terça-feira, 24 de novembro de 2015

Razões para não perder peso!

Nenhuma dieta parece ter efeito sobre os números na balança e você sua a camisa na academia, mas o esforço não se reflete no espelho?  Alguns fatores que você desconhece podem estar dificultando o seu processo de emagrecimento. Saiba quais são eles:

  • Doença endócrina não diagnosticada

    Foto: Reprodução / Getty Images

    Talvez não passe pela sua cabeça que a dificuldade para perder peso esteja associada a alguma doença não diagnosticada. Mas isso pode acontecer. Segundo a endocrinologista Isabela Bussade, responsável científica da PronoKal, a síndrome dos ovários policísticos, que chega a atingir 30% das mulheres jovens, desregula os hormônios e interfere no funcionamento do pâncreas, o que eleva a produção de insulina e aumenta a sensação de fome.

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  • Excesso de preocupação e responsabilidades

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    Você anda muito estressado ou se sentindo pressionado pelas horas de trabalho e problemas pessoais?  Se sim, isso pode estar fazendo os dígitos avançarem na sua balança. Isso porque quando você está muito tenso, a produção de hormônios do estresse, como a adrenalina e o cortisol, é intensificada. Isabela Bussade explica que o cortisol é responsável pelo metabolismo baixo. “Estudos em modelos de animais mostram que, mesmo seguindo uma dieta de muito pouca caloria, os animais não emagreceram”, explica.

    Os altos níveis destes hormônios, "enganam" o corpo, que interpreta a situação como um ataque e sente a demanda por energia. Dessa forma, a fome, principalmente por carboidratos, vai às alturas, pois são fontes de rápida resposta. Para reverter esse cenário, a endocrinologista e metabologista Viviane Christina de Oliveira, da Endoquali, indica: "Considere seriamente rever sua rotina para reduzir os níveis de estresse e iniciar atividades para relaxamento, como atividade física, meditação, ou qualquer outra coisa que lhe traga prazer".

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  • Supertreinamento

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    Passar horas a fio na academia só pode resultar em perda de peso, correto? Errado. O overtraining ou a prática de treinos acima da sua capacidade cardiovascular e ventilatória faz com que hormônios poupadores de energia sejam ativados, dificultando o processo de perda de peso. “Nesse caso, o exercício deve ser prescrito dentro do limite de cada um”, recomenda Isabel Bussade.

    Para não ceder à inércia, no entanto, a nutricionista Deborah Gariba Nunes, da Paraná Clínicas, garante: "Pratique atividade física, pelo menos, 30 minutos diariamente ou 45 minutos três vezes por semana. A parceria com a alimentação saudável pode antecipar a chegada do resultado esperado".

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  • Fome sem fim e compulsão alimentar

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    Você só pensa em comer e não consegue resistir àquele prato a mais mesmo já estando satisfeito? O que poderia ser identificado como ansiedade pode ser, na verdade, um quadro de Transtorno de Compulsão Alimentar (TCA), segundo Isabel Bussade. Quando a pessoa  ganha peso, há um tal aumento nos níveis de leptina, o hormônio responsável pela sensação de saciedade, que o cérebro deixa de responder ao seu estímulo. Por se tratar de um problema relacionado aos neurotransmissores, o tratamento indicado pode ser com fármacos e o acompanhamento de um médico.

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  • Sarcopenia ou perda de massa magra

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    Mesmo comendo pouco, algumas pessoas têm dificuldade para emagrecer. Isso pode acontecer em função de uma síndrome conhecida como sarcopenia, que se caracteriza pela perda progressiva e generalizada da força e da massa muscular. Segundo Isabel Bussade, quando a pessoa perde mais músculo, isto é, o principal órgão de consumo de energia do organismo, este passa a oxidar muito lentamente os nutrientes.

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  • Desidratação

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    Você certamente já ouviu falar que basta beber um copo de água para saber se você estava mesmo com fome ou não: se a sensação de fome passar é sinal de que o seu corpo só estava precisando de líquidos. Quando a desidratação é leve, explica Viviane Christina de Oliveira, pode haver essa confusão no hipotálamo, que é a parte do cérebro que regula tanto o apetite quanto a sede.

    "Ingerir, pelo menos, 2 litros de água por dia, ajuda a hidratar o organismo e eliminar as toxinas acumuladas. A água também gasta energia para ser absorvida, em torno de 200kcal a cada oito copos", aponta a nutricionista Deborah Gariba Nunes, da Paraná Clínicas.

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  • Noites mal dormidas

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    Não é à toa que se fala em sono da beleza. Ao acordar após uma noite de sono ruim, dois hormônios relacionados ao apetite já começam a agir contra você. De um lado, há o aumento nos niveis de grelina, substância que estimula o apetite e, de outro, verifica-se a diminuição na concentração de leptina, responsável por provocar a sensação de saciedade. Conforme as noites mal dormidas vão se tornando mais frequentes, o cortisol também sobe, o que pode colaborar com o ganho de peso.

    "Muitas vezes, regularizando o seu sono, você pode melhorar muito seu nível de energia e controlar melhor a fome, com seus hormônios de volta nos trilhos", garante Viviane Christina de Oliveira.

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  • Você está pulando as refeições

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    Deixar o seu estômago vazio por muito tempo é uma péssima ideia. Quando você deixa de fazer uma refeição, ele aumenta a produção de grelina, o hormônio que regula a fome, causando a sensação de fome. "Como regra geral, tente não deixar mais de quatro a cinco horas entre as refeições", recomenda Viviane Christina de Oliveira.

    A nutricionista Deborah Gariba Nunes também dá algumas dicas: fazer cinco refeições ao dia, sem trocar o jantar por lanches e, entre elas, consumir frutas, castanhas e sementes. "As calorias devem corresponder às necessidades do organismo. Por isso, dietas com menos de 1200 calorias são desaconselháveis por agredir e prejudicar a saúde", alerta.

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  • + Proteínas - Carboidratos

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    Sabe aquela cestinha de pão que muitos restaurantes oferecem como aperitivo? Eles estão ali para abrir o apetite dos clientes, apesar do que muita gente acredita. Carboidratos simples, encontrados em alimentos feitos com farinha branca, doces etc., aumentam rapidamente os níveis de açúcar no sangue para, em seguida, como resposta, o corpo intensificar a produção de insulina com o objetivo de manter os níveis de glicose normais. Todo esse processo desperta uma fome intensa por mais carboidratos.

    Para evitar essa montanha-russa, Viviane Christina de Oliveira simples indica o consumo preferencial de carboidratos complexos e fibras, que contribuem para a sensação de saciedade. Outros grandes aliados da manutenção da saciedade são as proteínas e as gorduras boas. A primeira, além de reduzir a fome, também é fundamental para a reparação do corpo.

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  • Você devora a comida

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    Ao fazer uma refeição depressa demais, você não concede ao cérebro tempo suficiente para registrar a informação de que o seu estômago já está cheio e o seu apetite continua a pleno vapor. Por outro lado, ao comer em um ritmo moderado, a liberação dos hormônios atua no sentido de indicar que você não precisa mais comer. Então, procure saborear cada mordida na sua próxima refeição e esperar pelo menos 20 minutos antes de decidir se outra porção é realmente necessária
  • Fonte: Bem estar

Conheça mitos e verdades sobre a lipoaspiração

A combinação entre dieta e exercício é a fórmula reconhecida para alcançar a boa forma. Mas e quando nem ela dá jeito? A gordura localizada pode ser mais difícil de se eliminar, mesmo quando a perda de medidas na balança já foi conquistada. “A genética pode atrapalhar, existem predisposições a ter gordurinhas em certas regiões que nenhum exercício ou alimentação vai tirar, e quando a pessoa passa dos 30, essa gordurinha se torna mais teimosa”, explica Karla Assed, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Nesses casos, a lipoaspiração passa a ser considerada como uma opção. Confira abaixo alguns mitos e verdades sobre a cirurgia voltada para a remoção de gordura acumulada em locais ou em volumes indesejados:

Conhea mitos e verdades sobre a lipoaspirao (Foto: Reproduo / Getty Images)Conheça mitos e verdades sobre a lipoaspiração (Foto: Reprodução / Getty Images)






A lipoaspiração é indicada para quem quer emagrecer


Mito. 
A lipoaspiração pode ser realizada por homens e mulheres que desejem melhorar o contorno corporal, desde que apresentem exames pré-operatórios normais, peso ideal e boas condições de saúde. "As pessoas, antes de qualquer procedimento cirúrgico, fazem uma avaliação global da sua saúde (exames de sangue, eletrocardiograma, entre outros) e, caso haja qualquer impedimento por risco à saúde, o procedimento passa a ser contraindicado. Além disso, pessoas que tenham expectativas irreais sobre possíveis resultados também devem ser desencorajadas", afirma o cirurgião plástico Eduardo Porto Leite, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

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A cirurgiã plástica Brunna Salvarezza destaca que o procedimento não é uma técnica de emagrecimento, mas um tratamento daquela gordura localizada que não cedeu nem à academia e nem à dieta. "A lipoaspiração é um procedimento artístico que promove um contorno corporal a pacientes que estão em uma faixa de peso ideal. Como há a retirada das gordurinhas localizadas, acaba ocorrendo um perda de peso após a lipoaspiração, mas essa não é a principal função". Dessa forma, pessoas acima do peso ou consideradas obesas devem recorrer a dieta e a exercícios físicos antes de serem candidatas ao procedimento.


A cirurgia é mais perigosa que outros procedimentos estéticos


Mito. Assim como qualquer procedimento cirúrgico, a lipoaspiração também apresenta riscos. Eduardo Porto Leite lembra que tem sido noticiado pela mídia com cada vez mais frequência a ocorrência de complicações fatais relacionadas à lipoaspiração, sendo que mais de 98% desses casos são realizados em condições não recomendadas, fora do ambiente hospitalar, em consultórios e salões de beleza, ou por profissionais pouco habilitados.

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Em relação à utilização de anestesia, a opção por um bloqueio local ou geral vai depender da avaliação do cirurgião e do anestesista, mas ambos os métodos oferecem segurança. "É extremamente importante alertar que, independentemente do volume da lipoaspiração, esse é um procedimento cirúrgico e deve sempre ser realizado em centro cirúrgico completamente equipado, com anestesia presente", reforça Brunna Salvarezza.


A lipoaspiração é diferente da lipoescultura


Verdade. Enquanto a lipoaspiração, como o próprio nome indica, aspira a gordura presente em excesso em determinadas áreas, a lipoescultura processa essa gordura lipoaspirada para enxertá-la em outros locais com o objetivo de corrigir depressões, ressaltar curvas e até aumentar o tamanho do bumbum, por exemplo.


A recuperação no pós-operatório costuma ser tranquila


Parcialmente verdade. A lipoaspiração é um procedimento que começa com pequenas incisões na pele, de menos de 5mm, em áreas discretas ou camufláveis e, através de cânulas especiais, o cirurgião plástico aspira as gorduras indesejadas. A quantidade de gordura subcutânea, isto é, localizada abaixo da pele, varia de acordo com a região do corpo. Dessa forma, o abdômen, os culotes e os flancos apresentam maior acúmulo do que, por exemplo, a papada, a face e os braços, sendo essas áreas com menor quantidade mais sensíveis.

Nos primeiros dias após a cirurgia, é comum sentir desconforto ou dor, o que pode ser minimizado com medidas como drenagem linfática, orientação alimentar, uso de cinta pós-operatória e alguns medicamentos. "A volta ao trabalho vai depender do tamanho do procedimento, podendo retornar em menos de uma semana se foi pouca quantidade, a até um pouco mais de uma semana em casos de maior área lipoaspirada", explica Eduardo Porto Leite.

Cirurgia plstica (Foto: Getty Images)Conheça os mitos e verdades sobre a lipoaspiração (Foto: Getty Images)









Não há risco de retroceder após a cirurgia


Mito. Após a eliminação das temidas gordurinhas, vem o próximo passo, tão importante quanto o procedimento da lipoaspiração: a manutenção do resultado. O uso de cintas pós-operatórias e o controle nutricional, com uma dieta adequada e equilibrada, são fundamentais para evitar o ganho de peso e o retrocesso no corpo conquistado. "A indicação cirúrgica é importantíssima, pois nela você receberá orientações para a manutenção do seu resultado", aconselha Carlos Bautzer, cirurgião plástico da Clínica de Especialidades Integrada.


A faixa de preço pode variar consideravelmente


Verdade. 
Tendo em vista que o procedimento para segurança da sua saúde deve ser realizado por um cirurgião plástico, em ambiente hospitalar, desconfie de preços baratos demais. A faixa média dos valores vai depender das acomodações hospitalares a serem escolhidas e da área do corpo a ser lipoaspirada, variando os valores da internação hospitalar de 2 a 15 mil reais, sendo o orçamento feito apenas após consulta médica.


Não existe um limite recomendável para a extração da gordura


Mito. 
Para evitar riscos desnecessários na realização do procedimento, o limite máximo que pode ser aspirado sem comprometer a saúde do paciente corresponde a entre 5 e 7% do seu peso. Apesar de a incisão feita ser pequena, o impacto representado pela lipoaspiração é considerável. "O trauma é escondido pela pele. Trata-se de uma queimadura profunda na parte da gordura subcutânea. Tem que ser feito em pouco volume, senão fica ainda mais intensa e extensa", explica o cirurgião plástico Tiago Ribeiro.


O uso da meia elástica e da cinta é fundamental no pós-operatório


Verdade. O uso da cinta nos primeiros meses após a cirurgia é muito importante, pois realiza uma compressão nos locais lipoaspirados, promovendo assim a diminuição mais rápida do edema (inchaço) e evitando a retenção de líquidos, conhecida como seromas. "As cintas limitam esse processo e garantem que o resultado alcançado na cirurgia seja garantido. Além do uso de cintas, existem outras orientações de pós-operatório como a drenagem linfática, o uso de ultrassom, radiofrequência, uma dieta adequada, entre outros", afirma Brunna Salvarezza.


A lipoaspiração pode ajudar a reduzir as celulites


Verdade. 
Os cirurgiões plásticos Eduardo Porto Leite e Brunna Salvarezza ressaltam que, apesar de este não ser a principal indicação ou o objetivo do procedimento, pode haver uma melhora das celulites em algumas áreas como o culote.
Fonte: Bem Estar

Cardápio de dieta cetogênica

Fonte: BEM ESTAR

Pronokal: conheça a dieta da proteína para quem quer emagrecer rápido



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Um dos problemas associados às dietas hiperproteicas, no entanto, é que elas reduzem o fornecimento de calorias, mas aumentam excessivamente a ingestão de proteínas, o que pode sobrecarregar o metabolismo e prejudicar o fígado e os rins. Surgiu então, por iniciativa de uma empresa espanhola especializada em tratamentos médicos para a perda de peso, o método Pronokal, que promete eliminar os quilinhos a mais às custas da gordura corporal e com segurança. "Na Dieta Proteinada, a ingestão de proteínas é ajustada aos requisitos ideais para manter um balanço proteico equilibrado (0,8-1,2 g/kg por dia), evitando a sobrecarga renal" explica a endocrinologista Luciana Spina, colaboradora científica da Pronokal no Brasil.  

Conhea o mtodo Pronokal: dieta da protena para quem quer perder peso rpido (Foto: Reproduo / Getty Images)Conheça o método Pronokal: dieta da proteína para quem quer perder peso rápido (Foto: Reprodução / Getty Images)

O principal diferencial do método é que se trata de um programa personalizado sob acompanhamento médico, de forma que a manutenção dos resultados alcançados é considerada uma parte tão importante do processo quanto as etapas anteriores. Além da dieta em si, a pessoa conta com o apoio multidisciplinar de uma equipe composta por médicos, nutricionistas e profissionais de educação física, passa por uma reeducação alimentar e continua sob supervisão até dois anos após o fim do tratamento. Entenda como funciona cada uma das três etapas do método Pronokal:
Etapa ativa

Na fase inicial, é introduzida a dieta proteinada com uma combinação de produtos proteicos de alto valor biológico, suplementação vitamínica e os alimentos permitidos - como carne, frango, peixes e ovos e saladas com poucos temperos. A duração vai depender de quantos quilos a pessoa precisa perder e elimina-se até 80% do sobrepeso. Isso acontece porque o corpo é induzido a um estado de cetose controlada, isto é, quando o organismo precisa recorrer às reservas de gordura (estímulo de lipólise) para obter energia no lugar dos carboidratos; gastando, portanto, a massa gorda e preservando a massa magra. "A perda de peso acontece, basicamente, porque o fígado converte gorduras em ácidos graxos que são usados pelo corpo para gerar energia e pela redução da quantidade de açúcares ingeridos, que pode aumentar a sensação de saciedade", define a médica nutróloga Ana Luisa Vilela. 

De acordo com Luciana Spina, essa perda inicial de peso é uma das vantagens do método Pronokal. "Isso gera motivação e maior adesão ao tratamento, sem haver necessidade de remédio para controlar o apetite. Existe saciedade e bem-estar, o que facilita a manutenção do método a longo prazo, ideal para aqueles que precisam perder bastante peso", garante.
Reeducação alimentar

Na segunda etapa perde-se o peso objetivado restante (20%), ao mesmo tempo em que são incorporados, progressivamente, à dieta, todos os tipos de alimentos, inclusive carboidratos como torradas, cereais, frutas e gorduras como o azeite. Essa reeducação alimentar é o que vai ajudar na manutenção do peso a longo prazo. "A dieta cetogênica, dependendo das condições clínicas do paciente, pode ser realizada até o paciente atingir o peso ideal, mas não continuamente. Deve ser intercalada a cada três ou quatro meses, com períodos de reeducação alimentar", afirma a endocrinologista. Ela ressalta, no entanto, que dietas hipocalóricas como essa não são indicadas para crianças e adolescentes com menores de 16 anos, idosos, pessoas com transtornos alimentares graves e pacientes com doenças renais, hepáticas e cardiovasculares. 

Saiba que alimentos incluir na dieta para ganhar e manter a massa magra (Foto: Reproduo / Getty Images)Conheça o método Pronokal: dieta da proteína para quem quer perder peso rápido  (Foto: Reprodução / Getty Images)
Manutenção do peso

Na terceira e última fase, é realizado um acompanhamento periódico até após dois anos do fim do tratamento, focado no objetivo de que a pessoa mantenha o seu objetivo a longo prazo. "Há o suporte com orientações nutricionais, de coaching emocional, e de atividades físicas. Esse tratamento é indicado, inclusive, em casos de comorbidades, como hipertensão e colesterol alto, e quando o paciente não pode usar medicamentos”, explica a endocrinologista Isabela Bussade, responsável científica da PronoKal.
Fonte: BEM ESTAR