quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Fitoterapia- conheça mais sobre este assunto!

Existem fitoterápicos tão eficientes que são distribuídos pela rede pública de saúde do país, mas algumas regras rigorosas dificultam o registro e o reconhecimento de muitos desses medicamentos. Por conta disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) levantou uma discussão, na semana do dia 4 de março, sobre a possibilidade de criar uma nova regra para os fitoterápicos no Brasil. A ideia é que seja criada uma categoria de "produto tradicional fitoterápico". Nesse grupo, seriam aceitas substâncias que comprovem a segurança pelo uso tradicional - sem precisar de comprovação científica - desde que cumpram as condições adequadas de higiene para fabricação. Para conhecer melhor o efeito e os cuidados com esses medicamentos, confira as explicações de especialistas no assunto:


1. O que são fitoterápicos? De acordo com a Anvisa, fitoterápicos são medicamentos que têm como princípio ativo drogas vegetais, popularmente conhecidas como plantas medicinais. "Esses compostos agem sobre o organismo proporcionando ações específicas como melhora de enjoo e náuseas, aumento da saciedade, melhora do funcionamento intestinal etc.", explica a nutricionista Alessandra Coelho, do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo. "Na fitoterapia, os medicamentos são produzidos a partir de partes das plantas, não possuindo apenas uma substância isolada e sim uma série delas", explica Célia Von Linsingen, Gerente de Marketing Institucional e Consumo do Herbarium, empresa de fitoterápicos. Essa ação conjunta torna o tratamento mais suave e reduz os efeitos colaterais.
2. Fitoterápicos são enquadrados na classe de medicamentos? Sim, eles são considerados medicamentos assim como os remédios convencionais, chamados alopáticos. Por conta disso, os fitoterápicos precisam apresentar estudos científicos e outros critérios para comprovar a qualidade, a segurança e eficácia do uso. No entanto, muitos medicamentos fitoterápicos são bem antigos e não possuem esses estudos, não sendo reconhecidos pela Anvisa.
3. O fitoterápico pode substituir medicamentos alopáticos? Segundo Caroly Mendonça, coordenadora do curso de Fitoterapia Clínica do Centro de Pós-Graduação das Faculdades Oswaldo Cruz, o fitoterápico pode substituir um medicamento alopático dependendo da doença. "Em alguns casos, o efeito é até melhor do que de um medicamento alopático", diz a professora. Tratamentos de gastrite, por exemplo, podem ser feitos com espinheira santa. "Mas lembre-se de que nenhuma medicação deve ser substituída sem a indicação e consentimento do profissional responsável", alerta a nutricionista Alessandra.
4. Fitoterápicos podem trazer perigos à saúde? O mau uso de fitoterápicos pode ocasionar problemas à saúde, como qualquer outro medicamento. A Anvisa exemplifica alguns dos possíveis problemas: alterações na pressão arterial e problemas no sistema nervoso central, fígado e rins, que podem levar a internações no hospital e até morte, dependendo da forma de uso irregular. Por isso, é fundamental usar fitoterápicos seguindo orientações de um profissional da área de saúde capacitado.
5. Fitoterapia é o mesmo que medicina ortomolecular? Não. "A fitoterapia é uma terapia usada com extratos vegetais que vem de uma prática mais antiga e tradicional", explica Marcelle Machado, professora do curso de Naturologia da Anhembi Morumbi, em São Paulo. Nessa técnica, todos os compostos ativos são de origem vegetal, mas não há uma substância ativa isolada.Já a medicina ortomolecular possui como terapia a utilização de substâncias biológicas ou sintéticas, como vitaminas e minerais, de maneira isolada. "Esse uso é feito para corrigir alguma deficiência ou até mesmo para combater doenças, no caso da prescrição de antioxidantes", explica a nutricionista Alessandra.
6. Quem pode receitar fitoterápico? A nutricionista Alessandra forneceu uma lista divulgada pela Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais com os profissionais que podem prescrever fitoterápicos, entre eles:- Médico, desde que seja especializado na área de fitoterapia; - Nutricionista e cirurgião dentista (apenas produtos com indicação relacionada ao seu campo de conhecimento); - Farmacêutico (apenas medicamentos isentos de prescrição médica para doenças de baixa gravidade); - Enfermeiro (desde que faça pós-graduação); - Terapeutas (técnicos em acupuntura, podólogos, técnicos em quiropraxia e terapeutas holísticos) e naturólogos podem recomendar fitoterápicos de venda livre, que não sejam manipulados; - Psicólogos e fisioterapeutas podem recomendar fitoterápicos de venda livre apenas quando forem especializados em acupuntura.
7. Quais cuidados é preciso ter com o uso de fitoterápico? A Anvisa lista alguns cuidados que são os mesmos destinados aos outros medicamentos: - Buscar informações com os profissionais de saúde;- Informar ao seu médico sobre qualquer reação desagradável enquanto estiver usando plantas medicinais ou fitoterápicos; - Observar cuidados especiais com gestantes, lactantes, crianças e idosos; - Informar ao seu médico se está utilizando plantas medicinais ou fitoterápicos, principalmente antes de cirurgias; - Adquirir fitoterápicos apenas em farmácias e drogarias autorizadas pela Vigilância Sanitária; - Seguir as orientações da bula e rotulagem;- Observar a data de validade e nunca usar medicamentos vencidos; - Seguir corretamente os cuidados de armazenamento; - Ter cuidado ao associar medicamentos, pois isso pode diminuir os efeitos ou provocar reações indesejadas; - Desconfiar de produtos que prometem curas milagrosas.Fitoterápicos que trazem benefícios à saúde Há por volta de 66 fitoterápicos reconhecidos pela Anvisa. 
Fonte: MSN

Receitas de bolos funcionais

Bolo de aniversário diet





Ingredientes

½ xícara de tâmaras sem caroço colocadas de molho por 4 horas
1 xícara (chá) de água quente (250ml)
4 ovos
1 xícara de achocolatado em pó 70% cacau e sem açúcar (193g)
½ xícara de óleo de coco
2 xícara de farinha de arroz (280g)
2 colher (sopa) de semente de linhaça
1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de preparo
No liquidificador, misture as tâmaras com a água quente e reserve. Em seguida, bata os ovos na batedeira até dobrar de volume. Acrescente o achocolatado e o óleo. Então, desligue a batedeira e, aos poucos, acrescente a farinha e a mistura de tâmaras. Quando estiver bem homogêneo, volte a bater em velocidade baixa.
Desligue a batedeira, acrescente a semente de linhaça e o fermento. Depois, unte a forma com óleo de coco e enfarinhe com alfarroba ou canela em pó. Coloque em forno médio preaquecido a 180°C por 25 a 30 minutos. Prontinho! Se quiser, prepare uma cobertura de sua preferência (sem açúcar, ok?) e turbine o sabor.

Bolo de laranja com gengibre e quinua

Ingredientes:
– 1 col. (chá) de gengibre ralado
– 4 col. (sopa) de óleo de coco
– 1 xíc. (chá) de açúcar de coco
– 1 xíc. (chá) de farinha de arroz (integral melhor)
– 1 xíc de chá de farinha ou farelo de quinua
– 1 col. (sopa) de fermento em pó
– 1 xíc. (chá) de suco de laranja
– 1 xíc. De leite de arroz (ou outro vegetal)
– 3 ovos
Modo de fazer:
Bata as claras em neve e reserve.
Bata por 5 minutos o açúcar de coco, o óleo de coco e as gemas na batedeira ou liquidificador.
Sem parar de bater, acrescentar as farinhas, o suco de laranja e o leite vegetal.
Acrescente as claras em neve `a massa.
Mexa delicadamente até formar uma massa homogênea.
Despeje em assadeira  untada e polvilhada.
Asse em forno médio pré-aquecido por 35 minutos.
Caso queira uma calda, coloque na panela o suco de 4 laranjas com 2 col. de sopa de açúcar de coco e deixe engrossar. Jogue por cima do bolo e coloque raspas de laranja. Vai ficar lindo!
Bolo de abóbora com castanha do pará e especiarias

Ingredientes
– 2 ½ xícara de chá de abóbora crua e sem casca
– 1 ½ colheres de sopa de açúcar de coco (para cozinhar a abóbora)
– 2 lascas de canela em pau
– 3 ovos
– 3 col. de sopa de óleo de coco
– 1 e 1/2 xícaras de farinha de arroz (integral melhor)
– 1 xíc de chá de açúcar de coco
– 1 col. de sopa de fermento em pó
– 1 xíc de chá de castanha do Pará picada
– 1 col. de sob de canela em pó
– 1 pitada de sal rosa
– ½ col. de chá de noz moscada ralada
Modo de fazer:
Numa panela, junte a abóbora, a 1 e ½ col. de sopa de açúcar, a canela e água suficiente para cozinhá-la.
Assim que a abóbora estiver macia, escorra, retirando a canela.
Bata a abóbora, o óleo e os ovos no liquidificador.
Junte a farinha, o açúcar de coco restante, a canela, noz moscada e a castanha picada em uma tigela. Acrescente aos poucos a mistura de abóbora e misture bem, sem bater. O fermento vai por último.
Despeje em assadeira  untada e polvilhada.
Coloque no forno a 180o pré aquecido e asse até dourar (de 30 a 40 minutos).
Aproveitem estas delícias!
Patrícia Mendes