domingo, 29 de outubro de 2017

Mitos sobre alimentos!

Ovo faz mal! Não pode comer glúten! Fuja do leite! A área da nutrição vira e mexe se rende a modas ou exageros que, no fim das contas, só prejudicam a busca por uma alimentação saudável. Mas chega de radicalismo!

SAÚDE caçou sete mitos pra lá de disseminados e os quebrou um por um. Mas, antes de avançar, vale dar um aviso: há muitas outras armadilhas nesse sentido. E a regra de ouro para não cair nelas é segurar o ímpeto inicial e, a partir daí, buscar orientação de fontes confiáveis.
Sem mais delongas, vamos aos mitos que prejudicam a alimentação:

1) Leite faz mal

A moda do momento é destroçar esse alimento, culpando-o do crime de provocar doenças cardiovasculares e neurológicas. Não caia nessa.
Claro, quem é intolerante à lactose ou alérgico à proteína do leite deve tomar cuidado com ele e seus derivados. Mas a verdade é que as pesquisas científicas, em sua maioria, votam a favor da inclusão desse alimento na dieta da população em geral.
Para começar, um copo de leite oferece cerca de 250 miligramas de cálcio, um quarto do que você precisa para o dia todo. Seus competidores nem chegam perto dessa concentração. Em 100 gramas de brócolis cozido, há 46 miligramas.
Isso ganha importância quando descobrimos que os brasileiros ingerem pouco desse nutriente por dia (por volta de 400 miligramas, quando deveriam consumir mil). O déficit de cálcio é associado à osteoporose, uma doença que favorece fraturas perigosas.
Como se fosse pouco, o leite possui proteínas, fósforo e gorduras saudáveis. Já existem indícios de que o integral, que domina 70% do mercado brasileiro, auxilia a afugentar males cardiovasculares. Em experimento da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, fãs dessa versão eram menos propensos a encarar o diabetes tipo 2.
Agora, para quem já tem a doença, aí vale repensar o teor de gordura da dieta como um todo. Ainda assim, não há razão para abolir o leite. Gente acima do peso ou que já possui uma dieta gordurosa pode considerar e versão semidesnatada, por exemplo.
Convém ainda falar de uma acusação que pairava sobre o leite: a de que ele causa câncer por causa dos hormônios da vaca que passam para a bebida. Sim, essas substâncias de fato chegam ao líquido branco. Mas levantamentos mostraram que elas não são absorvidas no nosso organismo. Tanto que o Fundo Mundial de Pesquisa em Câncer conclui que a conexão entre o leite e essa doença é limitada.
Se por motivos filosóficos você não deseja beber leite, tem todo direito. Só não vale confundir as bolas entre ideologia e saúde.

2) Aquecer o azeite faz com que ele se torne prejudicial

Tem quem fale que, em altas temperaturas, as gorduras benéficas do azeite se convertem em substâncias perigosas. Mas – ainda bem! – isso não acontece nas nossas cozinhas, segundo trabalhos da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo.
É que, para os compostos do azeite se converterem para o lado negro da força, eles precisariam ser submetidos a um calor muito intenso, e por um tempo prolongado, o que não ocorre durante os preparos caseiros.
Por outro lado, durante processos como a fritura, parte dos antioxidantes do azeite se perde. Contudo, vale ressaltar que também não é tanto assim. Uma revisão feita pela Associação Brasileira de revelou que não mais do que 20% dos antioxidantes presentes nesse óleo se perdem quando ele é submetidos a altas temperaturas.
Ou seja, dá para colocá-lo na panela e, ainda assim, aproveitar boa parte de seus benefícios à saúde. Aí é uma questão de ver se vale a pena para o bolso tomar essa atitude – ou se é melhor reservar a nobreza do azeite para o final dos preparos ou para a salada.

3) Comer ovo faz o colesterol disparar

O ovo fornece, sim, colesterol – a maioria está concentrada na gema. Mas, hoje, sabemos que só um terço do colesterol ingerido pela comida é, de fato, absorvido pelo organismo. E, pra melhorar, o alimento em questão contém substâncias que bloqueiam a chegada dessa partícula no sangue.
Já há inclusive estudos sugerindo que incluir o ovo no dia a dia elevaria até um pouquinho do HDL, apelidado de colesterol bom. Ou seja, ele seria benéfico para o coração, uma vez que reforçaria a presença dessa fração que trabalha pela limpeza dos vasos.
Em resumo, não é preciso abrir mão dessa delícia para ficar com as taxas em dia. Mas, se o seu colesterol está lá nas alturas, pergunte ao profissional de saúde quantas unidades comer por semana. Ele vai considerar todos os fatores de risco cardiovascular antes de indicar a porção segura – bem como outros elementos da dieta.

4) Cozinhar os alimentos sempre reduz seu teor de nutrientes

Verdade que, de modo geral, o calor afeta a concentração de fibras e certas vitaminas nos vegetais. Mas tenha em mente que o cozimento é indispensável para que nosso corpo consiga absorver outras substâncias importantes à saúde.
Alguns antioxidantes, como o licopeno e o betacaroteno, ficam mais biodisponíveis quando passam pelo processo de cocção. E exemplos não faltam.
O tomate, para citar um, é repleto do tal licopeno – que ajuda a afastar o câncer, diga-se de passagem. Mas, cru, só 13% dessa substância fica disponível. Já no molho, o índice vai para 70%. Abóbora e cenoura, dois redutos de betacarotenos, seguem a mesma linha.
Há ainda casos em que a versão crua de um alimento atrapalha a absorção dos nutrientes de seus companheiros. E aqui citamos o espinafre. Sem passar pelo fogo, ele solta uma boa dose de oxalato no prato, molécula que barra a entrada de certas substâncias benéficas no organismo.
Mas atenção: como já dissemos, não dá pra negar que principalmente frutas e folhas e hortaliças verdes são mais nutritivas quando ingeridas do jeito que vêm ao mundo. A principal perda com o cozimento é a das fibras, que amolecem com o calor.
O jeito é intercalar os preparos. Até porque aí o cardápio fica bem mais saboroso.

5) Néctar, refresco e suco são a mesma coisa

Não são nem de perto! O suco mesmo é feito 100% de fruta e não tem adição de açúcar artificial, mesmo que esteja dentro da caixinha. Como eles nada mais são do que o sumo de laranja, abacaxi, tangerina ou companhia, de fato vão concentrar mais calorias e menos fibras do que a fruta in natura.
Contudo, dentro de uma alimentação equilibrada, são considerados saudáveis por ofertarem vitaminas e minerais. E não precisam ser banidos por quem deseja emagrecer.
O néctar é outra história. Ele possui de 30 a 50% da polpa da fruta. E o resto? Água, saborizantes, corante… e muito açúcar adicionado. Pra ter ideia, tem néctar mais adocicado que refrigerante. Pare de olhar para as calorias do rótulo e foque nos ingredientes que você mesmo vai ver.
O refresco, então, nem se fala. Ele tem menos polpa que o néctar e mais açúcar – sendo bem sincero, sua contribuição para a nutrição do corpo é praticamente nula.
Uma dica no mercado: suspeite das palavras “néctar” e “refresco” e valorize o termo “integral”.

6) Trocar sal comum pelo gourmet baixa a pressão

Profissionais do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC) resolveram analisar a fundo o sal rosa e companhia para descobrir se a diferença deles para a versão comum vai além do sabor. E os resultados decepcionaram.
Apesar do senso comum dizer o contrário, a presença de sódio nas versões gourmet é praticamente idêntica à do sal normal. E é esse o nutriente que, em excesso, faz a pressão disparar, aumentando o risco de hipertensão. Ou seja, não importa o tipo, maneire nas pitadas.
E mais: nesse mesmo trabalho da FoRC, notou-se que a presença de substâncias benéficas nos diferentes tipos de sal gourmet está longe de ser considerável. Sim, eles têm mais minerais, porque não passam pelo refinamento. Só que em hipótese alguma podem ser considerados fontes desses micronutrientes.
Vamos exemplificar com o sal rosa: dá mesmo para afirmar que ele possui quatro vezes mais cálcio do que o refinado. Mas, no fim das contas, os dois tipos oferecem poucas doses do mineral. Veja: 5 gramas do tempero gourmet (o indicado para um dia todo) concentram 8 miligramas de cálcio, sendo que a recomendação é consumir 1 000 miligramas do nutriente diariamente. Ou seja, é um baita exagero defender que esses sais ajudariam na prevenção da osteoporose, como se ouve por aí.

7) Cortar o glúten do dia a dia traz vantagens

O número de adeptos do regime glúten-free triplicou de 2009 para cá, de acordo com uma pesquisa da Escola Médica Rutgers New Jersey, nos Estados Unidos. Em boa parte, a moda ganhou força após celebridades anunciarem que pararam de ingerir a proteína do trigo, da cevada e do centeio, principalmente para emagrecer (mas também sob a alegação de ganhar saúde).
Porém, passados anos do início dessa febre, começam a pintar evidências de que eliminar pães e bolos sem motivo aparente ou orientação médica não é lá uma boa ideia. Pelo contrário.
Um indicativo contundente do revés vem da americana Universidade Harvard. Foram analisadas informações de quase 200 mil indivíduos, acompanhados durante três décadas. Aqueles que consumiam pouco (ou nenhum) glúten por dia apresentavam um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Já outros artigos atestam a segurança dos produtos com glúten. Um vindo da Universidade Colúmbia, também nos Estados Unidos, não encontrou relação entre a ingestão da proteína e o aumento nas taxas de infarto e AVC.
Aliás, o consumo moderado de suas fontes estava ligado a uma menor probabilidade de encarar esses males. E não é que o glúten esteja por trás dos benefícios – possivelmente, os alimentos que o contém não raro são ricos em grãos integrais, que oferecem proteção cardiovascular.
Além disso, trigo, centeio e cevada carregam vitaminas e fibras, estas essenciais para manter o equilíbrio da microbiota, o conjunto de bactérias que vivem em nosso sistema digestivo. Em resumo, elas servem de alimento para esses micro-organismos e impedem a absorção excessiva de gorduras e açúcares
Um adendo preocupante envolve o fato de que mercadorias sem glúten podem ser mais calóricas. A constatação veio do Instituto de Investigação Sanitária La Fe, na Espanha, que vasculhou 1 300 rótulos. Explica-se: a falta da proteína afeta a maciez e a elasticidade das massas. Daí, para compensar e acertar o ponto da receita, os fabricantes adicionam gordura.
Mas como os famosos emagreciam, então? Ao excluir fontes de glúten, faziam uma restrição severa de carboidratos, nossa principal fonte de calorias.
Ainda assim, temos de ressaltar a importância das dietas sem glúten para pessoas com doença celíaca ou sensibilidade não celíaca. Nesses quadros, retirar essa proteína do cardápio realmente melhora muito a vida das pessoas – e é ótimo termos cada vez mais opções assim no mercado. O que não dá é abolir esse nutriente sem necessidade ou recomendação do doutor.
Fonte:MSN

Fibromialgia- É bom fazer exercícios?

Logo que recebeu o diagnóstico de fibromialgia, Ângela Andrade, de 53 anos, não titubeou: seguiu as recomendações e deu um jeito de incluir os exercícios na agenda. Passou por alguns treinos na academia. Não se entusiasmou. Tentou a natação, mas pulou fora da piscina rápido. O medo da água foi mais forte. Persistente, descobriu-se na dança de salão, que pratica, feliz da vida, há quatro anos.

Desde então, o pilates também faz parte de sua rotina. “Se ela fica algum tempo sem as aulas, as dores ressurgem, assim como a insônia e a irritabilidade”, nota o educador físico Bruno Gion Cerazi, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, que, confessa, deu um empurrãozinho para que sua mãe deixasse o sedentarismo de lado.
A prática regular de atividade física é uma das estratégias mais eficazes para controlar sintomas típicos da síndrome, como a dor que se espalha por diferentes partes do corpo, a fadiga e o sono ruim. E uma novíssima revisão de estudos, realizada pelo centro de análises de pesquisas Cochrane, vem chancelar essa indicação.
Os cientistas esmiuçaram 13 trabalhos que, ao todo, envolveram 839 pacientes. E focaram no tipo de exercício mais democrático de todos, o aeróbico. Falamos de caminhada, corrida, ciclismo, natação, hidroginástica, dança, entre outros. Concluíram que movimentar o corpo diminui a rigidez, melhora o condicionamento e o ânimo e — olha que maravilha! — reduz as dores. Um remédio e tanto para a qualidade de vida.
De onde vêm esses efeitos terapêuticos? A atividade física incentiva a liberação de substâncias do próprio organismo que agem como analgésicos naturais, caso das endorfinas. Isso colabora inclusive para melhorar as noites de sono. “Os exercícios também realocam as fibras nervosas envolvidas na sensação de dor.
Ou seja, fazem com que elas passem a desempenhar outras funções, como transferir informações sobre o equilíbrio, o tato ou a temperatura do ambiente, o que diminui o tráfego de impulsos dolorosos para o cérebro”, explica o reumatologista Roberto Heymann, da Universidade Federal de São Paulo. É para suar a camisa ou não é?
Não é de hoje que a atividade física exerce papel de destaque frente à fibromialgia, condição que acomete cerca de 5 milhões de brasileiros. No século passado, médicos já observavam que o sedentarismo piorava as dores e suas outras manifestações.
Ocorre que, mesmo atualmente, com a crescente comprovação e disseminação de que as práticas esportivas fazem um bem danado, tem gente achando que a síndrome não passa de uma invenção da cabeça — e isso tem a ver com o fato de ela ainda estar cercada de mistérios, não totalmente decifrados.
Resumindo, o que sabemos é que a fibromialgia é fruto de uma falha no funcionamento das fibras que transmitem a dor. O sistema nervoso de quem tem a condição é extremamente sensível — daí a sensação dolorosa sem motivo aparente. Tem mais uma peça nessa história, um desequilíbrio bioquímico lá no cérebro. Em função disso, a tendência é que neurotransmissores associados ao bem-estar e ao controle da dor, como a serotonina e a dopamina, estejam em baixa. E aqueles que favorecem o desconforto, adivinhe, fiquem em alta.
Todo esse desarranjo nervoso está por trás do sofrimento físico e psíquico. Não existe, portanto, “doente imaginário” por aqui. A população feminina pena bem mais com o perrengue: estima-se que são sete mulheres afetadas para cada homem, sendo a faixa etária mais prevalente entre 30 e 50 anos. Não se crava uma explicação definitiva para essa desproporção, mas se desconfia de que fatores genéticos e hormonais sejam os responsáveis.
“Além da dor difusa, pacientes relatam fadiga, problemas de sono, déficits de memória e concentração e até intestino irritável”, enumera a anestesiologista Alexandra Raffaini, da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor. A depressão também é comum e chega a agravar os suplícios físicos. Não à toa, o uso de medicamentos antidepressivos faz parte do tratamento na maioria dos casos.
Remédios, porém, não operam milagres sozinhos. Por isso, o fisioterapeuta Maurício Garcia, do Instituto Cohen de Ortopedia, na capital paulista, e outros especialistas ressaltam a importância de uma abordagem multidisciplinar, que envolva psicoterapia e um trabalho físico. “Deve-se tentar reduzir a ansiedade produzida pela doença, explicando ao paciente e à sua família que, embora a dor seja intensa e real, não há lesão nas articulações”, diz Garcia.

Suave, suave… e sempre

Os exercícios compõem o plano terapêutico contra a fibromialgia, mas, para tanto, devem constar no receituário médico e, se possível, contar com supervisão profissional. O primeiro passo é convencer uma pessoa que já está sofrendo com dor e cansaço de que mexer o esqueleto não vai piorar as coisas — pelo contrário!
“Quando há consciência de que o combate ao sedentarismo pode servir como base do tratamento, vêm o esforço e a persistência”, defende o reumatologista Diogo Souza Domiciano, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
A palavra-chave no começo dos treinos é calma. “Dependendo do grau de condicionamento, o início pode desencadear desconfortos. Por isso, uma boa orientação durante a prática é bem-vinda”, sinaliza Domiciano. Respeitar os limites e não pegar pesado é outra lei para evitar lesões. Assim como fez a dona Ângela, o ideal é buscar a atividade que mais lhe agrada. Vale pedalar, nadar, caminhar no parque… Os benefícios vêm de brinde.
O educador físico Bruno Cerazi lembra: “Para ter sucesso, é preciso saber aonde se quer chegar, criar objetivos”. Outro ensinamento do professor é estabelecer uma rotina para treinar, se alimentar e dormir. Já não faltam estudos atestando que incorporar os exercícios ao cotidiano silencia as dores e desperta a qualidade de vida. Com força de vontade e uma dose de suor, fica mais fácil chegar ao tão sonhado alívio.

Os benefícios de caminhada, natação e companhia

Menos dor
Em seis semanas dá pra notar esse efeito. Um dos motivos é que a atividade física estimula a produção dos nossos analgésicos naturais.
Mais disposição
Quem se mexe tem ânimo e condicionamento para situações corriqueiras como subir escadas ou brincar com as crianças.
Menos rigidez
Os exercícios contribuem com a flexibilidade, diminuindo a rigidez muscular e as contraturas, sobretudo pela manhã.
Menos fadiga
Treinos aeróbicos trabalham a respiração e o sistema cardiovascular, deixando o organismo mais tolerante aos esforços.
Mais bem-estar
O aumento na oferta de neurotransmissores associados ao prazer melhora o humor e a autoestima, espantando a deprê.

Quais atividades fazer?

Aeróbicas 
Pedalar, caminhar, trotar… Fazer um exercício aeróbico três vezes por semana ajuda a manter o peso e a liberar nossos analgésicos naturais.
Musculação
Já há provas de que treinos de resistência, com orientação e sem sobrecargas, melhoram a situação. Duas vezes por semana estariam
de bom tamanho.
Pilates
O método trabalha a boa postura, a flexibilidade, o equilíbrio e a respiração. Só é preciso respeitar os limites do corpo, por favor.
Na água
Os exercícios no meio líquido são bacanas por absorver o impacto. Natação ou hidroginástica ainda favorecem a manutenção do controle das dores.
Alongamento
Embora não existam tantos estudos sobre essa técnica no tratamento da fibromialgia, há indícios de que ajudam a contornar a rigidez.

As bases do tratamento contra a fibromialgia

Remédios
Antidepressivos e neuromoduladores são os mais usados, já que auxiliam a regular os neurotransmissores.
Psicoterapia
A linha cognitivo-comportamental ajuda bastante, pois coloca o indivíduo como parte ativa do tratamento.
Fisioterapia
Algumas técnicas e recursos diminuem a dor, a fadiga e a rigidez. A correção da postura também colabora.
Terapias complementares
Há pistas de que acupuntura, meditação e massagem somam forças ao controle dos sintomas físicos e psicológicos.
Fonte:MSN

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Bolinho Vegano!

Receita Vegana, muito gostosa e fácil de fazer!



Ingredientes
  • 50g cenoura (2 pequenas)
  • 1/4 xicara de óleo de coco (55g)
  • 1 xícara de água
  • 2 colheres de sopa cheias de pasta amendoim (60g)
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • 1 colher de chá de canela
  • 1 colher de chá de pumpkin spice (mistura de cravo, canela, noz moscada e gengibre)
  • 1 xícara de farinha de amêndoas (100g)
  • 1 xícara de farinha de arroz (120g)
  • 1/2 xícara de açúcar de coco (60g)
  • 1/2 xícara de coco ralado (40g)
  • 1 colher de chá de bicarbonato
  • 1 colher de chá vinagre de maçã.
Modo de preparo
Pré aqueça o forno a 180 graus. Unte de 10 a 12 formas de bolinhos. Bata no liquidificador a cenoura, óleo derretido e água. Aos poucos vá adicionando todo o resto e bata até obter um creme espesso. Despeje nas forminhas e asse de 15 a 18 minutos. Depois basta acrescentar chocolate 100% cacau e orgânico derretido.
Fonte:MSN

Malhar em jejum faz bem?

Esta semana estava na academia e um professor me perguntou: “Treinar jiu jitsu em jejum ajuda ou atrapalha?”. A pergunta é bem interessante e merece uma reflexão.

Os estudos mostram que o jejum está associado à ativação do sistema simpático. Explico: o tal sistema simpático prepara nosso organismo para fugir ou lutar. Ou seja, se a falta de comida coloca o corpo em estado de alerta, é razoável imaginar que praticar jiu jitsu de estômago vazio melhoraria o desempenho, certo?
Pois é, mas na verdade o jejum atrapalha. As lutas não envolvem apenas força e agressividade, como animais famintos brigando pela presa. Pelo contrário: ela exige estratégia e racionalidade.
Quando um judoca, carateca ou qualquer outro lutador entra num embate, ele analisa os movimentos do adversário e se move de acordo com as fragilidades do oponente. Quando estamos em jejum, comprometemos nossa racionalidade e agimos instintivamente – nós estimulamos nosso lado bicho e enfraquecemos o lado racional.
Lembre-se de como você se comporta quando está com fome (já falamos disso em outro post). Nós perdemos a linha facilmente e perdemos a capacidade de dialogar. Dentro ou fora de uma luta, não é bom ficar assim.

Para além das artes marciais

A piora não se resume a esse tipo de prática esportiva. E um exemplo vem de um artigo científico que publicamos recentemente como fruto do mestrado do meu orientando Willian das Neves, no Laboratório de Nutrição da EEFE-USP. Em seu estudo, o Willian mostrou que o exercício em jejum compromete a capacidade de treinamento e de força.
Nesse caso, o treinamento era intenso e voltado para o ganho de massa muscular. Resultado: o longo período sem comer abalou a adaptação do corpo aos estímulos do exercício físico. O jejum, portanto, afeta a racionalidade… e joga contra a malhação.

E para emagrecer, o jejum ajuda?

Acordar, tomar um banho, vestir-se e ir para o trabalho sem abrir a geladeira ajuda a emagrece mais? A resposta é, novamente, não.
Os primeiros estudos sobre o tema indicaram que o jejum disponibiliza mais gordura para ser queimada. E isso de fato ocorre. Porém, é como se mil pessoas fossem a sua casa para um churrasco trazendo um pacote de carne nas mãos (a gordura), mas você só tivesse uma churrasqueirinha de camping.
Dentro do corpo, essa churrasqueira se chama mitocôndria. Localizada no interior da célula, ela queima as fontes de energia. Mas não adianta ter um monte de gordura livre se a as mitocôndrias não as queimam a tempo. E elas, não importa o tamanho e a quantidade, não tem fôlego para lidar com a dose extra de gordura que é disponibilizada pelo jejum. Logo, os pneus seguem na mesma.
Some a isso o fato de que o jejum tira nossa racionalidade – favorecendo episódios de comilança extrema – e você já percebe que dificilmente o sofrimento de pular refeições termina em emagrecimento (no longo prazo, claro). É óbvio que, quando você ingere menos calorias, tende a perder peso. Mas é possível (e recomendável) fazer isso sem abdicar do café, do almoço ou do jantar. Isso é um cardápio equilibrado.
O jejum, presente em diversas doutrinas e religiões, possui seu apelo como crença, fé etc. Aqui não cabe discussão, apenas respeito. Agora, se o objetivo é emagrecer, treinar e ficar forte, lembre-se: ele não é nosso aliado.
Fonte:MSN

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Menopausa- Como a alimentação pode ajudar nos efeitos no climatério e na menopausa.

INTRODUÇÃO
Alimento funcional é definido pela RDC 18/99, como sendo aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutritivas básicas, quando consumido como parte da dieta usual, produza efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou efeitos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão médica. 1


Um alimento pode ser considerado funcional se for demonstrado de maneira satisfatória que pode agir de forma “benéfica” em uma ou mais funções do corpo, além de se adequar à nutrição e, de certo modo, melhorar a saúde e o bem estar ou reduzir o risco de doenças. 2

Naturalmente, todos os alimentos são funcionais, uma vez que nos proporcionam sabor, aroma e valor nutritivo. Entretanto, nas últimas décadas, o termo funcional está sendo aplicado a alimentos com uma característica diferente, a de proporcionar um benefício fisiológico adicional, além das qualidades nutricionais básicas encontradas. Tais alimentos também são vistos como promotores de saúde e podem estar associados à redução ao risco a certas doenças. 3

Segundo a ANVISA, alimentos funcionais são aqueles alimentos que contêm bioativos e substâncias fitoquímicas ou nutrientes que forneçam beneficio à saúde, seja como prevenção ou tratamento de doenças. Assim, são considerados promotores de saúde e podem estar associados com a diminuição dos riscos de algumas doenças crônicas. 4

Os alimentos considerados funcionais são inúmeros, que além dos benefícios no pré e pós-menopausa, trazem efeitos preventivos sobre diversas doenças e alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares. 5


REFERENCIAL TEÓRICO
Climatério e Menopausa

Os hormônios ovarianos (estrogênio e progesterona), que já estavam diminuindo antes da menopausa, caem ainda mais durante esse período pós-menopausa. Por causa da falta dos hormônios ovarianos a mulher começa a sentir e a notar uma série de sinais e sintomas. As primeiras e mais comuns das queixas são, sem dúvida, os calores repentinos e a transpiração excessiva, que se repetem inúmeras vezes ao longo do dia e da noite, interferindo inclusive com o próprio sono, já que a mulher acorda várias vezes à noite. 6

A diminuição dos hormônios se mostra perceptível em várias outras áreas, como a pele (se torna mais fina, seca e enruga), os cabelos (mais ralos e quebradiços) e até a voz que pode se tornar um pouco mais grave. Além disso, a mucosa vaginal (revestimento interno da vagina) torna-se mais fina e seca, o que pode levar à relação sexual dolorosa, e o aparelho urinário apresenta dificuldade em reter a urina na bexiga, fazendo com que as idas ao banheiro tornem-se mais frequentes. 

A instabilidade emocional é um dos aspectos mais marcantes desse período, quando sensações de depressão/excitação se revezam com grande facilidade e sem razão aparente, tornando a mulher absolutamente imprevisível, além de gerar profundos sentimentos de inferioridade e rejeição. Todos esses sintomas são provenientes da diminuição da produção de hormônios ovarianos. 6

A solução é sem dúvida, repor os hormônios que os ovários não produzem mais, na chamada Terapia de Reposição Hormonal - TRH. Ao substituírem os hormônios naturais, os medicamentos da TRH revertem os principais sinais/sintomas climatéricos, reproduzindo, de certa forma, as condições pré-menopausa. A mulher no climatério não é uma “doente”, nesse período apenas está se ressentindo da falta de alguns hormônios no seu organismo que fizeram parte de sua vida durante muitos anos. No mais, esta mulher atingiu o ápice de sua experiência e maturidade e está apta a ser feliz e fazer os outros felizes. 6

Resumindo: 
A menopausa é a última menstruação da mulher e o climatério é a fase da vida em que ocorre a transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo, devido à diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários. 7

A diminuição dos níveis hormonais é um fato que ocorre com todas as mulheres e se inicia ao redor dos 40 anos. Algumas mulheres podem apresentar um quadro mais acentuado de sinais e sintomas, porém todas chegarão à menopausa. 7

A idade média das mulheres na menopausa é de 51 anos, podendo variar de 48 a 55 anos. Quando ocorre nas mulheres com menos de 40 anos é chamada de menopausa prematura. 7
Alimentos Funcionais no Climatério e na Menopausa
O consumo da soja diminui as ondas de calor típico da menopausa, propiciando um equilíbrio hormonal. Na menopausa é indicado o maior consumo de alimentos ricos em cálcio e vitamina D, como laticínios magros, verduras escuras e leguminosas. “Já durante o período menstrual, alguns alimentos ricos em ferro são recomendados para ajudar a repor a perda de sangue, como por exemplo, carne vermelha, fígado e alguns frutos do mar”. 5 

O consumo de cereais integrais e carboidratos colaboram no combate ao desejo de consumir doces durante a menstruação, principalmente chocolate. “Deve-se ainda evitar alimentos muito salgados que propiciam maior retenção hídrica e distensão abdominal”. 5

Uma alimentação saudável e equilibrada auxilia na redução dos sintomas da menopausa. Eis algumas dicas: 8 

Aumentar o consumo de alimentos fontes do mineral cálcio. Estes são importantes para a manutenção da saúde óssea, tais como: gergelim, tahine, couve, salsa, queijos brancos, leite, iogurtes, entre outros. 

Priorizar o consumo de produtos à base de soja: extrato de soja, soja em grãos, proteína texturizada de soja, tofu, missô. A soja é considerada um alimento funcional, pois possui a isoflavona, que apresenta estrutura similar ao estrogênio (hormônio feminino); 

A semente de linhaça, possui uma substância chamada lignana, que atua auxiliando no alívio dos sintomas da menopausa. Além disso, é rica em fibras e em óleos essenciais ao organismo (ômega 3 e ômega 6) que atuam aumentando o HDL ou "colesterol bom" e reduzindo o LDL ou "colesterol ruim"; 

Os cereais integrais (arroz integral, massas integrais, pão integral, biscoitos integrais, farinhas integrais, aveia, granola, farelo de trigo) também devem ser introduzidos na alimentação diária, pois são fontes de carboidratos que fornecem energia para nosso organismo e fibras, que melhoram o funcionamento do intestino;

O suco de uva é rico em resveratrol, uma substância que atua na prevenção de doenças cardíacas, além de ser um excelente antioxidante combatendo os radicais livres;

Inclua na alimentação o gérmen de trigo e as sementes oleaginosas (avelãs, nozes, castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoas e pistache), pois são alimentos fontes de vitamina E, que combatem o envelhecimento precoce da pele;

Consuma diariamente frutas, verduras e legumes, por serem ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes; Beba bastante líquidos durante o dia sob a forma de água, chás e sucos naturais.
Alimentos Funcionais e Menopausa 9
1. Use lignana 

Sabe aquele gel que a linhaça forma quando fica de molho na água. Ele é rico em lignana que funciona como um estrógeno, ou seja, ela vai se ligar ao mesmo receptor que o estrógeno ligaria no seu organismo. Então, esse gelzinho, funciona muito bem como reposição hormonal natural. Se você está na menopausa, use pelo menos 3 vezes ao dia. Ter só TPM, pode usar 2 vezes ao dia. 

Como usar? 

Coloque 1 colh de sopa de semente de linhaça (dourada ou marrom) em meio copo de água. Deixe de molho de 4 a 8 horas. Use o gel puro ou batido com alguma fruta ou iogurte! 

2. Use proteína isolada de soja 
Os benefícios da soja relacionada a controle hormonal já é bem conhecido. Então faça como o gel de linhaça. Use de 2 a 3 vezes ao dia para ver algum resultado. E, pode bater junto com o gel de linhaça e fazer um "shake". 

Existem dois produtos no mercado que é a proteína isolada de soja, que pode ter mais isoflavona do que o extrato de soja. Então, vale mais a pena.

3. Use chás 
O chá de angélica e o chá de amora pode te ajudar nessa missão. Pode tomar quente ou gelado (ainda mais nesse calor), o que não pode é requentar o chá. Tome até de 2 a 4 xícaras por dia. 

4. Se for viajar... 
Procure por cápsulas que vão te ajudar. Existem várias! Tem isoflavonas de soja, tem progesterona natural em creme e tem uma planta que chama Black Cohosh que pode ajudar também nos calorões!

5. Procure por hormônio bioidêntico 
Existe uma grande diferença entre reposição hormonal tradicional e reposição hormonal bioidêntica. O hormônio bioidêntico é muito melhor porque é mais natural! Procure por um especialista! 
CONCLUSÃO
A menopausa é um período onde a mulher tem diversos problemas relacionados aos seus ciclos menstruais e com isso possui diversos sintomas que fazem com que a vida se torne ruim, mas para que isso não aconteça e continue vivendo a sua vida normalmente existe alimentos que ajudam a amenizar os sintomas causados pela época da menopausa. É importante lembrar que a quantidade e indicação de cada nutriente deve ser avaliada individualmente, de acordo com os seus objetivos e necessidades. Procure um Nutricionista.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. Aprova o regulamento técnico que estabelece as diretrizes básicas para analise e comprovação de propriedades funcionais e ou de saúde alegadas em rotulagem de alimentos. Resolução n. 18, de 3 de dezembro de 1999. 
2. ROBERFROID, M. Functiond food concept and ites application to prbiotics. Digustive and Liver Disease. V. 34, Suppl. 2, p. 105 - 110, 2002.
3. VIEIRA. A. C. P., et al Alimentos funcionais: aspectos relevantes para o consumidor, jul. 2007.
4. ALIMENTOS FUNCIONAIS. Disponível em: . Acesso em 02 set. 2012.
5. ALIMENTOS FUNCIONAIS E MENOPAUSA. Disponível em: . Acesso em: 13 set. 2012.
6. MENOPAUSA. Disponível em: . Acesso em 02 set. 2012.
7. CLIMATÉRIO E MENOPAUSA. Disponível em: . Acesso em 02 set. 2012.
8. ALIMENTOS FUNCIONAIS E MENOPAUSA. Disponível em: < http://www.mundoverde.com.br/Saude/Artigo/2009/03/17/Menopausa/
>. Acesso em: 13 set. 2012.
9. ALIMENTOS FUNCIONAIS E MENOPAUSA. Disponível em: < http://www.drafernandagranja.com/2012/03/semana-da-mulher-climaterio.htm>. Acesso em: 13 set. 2012.
Fonte:Portal da educação

Suplemento 7-Keto DHEA - Conheça um pouco sobre ele!

Relacionado a benefícios como a perda de peso, diminuição de perda muscular, reforço ao sistema imunológico, melhoria do ritmo do metabolismo e redução do estresse, o 7-Keto DHEA é um sub-produto do hormônio DHEA (dehidroepiandrosterona), obtido naturalmente pelo organismo humano no cérebro e nas glândulas supra-renais.
 
A substância também pode ser consumida por meio da suplementação alimentar. Vamos conhecer melhor para o que ela serve, quais os efeitos colaterais que pode acarretar ao corpo humano e a maneira indicada para a sua utilização.



Principais benefícios: Perda de peso

Quando o ritmo do metabolismo aumenta, as gorduras presentes no corpo podem ser queimadas mais rapidamente, e o tão sonhado emagrecimento acontecer de maneira mais acelerada. E é justamente esse um dos efeitos causados pela suplementação alimentar com 7-Keto DHEA: o estímulo para que a ação do metabolismo ocorra de maneira mais acelerada.
Um estudo feito para verificar a ação do 7-Keto DHEA em 30 adultos saudáveis identificou que as pessoas que utilizavam a substância conseguiram eliminar maior quantidade de gordura corporal do que os que não tomaram o suplemento.
Além disso, o 7-Keto DHEA também é relacionado a benefícios como a construção dos músculos e o aumento da massa magra.

Sistema imunológico

Um estudo feito pelo The Minnesota Aplied Research Center (Centro de Pesquisa Aplicada de Minnesota, tradução livre) verificou as propriedades da substância que podem oferecer benefícios ao sistema imunológico.
Durante quatro semanas, homens e mulheres idosos consumiram 100 mg do 7-Keto DHEA duas vezes ao dia. O resultado apresentado foi a melhoria da função imunológica, do crescimento das células auxiliares imunes, assim como o aumento dos glóbulos brancos e a diminuição da pressão arterial.
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Outra pesquisa feita com macacos infectados com SIV (simian immunodeficiency vírus, condição semelhante ao HIV) demonstrou que, após a ingestão da substância, os animais apresentaram aumento de peso, crescimentos nas células T, que fazem parte do sistema imunológico desses bichos, além de melhoria em seu bem-estar.

Efeitos do envelhecimento

Assim como acontece com o DHEA, hormônio do qual é originado, os níveis de 7-Keto DHEA também decrescem no nosso organismo conforme o tempo vai passando e a idade vai chegando.
Um dos prejuízos que essa diminuição do DHEA traz ao corpo humano é o aumento do hormônio cortisol, que quando encontrado em taxas elevadas causa a perda de massa muscular, aumento do peso, crescimento do risco de osteoporose, decréscimo de testosterona, lapsos de memória e diminuição da libido.
O uso da suplementação com 7-Keto DHEA para combater os efeitos do envelhecimento foi testado por meio de uma pesquisa que aconteceu na República Tcheca. O estudo mostrou que o consumo de 25 mg diariamente contribuiu para a redução dos riscos de apresentar doenças cardiovasculares, além da melhoria da função cerebral.
A ação do 7-Keto DHEA também é associada a melhoria na eficiência da memória e na promoção da qualidade do desempenho sexual.

Efeitos Colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns associados ao uso do 7-Keto DHEA são a acne, aumento da oleosidade da pele e da transpiração, perda de cabelo, fadiga, dor de cabeça, congestão nasal e aceleração dos batimentos cardíacos.
Para as mulheres, especificamente, pode ser que ele cause insônia e irregularidade nos ciclos menstruais.
O hormônio DHEA, que dá origem ao 7-Keto DHEA é apontado como o responsável por mudanças de características femininas e masculinas no organismo de quem faz uso de seus suplementos. Nas mulheres, o que ocorre é o surgimento de pelos faciais, engrossamento na voz, ganho de peso na região abdominal e alargamento do clitóris. Já nos homens, uma das coisas que acontece é o aumento dos tamanhos das mamas.
Por mais que os efeitos do 7-Keto DHEA possam ser menores, ainda não há pesquisas suficientes que comprovem que a substância não possui o mesmo potencial para causar esses problemas.

A suplementação com a substância também é considerada como fator de risco para alguns tipos de câncer como o de mama, ovário e próstata.Ainda relacionando com os efeitos que o DHEA pode causar, vale registrar o risco de alterações mentais como as mudanças de humor, aumento da agressividade, ansiedade, agitação, irritabilidade e até psicose.
Justamente por ser um sub-produto do hormônio DHEA é que não podemos deixar esses possíveis riscos de lado e alertar quanto a importância de consultar um médico antes de começar a consumir um suplemento alimentar feito à base de 7-Keto DHEA.

Recomendações

Algumas pessoas precisam ficar ainda mais atentas quanto ao uso de componentes com o hormônio DHEA, ou que se originem a partir dele. Por exemplo, eles não são recomendados às pessoas portadoras de diabetes porque podem causar o crescimento das taxas de açúcar no sangue e resistência ao hormônio insulina.
Há ainda a chance de ocorrer a alteração nos níveis do hormônio tireóide e na função das glândulas supra-renais. Sendo assim, pessoas com problemas endocrinológicos também devem permanecer longe dos suplementos com DHEA.

Como tomar

A dose adequada da substância, assim como a máxima que é tolerada pelo organismo, ainda não foi determinada. Entretanto, geralmente é aconselhada a ingestão diária de 200 até no máximo 400 mg do suplemento preparado à base de 7-Keto DHEA, divididas em duas porções de 100 ou 200 mg.
Dessa maneira, é recomendado pedir orientação médica antes de utilizar a substância para obter um dos benefícios acima apresentados, a fim de saber a dosagem ideal e os efeitos colaterais específicos que podem acontecer em cada caso.

Fonte:Mundo Boa Forma

Menos calorias ou mais calorias: o que é ideal para minha meta fitness?

A decisão de definir uma meta fitness é ótima, e todo mundo deveria ter uma. O problema de definir uma meta fitness está na hora da dieta, principalmente na definição da quantidade de calorias que você deve consumir para o objetivo exato de ganho de peso, perda de peso, hipertrofia, ganho de massa muscular, entre muitos outros objetivos possíveis.

Consumir mais ou menos calorias?
Quando confrontados com esta decisão, é importante considerar vários fatores, mais notavelmente sua meta de peso (se você está querendo perder, ganhar ou manter peso), a frequência, intensidade e duração dos seus exercícios durante os dias da semana, e o seu nível de fome durante cada período no dia. Um nutricionista profissional sempre considera todos esses elementos ao fazer uma dieta balanceada.
É fácil, e bastante comum superestimar a queima de calorias e subestimar o consumo de calorias. Ao comer de qualquer jeito depois da prática de exercícios físicos, você pode acabar consumindo todas as calorias que você gasta durante o exercício, e involuntariamente minar seus esforços para perder ou manter o seu peso. Além disso, você pode estar enganando os sinais de fome do seu corpo, se você não se sente particularmente interessado por essas calorias depois dos exercícios, mas come (ou bebe de qualquer maneira. Se seu corpo não está lhe dizendo que precisa de combustível, é melhor esperar até ele precisar.
Controle de calorias na perda de peso
O pior controle de calorias na perda de peso é feito por aqueles que querem perder peso. Quem está tentando controlar o peso, tem grandes chances de que sempre vai estar com fome. Isso é um problema que pode ser causado por inúmeros fatores: metabolismo acelerado, falta de nutrientes na alimentação, alimentação pobre em fibras, refeições mal distribuídas durante o dia. Tudo parte do princípio do controle: se você não controla suas calorias, você vai consumir mais ou menos do que realmente precisa, e sair do seu objetivo.
Mais calorias para ganho de massa muscular
dieta para ganho de massa muscular é a que vai envolver mais calorias. Só que a pessoa não pode sair comendo pratos gigantes de macarrão e bife de boi e achar que vai criar músculos gigantes. Não é assim que funciona.
A dieta para ganho de massa muscular tem que ser equilibrada em nutrientes que ajudam na construção de músculos e recuperação muscular após a prática de exercícios físicos. Leite, carnes magras, ovos, alimentos integrais, são apenas alguns dos exemplos nesse tipo de dieta.
Controlar os nutrientes da sua dieta é mais importante do que controlar as calorias
Você deve ter percebido até agora que os nutrientes da dieta são mais importantes do que as calorias em si. Por exemplo, é importante manter-se hidratado durante todo o dia, bebendo bastante água. Isso porque, muitas vezes quando sentimos fome, estamos na verdade sentindo é sede.
Para saber também se você precisa de mais ou menos calorias, é preciso estar disposto a fazer ajustes semanais na sua dieta. Você vai perceber que algumas receitas ou alimentos funcionam melhores do que outros, e tem que considerar isso na sua dieta. Principalmente para quem está praticando exercícios de alta intensidade, alimentos que ajudam na recuperação muscular são de extrema importância.
Conte com o auxílio de profissionais na sua meta fitness
Gostamos sempre de lembrar aos nossos leitores: um personal trainer não passa anos aprendendo como levantar pesos. Uma nutricionista não passa 4 anos na faculdade aprendendo a escolher qual a dieta da moda. Um educador físico não passa os anos da faculdade aprendendo como dar uma aula de spinning.
Profissionais sérios são capazes de auxiliar você rumo a atingir sua meta fitness, além de fazer ajustes de acordo com sua rotina, seu comportamento, seus pontos fortes e fracos. Principalmente na hora de definir um aumento ou redução na quantidade de calorias, ou na intensidade dos exercícios físicos, esses profissionais podem ser de ótimo suporte para te manter no caminho certo rumo ao seu objetivo fitness.
Fonte:Saúde Melhor