quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Ovo: consuma sem colocar a saúde em risco!

Gostoso, barato, fácil de fazer... O ovo reúne todas essas qualidades, mas, ainda assim é tido como um grande vilão da alimentação saudável. O que muitos não sabem é que tanto temor com o consumo deste alimento acabou levando um inocente ao banco dos réus. Especialistas já comprovaram que a restrição a ele só é pertinente para quem já tem alta taxa de colesterol ou para quem sofre de alergia ao alimento. 

A melhor notícia é que, se você não se encaixa em nenhum desses grupos, o ovo pode trazer diversos benefícios a sua saúde. Ele é rico em vitamina C e uma excelente fonte de proteína. A sua gema contém grande quantidade de vitamina A, carotenóides e das substâncias luteína e zeaxantina, que beneficiam os olhos, prevenindo, até mesmo, a catarata.

Para as gestantes, o ácido fólico e a colina, duas vitaminas do complexo B presentes no ovo, ajudam na formação e no funcionamento do sistema nervoso do feto. Já para aqueles que querem emagrecer, a dica é substituir a carne da refeição pelo ovo, já que ambos são fontes de proteínas. Por ser rico em aminoácidos essenciais, ele ajuda a aumentar aquela sensação de saciedade, ou seja, ao comer um ovo na hora do almoço, no final do dia, você terá ingerido menos calorias do que de costume.   

Algumas dicas para consumir o ovo de maneira correta:

- Evite consumir a clara do ovo crua, pois ela é rica em evidina, uma proteína que bloqueia a absorção de biotina, essencial para a saúde da pele e dos cabelos.

- Consuma 1 ou 2 ovos, de 3 a 4 vezes por semana.

- Prefira a versão cozida ou o ovo pochê (preparados em água).
Fonte:MInha Vida

O que você entende do rótulo dos alimentos?

Mais importante do que ler o rótulo dos alimentos é saber compreender as informações ali contidas. Parece uma missão impossível conseguir absorver tantas palavras e números.

"É um erro só prestar atenção às calorias, como muitas pessoas fazem. Devemos ficar atentos aos nutrientes e aos aditivos químicos ali presentes, pois de nada adianta comer um alimento com poucas calorias se ele não tem nenhum nutriente", explica a nutricionista .

Alguns ingredientes seguem a máxima "quanto menos, melhor". É o caso dos aditivos químicos que, quando consumidos de maneira irregular, podem fazer mal a nossa saúde e prejudicar a perda de peso também.
"Essas substâncias atuam no nosso tecido adiposo, o que torna mais difícil a quebra das gorduras", alertando que outro ponto importante é que a lista de ingredientes está em ordem decrescente. Ou seja, os primeiros produtos da lista são os que estão presentes em maior quantidade naquele produto. 
 
Fique de olho na quantidade de fibras presente em cada alimento. Muitas vezes, alguns rótulos contêm a frase "fonte de fibra", mas a quantidade deste nutriente naquela porção é tão pequena, que não faz nem diferença na sua alimentação.

"Para ser considerado uma boa fonte de fibra, o produto tem que ter mais de 1,5g/porção do nutriente. Fique longe dos alimentos com gordura trans, essa gordura é extremamente prejudicial ao nosso corpo", ressalta a nutricionista.

Fique atenta também à quantidade de sódio. "A ingestão recomendada diária é de, no máximo, 6g. vale destacar que esse mineral em excesso é muito prejudicial à saúde, além de provocar retenção de líquidos no corpo. A verdade é que, quanto menos industrializado, melhor e mais saudável é o alimento", conclui a especialista.
Fonte:MSN