domingo, 12 de julho de 2015

Receita de pão de queijo funcional

Ingredientes

  • 125 g de polvilho doce
  • 125 g de polvilho azedo
  • 250 g de ricota
  • 3 colheres de sopa de chia
  • 1 pote de requeijão light
  • 1 pitada de sal

Modo de preparo

Misture a ricota e o requeijão light em um recipiente. Aos poucos, vá alternando entre o polvilho doce e azedo, sem parar de misturar. Coloque uma pitada de sal junto com a chia e continue acrescentando os polvilhos.
Misture até a massa se tornar homogênea. Faça a forma dos pães de queijo e leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por até 25 minutos. Retire do forno e sirva.
 Fonte: Bola corpo de mulher

Emagrecedores proibidos no Brasil


Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) possui vínculo com o Ministério da Saúde, sendo responsável por realizar análises de alimentos, medicamentos, cosméticos, entre outros produtos. Ao efetivar o seu trabalho, a agência tem autoridade para proibir a fabricação e comercialização de itens que ofereçam riscos às pessoas.
Nos últimos tempos, a Anvisa tem se empenhado na proibição de remédios para emagrecer. Os medicamentos, na maioria das vezes, possuem substâncias que agridem o organismo humano quando consumidas sem orientação médica e causam efeitos adversos. Apesar das medidas adotadas pela agência, alguns emagrecedores continuam sendo vendidos ilegalmente.

QUAIS EMAGRECEDORES FORAM PROIBIDOS PELA ANVISA?

Em outubro de 2011, a Anvisa publicou no Diário Oficial da União um comunicado relatando a proibição da venda de remédios para emagrecer à base de anfepramona, femproporex e mazindol, componentes que também são chamadas de anfetamínicos.
A decisão de retirar os emagrecedores à base de anfetaminas do mercado foi tomada em virtude da saúde dos pacientes. Após análises, ficou comprovado que estes produtos causam alterações no sistema nervoso central e problemas cardíacos. Além dos efeitos adversos, o uso abusivo dos remédios também foi um fator que contribuiu com a proibição.
A Sibutramina ainda continua legalizada, ao contrário dos anfetamínicos. (Foto:Divulgação)
O Brasil manteve a venda legalizada de anfetamínicos por mais de 30 anos, mas com a medida adotada pela Anvisa, os médicos estão proibidos de receitar medicamentos do gênero para o tratamento contra a obesidade. Depois do anúncio, as farmácias tiveram dois meses para se adaptar as regras.

A venda de medicamentos com anfetaminas foi proibida no Brasil, mas a comercialização da Sibutramina continua valendo para auxiliar o tratamento contra a obesidade. Apesar do monitoramento da vigilância sanitária, os emagrecedores, conhecidos pelos nomes comerciais Plenty, Sibutran e Sigran, podem ser comprados nas farmácias, mas somente com a apresentação de um termo de responsabilidade assinado por médico e paciente.

Recentemente, a Anvisa suspendeu a venda dos medicamentos à base de DMAA, uma substância presente em suplementos alimentares que são usados para emagrecer, como é o caso do Oxielite Pro e do Lipo6 Black. De acordo com a agência, o consumo contínuo de DMAA causa sérios danos para a saúde, como os danos cardiovasculares e alterações no sistema nervoso.

UM ALERTA SOBRE OS EMAGRECEDORES


Os emagrecedores nunca são saudáveis e causam efeitos colaterais. (Foto:Divulgação)
Os emagrecedores devem ser consumidos apenas com prescrição médica, caso contrário o usuário pode colocar a sua saúde em risco. Quando o tratamento não é realizado de maneira correta, os remédios que combatem o ganho de peso possuem efeitos colaterais agressivos, como o aumento nos riscos de problemas de coração, depressão, constipação, insônia, boca seca e irritabilidade.
A melhor forma de chegar ao peso ideal é adotar uma dieta balanceada, exercícios físicos e acompanhamento de um especialista no assunto, como o endocrinologista e nutricionista.
Fonte: Anvisa

2015- suplementos vitamínicos proibidos pela ANVISA

Anvisa proíbe comercialização de suplementos vitamínicos

25 de fevereiro de 2015
A Anvisa proibiu a distribuição e comercialização de três suplementos vitamínicos em todo território nacional. A razão é que os produtos não têm segurança e eficácia comprovada da Anvisa e as composições dos produtos não estão especificadas na Farmacopeia Brasileira ou em outras Farmacopeias oficiais e ou do Food Chemical Codex, compêndio internacional de qualidade aprovada para alimentos.

Os suplementos proibidos são Suplemento Mineral Cromo da fábrica Maxinutri Laboratório Nutraceutico Ltda-ME, o Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus e Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus Sênior da fábrica Eurofarma Laboratórios S.A.

No caso do Suplemento Mineral Cromo a proibição foi motivada pela presença da substância cromo glicina complexado. No Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus foi encontrada a substância nicotinato glicinato de cromo e selênio glicina. No terceiro Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus Sênior havia a substância nicotinato glicinato de cromo e glicinato de selênio. Nenhuma da substâncias têm comprovações de segurança para o consumo humano.
Fonte: Anvisa