sábado, 12 de novembro de 2016

10 dicas que Ajudarão no Fortalecimento, Equilibrio e Crescimento do Cabelo.



1. Shampoo, com lavagem e enxágüe conforme necessário.
Cabelo natural, por natureza, é muito poroso, significa que tem uma alta porosidade.
O couro cabeludo e cabelos precisam ser limpos e reidratados, pelo menos, a cada 4-5 dias e, por vezes, até antes disso.

Um couro cabeludo limpo promove o crescimento do cabelo saudável através da remoção de pele morta, e outros detritos indesejados. Limpeza mais freqüentemente do que uma vez por semana ou duas vezes por semana é perfeitamente ok se você estiver usando um shampoo livre de sulfato e suave.

2. Prestar atenção nos seus fios
Várias vezes prestamos menos a atenção para a parte mais antiga do nosso cabelo, as extremidades. Elas são a última parte que recebem umidade e produto, mas são as primeiras a perder a sujeira.
Além de corte de divisão danificando extremidades, você deve aplicar o produto para esse fim. Sempre hidratar e selar seus fios.

3. Menos manipulação
Não se atreva a usar pente ou escova no cabelo firmemente enrolado diariamente, nem mesmo todos os dias. A manipulação ou estilos de proteção, como torções ou tranças, não protegem o meu cabelo de quebra manual e perda de umidade.

4. Trabalho em seções
Tudo que deve ser feito são 4-6 seções, desde a lavagem ao condicionamento de hidratação para desembaraçar. Estes garantem a cobertura total.

5. Óleos penetrantes funcionam melhor
A manteiga de karité é um hidratante natural, grandes para selar a umidade. Óleos mais leves, como coco ou azeite, realmente absorvem no cabelo, dando-lhe a capacidade de fortalecer e reforçar a estrutura interna do cabelo.

6. O secador com capuz é seu Amigo
Mesmo que o secador com capuz tenha uma má reputação, não acho que prejudique o cabelo se usado corretamente.
Na verdade, há uma maior probabilidade de dano de calor com secadores de cabelo do que jamais com secadores de capuz, secadores de capuz é fonte de calor indireta ou difusa.
Com calor indireto, há pouca ou nenhuma chance de danos causados pelo calor.

7. Não deixe de usar o condicionador
Para alguns, um condicionador é opcional. Mas para outras pessoas é indispensável. Seu condicionador minimiza frizz, secura, e nivela a cutícula do cabelo para menos emaranhados e perda de umidade.

8. Tome um multivitamínico
Há um monte de suplementos de cabelo no mercado, mas não confie neles.   Muitas das dosagens são regulamentadas e estão muito acima da dose diária recomendável para estes suplementos específicos.

A ingestão de nutrientes que seu corpo precisa não é pela deficiência e pode ser desastroso. Hipervitaminose ou intoxicação por vitamina pode levar a efeitos colaterais adversos, tais como perda de cabelo, acne, e até a morte.
Um suplemento multivitamínico simples e dieta bem equilibrada são tudo que você precisa para o cabelo saudável.

9. Beber mais água para ter o cabelo hidratado
Quando se trata de cuidados com o cabelo, é muito fácil se concentrar no externo. É da mesma forma com a sua pele, quando você tem pele seca ou cabelo, você olha para o hidratante mais próximo.
Fazendo isso, só cobre até a secura (não a maneira mais eficaz de tratá-la). O certo é hidratar e nutrir seu cabelo e pele de dentro para fora, com água potável.

10. Um bom corte de cabelo
O melhor corte é o que da fluxo no cabelo e movimento, evite cortar em v de forma que fique parecendo um capacete imóvel,
Tudo se dá num bom caimento e fluxo dos cachos, então o comprimento faz uma boa diferença procure por Como Fazer Cabelo Crescer

Fonte: Rosi Feliciano


Dicas para emagrecer mais rápido!

O que as dietas Paleo, cetogênica e Dukan têm em comum? Um cardápio low carb – estratégia para você controlar o consumo de calorias e, principalmente, montar refeições com baixo índice glicêmico. A preocupação com o IG não é novidade – ela surgiu na década de 80. Mas, a cada novo estudo sobre o assunto, os especialistas têm mais certeza de que reduzir a velocidade com que o carboidrato é transformado em glicose e liberado na corrente sanguínea evita picos de insulina (hormônio aliado da gordura) e facilita o emagrecimento. Mais ainda: suspender o consumo de doces, pães refinados e outros alimentos campeões em IG alto ameniza o risco de inflamação nas células de gordura – alteração que deixa seu organismo resistente à perda de peso e, a longo prazo, prejudica outras partes do corpo (o intestino, por exemplo) – ops, isso não é nada bom! Então fique atenta: o IG alto está escondido até nos alimentos que se passam por saudáveis e, portanto, têm espaço no seu cardápio. Pobre em fibras, a tapioca apresenta um índice glicêmico (115) que ultrapassa o do açúcar (92) e o do pão francês (95). Ou seja, ela é digerida num piscar de olhos, o que aumenta bruscamente os níveis de glicose no sangue. “Aí vem a insulina e joga esse combustível para dentro das células antes mesmo de ele ser usado pelo organismo como forma de energia”, explica a nutricionista . Não à toa, depois de comer esse alimento no café da manhã, logo você já sente o estômago roncar de novo. Mas calma lá: se for combinado com opções de índice glicêmico baixo (menor ou igual a 55) ou médio (entre 56 e 69), ele pode ser mantido na dieta. Faça o mesmo com o espaguete, a pizza e o pão – de preferência, integrais. Os melhores parceiros para baixar o IG são os alimentos com uma boa dose de fibras solúveis. “Elas formam uma espécie de gel no estômago e, com isso, retardam a digestão do carboidrato”, afirma a médica ortomolecular . Por isso a ideia de acrescentar aveia à sopa e sementes de chia e linhaça à goma da tapioca (de novo ela!). Já no recheio, prefira fontes de proteína (carnes, queijos, iogurte e whey ou suplementos de proteína vegetal), que, por ter uma digestão mais lenta que o carboidrato, também é considerada uma aliada na redução do IG, assim como a gordura (castanhas, abacate, azeite e óleo de coco). Viu? Não é difícil. Só não se esqueça de fazer essas parcerias em todas as refeições – até mesmo no lanchinho da tarde. Veja a seguir algumas dobradinhas que vão permitir que você continue a comer aquilo de que gosta, sem engordar!


Passe livre na dieta

Combinadas com ingredientes de baixo índice glicêmico, estas comidinhas oferecem menos risco às suas curvas:

SucoMelhor comer a fruta. No suco, você quebra as fibras do bagaço, facilita a digestão e aumenta o IG. A laranja inteira, por exemplo, tem IG 40; espremida, esse valor sobe para 50. Se for fazer o suco, bata a polpa e o bagaço juntos e beba sem coar e adoçar.
Frutas: mamão, melão, caqui, melancia e uva têm o IG alto. Acompanhe-os com castanhas, sementes ou iogurte. As frutas com IG baixo (pera, maçã, kiwi e frutas vermelhas, como morango, ameixa, amora, framboesa) podem ser consumidas sozinhas. Na hora de comprar, prefira as menos maduras – elas têm um teor mais baixo de frutose quando comparadas às maduras.
Modere na porção

É importante também controlar a carga glicêmica (CG) – o índice que sinaliza a concentração de carboidrato por porção. Aliás, quanto maior a CG de um alimento, maior a probabilidade de ele apresentar um IG alto. Agora ficou confuso? Siga estas regras: coloque menos massa no prato e escolha parcerias capazes de deixar a digestão do carboidrato mais lenta. Peça uma salada de folhas de entrada para baixar ainda mais o IG da refeição. E, em casa, siga as sugestões dos nutricionistas para reduzir o IG da tapioca, do espaguete, do pão, da batata, do suco e até das frutas.

Também dá para adiar os cabelos brancos 

Até quem está bem na balança deve priorizar os alimentos com IG baixo – geralmente, ricos em fibras. Isso porque o sobe e desce constante de insulina e glicose não ameaça apenas o peso e as curvas. Ele também está relacionado a um maior risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e quadros de depressão, segundo um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Não é só isso. “Comer doces e pão branco com frequência estimula o organismo a produzir H2O2 (peróxido de hidrogênio) – um potente oxidante capaz de fragmentar o DNA das células”, afirmou o nutricionista durante a palestra “O Índice Glicêmico em Foco: Alimentos, Ingredientes e Epigenética”, recém-apresentada em São Paulo. Os prejuízos vão desde cabelo branco precoce até perigo aumentado de câncer.
Fonte: Boa Forma

Sabe o que fazer para diminuir aquela gordurinha na barriga?

Excesso de carboidrato é o principal culpado pelo acúmulo de gordura na região abdominal – considerada a mais perigosa porque aumenta o risco de ocorrência de doenças cardiovasculares. Para ajudá-la a conquistar um shape mais enxuto e manter sua saúde a salvo, o nutricionista Luciano Bruno, doutor em Alimentos e Nutrição pela Unicamp, lista alguns hábitos alimentares para começar a seguir desde já.
gordura-abdominal
1. Abandone o refrigerante zero. Que o refrigerante normal tem uma grande quantidade de açúcar todo mundo sabe, porém, as versões light e zero também são prejudiciais para a cintura: o adoçante usado nas bebidas é capaz de potencializar o armazenamento de calorias no corpo. Como? Ao sentir o sabor do refri zero, o cérebro entende que o organismo vai entrar em contato com o açúcar e se prepara para receber energia. Como ela não vem, a tendência é abrir o apetite e absorver mais calorias dos alimentos ingeridos com a bebida.
2. Coma castanhas. As oleaginosas contêm gorduras boas, que estimulam a produção de substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias no organismo – um primeiro passo para diminuir o tamanho das células de gordura. Elas também colaboram para reduzir os ataques a doces e carboidratos refinados porque ajudam a desligar no cérebro os centros de desejo por esses alimentos.
3. Tome chá. Chá-verde, chá de casca de laranja, de limão, de mexerica ou de jabuticaba, e chá de gengibre têm alto teor de fitoquímicos, que previnem doenças e maximizam a perda de gordura e o aumento da massa magra. “Eles também ajudam a silenciar os genes envolvidos com o ganho de peso”, diz o nutricionista.
4. Controle a carga e o índice glicêmico do prato. Ainda não sabe o que eles significam? A carga glicêmica (CG) sinaliza a concentração de carboidrato por porção. Já o índice glicêmico (IG) diz respeito à velocidade com que um alimento que contém carboidrato libera açúcar no sangue. Ao combinar alimentos de diferentes índices glicêmicos você evita causar desequilíbrios de hormônios responsáveis pela produção de gordura. Por exemplo, vai comer uma massa? Pegue uma porção pequena (baixo CG) e peça uma salada de folhas de entrada para baixar o IG do prato. Na tapioca, acrescente sementes de chia à goma e recheie com carnes, queijos ou iogurte (eles também ajudam a reduzir o índice).
5. Apimente tudo. “A pimenta preta e a caiena também auxiliam no silenciamento do gene que provoca o ganho de peso”, diz Luciano Bruno. Além disso, elas são termogênicas. Isto é, aumentam a temperatura corporal, turbinando o metabolismo e a queima de gordura. Você pode polvilhar pimenta nas saladas e carnes, e também incluí-la no suco verde.
6. Tome café com óleo de coco no pré-treino. Invista na mistura para queimar mais gordura durante o exercício físico. “O óleo de coco estimula a oxidação da gordura e o café acelera o metabolismo”, diz o nutricionista.
Fonte:MSN