sábado, 11 de julho de 2015

Chá de Hibisco e suas vantagens

Chá de hibisco evita o acúmulo de gordura - Foto: Getty Images
Chá de hibisco evita o acúmulo de gordura
chá de hibisco é preparado com o cálice do botão seco da flor chamadaHibiscus Sabdariffa, que não é aquela espécie de hibisco normalmente encontrada nos jardins. Devido a esta planta, a bebida é rica em substâncias antioxidantes como flavonoides e ácidos orgânicos. Estes nutrientes proporcionam diversos efeitos benéficos, entre eles, a ação diurética, impedindo a retenção de líquidos, e a capacidade de evitar o acúmulo de gorduras, principalmente na região da barriga e quadris.  
Este último ocorre porque o chá reduz a adipogênese, processo no qual ocorre a maturação de células pré-adipócitas que se convertem em adipócitos maduros, capazes de acumular gordura no corpo. 
Outros estudos apontam que alguns flavonoides presentes na bebida possuem um efeito cardioprotetor e vasodilatador. Assim, as substâncias ajudam a aumentar o colesterol bom, HDL, diminuir o colesterol ruim, LDL, triglicerídeos e a pressão arterial. 

Principais nutrientes do chá de hibisco

Chá de hibisco - 200 ml - um copo
Calorias74 kcal
Proteínas0,86 g
Gorduras totais1,3 g
Carboidratos14,82 g
Fibras0,6 g
Açúcar total12 g
Ferro17,28 mg
Magnésio2 mg
Fósforo6 mg
Potássio18 mg
Sódio6 mg
Vitamina C36,8 mg
Tiamina - Vitamina B12,55 mg
Riboflavina - Vitamina B20,198 mg
Ácido fólico2 mcg
Vitamina A30 mcg
Cálcio2 mg
Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.                  
Confira qual a porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes que a porção recomendada, 200 ml (um copo), deste chá carrega: 
  • 213% de vitamina B1
  • 123% de ferro
  • 82% de vitamina C
  • 15% da vitamina B2
  • 5% de vitamina A
*Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kj. Seu valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. 

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O cálice da flor utilizado para elaborar o chá de hibisco é rico em vitamina B2 (riboflavina), que auxilia na saúde da pele, ossos e cabelos, e a vitamina B1 (tiamina). Todas vitaminas pertencentes ao complexo B ajudam o nosso corpo na captação de energia nas células, principalmente ao auxiliar no metabolismo do oxigênio e da glicose, as principais fontes de combustível celular. A B1, ainda por cima, tem essa ação principalmente nos neurônios, células que formam nosso cérebro. 
O chá ainda possui boas quantidades de ferro, que atua no transporte de oxigênio no organismo e previne problemas como anemia, dor de cabeça e cansaço. A Vitamina A, que conta com um efeito antioxidante e é necessária para a visão, sistema imunológico, pele e saúde óssea, e a vitamina C, que protege o organismo contra a baixa imunidade, doenças cardiovasculares, doenças dos olhos e até envelhecimento da pele, também estão presentes na bebida.  
A bebida conta com diversas substâncias antioxidantes, como os flavonoides, especialmente as antocianinas, que possuem efeito cardioprotetor, vasodilatador e contribuem para evitar o acúmulo de gorduras. 
Outro flavonoide interessante é a quercetina que ajuda a proporcionar uma ação diurética. Os ácidos orgânicos, como os ácidos cítricos, hibístico e málico, também possuem ação antioxidante e estão presentes em boas quantidades no chá de hibisco. 

Benefícios do chá de hibisco

Chá de hibisco tem ação diurética - Foto: Getty Images
Chá de hibisco tem ação diurética
Evita o acúmulo de gordura: Uma pesquisa publicada no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia concluiu que o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese. Este processo consiste na maturação celular no qual as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros capazes de acumular gordura no corpo. 

Ao diminuir este processo, o chá de hibisco contribui para que menos gordura fique acumulada na região do abdômen e nos quadris. Ainda não está claro qual é a substância presente na bebida que é responsável pelo benefício. Porém, acredita-se que a ação antioxidantes dos flavonoides antocianina e quercetina contribuem para reduzir o depósito de gordura.

Ação diurética: O chá de hibisco tem efeito diurético, por isso é um aliado para evitar a retenção de líquidos. Um estudo publicado no Journal of Ethnopharmacology da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia observou que o flavonoide quercetina presente na bebida é um dos nutrientes que ajuda a proporcionar esta ação. 

Outra pesquisa publicada pela Planta Medica, da Society for Medicinal Plant and Natural Product Research, concluiu que o chá age na aldosterona, hormônio secretado pelas suprarrenais que regulam o balanço eletrolítico do organismo favorecendo a ação diurética. Ainda não foram identificados quais os nutrientes que proporcionam o benefício. 

Controla o colesterol: Um estudo publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine feito com 53 pacientes portadores de diabetes concluiu que o consumo do chá de hibisco contribui para a diminuição do colesterol ruim, LDL, e aumento do colesterol bom, HDL. A bebida diminuiu o colesterol LDL em 8% e aumentou o HDL em 16,7%. 

O mesmo estudo comparou o chá de hibisco com o chá preto e observou que o primeiro é mais eficiente para o combate do colesterol do que o segundo. Isto porque o preto apenas aumentou o HDL, mas diminuiu o LDL. O chá de hibisco é tão interessante para pessoas que possuem problemas com os níveis de colesterol por ser rica em substâncias com ação antioxidante.  

Controla a pressão arterial: Um estudo publicado no Journal of Nutrition concluiu que o chá de hibisco ajuda a baixar a pressão arterial. A pesquisa contou com 65 pacientes que tiveram os níveis de pressão arterial reduzidos. Os estudiosos acreditam que alguns flavonoides presentes na bebida proporcionariam este benefício ao diminuir uma enzima que atua sobre a pressão arterial. 

Bom para o cérebro: O chá de hibisco conta com boas quantidades de vitaminas B1 e B2. Todas as vitaminas pertencentes ao complexo B ajudam o nosso corpo na captação de energia nas células, principalmente ao auxiliar no metabolismo do oxigênio e da glicose, as principais fontes de combustível celular. A B1, ainda por cima, tem essa ação principalmente nos neurônios, células que formam nosso cérebro. 

Quantidade recomendada do chá de hibisco

Chá de hibisco controla o colesterol - Foto: Getty Images
Chá de hibisco controla o colesterol
A orientação é consumir um copo de 200 ml de chá de hibisco. Para cada copo deve ser utilizado de 4 a 6 gramas da flor seca, equivalente a uma colher de chá, ou dois a três pacotinhos de chá.  

Como consumir o chá de hibisco

Caso utilize a flor a granel, procure aquecê-la o mínimo possível para não perder as propriedades. Separe 200 ml de água, deixe ferver e após isso adicione de 4 a 6 gramas, equivalente a uma colher de chá, da flor seca. Mantenha a bebida por três minutos no fogo e após isso ela pode ser consumida. 

Compare o chá de hibisco com outros chás

NutrientesChá de hibisco - 200 ml - um copoChá-preto - 450 mlChá mate - 1 litro
Calorias74 kcal1 kcal30 kcal
Proteínas0,86 g0 g0 g
Gorduras totais1,3 g0 g1 g
Carboidratos14,82 g0.3 g6 g
Fibras0,6 g0 g0 g
Cálcio2 mg0 mg10 mg
Ferro17,28 mg0.01 mg0 mg
Magnésio2 mg1 mg20 mg
Fósforo6 mg1 mg0 mg
Potássio18 mg21 mg50 mg
Sódio6 mg0 mg0 mg
Vitamina C36,8 mg0 mg0 mg
Tiamina - Vitamina B12,55 mg0 mg8,9 mg
Riboflavina - Vitamina B20,198 mg0.014 mg0 mg
Ácido fólico2 mcg5 mcg0 mcg
Vitamina A30 mcg0 mcg0 mcg
Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos / Taco - versão 2, UNICAMP 
O chá de hibisco possui quantidades do flavonoide antocianina, um poderoso antioxidante, tão relevantes quanto as frutas vermelhas e roxas, como a amora, morango e mirtilo (blue berry). Comparado com outros chás, o de hibisco é rico em vitaminas A e C e em ferro, enquanto o preto e o mate não possuem estes nutrientes. 

Combinando o chá de hibisco

Chá de hibisco + alimentos termogênicos: Pessoas que pretendem emagrecer podem combinar o chá de hibisco com um alimento termogênico. Isto porque o primeiro irá evitar que a gordura se acumule na região do abdômen e quadris enquanto o segundo será capaz de aumentar o gasto energético. Uma boa opção de bebida termogênica é o chá verde. 

Contraindicações

É interessante que gestantes e lactantes evitem o chá de hibisco. Isto porque alguns estudos preliminares apontaram que a bebida possui ação mutagênica, ou seja pode interferir na estrutura dos genes do bebê, trazendo problemas. 

Riscos do consumo excessivo

Por ter ação diurética, o consumo em excesso do chá de hibisco pode fazer com que a pessoa elimine muito eletrólitos, nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo composto principalmente por cálcio, potássio, sódio e magnésio. A falta destas substâncias pode levar à desidratação.
Fonte: MInha Vida

Entenda quais as principais causas do reganho de peso após a cirurgia bariátrica e o que fazer diante do problema

A obesidade é uma doença crônica e progressiva e tem nas operações bariátricas um tratamento eficaz a longo prazo para seu controle. Como na hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e mesmo em oncologia, consideramos "obesidade não controlada" o termo adequado para aqueles enfermos que não atingem sua meta de perda ponderal a curto e médio prazo, com o mesmo raciocínio para as doenças crônicas acima citadas. Por exemplo, quando um paciente não tem seu diabetes tipo 2 controlado não simplesmente "reganha" sua doença enquanto está sendo tratado corretamente, igualmente ocorre com a obesidade que é uma doença crônica com diversas características que podem dificultar seu controle.  
Naqueles que não conseguem atingir perda de peso maior que 20% de seu peso total nos primeiros 6 meses de pós-operatório (menos de 0,5% dos pacientes) caracterizamos obesidade não controlada, enquanto que aqueles que perdem acima de 20% de seu peso total nos primeiros 6 meses (98,5%) chamamos de portadores de obesidade controlada. Além disso, os pacientes que ficam entre 10 e 20% de perda em 6 meses, chamamos de portadores de obesidade parcialmente controlada. Devem ser considerados em conjunto com a definição de controle da obesidade: 
  • Satisfação do paciente com o resultado obtido
  • Melhora da doença associada, como diabetes por exemplo, independentemente da perda ponderal (mecanismos independentes da perda de peso).
Já a longo prazo, como a grande maioria dos seres humanos, por diversas razões fisiológicas, pode ocorrer algum ganho do peso perdido. A genética associada a vários fatores ambientais e pessoais favorece-nos ao ganho ponderal com o passar da vida. 
Portanto, a longo prazo após cirurgias bariátricas, podemos definir reganho de peso controlado aquele indivíduo que reganha 20% ou menos de seu peso perdido, enquanto que reganho excessivo é o que reganha 50% do peso perdido. As causas de não controle pós-operatório são classificadas em fatores ligados ao paciente (comportamentais e biológicas) e aquelas relacionadas às técnicas cirúrgicas. 
Algumas técnicas operatórias tem inquestionavelmente relação com não controle da obesidade e com reganho excessivo a longo prazo. Em ordem crescente de relação com não controle da doença e reganho de peso a longo prazo, as operações mal absortivas (switch duodenal e derivação bileo pancreática à Scopinaro) são as que tem menos incidência de não controle e reganho, seguida pela derivação gastro jejunal em Y de Roux (bypass gástrico) e finalmente as operações com predomínio da restrição de ingestão alimentar: a gastrectomia vertical e banda gástrica ajustável, esta última a de menor efetividade. 
Apesar das operações mal absortivas terem melhores resultados em relação à perda de peso, elas são pouco realizadas pelo índice relativamente alto de complicações nutricionais que elas acarretam no pós-operatório. Assim sendo, a derivação gastro jejunal em Y de Roux (bypass gástrico) ainda é a operação que tem melhores resultados a médio e longo prazo, relativos à perda ponderal e controle das doenças associadas e sem grandes complicações depois das cirurgias, seguida pela gastrectomia vertical.  
As condutas a serem tomadas em casos de reganho de peso variam de acordo com as causas citadas acima e compreendem a avaliação do endocrinologista e da equipe multidisciplinar para auxiliar em mudanças comportamentais ou indicação de reoperação como conversão para outra técnica, correção de eventuais complicações, etc. 
Fonte: MInha Vida

Sopas para ajudar esquentar neste inverno!

Creme de abóbora e gengibre 

INGREDIENTES 
150 g de coxão duro magro
 
4 cravos-da-índia 
1 cebola picada
 
1 maço de cheiro-verde
 
1 tomate picado, sem pele e sem sementes
 
1 colher (chá) de gengibre fresco em lascas
 
1 colher (chá) de sal 
1 kg de abóbora moranga em pedaços
 
½ xícara (chá) de creme de leite light
 
1 colher (sopa) de cebolinha picada 

MODO DE PREPARO 
Aqueça uma panela grande antiaderente e doure a carne. Espete os cravos na cebola e adicione à panela junto com o cheiro-verde, o tomate, o gengibre, o sal, a abóbora e 1 litro de água. Cozinhe em fogo baixo por 40 minutos, em panela semi-tampada. Espere amornar. Retire a carne e o cheiro verde e bata o restante no liquidificador. Coloque novamente em uma panela e leve ao fogo. Quando ferver, acrescente o creme de leite, a cebolinha e sirva.

Sopa de feijão com legumes 


INGREDIENTES 
3 xícaras de feijão cozido e temperado (pode ser sobra de feijão) 
1 batata média cortada em cubinhos 
3 xícaras de água 
2 tomates picados (com pele e semente)
 
1 cenoura picada em cubinhos
 
1 xícara (chá) de vagem picada 
1 xícara (chá) de quinua 
Sal e pimenta do reino a gosto
 

MODO DE PREPARO 
Bater o feijão, a água e o tomate no liquidificador. Colocar o feijão batido e a batata em uma panela e cozinhar, até amaciar a batata. Se ficar muito grosso, acrescentar mais água. Provar e acertar o sal, se necessário. Acrescentar a massinha, na panela fervente, e cozinhar pelo tempo indicado, na embalagem, pelo fabricante. Salpicar com pimenta-do-reino a gosto, e servir.

Caldo verde com mandioquinha 



INGREDIENTES 
100 g de músculo cortado em cubos
 
1 cebola
 
4 a 5 mandioquinhas sem casca cortadas em pedaços (500g) 
1 maço de cheiro-verde
 4 xícaras (chá) de água 
1 vidro de palmito
 2 dentes de alho amassados 
1 colher (chá) de azeite de oliva 
2 xícaras (chá) de couve picada 

MODO DE PREPARO 
Refogue o músculo em uma panela antiaderente e adicione, em seguida, a cebola, a mandioquinha, o cheiro-verde e a água. Deixe cozinhar em fogo baixo, por cerca de 30 minutos ou até que a mandioquinha amoleça e a quantidade de líquido reduza um pouco. Retire do fogo e espere ficar morno. Corte o palmito em cubinhos e reserve. Retire o cheiro verde e o músculo da panela e bata o restante no liquidificador. Em uma panela, refogue os alhos no azeite e junte a couve. Mexa um pouco e despeje o caldo do liquidificador na panela junto com o palmito e deixe ferver novamente. Sirva quente

Dica: hipertensos devem deixar o palmito de molho em água por cerca de uma hora, mudando a água duas vezes para retirar o excesso de sódio

Fonte: Além do peso