segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

INFORMAÇÕES SOBRE ALIMENTAÇÃO E ARTROSE

A osteoartrite ( ou simplesmente artrite) é uma doença degenerativa causada pelo uso e desgaste da articulação. Tal desgaste pode ser natural pelo uso, idade e sobrepeso ( ARTROSE PRIMÁRIA ) ou ainda por traumas e lesões ( ARTROSE SECUNDÁRIA ). O seu tratamento pode ser medicamentoso, cirurgico ou ainda não-medicamentoso ( fisioterapia e exercícios físicos, hidroginastica, etc).
nutrição é uma alternativa na prevenção de inúmeras doenças crônicas, incluindo a osteoartrite. Os componentes dos alimentos podem ser úteis para alvos específicos e, se consumidos por um longo período, auxiliam o tratamento medicamentoso de inúmeras doenças crônicas.
Vale destacar que o mecanismo de destruição da cartilagem na osteoartite é multifatorial e que paralelamente alguns alimentos contêm múltiplos compostos ativos que atuam por várias vias.
Consequentemente, o cuidado com a alimentação pode ser uma opção interessante no manejo da doença ao aumentar a ingestão de certos nutrientes durante o tratamento supervisionado por um médico.
Quais nutrientes são recomentados para uma pessoa com osteoartrite ?
Ômega 3: encontrado no óleo de canola, soja e peixe fresco, o ômega-3 mostrou importante papel na diminuição da inflamação, fator constante na osteoartrite. ( O ômega-3 é transformado em um produto anti-inflamatório no organismo)
Vitamina E: a ingestão diária de vitamina E parece diminuir a dor em pacientes com osteoartite. Encontramos a vitamina E nas nozes, semente de girassol, kiwi, germe de trigo, grãos integrais, peixe, leite de cabra e vegetais verdes folhosos.
Vitamina C: a vitamina C ( ácido ascórbico) . Boas fontes de vitamina C são as frutas citricas como, laranja, limão e tangerina além da framboesa e morango
Manter uma alimentação saudável também auxilia na redução e manutenção do peso corporal, importantíssimo para a melhora da superfície articular comprometida.
Bibliografia: Ameye, LG and Chen WS. Osteoarthritis and Nutricion. Arthritis Research therapy 8 (4):127, 2006. 
Esse artigo não substitui em nenhuma hipótese as informações do seu médico ortopedista.
Fonte: Blog do Dr. Marcos Britto da Silva
Ortopedista, Traumatologista e Médico do Esporte

Modos de fazer Batata doce saudável

:::BATATA DOCE ASSADA COM CURRY:::

Ingredientes:
Batata doce
Curry em pó
Sal
Azeite de oliva
Modo de preparo:
1.Descasque as batatas, cortando-as conforme sua preferência.
2.Tempere-as com curry em pó, sal a gosto e um pouco de azeite de oliva.
3.Leve ao forno e deixe assar até que as batatas estejam douradas.
:::Purê light de batata doce:::

Ingredientes:130g de batata doce descascada e cozida em água
1 colher de chá de requeijão light (10g)
2 colheres de sopa de leite desnatado
Modo de preparo:1.Amasse as batatas com um garfo, ou bata-as com um mixer.
2.Incorpore o requeijão light e, por último, o leite, criando uma massa até o ponto que você deseja. Pronto!
:::Chips de batata doce:::
Ingredientes:Batata doce (quantidade pode variar de acordo com o número de pessoas)
Azeite extra virgem (para untar a forma)
Modo de preparo:
1.Lave as batatas, descasque-as e fatie-as conforme preferir. Para um efeito mais crocante, faça fatias finas; para um efeito mais mole por dentro, faça fatias mais grossas.
2.Forre um tabuleiro com papel alumínio e unte com azeite extra virgem..
3.Disponha as fatias de batata doce, sem sobrepô-las. Leve-as ao forno baixo por 20 a 30 minutos. Não esqueça de virar as fatias na metade do tempo para dourar os dois lados, OK?
Fonte: revista Donna

Batata doce ajuda no emagrecimento e para atletas!

A batata-doce sempre esteve presente na culinária típica e tem conquistado cada vez mais espaço nos cardápios brasileiros, ainda mais, por ser grande aliada dos praticantes de musculação. O alimento é nativo das Américas, mas cultivado em mais de 100 países, principalmente na Ásia. No Brasil, podemos encontrar quatro variedades: a batata-branca, angola ou terra-nova, que tem polpa branca e é pouco adocicada; a amarela e roxa, com casca e polpa dessas cores e que são as mais usadas para fazer doces; e a avermelhada que possui casca parda e polpa amarela com veios roxos ou avermelhados, e é uma ótima opção para comer assada.  

Mesmo um pouco mais calórica, segundo pesquisa feita pelo College of Agriculture and Life Sciences, dos Estados Unidos, a batata-doce auxilia no emagrecimento, pois possui baixo índice glicêmico. É um carboidrato complexo e uma importante fonte de energia para os atletas. Ela supera os outros tubérculos em vários nutrientes como retinol, vitamina B1, vitamina C e cálcio. Se comparada a batata-inglesa e a mandioquinha, outras opções de carboidrato para os praticantes de musculação, ela possui mais fibras, potássio, proteína e fósforo, que estimulam o intestino, e auxiliam no controle do diabetes e do colesterol. 
 

Apesar de ser um ótimo carboidrato, não podemos deixar outras fontes alimentares deste nutriente de fora da alimentação. O consumo de qualquer macro ou micronutriente deve ser diversificado, assim como precisa ser a ingestão de grãos integrais. A quantidade recomendada para consumo diário de batata-doce deve acompanhar as necessidades de 60% a 65% de carboidratos, o que equivale a aproximadamente 1200-1400 calorias do nutriente por dia. Cerca de 100 gramas possui aproximadamente 100 calorias e 25 gramas de carboidrato, e deve estar dentro dessa quantia estipulada. Mesmo que seja um alimento sempre indicado, o cuidado em relação à batata-doce também deve existir, pois todo excesso de macronutriente se depositará no nosso organismo sob a forma de gorduras, independente de qual seja esse alimento.
 A batata-doce ainda possui amido resistente que, por se tratar de uma fibra insolúvel, resiste às enzimas do intestino delgado, que não consegue digeri-lo, e atrai as moléculas de gordura e de açúcar, fazendo com que sejam absorvidas de maneira mais lenta. Esse também é o motivo de possuir um índice glicêmico baixo, e promover a entrada de glicose na circulação sanguínea de maneira mais gradativa após o consumo de um carboidrato. A batata-doce dá ao corpo a energia de maneira equilibrada, sem provocar picos de glicose, auxiliando na prevenção e tratamento de diabetes tipo 2 e proporcionando maior sensação de saciedade. 
Fonte: MInha Vida

Método tabata consiste em treinos curtos e intensos

O protocolo de tabata é um método de treino intervalado de alta intensidade que foi desenvolvido pelo pesquisador japonês Izumi Tabata, inicialmente para ser utilizado com a equipe de patinação de velocidade do Japão. 
A proposta do método veio de trabalhar e desenvolver as aptidões cardiorrespiratória e de força/resistência simultaneamente em um curto espaço de tempo trazendo de brinde um elevado gasto energético e a promessa de elevar o que chamamos de EPOC (excesso de consumo de oxigênio pós exercício) que em teoria ajuda a queimar mais gorduras. Essa novidade tem se popularizado muito no mundo inteiro e com o Brasil não poderia ser diferente, já que o sonho de todo mundo é conseguir resultados em pouco tempo. 
 
O treino tabata em si tem uma duração total de 4 minutos, sendo 20 segundos realizando o máximo de repetições de um exercício que conseguir e 10 segundos de descanso. Esse procedimento deve ser repetido por oito vezes. Devemos lembrar que a proposta inicial foi apenas para o exercício agachamento livre, mas o método pode ser adaptado e realizado através da execução completa de outros exercícios que envolvam uma grande quantidade de massa muscular como a flexão de braço, por exemplo. 

Tabata emagrece?

É importante que fique claro que o tabata é um método que vai trazer um gasto energético mais elevado e ainda pode ser que deixe seu corpo metabolizando um pouco mais de gordura por alguns minutos ou horas depois do treino. Mas isso não é sinônimo de emagrecimento, que só vai acontecer com um balanço calórico negativo, ou seja, tem que ingerir menos calorias do que gasta. 

Tempo x intensidade

É impossível falar qual é mais importante: volume (tempo) ou intensidade. Isso porque vai depender dos objetivos e nível de condicionamento físico de cada um, sem contar a possível existência de algum problema de saúde, nível de coordenação e o quanto aquela pessoa sabe executar corretamente o exercício.  
Dificilmente um iniciante, sedentário que nunca praticou atividade física pode iniciar com um método desse, se ele por acaso for um hipertenso, cardíaco, e tiver algum problema na articulação do joelho e ainda for fazer o tabata com agachamento piorou. 
As limitações não se estendem apenas aos iniciantes, o treinamento funcional é hoje uma realidade, mas a grande massa tem tido nos últimos anos experiências com treinos usando apenas máquinas guiadas e quando você coloca uma pessoa dessa para agachar ela não sabe, não tem memória motora para isso. Por isso, a atividade física deve ser planejada a realidade de cada um, vai ter momentos que o volume de treino vai ser priorizado e vai ter momentos que a intensidade vai ser priorizada, ai entra o que chamamos de periodização de treino. Por conta disso, antes de sair fazendo esse protocolo procure a orientação de um profissional de educação física que entenda do assunto. 

Frequência

Para se obter benefícios no sistema cardiorrespiratório e força/resistência a orientação é praticar o tabata 2 a 3 vezes por semana, se quiser mais contribuições para o emagrecimento de 3 a 7 vezes por semana, vale lembrar que os benefícios de força/resistência são apenas para a musculatura utilizada no exercício escolhido. 

Combinações

No que diz respeito a benefícios de força/resistência o tabata deve ser combinado com outros exercícios tradicionais ou funcionais que vão trabalhar outros músculos. Por exemplo, fiz um tabata usando o agachamento, ai nesse dia posso realizar exercícios para membros superiores trabalhando a musculatura do tronco, dorsal, peitoral, bíceps, tríceps e deltoide (ombro), por exemplo. Além disso pode mesclar com outros métodos desde que esse método não solicite tanto a musculatura que vai ser utilizada no tabata. Por exemplo: fazer 40 minutos de corrida e depois o tabata no agachamento. 
Fonte: MSN

Alcachofra ajuda na perda de peso e é rica em nutrientes

A alcachofra é um dos alimentos mais indicados pelos nutricionistas para quem deseja perder peso por causa dos seus benefícios. Esse alimento ter um baixo valor calórico e ajuda no processo da digestão. É um alimento rico em vitamina A, vitaminas do complexo B, vitamina C, cobre, cálcio, enxofre, iodo, ferro, fósforo, zinco, potássio, sódio e manganês e fibras. 
O alimento é rico em uma substância chamada cinarina, componente encontrado nas folhas verdes e sementes da alcachofra que confere sabor característico e que estimula tanto a produção de sais biliares pelo fígado como a secreção do mesmo pela vesícula, melhorando o processo digestivo, absorção de algumas vitaminas, melhora a função hepática. Além disso, age como fator protetor contra o desenvolvimento de dislipidemia (colesterol alto) e hipertrigliciridemia. 
 
Mas, para que alcachofra seja uma aliada da perda de peso é importante consumir da maneira correta e na quantidade certa. Além disso, ela possui uma variedade de antioxidantes, que são substâncias que agem contra a ação de radicais livres (substâncias circulantes em nosso organismo que aceleram a morte celular, levando ao envelhecimento precoce e aumentam a chance de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, câncer, entre outras), prevenindo o desenvolvimento destas doenças crônicas, degenerativas ou ligadas aos processos do envelhecimento. 
Os principais antioxidantes presentes na planta são os carotenoides luteína, zeaxantina, betacaroteno que podem até desenvolver ações preventivas ao câncer de mama ou diminuir as chances de doenças oculares como catarata e degeneração macular. A vitamina C é outro antioxidante presente e ela está diretamente ligada à formação de colágeno, manutenção e integridade das paredes capilares e formação dos glóbulos vermelhos do sangue. Ela também atua no metabolismo de alguns aminoácidos e vitaminas do complexo B e auxilia na facilitação da absorção do ferro, na formação dos dentes e ossos e favorecimento da cicatrização de queimaduras. 
A vitamina C age na primeira linha de defesa contra radicais livres, promovendo resistência a infecções através da atividade imunológica de algumas células de defesa e do processo de reação inflamatória. 
As antocianinas são encontradas nas alcachofras de cor arroxeada e são anticancerígenos. A planta ainda é rica em inulina, substâncias prebiótica que ajuda no desenvolvimento de bactérias para o intestino que favorecem o seu funcionamento. 
A alcachofra é rica em fibras alimentares. Elas auxiliam na manutenção de uma flora bacteriana intestinal saudável, melhorando o ritmo intestinal, contribuindo para o controle do colesterol e de glicose no sangue (prevenção e controle de diabetes) e diminuem o risco de certos tipos de câncer, como o de colón. Mas é muito importante salientar que a flora bacteriana intestinal está diretamente ligada ao sistema imunológico. Isto significa dizer que intestino saudável, sistema imunológico reforçado. 
As vitaminas do complexo B presentes na alcachofra agem como fatores de formação de glóbulos vermelhos e são relevantes para a produção do material genético prevenindo má formação fetal. Já a vitamina K auxilia no processo de coagulação de sangue. 
A alcachofra também oferece minerais como potássio para regular a pressão do pH sanguíneo ajudando nos processos digestivos, o manganês que possui uma função de antioxidante e colabora para os processos metabólicos e o fósforo para ajudar na regeneração de tecido e assegurar a saúde dos ossos e dentes. Todos os minerais ajudam no bom funcionamento do sistema imunológico. A alcachofra pode ser consumida com a salada ou em versão de chá.  
Além do baixo valor calórico (cerca de 50kcal por 100g), as fibras podem auxiliar no processo de emagrecimento, pois aumentam a sensação de saciedade. Porém, não basta tomar chá ou consumir alcachofra, é importante aliar um estilo saudável baseado no exercício físico e também seguir com uma alimentação saudável para que ocorra a perda de peso saudável. 
Fonte: Minha Vida