domingo, 30 de agosto de 2015

Celulite- Como combatê-la?

  A celulite é um problema estético que incomoda muito e acaba com a auto-estima de qualquer mulher. Ocorre em 90% das mulheres logo após a adolescência e raramente acontece nos homens. Ao contrário do que se diz, a celulite não está relacionada com a obesidade. Aparece em pessoas obesas, normais e magras.

O que é a celulite?

A celulite são bolsas de gordura acumuladas por baixo da pele causando covas nas ancas, coxas, nádegas e abdômen. Ela é caracterizada pelo aparecimento de ondulações da pele, dando aquele aspecto de “casca de laranja”. Ela ocorre por degeneração do tecido gorduroso com deficiência de circulação.
As “covinhas” da celulite ocorrem devido à saliência da gordura hipodérmica na pele. Em mulheres, o tecido adiposo da hipoderme deposita-se em grandes feixes verticais. Esses feixes são separados por septos fibrosos perpendiculares à superfície da pele, formando assim câmaras verticais. Esses septos, portanto, separam as células gordurosas em grupos e são formados por fibras que ligam a pele à musculatura localizada abaixo da hipoderme.

O que pode causar a celulite?

  1. Hereditariedade; o fator genético é importante.
  2. Problemas circulatórios. Quando o sangue não flui bem, a drenagem das toxinas fica prejudicada e isso deixa o líquido que fica entre as células mais viscoso;
  3. Alterações hormonais. Níveis de estrogênio (hormônio feminino) muito altos provocam disfunções no metabolismo que podem criar ou agravar a celulite. A pílula anticoncepcional também pode desencadear o problema, pois adiciona mais uma dose de hormônios circulando em seu organismo;
  4. Também é importante analisar seu estilo de vida. A má alimentação, o sedentarismo, a tensão emocional e o excesso de toxinas no organismo contribuem para o aparecimento da celulite.

Como Tratar a Celulite?

Utilize esfoliantes, cremes apropriados e tratamentos estéticos. Porém, mais importante que isso, é a prática de atividade física, e, indispensavelmente, uma alimentação mais saudável. Através de uma alimentação balanceada você pode prevenir e potencializar os tratamentos para eliminação da celulite. Algumas dicas:
  • Beba muita água, pois estimulará o bom funcionamento dos rins e do sistema linfático, eliminando as toxinas e líquidos acumulados.
  • Inclua fibras na alimentação. As fibras reduzem a fome e fazem o intestino funcionar, ajudando a limpar o organismo.
  • Evite comer alimentos pesados à noite, principalmente carboidratos. Como neste período diminuímos o ritmo biológico, gastamos menos calorias e, por conseqüência, os excessos viram depósitos de gordura imediatamente.
  • Evite os alimentos enlatados, pois a maior parte deles contém muitos conservantes.

Alimentos que Ajudam a Eliminar a Celulite

Diversos tratamentos estéticos prometem acabar com a celulite, mas eles serão pouco eficazes se não forem combinados a uma vida saudável.
Existem alimentos que podem ser consumidos regularmente para amenizar o problema. Alguns são ricos em fibras e vitaminas, com antioxidantes e propriedades anti-inflamatórias que ajudam a reduzir a celulite e ainda aceleram o resultado dos tratamentos.
  • Folhas verde-escuras: Aposte em rúcula e espinafre para melhorar a circulação e desintoxicar o organismo. Essas verduras são antioxidantes que combatem os radicais livres e ajudam a evitar o envelhecimento precoce.
  • OleaginosasNozes, castanhas e amêndoas atuam como antioxidante e evitam o surgimento da celulite e ainda contam com a presença do selênio.
  • Água de coco: A água de coco reduz as toxinas que dão origem à celulite. Além disso, equilibra o organismo e traz uma série de benefícios para a saúde como um todo.
  • Maçã: Quando a maçã é ingerida, forma-se um “gel” que retarda a absorção da glicose e dificulta a absorção das gorduras. Além disso, ela ajuda a neutralizar as toxinas do organismo causadoras do incômodo.
  • Salmão, sardinha e atum:
    Esses peixes são ricos em ômega 3 e em proteínas, ao mesmo tempo em que tem pouca gordura e ajudam a combater a celulite.
  • Abacaxi: O abacaxi é rico em bromelina, uma enzima que age como anti-inflamatório e por isso deve ser consumido por quem deseja eliminar a celulite.
  • Frutas vermelhas: Riquíssimas em vitamina C e A, elas combatem radicais livres por serem antioxidantes, fortalecem os vasos sanguíneos e diminuem a produção de insulina
  • Chá verde: O chá verde é famoso pela sua ação antioxidante e diurética, sendo um ótimo aliado no controle da celulite. O ideal é tomar três copos por dia para que, aos poucos, a celulite seja amenizada.

E os cremes para celulite, funcionam?

Há uma promessa das marcas de cosméticos que seus produtos eliminam a celulite. Porém, sempre ficamos na dúvida, afinal esse tipo de produto é normalmente muito caro.
O cremes podem sim funcionar, mas não são todos que funcionam. Depende dos ativos da fórmula, depende da concentração desses ativos e depende do grau da celulite, porque creme nenhum vai dar jeito quando se tem muita celulite .
A grande dificuldade é a penetração dos ativos de tratamento que, via de regra, não conseguem chegar na camada gordurosa, que é onde o problema está concentrado. Ou seja: O creme é um coadjuvante no tratamento.
É importante ressaltar que não adianta só passar o creme: é preciso passar da maneira correta, que é sempre com uma massagem mais vigorosa, de baixo para cima, preferencialmente circular, com duração média de 10 minutos e duas vezes ao dia. A massagem vai estimular a circulação local e ajudar na destruição dos nódulos de gordura. A drenagem linfática e a massagem são muito eficientes. E, lembrando: o mais importante é o seu estilo de vida, ou seja, boa alimentação e exercícios físicos.

Dicas de Cremes Anti-celulite

  1. Chronos Sérum Corporal Bio-Redutor, Natura, R$ 94,30
  2. Celslim 12h, Anna Pegova, R$ 144,00
  3. Slim & Sculp, Valmari, R$ 42,00
  4. Bye-Bye Celulite, Nivea, R$ 29,90
  5. Advanced Body Creator Aromatic Sculpting, Shiseido, R$ 239,00
  6. Solutions Body Cellu-Defy, Avon, R$ 45,00
  7. Celluli Laser Slim Code, Biotherm, R$ 214,00
  8. Drencell Sérum Anticelulite, Dermage, R$ 114,70
  9. Retinol Anti-Cellulite, RoC, R$ 109,00

Fonte: Beleza e saúde

Fim da Obesidade está perto?

São Paulo – Um estudo realizado por pesquisadores do MIT e da Universidade de Harvard, nos EUA, pode ajudar no desenvolvimento de uma droga para curar a obesidade. Eles descobriram como bloquear um gene defeituoso que está conectado com a doença.
Publicada no Periódico de Medicina de New England, a pesquisa revelou que o FTO, conhecido desde 2007 como o gene da obesidade, não afeta diretamente o metabolismo do ser humano. Ele influencia outros genes que causam a doença.
O que os cientistas desvenderam é que um destes genes possui um defeito: ele diminui a produção de gorduras marrons. O ser humano, geralmente, possui dois tipos de gordura: a branca (que armazena gordura) e a marrom (que queima gordura). Enquanto a maioria das pessoas tem as duas gorduras em proporções parecidas, os obesos têm mais brancas do que marrons.
Acima do peso: 17,9% dos brasileiros são obesos, segundo um estudo do Ministério da Saúde© Thinkstock Acima do peso: 17,9% dos brasileiros são obesos, segundo um estudo do Ministério da SaúdePara bloquear este gene, os cientistas norte-americanos o editaram usando uma ferramenta chamada CRISPR. Eles descobriram que ao bloquear este gene, os ratos do experimento ficaram 50% mais magros.Problemas relacionados à obesidade matam 2,8 milhões de pessoas no mundo todo dia, de acordo com a OMS. Só no Brasil, 52,5% da população está acima do peso e, desta metade, 17,9% é considerada obesa, segundo dados de 2015 do Ministério da Saúde.


Espinafre é aliado contra o câncer e protege o cérebro

O marinheiro Popeye foi o garoto-propaganda do espinafre nos desenhos animados. Após engolir uma porção da verdura, ele se tornava invencível e era capaz de salvar a Olivia Palito do vilão fortão Brutus. Certamente Popeye foi muito saudável também, evitando as mazelas do envelhecimento e de doenças provenientes de uma dieta pobre em bioflavonoides e muitos outros nutrientes encontrados no espinafre. Pesquisas recentes têm destacado como estes nutrientes funcionam para proteger a nossa saúde. 
Nitroglicerina nutricional
O espinafre é um dos alimentos mais nutritivos presentes na natureza, com poucas calorias e muitas vitaminas. Uma xícara de espinafre cozido no vapor contém meras 40 calorias, e quase todo o manganês e folato que o seu corpo precisa diariamente. O espinafre contém mais proteínas do que outras hortaliças e um alto teor de fibra, o que ajuda a desintoxicar e limpar o trato intestinal.  
Vitaminas e minerais
Ele é rico em ferro (importante para a oxigenação do sangue), cálcio, magnésio e potássio, participam da formação dos ossos e dentes, saúde muscular e prevenção de câimbras. Também é fonte de vitaminas: A (olhos e pulmões), complexo B e ácido fólico (energia e crescimento muscular), C (imunidade e resistência a infecções), E (protege o sistema cardiovascular) e K (coagulação e ossos fortes). Uma xícara da verdura cozida fornece toda a quantidade de vitaminas A e K que uma pessoa precisa por dia, e quase 40% de sua necessidade de magnésio. 
Energia, muita energia!
O espinafre é a mais rica fonte vegetal de coenzima Q10, um composto presente nas mitocôndrias, o centro de produção de energia das células. A CoQ10 reforça o sistema imunológico e é um antioxidante que neutraliza os radicais livres, o que contribui para a longevidade. Quem também soma para alavancar o vigor é o ferro presente no espinafre, parte fundamental de uma enzima (NADH) necessária para a produção de energia e melhora do metabolismo. 
Antioxidantes anticâncer
© Fornecido por Minha Vida
O espinafre contém mais de uma dúzia de compostos flavonoides que trabalham juntos como antioxidantes para nocautear as células cancerígenas. Estes flavonoides neutralizam os radicais livres no corpo e ajudam a prevenir o câncer de ovário, mama, próstata e cólon. Os fitoquímicos presentes no espinafre afetam a sobrevivência de células de câncer e inibem a inflamação, que faz parte dos processos básicos do crescimento do câncer. 
Amigo do coração
O espinafre é um excelente promotor da saúde cardiovascular. Sua ação antioxidante ocorre através da vitamina C e do betacaroteno, que trabalham juntos em prol do coração e do sistema circulatório, impedindo a oxidação do colesterol. O colesterol oxidado é um perigo para o sistema cardiovascular, contribuindo para o endurecimento e estreitamento das artérias coronárias. Uma porção de espinafre contém 65% da necessidade diária de folato, que neutraliza a homocisteína, uma proteína nociva que aumenta a chance de enfartar. 
Cérebro poderoso
O combustível do marinheiro Popeye melhora o funcionamento cerebral e protege contra o envelhecimento prematuro dos neurônios, evitando os efeitos degenerativos da oxidação no cérebro. Os pesquisadores descobriram que se alimentar com espinafre ajuda a proteger o cérebro de danos dos radicais livres e do declínio da capacidade cognitiva relacionado à idade avançada. O alto teor de vitamina E da folhosa verde-escura também contribui para driblar a neurodegeneração cerebral. 
Antinutrientes
O espinafre contém substâncias bociogênicas, de ocorrência natural em alguns alimentos, e que podem interferir com o funcionamento da glândula tireoide. O cozimento ajuda a inativar estes compostos, e o consumo moderado não traz nenhum problema. 
O espinafre contém purina e um consumo exagerado (mais de três vezes por semana) pode levar ao acúmulo de ácido úrico no organismo de algumas pessoas. Gota e cálculos renais de urato são dois exemplos de problemas relacionados ao consumo excessivo de purinas. Para os que têm gota ou ácido úrico elevado ele é contraindicado. 
Espinafre apresenta também um nível considerável de oxalato. Quando oxalatos tornam-se excessivamente concentrados em fluídos corporais, eles podem se cristalizar e causar cálculos nos rins e vesícula. Pessoas com litíase devem evitar o seu consumo. Cozinhar o espinafre em água inativa uma boa parte do ácido oxálico. 
Ácido fítico - bom mocinho
Benefícios de saúde importantes têm sido associados com a ingestão de fitatos. Isso inclui a prevenção de calcificações patológicas (cálculos renais, cálculos dentários e calcificação cardiovascular) devido a sua ação inibidora da cristalização de sais de cálcio. O ácido fítico está presente em inúmeros alimentos como nozes diversas, amendoim, sementes, feijões, cereais, tubérculos e folhas verdes - esta é a forma com que os vegetais armazenam o fósforo, um mineral essencial para a produção de energia. Apesar de sua aparente desvantagem (redução da absorção de ferro e cálcio), o ácido fítico é semelhante em alguns aspectos a uma vitamina, e metabólitos do ácido fítico têm funções necessárias nas células. Os estudos sugerem que é o ácido fítico, presente no espinafre, em grãos integrais e feijões, que confere as propriedades protetoras contra doenças cardiovasculares, câncer e diabetes. Só para constar: os grãos com pouco ou nenhum ácido fítico são os refinados. 
Modo de usar
O espinafre é carregado com luteína, um grande aliado contra doenças oculares como a degeneração macular senil e a catarata, mas ele precisa ser consumido com uma fonte de gordura para aumentar a sua absorção, assim como da vitamina E. Espinafre cozido e temperado com azeite faz uma combinação perfeita. Outra opção é refogar as folhas (cozidas e espremidas para retirar o excesso de água) no azeite e alho amassado, depois temperar com gotas de limão e uma pitada de sal marinho. O ideal é sempre usar o espinafre cozido para neutralizar os antinutrientes presentes nele, e vale acrescentar em sopas, omeletes, quiches, etc. Prefira a versão orgânica, pois o espinafre costuma estar muito contaminado por agrotóxicos. A dose ideal é uma porção (uma xícara) uma a duas vezes por semana. O espinafre deve fazer parte de uma dieta equilibrada, composta por uma grande variedade de alimentos, sempre alternando legumes e hortaliças. Nenhum exagero é benéfico. Equilíbrio e diversidade alimentar, este é o caminho para a saúde. 
FOnte: MSN

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

SONO RUIM AUMENTA RISCO DE DIABETES E HIPERTENSÃO

Menos uma hora de sono para ir à academia, menos uma para fazer um curso extra... A demanda de múltiplas atividades durante o dia tem tornado as noites cada vez mais curtas. Dormir pouco, contudo, eleva o risco de diversas doenças, sobretudo problemas circulatórios, como diabetes, hipertensão arterial, arritmias cardíacas e AVC.
Comemorado hoje, o Dia Mundial do Sono visa a conscientizar a população desse perigo. Um estudo recente da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, mostrou que dormir mal por três noites já é suficiente para aumentar o risco de diabetes tipo 2, mesmo em pessoas saudáveis, já que isso reduz a capacidade da insulina de regular a quantidade de açúcar no sangue. — Acredita-se que dormir pouco ativa o sistema nervoso autonômico, que prepara o
corpo para situações de estresse. Isso faz com que sejam liberadas na corrente sanguínea uma série de substâncias, que vão contribuir para alterações como aumento da pressão e da frequência cardíaca — explica o otorrinolaringologista Fernando Oto Balieiro, especialista em medicina do sono e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. Segundo o médico, alguns distúrbios diminuem a qualidade do descanso durante a noite, o que simula no organismo a privação de sono. — Muitas pessoas acham que roncar, por exemplo, é uma coisa normal, que vem de família. Passam o dia cansadas, irritadas, com perda de concentração, ganham peso e atribuem isso à correria do dia a dia — ressalta o médico. Problemas relacionados ao sono nem sempre são fáceis de ser percebidos pelo paciente, já que se manifestam enquanto a pessoa dorme. Procurar um especialista para fazer um exame de polissonografia, que rastreia distúrbios do tipo, é importante para obter diagnósticos e dar início a tratamentos, se necessário.
Fonte:SBD

CONFIRA CINCO CUIDADOS SIMPLES QUE AJUDAM A MANTER A DIABETES SOB CONTROLE

A melhoria do controle glicêmico tem demonstrado reduzir o aparecimento e a progressão de complicações da diabetes (Foto: Free Images) Controlar a glicose pode ser um desafio para quem tem diabetes tipo 2 neste período de férias. Apesar do aumento das tentações nos cardápios e da mudança na rotina, é possível manter a doença sob controle com pequenos cuidados diários. É o que diz a endocrinologista Maithê Pimentel, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo e também do setor de síndrome metabólica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. A médica lista cinco dicas para que os pacientes com diabetes tipo 2 consigam manter as taxas de glicose equilibradas durante as férias: 
1) Para compensar a falta de exercício regular, procure utilizar escadas, ao invés de escadas rolantes e elevadores. Além disso, opte por fazer os trajetos sempre a pé ou de bicicleta. Vale a pena também pegar o caminho mais longo e aproveitar para conhecer melhor o lugar, a paisagem e a vizinhança.
 2) Tente fazer boas escolhas na hora da refeição. As novidades nos cardápios são grandes, mas se esforce para comer alimentos saudáveis, balanceado a quantidade de proteínas, carboidratos e gorduras.
 3) Tire o foco da comida. Se estiver na cidade, aproveite para curtir a agenda cultural, museus e parques. Se a viagem for para a praia ou para o campo, aproveite o contato com a natureza para praticar atividades físicas como a caminhada.
 4) Tomar os medicamentos logo ao acordar ou antes de dormir são ótimas opções para evitar o esquecimento quando se está fora da rotina.
 5) Evite fumar e consumir bebidas alcoólicas, pois essas atitudes também contribuem muito para manter o controle glicêmico. Nova terapêutica Atualmente, há medicamentos orais que auxiliam no controle diário da glicemia, como é o caso do inibidor do SGLT2, uma proteína transportadora que atua na reabsorção da glicose filtrada pelos rins, permitindo a eliminação do açúcar em excesso pela urina. Ao impedir essa reabsorção, os medicamentos dessa classe eliminam o excesso de açúcar que seria reabsorvido pelo rim, permitindo que diariamente haja a eliminação de 78 gramas de glicose, em média, o que equivale a cerca de seis colheres de sopa de açúcar e a 312 calorias. Qualquer medicamento só deve ser usado mediante prescrição médica.
Fonte: ADA

DESTAQUES DO CONGRESSO DA AMERICAN DIABETES ASSOCIATION (ADA)

Intervenção na fase do pré-diabetes reduz risco cardiovascular 
O tratamento do pré-diabetes e a restauração da regulação normal da glicemia reduz o risco cardiovascular, como mostram os resultados do Diabetes Prevention Program Outcomes Study. As pontuações de Framingham foram mais altas no grupo de pré-diabetes (16,2 vs. 15,2 naqueles que conseguiram restaurar os níveis glicêmicos e 14,3 naqueles com diabetes). Houve uma redução de 28% na ocorrência de complicações microvasculares, em comparação com aqueles que não desenvolveram diabetes. Os resultados do estudo mostram que intervenções efetivas na fase de pré-diabetes são importantes para a redução de complicações em estado inicial.
Resultados do Programa de Prevenção do Diabetes após 15 anos
Num seguimento de 15 anos, os resultados do estudo Diabetes Prevention Program mostraram que alterações no estilo de vida promoveram uma redução de 27% no risco de desenvolvimento do diabetes, enquanto que essa redução foi de 17% nos pacientes tratados com metformina. Não apenas isso, mas o tratamento através das alterações do estilo de vida reduziram o risco de diabetes em 58%, em comparação com a redução de 31% proporcionada pela metformina. As principais conclusões do estudo foram: ambas as intervenções reduziram o desenvolvimento do diabetes em pacientes de alto risco durante um período de 15 anos de seguimento. Ambos os tratamentos ajudaram a prevenir o desenvolvimento do diabetes em longo prazo. 
O pâncreas biônico mostrou-se efetivo em reduzir a glicemia durante vários dias
O pâncreas “biônico” é um recurso que incorpora a liberação de glucagon e de insulina, dependendo dos níveis glicêmicos de cada momento, durante 5 dias consecutivos em pacientes com diabetes tipo 1 (DM1). O diferencial mais importante desse recurso reside exatamente em sua capacidade de liberar insulina ou glucagon, dependendo dos níveis glicêmicos aumentados (quando apenas a insulina é injetada) ou diminuídos (quando apenas o glucagon é liberado para evitar a hipoglicemia). No presente estudo, o pâncreas biônico conseguiu proporcionar um nível médio de glicemia da ordem de 138 mg/dL, reduzindo a frequência de tratamentos para hipoglicemia na base de um episódio a cada 0,8 dias para um episódio a cada 1,6 dias. O uso do pâncreas biônico bihormonal resulta no melhor controle glicêmico possível, em comparação a outras estratégias de controle.
Nova meta de A1C <7,5% para crianças com DM1 e idosos
A American Diabetes Association (ADA) passou a recomendar agora que crianças e jovens abaixo de 19 anos e com DM1 devem manter um nível de A1C abaixo de 7,5%. Até recentemente, a meta recomendada de A1C era de 8,5% para crianças abaixo de 6 anos, de 8% para crianças entre 6 e 12 anos e de 7,5% para adolescentes. Novas evidências indicaram a existência de um risco maior de dano por hiperglicemia prolongada que poderia ocorrer em crianças mantidas por tempo prolongado com níveis de A1C ≥8,5%. Essa meta de A1C <7,5% também deve ser sugerida para pacientes idosos e portadores de DM1 há vários anos.
Nova combinação fixa de fármacos antidiabéticos injetáveis mostra eficácia mesmo após um ano de estudo 
A Novo Nordisk desenvolveu um novo produto injetável para o tratamento do diabetes, identificado como IDegLira, o qual combina sua insulina de ação prolongada (degludec) com liraglutida, um agonista do receptor de GLP1. Após 52 semanas de tratamento, os pacientes apresentaram uma redução média de 1,8% nos níveis de A1C, em comparação com um declínio de 1,4% no grupo que recebeu insulina e de 1,2% no grupo que recebeu liraglutida, conhecida com o nome comercial de Victoza. Os pacientes que receberam IDegLira apresentaram uma perda média de peso da ordem de 0,4 quilos, em comparação com um ganho de peso de 2,3 quilos com o uso isolado da insulina degludec e uma perda de 3 quilos com o uso isolado de Victoza. O novo produto também promoveu uma redução de 37% nas taxas de hipoglicemia, quando comparado com a insulina de longa duração.
Referência bibliográfica para todos os resumos apresentados: Diabetes in Control: June 21, 2014, Issue #734
Fonte: ADA

sábado, 22 de agosto de 2015

Que tal perder a gordura abdominal? Conheçam algumas dicas.

Listamos algumas dicas para você perder gordura abdominal, ações que não têm a necessidade de apelar para dietas absurdas ou horas na academia.
Diminua os intervalos de comida
Tempo© Fornecido por MHM Tempo
Não faça apenas duas ou três refeições diariamente e evite longos períodos sem ingerir alimentos. Vá dosando ao longo do dia e faça refeições menores do que você está acostumado. Isso acelera o metabolismo e facilita a eliminação de gordura.

Mas coma bem

Homem cozinhando© Fornecido por MHM Homem cozinhando
Não adianta você diminuir as quantidades dessas refeições e só comer porcaria. Salada, legumes, proteína magra, carboidratos na medida certa... Não há a necessidade de uma dieta que vai te privar de tudo, mas você precisa se alimentar de forma saudável.

Fibras

Fibras© Fornecido por MHM Fibras
O consumo de fibras é bom para quem busca perder gordura, pois ajuda a melhorar a digestão e impede a absorção excessiva de gordura pelo trato digestivo. Além disso, intestino preso te deixa mais inchado, e fibras são ótimas para fazer com que isso não aconteça.

Corte doces e refrigerante

Assorted Junk Food© Fornecido por MHM Assorted Junk Food
O excesso de açúcar é um crime para quem está buscando perder gordura na barriga. Vá diminuindo aos poucos o consumo de doces e corte o refrigerante dos dias de semana, por exemplo. Você vai ver que ações como essa já vão ajudar.

Diminua a cerveja também

Desconto em cervejas na Black Friday© Fornecido por MHM Desconto em cervejas na Black Friday
O homem sabe que a barriga cresceu e não é por acaso. Beber cerveja demais - ainda mais acompanhada de petiscos e refeições - vai fazer com que você engorde. O excesso de cerveja vai direto para a barriga, criando aquela pança inchada.

Beba muita água

Hidratação© Fornecido por MHM Hidratação
Se tem algo que você pode beber é água, muita água. Isso vai fazer com que o processo de queima de gorduras seja acelerado. Carregue garrafinhas d'água para o trabalho, faculdade, colégio, futebol... É essencial se hidratar ao longo do dia.

Exercícios abdominais

abdomem© Fornecido por MHM abdomem
O nome é auto-explicativo para os que buscam perder gordura na região do abdômen. Não é necessário se matar de fazer abdominais ou passar horas na academia. Mas dedique alguns minutos para fazer o exercício, que trabalha diretamente a região desejada.

Atividades aeróbicas

A ordem e a carga dos exercícios dependem do seu objetivo na academia© Fornecido por MHM A ordem e a carga dos exercícios dependem do seu objetivo na academia
Obviamente é importante você associar esse controle da alimentação e suas mudanças de hábito com exercícios físicos. Para perder gordura abdominal, atividades aeróbicas são ótima opção: corrida, caminhada, bicicleta, natação...
Fonte: MSN