segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Saxenda: novo medicamento é aprovado pela FDA para controle de peso corporal


Saxenda: novo medicamento é aprovado pela FDA para controle de peso corporal
Food and Drug Administration (FDA), dos EUA, aprovou hoje o Saxenda (liraglutide injetável) como uma opção de tratamento para o controle crônico do peso corporal, associado a uma dieta reduzida em calorias e à prática de atividade física regular. A medicação foi aprovada para uso em adultos com um índice de massa corporal (IMC) de 30 ou superior (obesidade) ou adultos com IMC de 27 ou superior (acima do peso), que têm pelo menos uma condição relacionada, tal comohipertensão arterialdiabetes tipo 2colesterol alto ou dislipidemia.
índice de massa corporal (IMC), que mede a gordura corporal com base no peso e na altura do indivíduo, é utilizado para definir a obesidade e o excesso de peso em categorias.
Segundo James Smith, vice-diretor da Division of Metabolism and Endocrinology Products no FDA’s Center for Drug Evaluation and Research, o Saxenda, usado responsavelmente em combinação com um estilo de vida saudável, que inclui uma dieta de baixas calorias e exercícios físicos, oferece uma opção de tratamento adicional para o controle crônico de peso para as pessoas que são obesas ou estão acima do peso e têm pelo menos umacomorbidade relacionada ao aumento do peso corporal associada.
GLP-1 (Glucagon-like peptide-1) é um hormônio produzido no intestino, na presença de alimentos. Entre outras funções, ele estimula a produção e a secreção do hormônio insulina pelo pâncreas. Nos pacientes diabéticos tipo 2, a atividade do GLP-1 é insatisfatória, o que reduz as taxas de insulina e aumenta os níveis deaçúcar no sangue - as duas principais características do diabetes. O Saxenda é um agonista do receptor GLP-1 e não deve ser utilizado em combinação com qualquer outro fármaco que pertença a esta mesma classe, incluindo o Victoza, usado para o tratamento da diabetes tipo 2. Saxenda e Victoza contêm o mesmo princípio ativo (liraglutide) em diferentes doses (3 mg e 1,8 mg; respectivamente). No entanto, Saxenda não é indicado para o tratamento de diabetes tipo 2, pois não foram estabelecidas a segurança e a eficácia de Saxenda para o tratamento de diabetes.
A segurança e eficácia do Saxenda foram avaliadas em três ensaios clínicos que incluíram aproximadamente 4.800 pacientes obesos e com excesso de peso com e sem condições significativas relacionadas ao aumento do peso corporal. Todos os pacientes receberam aconselhamento sobre modificações de estilo de vida que consistia em uma dieta de baixas calorias e a prática regular de atividade física.
Os resultados de um ensaio clínico que envolveu pacientes sem diabetes mostraram que os pacientes tiveram uma perda de peso média de 4,5% da linha de base em relação ao tratamento com placebo (pílula inativa) em um ano. Neste ensaio, 62% dos pacientes tratados com Saxenda perderam, pelo menos, 5% do seu peso corporal, em comparação com 34% dos pacientes tratados com placebo. Os resultados de outro ensaio clínico que envolveu pacientes com diabetes tipo 2 mostrou que os pacientes tiveram uma perda de peso média de 3,7% da linha de base em relação ao tratamento com placebo em um ano. Neste ensaio, 49% dos pacientes tratados com Saxenda perderam, pelo menos, 5% do seu peso corporal, em comparação com 16% dos pacientes tratados com placebo.
As pessoas que utilizam Saxenda devem ser avaliadas após 16 semanas, para determinar se o tratamento está funcionando. Se um paciente não perdeu pelo menos 4% de peso corporal apresentado no início do estudo, o Saxenda deve ser interrompido, uma vez que é pouco provável que o paciente consiga manter uma perda de peso clinicamente significativa com a manutenção do tratamento.
Saxenda tem na sua bula uma advertência informando que tem sido observado em estudos com roedores a presença de tumores da glândula tireoide (tumores de células-C da tireoide), mas que não se sabe se o Saxenda provoca tumores de células-C da tireoide, incluindo um tipo de câncer de tireoide chamado carcinoma medular da tireoide (CMT), em seres humanos. Saxenda não deve ser utilizado em pacientes com história pessoal ou familiar de CMT ou em pacientes com síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2 (uma doença em que os pacientes têm tumores em mais de uma glândula do corpo e que predispõe ao CMT).
Os efeitos secundários graves relatados em doentes tratados com Saxenda incluem pancreatitedoença davesícula biliarinsuficiência renal e pensamentos suicidas. Saxenda também pode aumentar a frequência cardíaca e deve ser interrompido em pacientes que apresentem um aumento sustentado na frequência cardíaca de repouso.
FDA está exigindo os seguintes estudos pós-comercialização para o Saxenda:
  • Ensaios clínicos para avaliar a dose, segurança e eficácia em pacientes pediátricos.
  • Estudo para avaliar os potenciais efeitos sobre o crescimento, maturação sexual e desenvolvimento e função do sistema nervoso central em ratos imaturos.
  • Registro de caso de CMT, de pelo menos 15 anos de duração, para identificar qualquer aumento naincidência CMT relacionado ao Saxenda.
  • Avaliação do risco potencial de câncer de mama com o uso de Saxenda em ensaios clínicos em curso.
Além disso, a segurança cardiovascular da liraglutide está sendo investigada em estudos em curso.
FDA aprovou Saxenda como uma estratégia Risk Evaluation and Mitigation Strategy (REMS), que consiste em um plano de comunicação para informar os profissionais de saúde sobre os riscos graves associados ao uso de Saxenda.
Saxenda é fabricado pela Novo Nordisk S/A, na Dinamarca, e é distribuído pela Novo Nordisk, em Nova Jersey.
terça-feira, 06 de janeiro de 2015 - Atualizado em 21/01/2015
NEWS.MED.BR, 2015. Saxenda: novo medicamento é aprovado pela FDA para controle de peso corporal. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/pharma-news/738827/saxenda-novo-medicamento-e-aprovado-pela-fda-para-controle-de-peso-corporal.htm>. Acesso em: 23 fev. 2015

Lanches Saudáveis para comer no trabalho ou em casa.

TOMATE COM MUSSARELA DE BÚFALA


Essa combinação possui gordura boa e proteína, e os tomates são ricos em antioxidantes.
Quando bate a fome no meio da tarde durante o trabalho, o que você come? O nutricionista Jonny Bowden, autor de inúmeros livros sobre alimentação saudável, conta que a alimentação ideal para este horário é uma espécie de mini refeição. Ela deve ser composta por proteínas, gorduras e fibras e fornecer cerca de 200 calorias. Como é difícil encontrar tudo isso em um único lanche, Bowden dá algumas dicas de alternativas para não passar fome no trabalho e ainda ser saudável. Veja na galeria de fotos a seguir:

OVO COZIDO

Um ovo tem cerca de 70 calorias e carrega entre 5 e 6 gramas de proteína

MAÇÃ COM PASTA DE AMENDOIM


Essa combinação um pouco inusitada oferece fibra, proteína e gordura.

BATATA DOCE COM ATUM


A combinação é rica em nutrientes e faz com que você se sinta saciado.

AIPO COM HOMMUS


Mais uma combinação inusitada. A pasta encontrada na culinária árabe é rica em nutrientes e fibras e ajuda a normalizar a pressão sanguínea.

AMÊNDOAS-

Cerca de 12 amêndoas tem 184 calorias. O óleo feito com estas castanhas é incrivelmente benéfico para o coração.
Fonte:MSN

Celulite - Tratamentos que ajudam a diminuir ou acabar com elas!

Independente da idade, forma física ou etnia, as mulheres estão mais sujeitas à celulite do que os homens, tornando essa disfunção estética uma preocupação feminina. Muitas buscam soluções das mais variadas para evitar, disfarçar ou tratar a celulite, mas o que realmente funciona?
De acordo com a biomédica Daniella Costa Maia, "a celulite é uma disfunção estética caracterizada por bolsas de gordura acumuladas por baixo da pele, causando covas e dando a aparência de "casca de laranja" com acometimento da circulação sanguínea e linfática”. Ela pode ainda ocasionar dores intensas e problemas emocionais, uma vez que podem interferir diretamente na maneira que a mulher olha para si mesma.

A celulite dentro dos consultórios

Apesar de ser um assunto de ampla discussão, muitas mulheres ainda sentem constrangimento ao tratar o assunto com um médico ou esteticista, uma vez que devem mostrar as áreas do corpo que têm causado o desconforto. Daniella Maia também ressaltou que é comum que o público feminino trate o assunto com certa ansiedade, buscando principalmente saber se há alguma solução rápida para resolver o problema, muitas vezes deixando de lado a causa dele.

Os tratamentos mais indicados

drenagem-linfatica-2.jpg© Fornecido por Guia da Semana drenagem-linfatica-2.jpg
De maneira mais específica, entre os tratamentos mais frequentes estão a radiofrequência, que atinge a camada profunda da pele e estimula a formação de colágeno; o ultrassom cavitacional, que promove a mobilização das células de gordura fazendo com que elas sejam eliminadas de maneira natural pelo organismo; a carboxiterapia, que ajuda na circulação local; a endermoterapia, que traz a oxigenação para os tecidos; a mesoterapia, que consiste em um coquetel de medicamentos para diminuir a gordura e a tradicional drenagem linfática, que ativa o  sistema linfático.
Segundo Expedita Pereira Borsan, esteticista, os tratamentos mais populares para celulite são a drenagem linfática juntamente com o ultrassom e a endermologia, uma técnica que ajuda a ativar a circulação sanguínea no local. “Entre os tratamentos mais inovadores está o laser, mas ainda é muito caro”, conclui a esteticista. Daniella Maia indica inclusive a utilização de cremes, que potencializam o efeito do tratamento.

Alimentação não pode ser esquecida

Para as duas profissionais, no entanto, existe um ponto que é muito importante e, frequentemente, esquecido na luta contra a celulite. Além dos tratamentos estéticos, é necessário que a vida da mulher inclua uma rotina de atividades físicas e uma alimentação balanceada.
A dieta recomendada por Daniella inclui “evitar o consumo de alimentos gordurosos, sódio, cafeína, bebidas alcoólicas e outros alimentos que comprometam a digestão, o metabolismo e a absorção por parte do organismo, e, de outro lado, potencializar a ingestão de alimentos antioxidantes para a melhora da circulação; consumir aproximadamente 2 litros de água por dia;  e abusar dos alimentos integrais, que são boas fontes de fibras e ajudam a diminuir a absorção de gorduras, além de contribuir para a regulação do intestino”.
Fonte:MSN

Saiba o que fazer se tiver Virose

Saiba evitar a virose no verão
Cientistas produziram em laboratório os três tipos principais de células que formam os vasos sanguíneos.
A pesquisa, que abre caminho para a produção em larga escala de veias artificiais, foi realizada na Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, e publicada na revista científica Nature Biology.
Com as altas temperaturas e a alimentação desregrada no período de férias, a gastroenterite, popularmente chamadas de virose, é um quadro clínico conhecido nos hospitais durante o verão. As sensações de mal-estar, cansaço, dor de cabeça, dores pelo corpo inteiro, vômito e diarreias caracterizam os sintomas da doença.
Segundo médico Fábio Morabito, coordenador do Pronto Atendimento do Hospital viValle, é importante estar atento aos sintomas. “Os sinais da virose são facilmente confundidos com os da dengue; por isso, é importante observar o estado de saúde. Se a febre permanecer por mais de 24 horas e vier acompanhada de vômito, procure atendimento médico para esclarecer o diagnóstico”, orienta o médico.
A contaminação acontece por meio de vírus ou bactérias e é altamente contagiosa, portanto, é essencial manter uma higiene adequada e reforçada durante períodos propícios da disseminação do vírus.
Fábio Morabito dá dicas de como evitar o contágio: “Lavar as mãos regularmente; higienizar os alimentos, principalmente vegetais, frutas e legumes, que são os principais transmissores do vírus; e manter alimentação saudável, a fim de evitar a baixa imunidade são recomendações importantes para evitar a contaminação”.
A gastroenterite tem duração média de 2 a 3 dias e pode ser perigosa quando atinge crianças pequenas e idosos, pois, nessas faixas etárias, as pessoas podem apresentar quadros de desidratação mais fortes. Repouso total, dieta a base de líquidos e muita água são indicações que ajudam no tratamento da virose. O soro caseiro também é recomendado no combate à desidratação.
O especialista também alerta para a automedicação: “Em casos como esses é comum os pacientes se automedicarem, porém, tomar remédios sem a orientação médica é perigoso. Em casos de virose, o paciente pode acabar potencializando o vírus ao invés de eliminá-lo”, esclarece Dr. Fábio Morabito, que orienta sempre a procura de um especialista.
Receita do soro caseiro
Ingredientes:
Água: 1 litro
Sal de cozinha: 1 colher de chá rasa - equivale a cerca de 3,5g.
Açúcar: 02 colheres de sopa cheias - equivale a cerca de 40g.
Modo de preparo: 
Lave bem as mãos. Misture bem todos os ingredientes dentro de uma jarra. 
O soro pode ser ingerido a cada 30min, podendo ser utilizado por até 24 horas após o preparo
Fonte:RH connect

Viroses comuns no verão



‘Elas’ aparecem devagarinho e podem literalmente tirar o sono. Algumas doenças surgem com maior frequência no verão, como as viroses. Geralmente, começam com sintomas fracos, como febre, dores abdominais, e horas depois o quadro agrava-se, podendo desencadear em vômitos, diarreia, entre outros.

As viroses mais comuns na região são rotavírus, hepatite A e enteroviroses. Na primeira, os sintomas são febre, dor abdominal, vômitos e evacuações líquidas. Na hepatite A, o quadro é mais complexo, com febre de baixa intensidade (38º), dor abdominal, diarréia e icterícia muco cutânea (coloração amarelada da pele e conjuntivas, o famoso “amarelão”). Já as enteroviroses, são causadas por vírus que iniciam com quadro respiratório de coriza, congestão nasal, febre e, depois de dois ou três dias, ‘evoluem’ para vômitos e evacuações líquidas.

“Estas viroses podem ser transmitidas por via respiratória, no caso das enteroviroses, ou através de água contaminada, como a hepatite A e o rotavírus”, explica a infectologista do Nucleo de Vigilância Epidemiológica do Hospital Nossa Senhora da Conceição de Tubarão, Eletânia Esteves de Almeida.

Como surge a virose

As viroses, em geral, acometem mais crianças. No entanto, os adultos também podem contrair as doenças devido ao contato com uma criança ou a mesma fonte de contaminação. E não é algo para não se preocupar. “Todas as doenças podem ter um quadro clínico que vai desde assintomático até sintomas graves, que podem matar”, alerta a infectologista Eletânia Esteves de Almeida.
O caso do ajudante de padeiro Genivaldo Bispo Vieira, por exemplo, é delicado. Desde sexta-feira, ele tem sintomas de virose, mas, por ter problemas cardíacos, resolveu consultar um médico. “Ele me encaminhou para a internação, para acompanhamento do quadro da doença”, explica.

Surto paulista pode chegar em Santa Catarina
O surto de diarreia das últimas semanas no litoral paulista pode migrar para outras regiões. Foram registrados na cidade de Olímpia (SP) - de 30 de dezembro a 12 de janeiro - 367 casos, muitos deles em turistas que frequentaram um parque aquático que recebe centenas de visitantes por dia.
A infectologista Eletânia Esteves de Almeida revela que o risco de ocorrer o mesmo em praias daqui é o mesmo que nas praias de São Paulo. “Esta é uma época de grande circulação de pessoas no litoral. Além disso, as condições de alimentação e o tratamento da água podem estar inadequados em várias praias”, lista.

O que fazer para evitar uma virose?

A recomendação da infectologista Eletânia Esteves de Almeida para não ficar doente é beber água tratada e encanada, fervida ou filtrada; lavar as mãos com água e sabão após utilizar o banheiro e antes de preparar alimentos ou antes de comer; evitar ambientes com aglomerações de pessoas, no caso de ser impossível, cobrir o nariz e a boca.

Quanto à prevenção, a médica informa que existe vacina na rede pública para o rotavírus, mas para crianças de três a cinco meses. “Para a prevenção da hepatite A na rede privada, a vacina é realizada a partir de 1 ano e pode ser feita para qualquer idade”, esclarece.
Fonte: Notisul