domingo, 28 de junho de 2015

Como incentivar a iniciar atividade física!


10 razões para fazer atividade física e o que fazer para ter uma ótima motivação
por Renato Miranda
Muitas vezes pessoas me procuram para obter “dicas” para iniciar e/ou manter-se em um programa de exercício físico. Em linhas gerais explico que para descobrir o quanto é valioso se exercitar, nós devemos pensar em três palavras: necessidade, satisfação e auto-realização.

Quando temos em nossa mente de forma clara e objetiva alguma necessidade, mobilizamos toda nossa energia para tentar satisfazê-la. Como consequência, quando satisfazemos uma necessidade ocorre um forte sentimento de auto-realização. Todo esse processo, que culmina na auto-realização, nos faz bem e gera prazer e logo nos motivaremos a repetir ou procurar comportamentos relacionados à auto-realização.


Depois dessa breve explicação, voltemos ao desafio inicial:

“Como me motivar para iniciar e manter o meu programa de exercícios físicos?”

Embora os benefícios psicofísicos de um programa regular de exercícios físicos já estejam quase que totalmente divulgados e muitas vezes entendidos pelas pessoas. O primeiro passo é avaliar se temos claro em nossa mente o quanto nós necessitamos de exercícios para termos saúde.

Ao considerar a motivação como energia pessoal que dá início, sustenta e integra o comportamento do ser humano, fica fácil entender que é a motivação que nos impulsiona em direção aos nossos objetivos, e em consequência, se não há motivação, não há como iniciar algum desafio.

Para que a motivação para a prática de exercícios físicos seja despertada, necessário se faz mobilizar as necessidades da pessoa. Admitimos que necessidades sejam tudo aquilo que é importante para alguém. Em seguida (e isso pode levar algum tempo), o interesse da pessoa por exercitar-se irá surgir espontaneamente. Isso porque interesse é uma relação de conveniência estabelecida entre o objeto (ou fenômeno) capaz de satisfazer uma necessidade e a pessoa que busca determinada satisfação.
Elementos de uma boa saúde psicofísica

10 razões para fazer uma atívidade física

Assim sendo, quando alguém descobre que uma boa saúde psicofísica é traduzida como:
1ª) Tendência de inoculação de vários tipos de doenças orgânicas (pressão alta, diabetes e outras);

2ª) Melhor disposição física para as atividades do dia-a-dia;

3ª) Melhor força muscular;
4ª) Estética corporal “atlética”;

5ª) Regulação do sono;

6ª) Recuperação mais rápida dos esforços rotineiros;

7ª) autoimagem positiva;

8ª) Maior autoconfiança; otimismo frente os desafios;

9ª) Regulação do humor,

10ª) Sentimento frequente de recompensa, e muitos outros que poderiam esgotar esse texto.
Com esses elementos a pessoa tende a avaliar um programa de exercícios físicos como o “objeto” que irá satisfazer sua (s) necessidade (s). Com isso, terá grandes possibilidades de iniciar um comportamento motivado para a prática e manutenção de um programa regular de exercícios físicos e tudo o mais que for necessário para se manter saudável, longe de doenças e feliz com seu corpo.

Ao dar continuidade aos primeiros passos de um comportamento motivado, é fundamental sustentá-lo e integrá-lo aos fatores extrínsecos (ambientais) juntamente com os fatores intrínsecos (pessoais). Significa então, que um forte apoio profissional e de alta qualidade pessoal e profissional devem fazer parte desse desafio - manter-se em boa forma psicofísica.

Além disso, um ambiente seguro, agradável e com infra-estrutura compatível com os objetivos favorecem um bom nível de motivação. Por outro lado, tudo o que for feito em termos de treinamento deve ter uma consequência positiva em relação aos objetivos pessoais. E mais, a partir do momento em que cada etapa ou meta for atendida outros desafios precisam ser vislumbrados e/ou mobilizados para que a motivação não perca intensidade.

Nível de prazer é fundamental

Outro fator que deve ser considerado fundamental é o nível de prazer que a pessoa usufrui praticando determinada atividade. O desenvolvimento do prazer certamente levará a pessoa (atleta ou praticante de exercícios físicos) a melhor suportar o processo de treinamentos, consequentemente um melhor rendimento será observado. A melhoria constante desse rendimento aumenta a percepção do nível de conquistas pessoais e leva a pessoa a obter um maior nível de fatores intrínsecos e extrínsecos da motivação.

O que fazer para ter uma ótima motivação?

Para uma ótima motivação a fim de melhorar o rendimento nos programas de treinamento esportivo e exercícios físicos aconselho seguir os seguintes passos:

1º) Ter a clara percepção que seu esforço é produtivo. Ou seja, sua dedicação à atividade vale a pena;

2º) Manter sempre uma ótima concentração na tarefa. Quanto melhor concentrado maior é a tendência de se manter motivado;

3º) Estabelecer objetivos claros de desafios e compatíveis com a capacidade psicofísica pessoal;

4º) Desenvolver autocontrole. Tanto no aspecto de controle da excitação emocional como no controle de execução da tarefa, em outras palavras dominar a exigência motora com calma.

Fonte: Uol

Sopas para esquentar neste inverno!

SOPA DE CEBOLA


No inverno, nada mais gostoso que uma receitinha para aquecer a sua noite e para isso,esta sopa de cebola é deliciosa, leve e perfeita! Experimente e verá.
1 porção = 1 prato fundo (250g)
número de porções = 5

Valor nutricional e calórico por porção

calorias = 109 kcal
carboidratos = 7.28 g
proteínas = 1.38 g
lipídios = 8.67 g

Ingredientes

- 3 cebolas cortadas em rodelas finas
- 3 litros de água fervente
- 2 colheres (sopa) de manteiga ou margarina
- 1 colher (sopa) de azeite de oliva
- 1 tablete de caldo de carne, galinha ou bacon
- sal a gosto
- pão de fôrma em cubinhos
- 1 colher (sopa) azeite ou margarina light

Modo de Preparo

Coloque numa panela a manteiga, o azeite e junte as cebolas até ficarem bem macias. Adicione a água, o tablete escolhido e o sal. Deixe ferver. Para acompanhar, corte cubinhos de pão de forma (de preferência sem casca). Coloque numa frigideira 1 colher (sopa) de azeite ou manteiga e quando estiver quente, junte os cubinhos de pão. Acrescente orégano e vá mexendo até dourar. Sua sopa de cebola vai ficar uma delícia!


SOPA CREME DE ASPARGOS

Sopa creme de aspargos
Uma entrada especial, leve e saborosa, para encantar seus convidados e toda a família, numa dessas tardes geladas do princípio do inverno.
1 porção = (250.0g)
número de porções = 4

Valor nutricional e calórico por porção

calorias = 103 kcal
carboidratos = 11 g
proteínas = 2.35 g
lipídios = 5.6 g

Ingredientes

Para a Sopa:

- 1 a 1,5 litros de caldo de galinha
- 1 vidro ou lata de aspargos
- 3 a 4 colheres de sopa de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de manteiga
- sal a gosto
- 1 colher de sobremesa de salsa finamente picada

Para o caldo:

- 700 g de pedaços de galinha ou frango (os menos "nobres", com ossos)
- 1 cebola pequena 1 dente de alho 1 cenoura 2 litros de água
- sal a gosto
- 1 raminho de salsão
- 2 colheres de sopa de salsa picada

Modo de Preparo

Para a Sopa:

Tire os aspargos da lata, reservando o caldo. Separe as pontas dos aspargos, reservando-as. Pique o restante dos talos. Leve o caldo de galinha ao fogo, junte o caldo da lata de aspargo e os talos picados. Deixe ferver por uns 5 minutos. Dissolva a farinha em um pouco de água e, sempre mexendo para não empelotar, junte-a à sopa. Mexa por uns minutos, até que tenha engrossado. Junte a manteiga, as pontas dos aspargos, e a salsa, mexa, prove o sal e tempere, se necessário. Desligue o fogo. Sirva quente.
Dicas: O melhor é usar o caldo de galinha feito em casa, cujo sabor não vai encobrir o dos aspargos. Acostume-se a preparar bastante caldo e congelá-lo para o uso no dia a dia.

Para o Caldo:

Leve ao fogo todos os ingredientes e deixe ferver até que os pedaços de frango estejam se desmanchando. Retire os pedaços de galinha, coe o caldo. Deixe esfriar para, então, desengordurar, com a ajuda de uma colher. Guarde no freezer por até 3 meses.

Fonte: Mais Equilíbrio


sábado, 27 de junho de 2015

Alimentos que ajudam a diminuir o cansaço e a ansiedade.

A fadiga, a ansiedade e o estresse parecem que são os males da vida moderna e frequentemente as pessoas acordam já cansadas, como não tivessem dormido. O desgaste atrapalha o rendimento escolar e o desempenho no trabalho, além de prejudicar a concentração e causar mal estar. É bem sabido que esses sintomas são muitas vezes provenientes da correria do cotidiano. O que poucas pessoas sabem é que uma dieta adequada pode reverter a situação. Veja nossas dicas de alimentos que vão te dar aquele pique para o dia-a-dia.
1. Banana. Essa fruta é bem conhecida por ser fonte de potássio e proteínas e é normalmente consumida antes das atividades físicas. Mas além desses nutrientes, a banana contém o aminoácido triptofano que produz a serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar.
chocolate fadiga2. Chocolate. Além de gostoso, o chocolate possui quantidades apreciáveis de antioxidantes e estimulantes do sistema nervoso central, como a cafeína, teobromina e feniletilamina. Essas substâncias ajudam na concentração e no alerta, além de dar energia e disposição. ATENÇÃO: consuma, de preferência, o chocolate com grande quantidade de cacau (acima de 80%).
3. Gengibre. Essa raiz é usada há milênios por diversos povos devido a suas propriedades. Uma delas é de ser estimulante do sistema nervoso central. Na forma de chás ou sucos, os gingeróis (princípios ativos do gengibre) dão disposição e ânimo, além de combater os radicais livres.
4. Maçã. Muitas pessoas não sabem, mas a maçã é uma poderosa aliada no combate à fadiga. Além de possuir frutose (açúcar natural das frutas), a maçã tem ácido málico, um dos componentes energéticos do corpo humano.
gengibre fadiga5. Café. Esse grão é um velho conhecido como estimulante e energético. As consideráveis quantidades de cafeína (um estimulante do sistema nervoso central) ajudam a espantar o sono e o cansaço. O café tomado pela manhã ou à tarde reduz o desgaste físico e mental e aumenta a capacidade do cérebro de agir rápido e se concentrar. Outro produto com propriedades semelhantes é o chá verde.
6. Carne vermelha. As carnes, sobretudo a vermelha (de boi, vaca, etc), possuem grandes quantidades de vitaminas do complexo B que regulam o bom funcionamento do cérebro e evitam doenças como a depressão. Além disso, as carnes são ricas em minerais como zincoferro e cobre, que são antioxidantes e ajudam na manutenção do sistema imune.
7. Peixes e frutos do mar. Além de possuírem grandes quantidades de zinco e selênio (importante para diminuir o cansaço e a ansiedade), essas carnes brancas possuem ômega-3, um óleo essencial para o bom funcionamento do cérebro e coração.
omega 3 fadiga8. Grãos. Os grãos são excelentes fontes de proteínas e diversos minerais. A aveia, por exemplo, estimula a liberação de serotonina. A linhaça é rica em ômega-3 e ajuda a oxigenar o cérebro e os músculos. Grãos integrais são ricos em magnésio, mineral importante para o cérebro.
9. Laranja. A grande quantidade de vitamina C ajuda a combater os radicais livres que desgastam as células musculares e cerebrais. O cálcio presente também combate o cansaço muscular.
10. Alface. Rica em lectucina, essa folha verde atua como calmante e combate o estresse e irritação. O fosfato presente na alface é excelente para as funções cerebrais, ajudando na memória, raciocínio e concentração.
maça contra fadiga11. Mel. Rico em glicose, o mel é fonte rápida de energia para as células, pois é rapidamente absorvido. Experimente adoçar sucos e chás com o mel.
12. Açaí. Alimento que é rico em calorias e que fornece grande quantidade de energia. Além disso, é rico em vitaminas do complexo B, vitamina C, ferro, cálcio, fósforo e proteínas. O açaí é normalmente combinado com mel e granola. ATENÇÃO: o açaí é extremamente energético e pode engordar.
A lista de alimentos não pára por aqui. Existem diversos grãos, frutas, legumes e sementes que auxiliam no combate à fadiga, cansaço, estresse e ansiedade. Tente diversificar sua dieta e consumir esses alimentos nos momentos em que se sente mais cansado.
Fonte: Criasaude

Receitas da Dieta Dunkan

Torta de Frango Dukan

Ingredientes
Massa
2 ovos
1 pote de iogurte desnatado
4 colheres de sopa cheias de queijo cottage (0% gordura)
4 colheres de sopa de requeijão zero
Sal e orégano a gosto
Recheio
1 peito de frango cozido e desfiado (reserve o caldo)
3 cebolas
2 dentes de alho
Salsinha, cebolinha, pimenta do reino e sal a gosto
Modo de preparo
Bata todos os ingredientes de massa no liquidificador e reserve. Refogue as cebolas e o alho com um pouco do caldo de frango até amolecerem e ficarem transparentes. Acrescente o frango desfiado e o restante dos temperos e espere secar. Em uma assadeira, ponha uma camada de massa, o frango refogado e o restante da massa. Por último adicione o orégano. Pré-aqueça o forno a 180 graus e deixe assar por aproximadamente 1 hora e 15 minutos. Opções de recheios: Atum refogado com pouca cebola, cubos de queijo frescal e peito de peru, carne moída refogada.

Abobrinha recheada Dukan

Ingredientes
4 abobrinhas 
500g de carne moída magra 
Um pote de salsa verde (molho de tomate verde com pimenta) 
200g de queijo cottage com 0% de gordura 
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo
Corte as abobrinhas em duas, verticalmente. Retire as sementes. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Misture a carne, a salsa verde e o queijo cottage. Preencha as abobrinhas com a mistura. Leve ao forno por 30 minutos a 240 graus.

Omelete Dukan

Ingredientes
3 claras
1 gema
1 colher de sopa de requeijão zero gordura
Cebolinha a gosto
Cheiro verde a gosto
Modo de preparoBata as claras até que fiquem em neve. Depois acrescente a gema, a cebolinha e o cheiro verde e bata até conseguir uma mistura homogênea. Em uma frigideira aquecida (não use óleo), adicione a misture a dê forma a omelete. Depois de assar os dois lados, sirva adicionando o requeijão para dar um toque especial.

Empadinha Dukan

Ingredientes
2 ovos
1 lata atum light (Pode substituir o atum por 200 gr de frango desfiado ou por camarão)
1 fatia de queijo light
1 colher de sopa de cebola picada
1 e ½ colher de sopa de farelo de aveia
1 pitada (s) de salva
1 pitada (s) de coentro
1 pitada (s) de sal
1 colher de café de fermento em pó
Modo de preparo
Escorra o atum e misture com o queijo light previamente amassado. Acrescente a cebola e os demais temperos e reserve. Em uma tigela à parte, bata as claras em neve, peneire a gema e acrescente às clara batidas e bata mais um pouco. Acrescente a pitada de sal, o farelo de aveia e o fermento em pó e misture delicadamente. Agregue essa mistura delicadamente ao atum que foi temperado anteriormente. Coloque em forminhas de silicone ou refratário. Asse em forno médio por aproximadamente 25 minutos.

Bolo de Caneca Dukan

Ingredientes
1 ovo
1 colher (sopa) de farelo de trigo
1 e ½ colher (sopa) de farelo de aveia
3 colheres (sopa) de leite desnatado
2 colheres (café) de fermento em pó
1 colher (chá) de pó de suco Clight sabor da preferência
Modo de preparo
Misturar tudo em um xícara alta com um garfo, colocar no micro-ondas por 3 minutos (sempre controlando para não queimar ou transbordar). Dica de cobertura: 2 caixas de iogurte desnatado com 1 caixa de pó de suco Clight. Misture tudo e coloque por cima do bolinho já pronto.

Pão de cebola Dukan

Ingredientes
6 colheres de sopa de farelo de aveia
2 ovos inteiros
2 colheres (sopa) de leite desnatado em pó
6 colheres (sopa) de leite desnatado
1 colher (chá) de fermento em pó
1 cebola media picada
Sal a gosto
Modo de preparo
Misture bem todos os ingredientes e por último adicione o fermento e a cebola. Coloque em uma forma de silicone e leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por aproximadamente 15-20 minutos.

MOUSSE DE LIMÃO DUKAN

Ingredientes
2 folhas de gelatina
½ limão 
1 ovo 
2 colheres de sopa de adoçante 
250g de requeijão cremoso com 0% de gordura

Modo de preparo
Mergulhe as folhas de gelatina em uma tigela de água fria. Raspe meio limão e reserve. Quebre um ovo, separando a gema da clara. Misture a gema, o adoçante, as raspas de limão e 50g de requeijão. Misture com um batedor de ovos, para obter uma massa lisa, de cor amarelo-palha. Transfira a mistura para uma panela pequena e leve ao fogo brando. Esquente a mistura por 2 minutos, depois retire do fogo e adicione a gelatina cuidadosamente escorrida. Misture bem, até a gelatina se dissolver completamente. Bata o requeijão para torná-lo mais liso e adicione ao creme de limão. Bata a clara em neve, até que fique bem firme. No fim, adicione o resto do adoçante e bata por mais alguns segundos. Incorpore delicadamente a clara em neve ao creme de limão. Leve à geladeira.

Fonte: MSN

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Alimentação do Idoso


Cuidados com Alimentação na Terceira Idade

terceira idade inicia-se em torno dos 65 anos de idade, mas muitos fatores influenciam na velocidade e intensidade do processo de envelhecimento de cada um. Dentre estes podemos citar a alimentação, o meio ambiente, estilo de vida, o hábito de fumar, a alimentação, a prática de atividade física, a depressão, o stress, etc.

A escolha de alimentos e os hábitos alimentares dos idosos são afetados não apenas pela preferência, mas também pelas transformações que acompanham a experiência de envelhecer em nossa sociedade. Se as pessoas vivem sós, com familiares ou em instituições, tudo isso afeta o que elas comem.

Exemplos de mudanças físicas provocadas pelo envelhecimento que afetam a nutrição:
  • Trato digestório: Os intestinos perdem força muscular, o que resulta em motilidade retardada levando a constipação. Inflamação do estômago, crescimento bacteriano anormal e grande redução do débito de ácido prejudicam a digestão e absorção. As dores podem causar recusa de alimentos ou ingestão reduzida.
  • Composição corporal: Perda de peso e declínio da massa corporal magra levam a necessidades diminuídas de calorias. Pode ser evitável ou reversível com a prática de atividades físicas.
  • Órgãos sensitivos: A diminuição dos sentidos do olfato e paladar podem reduzir o apetite; visão diminuída pode dificultar a compra e a preparação dos alimentos.
  • Hormônios: Por exemplo, o pâncreas secreta menos insulina, e as células tornam-se menos responsivas, causando metabolismo anormal de glicose. É preciso cuidado para desenvolver um caso de diabetes.
O alimento é fundamental para a manutenção de todos os nossos processos vitais. Ele nos fornece a energia necessária para a manutenção destes processos. Uma dieta adequada é aquela que assegura a ingestão equilibrada de todos os nutrientes, ou seja: as proteínas, as gorduras, as vitaminas, os sais minerais, as fibras e também a água.
Todo alimento possui vários nutrientes e estes nutrientes exercem diferentes funções no organismo. Portanto os alimentos são classificados em grupos de acordo com a quantidade de nutrientes que possuem, e a função que exercem.

Então foi feita uma divisão em três tipos de alimentos que são importantes para o nosso corpo. As funções dos alimentos são classificadas em: energética, construtora e reguladora.

Função Energética
Uma das funções dos alimentos é a de fornecer energia que funciona como combustível para exercermos as mais diversas atividades (andar, falar, respirar, para o coração bater, etc.) Portanto os alimentos que mais fornecem energia são os que possuem quantidades elevadas de carboidratos e gorduras.

Alimentos Energéticos:
Fontes de carboidratos: arroz, milho, centeio, pão, macarrão, batata, aveia, cará, inhame, açúcares, doces, mel, geléia, cevada trigo, aveia, etc.
Fontes de gorduras: creme de leite, amêndoas, amendoim, banha, bacon, manteiga, margarina,etc. Estes alimentos devem ser consumidos moderadamente, devido o seu consumo excessivo estar associado a incidências de obesidade, dislipidemias e hipertensão arterial. É importante ressaltar que a ingestão de alimentos ricos em gordura auxilia na absorção das vitaminas lipossolúveis.

Função Construtora
É a de fornecer “material” para construção e manutenção das diferentes partes do corpo e a reparação dos tecidos que são perdidos com maior frequência, através de descamações, suor, cicatrizações, dentre outros. Os alimentos que exercem esta função são fontes de proteínas. As proteínas é que são responsáveis pela formação dos anticorpos (protege contra as doenças), e de todos os órgãos do nosso corpo.

Alimentos Construtores:
Fontes de proteínas: ovos, feijão, ervilha, lentilha, soja, grão de bico, leite iogurte, coalhada, carne, etc. O consumo de leite e derivados torna-se ainda mais importante na terceira idade devido os ossos ficarem mais fracos e são de difícil cicatrização.

Função Reguladora
Regular as funções do organismo, ou seja, facilitar a digestão e absorção dos nutrientes,
fortalecer o sistema imunológico, permitir o bom funcionamento intestinal, proteger a visão, pele e dentes. Os alimentos reguladores são fontes de vitaminas, minerais e fibras.

Alimentos Reguladores:
Fontes de vitaminas, minerais e fibras: pepino, berinjela, abobrinha, chuchu, cenoura, limão, laranja, goiaba, manga, caju, morango, mexerica, almeirão, acelga, brócolis, escarola, mostarda, salsa, couve e cereais integrais.

Dicas para o idoso ter uma alimentação saudável:
  • Planejar as refeições diárias. Faça um cardápio bem variado;
  • Fazer as refeições em local agradável;
  • Higienizar sempre as mãos antes das refeições;
  • Se possível fazer as refeições em companhia de outras pessoas;
  • Não ficar preso às regras de etiqueta;
  • Preparar refeições atrativas e saborosas;
  • Comer devagar, mastigando bem os alimentos;
  • Cortar os alimentos em pedaços pequenos, moer, ralar, desfiar ou alterar sua textura;
  • Tomar líquidos devagar, gole por gole;
  • Variar alimentos e forma de prepará-los;
  • Utilizar com moderação óleos vegetais para preparar as refeições;
  • Não cozinhar com gordura animal (banha, toucinho);
  • Reduzir o consumo de açúcar e sal. Retirar o saleiro da mesa;
  • Incentivar o consumo de frutas e hortaliças. Usar leite e derivados desnatados, pães integrais, arroz integral;
  • Comer de 3 em 3 horas;
  • Dar preferência à água e sucos naturais. Evitar refrigerante;
  • Usar com moderação alimentos ricos em cafeína (caféchocolate, chás,etc.);
  • Não substituir refeições por guloseimas e lanches;
  • Ingerir diariamente um produto probiótico (leite fermentado, iogurtes,etc.);
  • Evitar consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
  • Manter o peso dentro dos limites saudáveis e
  • Praticar atividade física após orientação com um profissional.
  • Para garantir o recebimento adequado de todos os nutrientes, é importante ter uma alimentação balanceada e diferenciada!!!!
    Fonte: Nutrício

Disfagia ou dificuldade de deglutição ou engasgos!

         Se você perceber que uma pessoa tem dificuldade ao engolir, sensação de algo parado na garganta, tosse ou engasgos freqüentes,  causados  por alimentos ou pela saliva, notar cansaço, febre ou rouquidão ou restos de comida na boca após a alimentação, cuidado! Você pode estar diante de uma DISFAGIA.
        O Fonoaudiólogo   é o profissional que trabalha a musculatura responsável pela DEGLUTIÇÃO.
        O que é DISFAGIA ? É  um distúrbio ao engolir  saliva e alimentos.

        Por que ocorre o engasgo?
        Quando engolimos saliva ou alimentos, alguns músculos contraem e fecham a passagem para o nariz e para os pulmões.  Esse mecanismo de proteção é comandado pelo cérebro. Por isso, algumas doenças neurológicas ( AVC, Esclerose, Parkinson, Paralisia Cerebral ) podem  afetar  esta função.
        O Fonoaudiólogo utiliza exercícios que fortalecem esta musculatura  e manobras ao  engolir, que compensam as limitações causadas por  estas doenças.
        Através de poucos  atendimentos, o FONOAUDIOLOGO  treina o indivíduo  sobre quais  cuidados ele deve ter com cada tipo de alimento,  qual a quantidade a ser colocada na boca, como triturar bem e a consistência  ( líquidos e farofas podem causar mais engasgos).
        O acontece durante o engasgo?
        A comida vai para os pulmões ( laringe) ao invés de ir para o esôfago.
        Em conseqüência, nosso corpo desencadeia a TOSSE, que é um mecanismo de proteção, que força o alimento ou saliva a sair  e  voltar para a boca.
       Infelizmente, pode ocorrer de o indivíduo não conseguir tossir, e ir ficando roxo. Se não  for feito  o socorro  a tempo, a pessoa  pode sofrer asfixia e  morrer.

O envelhecimento não ocorre igualmente em todo ser humano. Alguns apresentam maiores dificuldades neste processo. Contudo, com o avançar da idade, todos necessitam de atenção e  cuidados específicos para que isso ocorra de forma saudável. Envelhecer não é adoecer.
        É fundamental oferecer orientações   aos idosos, suas famílias e à sociedade   como um todo sobre os cuidados que esta   fase da vida requer. Todos precisam  aprender a envelhecer com saúde, com      qualidade de vida.
        Buscando essa qualidade, a alimentação é um ponto a ser acompanhado de perto. Mais do que uma necessidade, alimentar-se é também um ato de socialização, que une pessoas, da amamentação aos jantares de negócios ou reuniões em família, isso sem falar na  satisfação do prazer de comer.
        São sensações que não precisam ficar apenas na lembrança do idoso. Com algumas dicas é possível continuar a  alimentação de forma adequada, reconhecer alterações neste processo e procurar o tratamento adequado.

Fonte: Ana Maria Casaca

domingo, 21 de junho de 2015

Causas da Enxaqueca

A ENXAQUECA é uma doença neurológica crônica, incapacitante, que afeta 15% da população no Brasil.


Os sintomas são: dor latejante, de um lado da cabeça (pode ser dos dois), de moderada a forte intensidade, incômodo com a luz e o barulho, enjôo. Pode ocorrer alterações na vista como pontos luminosos, escuros, linhas em zig zag que antecedem ou acompanham as crises de dor.
Muitos são os desencadeantes possíveis mas abordaremos os 10 mais importantes:
1. Preocupações excessivas. Ansiedade, tensão, estresse, preocupações excessivas, antecipação de fatos do futuro negativos, ameaçadores. Quando se antecipa uma tragédia do futuro (que normalmente não acontecem) aquele acontecimento passa a acontecer e é percebido como real para o organismo, o cérebro, então ele dispara seus sistemas de defesa, como o sistema de dor, desta forma começam muitas crises de enxaqueca.
2. Ficar sem comer. O jejum é o aspecto alimentar mais importante para desencadear dores de cabeça, o ficar sem comer pode gerar uma baixa no açúcar do sangue, com a produção de substâncias que causam dor. O segredo é comer algo a cada 3 ou 4 horas, e também não exagerar na comida quando passar longo tempo em jejum.
3. Dormir mal. Bom sono é uma condição fundamental para o bem estar de uma maneira geral, e também para o equilíbrio das enxaquecas e outras dores de cabeça. Dormir pouco, dormir muito, demorar para pegar no sono, acordar no meio da noite, roncar e ter sonolência de dia, ir dormir e acordar muito tarde são todos possíveis desencadeantes de dor de cabeça.
4. Ciclo hormonal. A temida TPM carrega consigo crises de cefaleia, as enxaquecas na mulher tendem a ser mais concentradas no período menstrual ou pré-menstrual. Irregularidades menstruais, endometriose, ovários policísticos, reposição hormonal, podem ser fatores por trás de agravamentos de enxaquecas, mas por outro lado, quando os hormônios se equilibram, quer seja na gravidez (quando a placenta produz níveis contínuos de hormónios), na menopausa, ou com a prescrição de anticoncepcionais contínuos, as crises tendem a amenizar.
5. Irritação e alterações do humor. A irritabilidade aparece normalmente junto como uma crise de enxaqueca, mas também pode ser um motivo gerador de novas dores. Altos e baixos no humor, pavio curto, passar muito raiva (guardando ou explodindo, tanto faz), impaciência, irritação são combinações explosivas para desencadear uma enxaqueca. Tudo o que for feito no sentido de relaxar, acalmar, treinar a paciência é util.
6. Excesso de cafeína. Tomar muito café, bebidas cafeinadas (coca-cola, chás pretos), chocolates, e até mesmo analgésicos que contenham cafeína são provocadores de enxaqueca. A conta que deve ser feita é pela quantidade de cafeína em cada produto ingerido, um café expresso tem cerca de 80 mg, um café coado 50 mg, permitimos até uma ingesta de 200 mg de cafeína por dia, evitando o uso após as 18 hs. Parar repentinamente o café também não é bom, ocorre a abstinência de cafeína, normalmente comum em quem toma cafezinhos aos montes no meio da semana e no final de semana não toma nada, ou muito menos, pode ter a enxaqueca no final de semana por conta disto.
7. Exercícios físicos, ou melhor, a falta deles, é também elemento importante. Realizar exercícios evita que venham as crises de dor de cabeça, o organismo produz endorfinas, regulariza a produção de neurotransmissores como a serotonina, melatonina, o organismo se torna mais saudável, mais resistente a dor. Mas não adianta querer começar ja correndo uma maratona, tem que ter a determinação para realizar com frequência.
8. Uso excessivo de analgésicos. Conceito fundamental para todos terem: analgésicos não tratam a enxaqueca, só aliviam a intensidade e duração das crises, depois é claro que ela já se instalou, e quando as crises são frequentes, o uso de analgésicos pode vir a cronificar, piorar, agravar a enxaqueca, tornando-a mais resistente, mais frequente. O tratamento da enxaqueca preventivo com remédio e/ou sem remédio deve ser instituído.
9. Outros alimentos como o chocolate, frutas cítricas, alimentos muito gelados (sorvetes), nozes, alimentos gordurosos, condimentados, ricos em glutamato monossódico, muito presente em salgadinhos, em molhos (aji-no-moto), adoçantes podem agravar as enxaquecas. Em quem tem intolerância `a lactose, leite, queijo e derivados devem ser evitados, ou a suplementação da lactase, a enzima que transforma a lactose (o açucar do leite) em glicose.
10. Genética. Nada a fazer a não ser reconhecer rapidamente a enxaqueca na infância, adolescência, início da vida adulta em filhos de pessoas que sofrem com a enxaqueca, para que ela possa ser tratada adequadamente, preventivamente, evitando que as crises apareçam e que a enxaqueca se desenvolva até um estágio crônico.
 Fonte: Sociedade Brasileira de Cefaléia

Dieta Ravenna, conhece?

Desenvolvida pelo psicanalista argentino Máximo Ravenna, a Dieta Ravenna é baseada em três pilares essenciais- corte, medida e distância. O método conta não só com acompanhamento nutricional, como também de psicólogos e educadores físicos, todos trabalhando em conjunto no espaço chamado de centro terapêutico. O primeiro pilar se refere ao corte do excesso alimentar, da compulsão e do número de refeições por dia. A medida é um conceito relacionado tanto à quantidade da porção ingerida quanto a redução de medidas corporais. Já a distância prima por afastar o indivíduo da comida enquanto uma forma de compensação, eliminando a compulsão alimentar. Quer entender melhor como essa dieta funciona? Esclareça suas dúvidas com os especialistas: 
A Dieta Ravenna faz restrição de algum grupo alimentar?
A dieta Ravenna inclui todos os grupos alimentares - carboidratosproteínasgorduras,vitaminas e sais minerais - porém exclui os alimentos feitos com farinha e açúcares refinados, também conhecidos como carboidratos simples (pães, massas, bolos). De acordo com a nutricionista Camila Avileis, do Centro Terapêutico Máximo Ravenna, em São Paulo, durante o período de emagrecimento, não é permitido o consumo desses alimentos por conta de seu alto índice glicêmico. "Os carboidratos simples são convertidos em energia rapidamente em nosso sangue, levando a produção exagerada de insulina, podendo nos deixar com fome mais cedo do que o normal", diz.
A nutricionista Fernanda Amorim, do Centro Universitário Celso Lisboa, no Rio de Janeiro, completa afirmando que os carboidratos simples não agregam tantos nutrientes à dieta, podendo ser excluídos sem prejuízos. "No lugar desses serão ingeridos os carboidratos complexos, ricos em fibras, que melhoram o funcionamento do intestino e dão saciedade", diz. Exemplo de carboidratos complexos são os grãos integrais, cereais, frutas e verduras. 
Existe uma promessa de perda de peso definida?
A média de perda de peso é diferente para homens e mulheres, sendo que eles podem perder uma média de 7% a 10% do seu peso no primeiro mês, enquanto as mulheres perdem de 5% a 7% do peso em média no mesmo período. Dessa forma, um homem com peso de 80 Kg pode chegar a perder até 8 kg no primeiro mês. Já uma mulher com 80 Kg perderia até 5,6 kg no mês. Mas esses valores podem variar de pessoa para pessoa. 
Quanto tempo dura a dieta?
A duração depende de quantos quilos o paciente precisa perder. A Dieta Ravenna é dividida em duas etapas: a de redução e a de manutenção. No primeiro momento acontece a restrição de carboidratos e toda a perda de peso, levando o tempo necessário de acordo com o metabolismo de cada um. "Já o período de manutenção dura o resto da vida, e consiste na reintrodução de todos os alimentos, porém com acompanhamento nutricional e reeducação alimentar", explica a nutricionista Camila.  
Quantas calorias são permitidas por dia?
Esses valores variam conforme a avaliação clínica de cada paciente, mas a média é de 800 calorias por dia. Apesar de ser uma quantidade muito abaixo do recomendado normalmente em uma dieta, esse número tem um propósito: "A ingestão baixa de calorias fará com que nosso metabolismo se altere, passando a queimar gordura em vez de glicose para produzir energia", declara a nutricionista Camila. Um dos maiores problemas dessa inversão é que, ao queimar gorduras, nosso corpo passa a produzir os chamados corpos cetônicos, que em altos níveis podem ser prejudiciais às células. "Mas o fato de a dieta não ser baseada apenas na ingestão de proteínas e gorduras faz com que a produção de corpos cetônicos seja baixa, não afetando o organismo", ressalta Camila Avileis.
De acordo com a nutricionista Fernanda, dietas hipocalóricas que tem menos de 1000 calorias por dia não são consideradas saudáveis pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pois podem não atingir a recomendação diária de nutrientes que uma pessoa necessita para se manter saudável. "Para manutenção da saúde, o ideal é que a demanda de energia não seja inferior à Taxa Metabólica Basal (TMB - necessidade básica de energia do organismo)", diz. Porém, segundo a nutricionista Camila, o metabolismo basal de casa indivíduo também é levado em conta na hora de montar a dieta Ravenna, e por isso a restrição calórica varia para cada indivíduo.  
É necessário o uso de suplementos alimentares?
Sim, justamente porque a restrição de calorias pode fazer com que a pessoa não atinja as quantidades adequadas de vitaminas e sais minerais por dia apenas com a alimentação. "Os cardápios da Dieta Ravenna são montados de forma equilibrada e incluem todos os grupos alimentares nas refeições, mas quantidades ingeridas de alimentos não alcançam as recomendações diárias para alguns nutrientes", explica a nutricionista Camila. "Dessa forma, é receitado para cada paciente uma determinada quantidade de suplemento, que pode variar para mais ou menos conforme o andamento da dieta", completa. A especialista ressalta que a suplementação usada é de linha mercado, não havendo manipulação própria.  
São feitas quantas refeições por dia?
O cardápio da dieta Ravenna respeita quatro refeições diárias, divididas em café da manhã, almoço, café da tarde e jantar. O método não parte do princípio usual da reeducação alimentar de que é importante se alimentar a cada três horas, somando assim seis refeições ao longo do dia. "Quando há um número grande de refeições em um espaço curto de tempo, existe a chance do exagero alimentar, principalmente nos lanches", explica a nutricionista Camila. As refeições estabelecidas seguem um ritual bem definido. "No almoço e jantar, por exemplo, primeiro é servido um caldo quente que tem a função de frear a ansiedade, depois é servida uma salada verde para dar saciedade, a seguir vem o prato principal, que inclui uma proteína e um acompanhamento, e por último a sobremesa", ensina a nutricionista Camila. Ela explica que todas as refeições são precedidas de um líquido quente, justamente para acalmar o indivíduo no momento da refeição e dar início ao processo de saciedade. "A principal finalidade desse ritual é tornar a refeição prazerosa e parte do dia, eliminando da rotina o estilo fast food, que fazem a pessoa perder a noção do que come."
Como funcionam os grupos terapêuticos?
Junto com o auxílio nutricional, a dieta Ravenna também conta com grupos terapêuticos, que são acompanhados por um psicólogo especializado em obesidade e transtornos alimentares. "O aporte de um profissional ajuda a pessoa a entender sua relação com a comida e eliminar qualquer vínculo compulsivo que possa estar impedindo seu emagrecimento", afirma a nutricionista Camila. Os encontros podem ser semanais, quinzenais ou mensais, tudo vai depender do quadro clínico de cada paciente. Dependendo do caso, a terapia pode identificar algum vício específico, como a fissura por chocolate ou queijos, e restringir esse alimento da dieta de forma controlada, de forma que a compulsão seja contida e ele entenda que a alimentação tem função nutricional, e não emocional. "Além disso, os grupos também compartilham seus sucessos e falhas, se ajudando e buscando motivação para manter o tratamento."
Qual a importância da atividade física nesse método?
Os exercícios físicos são incluídos na rotina para ajudar na redução das medidas e fortalecimento dos músculos, como parte de uma vida saudável. Por se tratar de uma dieta hipocalórica, a frequência e quantidade de atividade física é avaliada caso a caso. "São oferecidas várias opções de exercícios no centro terapêutico, e o praticante escolhe o que mais combina com seu gosto e horários", explica a educadora física Stella Zanca, do Centro Terapêutico Máximo Ravenna, em São Paulo. "É preciso ir experimentando até encontrar algo que dê prazer e tornar a prática de atividade física um prazer, em vez de obrigação."
Fonte:MSN