novidades, aprenda coisas novas e prazerosas, viaje, fuja das notícias ruins e das pessoas negativas. "Evitar a exposição, na medida do possível, a informações negativas e aumentar as positivas ajuda muito", aconselha a neurologista Thais Rodrigues.
RECONQUISTE UMA BOA NOITE DE SONO

Pessoas com depressão, geralmente, dormem demais ou não conseguem pegar no sono. Segundo a neurologista Thais Rodrigues, isso ocorre devido a alterações nos níveis de serotonina e noradrenalina, hormônios que regulam o sono. "O problema é que o sono é essencial para o cérebro regular novamente esses hormônios e amenizar os efeitos da depressão", afirma. Se o problema for falta de sono, a psicóloga Denise indica exercícios de respiração, que relaxam e facilitam o adormecer. Se dormir demais for o problema, a psicóloga Adriana recomenda pedir a alguém próximo que o desperte quando achar que você está passando da conta.

Fonte: MSN