domingo, 31 de maio de 2015

Alimentos que ajudam na dieta a ganhar massa muscular

Frango

Proteína é um dos nutrientes mais importantes para o crescimento e recuperação dos músculos e o frango (sem pele) é um aliado saudável, pois também tem pouca gordura, ao contrário de outras carnes. 

Ovos

A clara do ovo também tem proteína (chamada albumina), sendo útil no ganho de massa magra. A gema também pode fazer bem para a saúde, por ter nutrientes que melhoram o sistema imunológico.

Arroz e feijão

Esta típica combinação brasileira apresenta aminoácidos (metionina e lisina) que auxiliam na síntese de proteína, atuando diretamente na melhoria do tecido muscular. Além disso, o arroz com feijão mantém estável o nível de glicose (o que diminui o risco de diabetes) e ainda auxilia na proteção contra as cáries.

Banana

A banana apresenta vários benefícios para a saúde, mas, para os músculos, sua importância está no auxílio na prevenção de câimbras, no fornecimento de energia, na redução do cansaço muscular e na preservação da massa durante os exercícios físicos.

Beterraba

A beterraba facilita a dilatação dos vasos e facilita a oxigenação e a absorção dos nutrientes pelos músculos. Esse trabalho é importante para que eles trabalhem mais facilmente e se desenvolvam melhor. 

Soja e derivados

O benefício da soja para a saúde dos músculos provém do fato de ser rica em fibras, proteína e cálcio, além de outros nutrientes que atuam no equilíbrio hormonal e na redução do acúmulo de gordura no corpo.

Melancia

Comer melancia é uma boa opção para quem deseja ganhar massa muscular por ter vitaminas, sais minerais e, mais precisamente, um aminoácido chamado citrulina. Essa substância é benéfica no processo de cicatrização e recuperação da fadiga dos músculos.

Batata-doce

A batata-doce fornece energia aos poucos para o organismo, por ser um alimento de baixo índice glicêmico. Isso faz com que seja uma boa pedida para quem pratica exercícios por períodos longos, ajudando a manter saudável a massa muscular.

Aveia

Assim como a batata-doce, a aveia tem baixo índice glicêmico, ou seja, libera energia aos poucos e, por isso, é útil para os praticantes de atividades físicas longas. Ela ainda faz bem à saúde por ser rica em proteínas, fibras, vitaminas e minerais.

Queijo cottage

Rico em proteínas e cálcio, o queijo cottage é um aliado para manter bem os músculos e ossos. Além disso, por ter baixo teor de gordura, ajuda quem deseja eliminar os quilos extras.
Todos estes alimentos são importantes mas você que quer ganhar massa muscular precisa de uma orientação nutricional adequada para você. Não faça da sua cabeça. Isto pode ser prejudicial a sua saúde!

Whey protein- Faz mal ou bem ao corpo?

 O chamado “Whey Protein” deixou de ser alimento exclusivo dos marombeiros e se tornou uma verdadeira febre entre homens e mulheres que desejam alcançar um corpo saudável, magro e definido.O produto nada mais é do que um suplemento tirado do soro do leite, rico em proteínas. Se consumido da maneira adequada, ele pode ser um bom aliado da saúde.
De acordo com a nutricionista da área esportiva ,embora algumas pessoas usem a fórmula em dietas para perder peso, os principais benefícios desse item são ajudar o processo de regeneração das fibras musculares e favorecer o ganho de massa muscular.
O problema é se o whey é usado de maneira incorreta, sem acompanhamento profissional de um médico ou nutricionista. “O uso indiscriminado e sem orientação pode resultar na sobrecarga dos rins e fígado”, afirma a especialista.
Para não correr esse risco, você confere nas imagens algumas informações essenciais sobre o suplemento para conquistar o corpo dos sonhos.
Consumir na quantidade certa e nos horários adequados são atitudes importantes para que o produto renda bons resultados.

NÃO É RECOMENDÁVEL SUBSTITUIR REFEIÇÕES POR WHEY

Para aqueles que desejam emagrecer,  deixar claro: o Whey Protein não pode ser utilizado como substituto de refeições (café, almoço ou jantar), pois, como já foi dito, é feito para satisfazer as necessidades de quem pratica exercícios.
“O máximo que se pode fazer é substituir um lanche pós-treino, de acordo com a rotina e os horários da atividade física”.

SE NÃO CONSUMIDO CORRETAMENTE, WHEY PODE ENGORDAR

É isso mesmo. A nutricionista alerta que, sem o acompanhamento adequado de um profissional, o tiro pode sair pela culatra.
Se o desejo da pessoa é basicamente emagrecer (e não ganhar músculos), melhor do que ingerir o suplemento é tomar um shake substituto parcial de refeição, sem se esquecer de levar uma rotina alimentar saudável e equilibrada. Isso porque, segundo a nutricionista, o whey é mais calórico do que a bebida sugerida pela nutricionista.

SUPLEMENTO DEVE SER CONSUMIDO APENAS NOS DIAS DE TREINO

Para evitar os possíveis danos causados pelo uso indiscriminado, como a sobrecarga nos rins e no fígado, a nutricionista afirma que o Whey deve ser consumido somente se a pessoa fez atividade física e até 30 minutos depois do treino. “No dia em que não fizer exercício, não se deve tomar”, diz.

CONSUMO DEVE SER INDICADO E ACOMPANHADO POR ESPECIALISTA

“Um indivíduo tem, em média, a capacidade de absorver até 25g de proteína no pós- treino, mas a quantidade limite deve ser determinada por um médico ou nutricionista”, afirma a nutricionista.Ela informa que esse cálculo é próprio para cada indivíduo e leva em conta a rotina de exercícios, o sexo, a idade, o peso e outras informações relevantes sobre o paciente. São esses especialistas que irão dizer se o indivíduo precisa (e de quanto precisa) do whey para definir os músculos.
Fonte: MSN

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Viroses intestinais - como tratar?


DIARRÉIA AGUDA
Sinônimos e nomes populares:
gastroenterite aguda, toxinfecção alimentar; dor de barriga, desarranjo, soltura, churrio.
O que é?
Na prática, o paciente e o médico pensam em diarréia quando há um maior número de evacuações, acompanhado de fezes de consistência diminuída, disformes, pastosas ou líquidas.
Diarréia ocorre quando aumenta a proporção de água contida nas fezes, o que aumenta o peso fecal diário eliminado para mais que 250 g. O normal não ultrapassaria 200 g, tecnicamente falando.
A urgência evacuatória, a incapacidade de segurar as fezes (incontinência) e múltiplas evacuações poderiam ser referidas erroneamente como diarréia, mas podem acontecer com consistência fecal normal.
O termo diarréia aguda refere-se ao início súbito e à duração menor que três semanas, a grande maioria resolvendo-se em menos de três a cinco dias.
Os intestinos são responsáveis por absorver os líquidos que tomamos, os que estão naturalmente contidos nos alimentos (1-2 litros/dia) e aqueles produzidos pelo próprio aparelho digestivo (7 litros/dia). Esses são as secreções como a saliva, o suco do estômago, a bile do fígado, o suco do pâncreas e os líquidos liberados pelas células que forram os intestinos (da mucosa). Do total produzido, até 9 litros por dia, os intestinos reabsorvem tudo, exceto 100 a 200 ml eliminados com as fezes.
Como se desenvolve?
A maior parte das diarréias agudas é causada por vírus, bactérias ou parasitas.
Há germes produtores de toxinas que alteram o funcionamento intestinal.
Mais que os micróbios, as toxinas diminuem a absorção de líquidos pelo intestino ou estimulam sua perda para a luz intestinal. De todo o modo, o resultado é a perda excessiva através das fezes, demonstrado por diarréia.
Alguns microorganismos invadem a mucosa, causando lesões com secreção de sangue, muco ("catarro") e pus. Isso caracteriza o que chamamos de disenteria, um tipo particular de diarréia.
Além dos germes, certas substâncias alteram a absorção e/ou a secreção intestinal, como vários laxantes ou efeitos adversos de medicamentos, que se traduzem por diarréia.
As fibras de muitos vegetais - microscópicas e não absorvíveis pelo intestino - ligam-se à água, aumentando a proporção dessa no bolo fecal, tornando-o mais macio, fazendo mais fáceis as evacuações. Um exagero na ingestão de fibras pode trazer diarréia transitória.
A falsa diarréia constitui-se na eliminação de um líquido grumoso de cor fecal, que passa em torno de fezes muito duras e paradas no reto, durante dias ou semanas, os fecalomas. Ocorre com alguma freqüência nos idosos, nos inválidos e nas pessoas muito debilitadas.
Mais raramente, a diarréia pode ser causada por hipertireoidismo ou tumores gastrintestinais - benignos ou malignos - que produzem substâncias causadoras de diarréia; esses exemplos são mais ligados a quadros crônicos.
O uso de diversos antibióticos pode levar à alteração da chamada "flora intestinal", a qual é um distúrbio ecológico que permite o desenvolvimento de alguns micróbios agressivos ao meio. Disso resultam diarréias, sendo grave a conhecida por "Colite Pseudomembranosa", nome dado devido a placas branquicentas que cobrem variadas áreas da mucosa do intestino grosso.
Os germes causadores de diarréia costumam chegar ao ser humano através da boca, podendo estar contidos na água ou alimentos contaminados.
Fatores que podem nos tornar vítimas de diarréias agudas: 
 
beber ou ficar exposto à água não tratada
usar encanamentos furados
usar depósitos mal fechados ou sem limpeza regular
tomar banho em rio, açude ou piscina contaminada
não limpar bem as mãos e os utensílios de mesa e fogão
ser negligente na higiene pessoal.
O que se sente?
A diarréia é observada como uma diminuição da consistência habitual das fezes que podem alcançar o estado líquido. O número de evacuações varia de um episódio isolado até mais de dez em 24 horas.
Além da diarréia propriamente dita, é comum sentir-se: 
 
desconforto abdominal
cólica
plenitude (sensação de estufamento)
excesso de flatos (gases)
mal-estar generalizado
náusea e vômito.
Menos freqüentemente, pode-se observar: 
 
sangue
pus ou muco nas fezes
além de febre.
Diarréias com perdas de grandes quantidades de líquido, em pessoas debilitadas por outras doenças, em idosos ou em crianças, podem evoluir para desidratação.
Nesses casos, pode-se notar: 
 
ressecamento de mucosas
saliva escassa e espessa
sede excessiva
cansaço e sonolência.
Se não forem tratados apropriadamente, esses pacientes podem evoluir com piora progressiva e risco de vida.
Como o médico faz o diagnóstico?
É baseado na história contada pelo paciente.
A freqüência, volume, aspecto e duração do episódio diarréico, junto ao exame clínico, permitem ao médico entender o tipo e a gravidade do quadro.
A exposição recente a alimentos suspeitos e a ocorrência de casos semelhantes em pessoas próximas facilitam o diagnóstico de toxinfecção alimentar.
Mais de 90% das diarréias agudas têm resolução espontânea, em menos de cinco dias. Não costumam ser necessários exames em busca do agente infeccioso. Análises complementares, geralmente, são indicadas quando não há resolução ou ocorre piora do quadro, em 7 dias.
Como se trata?
Como anteriormente mencionado, a maior parte das diarréias agudas tem resolução espontânea em poucos dias.
Deve-se dar atenção para a manutenção de uma ingesta líquida adequada a fim de evitar a desidratação, perigo que é maior em crianças pequenas e em idosos.
Apesar de não alterarem a velocidade de cura da diarréia, a maioria das pessoas sente-se melhor evitando os alimentos gordurosos, os ricos em fibras, leite e derivados, café e álcool. Procura-se oferecer refeições ditas leves, em pequenas quantidades e maior freqüência, além de grande quantidade de líquidos em forma de água, sucos, chás ou sopas.
Medicamentos antidiarréicos que diminuem a freqüência das evacuações e que aumentam a consistência das fezes, visando maior conforto até a resolução do quadro, podem ser usados com segurança, pelos adultos, respeitados critérios médicos.
De maneira geral, crianças não devem usar essas medicações, a menos que haja explícita orientação do pediatra.
Pessoas com diarréia sanguinolenta, febre alta ou comprometimento importante do estado geral devem buscar o médico, sob risco de agravar o quadro e complicar a saúde.
Os antidiarréicos mais usados em nosso meio são à base de loperamida, difenoxilato, racecadotril ou carvão vegetal. O conhecido Elixir Paregórico, um derivado opióide, apesar do bom efeito no alívio dos sintomas, teve seu uso restrito pelas medidas de controle de medicamentos por conter substâncias potencialmente causadoras de adição.
Vários compostos ditos "naturais" ou à base de "lactobacilos" são muito divulgados e freqüentemente usados, porém as provas científicas disponíveis mostram mínimo ou nenhum efeito na melhoria dos sintomas.
Casos que, a despeito do manejo domiciliar com líquidos e medicações sintomáticas simples, evoluem para desidratação, podem necessitar de internação hospitalar para administração de soro endovenoso. O uso de antibióticos nas diarréias agudas limita-se a casos muito selecionados, com manifestações específicas que levam o médico a acreditar na existência de infecção cuja duração e efeitos podem ser abreviados pelo tratamento.
Como se previne?
O saneamento básico, incluindo redes de esgoto e água potável nas residências, previne um grande número de casos.
O armazenamento e preparo adequado dos alimentos, incluindo conservação de alimentos em geladeira, não exposição a moscas, cozimento dos alimentos e lavagem dos mesmos com água tratada, também, são importantes formas de prevenção.
É importante lembrar, contudo, que certas toxinas produzidas por bactérias permanecem nos alimentos mesmo após a morte do organismo que a produziu. Sendo assim, o cozimento ou congelamento dos alimentos, apesar de evitar grande número de diarréias infecciosas, não impede que alimentos inapropriadamente preservados ou preparados contenham substâncias causadoras de diarréia


Fonte: ABC da saúde

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Carência de Ácido Fólico- O que causa?

O ácido fólico é uma vitamina importante exigido pelo nosso corpo para o seu funcionamento. A falta de ácido fólico pode dar origem a problemas de saúde. A seguir mencionadas são sintomas de deficiência de ácido fólico, juntamente com suas causas e tratamento.
O ácido fólico também é conhecido como vitamina B9, folato, ácido pteroylglutamic e folacina. O termo fólico é derivado da palavra latina folium, o que significa ‘folha’. Benefícios do ácido fólico são abundantes, como eles ajuda na divisão celular e crescimento, e ajudam na produção de glóbulos vermelhos saudáveis. Ingestão suficiente do nutriente ajuda na luta contra a anemia, – uma condição estimulada quando o ácido fólico é deficiente no corpo. Um adulto requer mínimos 400 microgramas de ácido fólico por dia, para o bom funcionamento do corpo. Vamos discutir os sintomas, antes de navegar para as causas e tratamento da mesma.
Os sintomas
  • O sintoma mais comumente observado é a irritação. O ácido fólico mantém o sistema nervoso central saudável, no entanto, a falta de ácido fólico provoca a depressão, lentidão, e fraqueza.
  • É devido à deficiência de ácido fólico que algumas pessoas relatam uma freqüência elevada de humor. Quando o ácido fólico não é encontrado nas recomendadas  quantidades adequadas, que tem o potencial de causar distorções de memória, e processos de pensamento inculcando depressivos.
  • A falta de ácido fólico pode levar à perda de libido em machos.
  • A deficiência de ácido fólico durante a gravidez pode afetar o feto de forma negativa. Assim, as mulheres grávidas e as que estão tentando engravidar devem consumir ácido fólico suficiente, e seus suplementos. Deficiência de ácido fólico é uma das principais causas de aborto, e da  elevada taxa de mortalidade infantil. A ingestão de quantidade suficiente de ácido fólico auxilia no desenvolvimento normal da coluna vertebral do bebê, e do cérebro. A deficiência de folato dificulta a taxa de crescimento em crianças e em certos casos, resultando em ligeira a deformidades irreversíveis.
  • A diminuição do apetite, diarréia, problemas gastrointestinais e perda de peso também são sintomas comumente observados de deficiência de ácido fólico. Para as pessoas que carecem de ácido fólico também é difícil de se concentrar, e se concentrar por muito tempo em uma coisa particular. Eles também aparecem pálidas.
  • Diferentes tipos de cancros têm sido associados com deficiência de ácido fólico.
  • Outros sintomas que são menos observados são os seguintes: dor abdominal, dor no peito, lábios rachados (especialmente nas bordas), batimentos cardíacos irregulares, falta de ar, e língua dolorida e lisa.
  • A falta de ácido fólico também pode causar uma pigmentação da pele acinzentada marrom. Ela também pode causar má circulação, queda de cabelo e fadiga.
Causativos
  • Durante a gravidez e lactação, a necessidade de ácido fólico aumenta, no entanto, se não for cumprida, pode levar à deficiência.
  • O consumo de álcool pode também ser uma causa da deficiência de ácido fólico. O álcool aumenta a taxa de degradação de ácido fólico e também interfere com o metabolismo do folato.
  • Doenças de má absorção  como  doença celíaca e doenças gástricas levam  a ácido do estômago para  baixa,  que pode causar deficiência.
Tratamento sintomático
  • Identifique a razão para a falta de deficiência de ácido fólico em seu corpo, e trabalhe para repor o mesmo, em conformidade. A fim de aumentar o ácido fólico, você pode comer alimentos ricos em ácido fólico tais como verdura, legumes (espinafre e feno-grego).
  • Aumente  a ingestão de salmão, soja e laranja. O consumo de feijão fresco  e seco ajuda a nivelar o conteúdo de ácido fólico. Nabo, alface, aspargo e sementes de girassol são de uma rica fonte de ácido fólico. Aumente o teor de ácido fólico de alimentos como grãos, cereais e pães enriquecidos.
  • Você também pode consumir suplementos de ácido fólico. Estes suplementos podem ser tomados uma vez, ou duas vezes por dia, como prescrito pelo médico.
Se você consome  uma dieta saudável, o seu nível de ácido fólico  permanece  consistente. Depois de ser informado sobre a deficiência, tenho certeza que você vai fazer um esforço para aumentar o seu consumo. Assim, consome  uma dieta rica em fólico, fique  feliz  e de boa saúde!
Fonte: Saúde e Fitness

Anemia Ferropriva- Como tratar?

A anemia ferropriva é causada por deficiência de ferro no organismo. Ela gera sintomas como fraqueza, desânimo, palidez cutânea e nas mucosas, sensação de desmaio e nos casos mais graves irritabilidade e ansiedade.
Seu tratamento é feito com a suplementação de 60 mg de ferro por dia, durante aproximadamente 4 meses e uma dieta rica em ferro.

Sintomas da Anemia Ferropriva

Os sintomas da anemia ferropriva incluem:
  • cansaço;
  • fraqueza generalizada;
  • sono;
  • incapacidade de praticar exercícios;
  • tontura;
  • sensação de desmaio;
  • palidez cutânea e das mucosas;
  • dificuldade em concentração;
  • lapsos da memória;
  • dor de cabeça;
  • unhas fracas e quebradiças;
  • pele seca;
  • dor nas pernas;
  • inchaço nos tornozelos;
  • queda de cabelo;
  • falta de apetite;
  • acidente vascular cerebral (quando muito grave) e
  • infarto do miocárdio (maior o risco quanto maior for sua gravidade)

Causas da Anemia Ferropriva

Ela pode ser causada pela alimentação pobre em ferro, perdas sanguíneas ou devido a pouca absorção de ferro pelo organismo. Além disso, é facilmente diagnosticada através de um hemograma específico para analisar a ferritina.
Outra possível causa da anemia ferropriva é a presença de sangue nas fezes, que pode ser gerada, dentre outros motivos, por uma hemorragia digestiva.
A anemia ferropriva, ao contrário do que se crê popularmente, não pode gerar leucemia.

Diagnóstico da Anemia Ferropriva

O diagnóstico da anemia ferropriva é feito através de exames laboratoriais como o hemograma, onde devem ser avaliadas especificamente a hemoglobina e a ferritina.
É considerado anemia quando hemoglobina é menor que:
  • 11g/dl para mulheres grávidas e crianças entre os 6 meses e os 6 anos de idade,
  • 12g/dl para mulheres adultas e
  • 13g/dl para homens adultos

Tratamento para Anemia Ferropriva

O tratamento da anemia ferropriva inclui a toma de 60 mg de ferro diariamente e a ingestão de alimentos ricos em ferro como lentilha, salsa, feijão e carnes.
A ingestão de nutrientes ricos em vitamina C potencializa a absorção do ferro. Em contrapartida, existem alguns alimentos que prejudicam a absorção do ferro como, por exemplo, os taninos e a cafeína encontrados no café e o oxalato presente no chocolate.
Fonte: Tua Vida

Anemia por baixa Vitamina B12

VITAMINAS

DEFICIÊNCIA DE B12

Drauzio Varella
Deficiência de vitamina B12 é causa de anemia acompanhada ou não por dificuldade para andar e parestesias ou formigamentos de distribuição simétrica, principalmente nas pernas, pés e mãos.
Pode haver ainda palidez, inchaço, hiperpigmentação da pele, icterícia e fraqueza muscular. Inflamações na língua, má absorção de nutrientes, infertilidade e tromboses são menos frequentes.
A vitamina B12 é essencial para a formação, integridade e maturação das hemácias. Em sua ausência, elas aumentam de volume e o tamanho do núcleo fica desproporcional ao do citoplasma. Na medula óssea — local em que são produzidas — o número de células chega a aumentar tanto que o aspecto simula o das leucemias.
É uma vitamina necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do sistema nervoso. Sem ela, a mielina que recobre os nervos (como a capa de proteção faz com os fios elétricos) sofre um desgaste que recebe o nome de desmielinização, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro.
A principal fonte de B12 está nos alimentos de origem animal. Mas, para absorvê-la, o tubo digestivo depende de fatores intrínsecos presentes num grupo especial de células do estômago (células parietais) e de receptores localizados no íleo.
Anemia perniciosa
A causa mais frequente da deficiência de B12 é a perda desse fator intrínseco produzido pelas células parietais, associada a um tipo de gastrite (gastrite atrófica). A anemia resultante é denominada anemia perniciosa, nome inadequado, porque não leva em consideração as manifestações neurológicas.
A anemia perniciosa resulta de um mecanismo autoimune em que a própria resposta imunológica destrói as células parietais do estômago. Como consequência, ocorre perda do fator intrínseco necessário para a ligação com a vitamina B12 ingerida.
Doenças autoimunes, como diabetes do tipo 1, vitiligo e as que afetam a tireoide, aumentam o risco de anemia perniciosa.
A prevalência é de 50 a 4.000 casos em cada cem mil habitantes. É mais comum em descendentes de africanos e europeus do que em asiáticos. É preciso estar atento às formas leves de gastrite atrófica que ocorrem em até 20% das pessoas mais velhas.
Se alimentados exclusivamente com leite materno, filhos de mães portadoras de deficiência de B12 podem apresentar a partir dos quatro meses de idade: anemia, hipotrofia cerebral, retardo de desenvolvimento, hipotonia muscular, perda de apetite, irritabilidade, tremores, letargia e coma.
A reposição de B12 provoca regressão rápida do quadro. Quanto mais prolongada a deficiência, mais lenta e incompleta a recuperação.
Outras causas da deficiência:
1) Cirurgias que reduzem as dimensões do estômago, como as gastrectomias totais ou parciais e as cirurgias bariátricas;
2) Doenças inflamatórias do intestino e as que provocam má absorção;
3) Uso crônico de medicamentos para reduzir a concentração de ácido no suco gástrico (omeprazol, ranitidina, etc.);
4) Uso de metformina no diabetes;
5) Dietas vegetarianas ou pobres em alimentos de origem animal.
 Diagnóstico e tratamento
Embora níveis sanguíneos de B12 muito baixos estejam associados à deficiência, é raro encontrá-los. Resultados na faixa de normalidade não excluem a possibilidade de haver déficit. Exames falso-negativos e falso-positivos são frequentes.
O diagnóstico é feito com base nas dosagens sanguíneas de ácido metilmalônico e homocisteína, que se encontram elevadas em 98% dos casos. Como a reposição vitamínica provoca diminuição progressiva dessas concentrações, a primeira dosagem deve ser pedida antes de iniciar o tratamento.
A reposição começa com uma dose de ataque de oito a dez ampolas de 1.000 microgramas, por via intramuscular; seguidas de uma ampola por mês. A dose por via oral é de 1.000 a 2.000 microgramas diárias.
A anemia geralmente é corrigida em dois meses. O quadro neurológico regride parcial ou completamente em seis meses. O tratamento é mantido por períodos longos ou pela vida toda.
Fonte: Drauzio Varella

Banana Verde e seus benefícios


Além de ser saborosa, a banana verde ainda pode ajudar na redução de peso e do colesterol, além de controlar a quantidade de açúcar no sangue (glicemia). Rica em amido, a fruta também fornece energia para o organismo, regulando o intestino e ajudando na digestão.
A banana ainda possui potássio, primordial no funcionamento celular, pois participa de todos os processos musculares do organismo, inclusive os do coração. Também previne a perda de cálcio, ajudando na prevenção de osteoporose. Outro nutriente da fruta é o fósforo, que integra a composição de ossos e dentes e participa da digestão dos carboidratos. Já o magnésio encontrado na banana é responsável pela produção da energia celular e relaxamento muscular, sendo especialmente indicado para pessoas estressadas.
Quando encontrada na forma de farinha ou biomassa, a banana verde mantém os mesmos nutrientes e calorias. Nesse caso, o amido fica mais resistente e age no organismo da mesma maneira que uma fibra insolúvel: aumenta o volume fecal e a capacidade do corpo de liberar e diminuir as toxinas potencialmente cancerígenas.

FARINHA DE BANANA VERDE

A farinha é rica em minerais, pode ser utilizada no dia-a-dia e comprada em lojas de produtos naturais ou mercearias. Nas receitas convencionais, substitua a farinha comum por metade da farinha de banana verde. O alimento ajuda na absorção lenta da glicose, evitando um estímulo desnecessário de insulina pelo corpo. A longo prazo isso previne o surgimento da diabetes e contribui com um estilo de vida mais saudável.
A farinha de banana tem um gosto neutro e pode ser utilizada na substituição parcial ou total da farinha de trigo. Outra opção é polvilhar o farelo nas refeições, em frutas, no iogurte ou até na água. Boa alternativa para o lanche da tarde, no horário que bate aquela fome.
Recomendo a ingestão de 2 colheres de sopa ao dia, podendo começar com 1 colher de sobremesa ao dia. Além disso, é importante caprichar no consumo de água para ter os efeitos desejados. Caso contrário, pode haver constipação intestinal, o incômodo "intestino preso".

BIOMASSA DE BANANA VERDE

Possui as mesmas propriedades da farinha de banana verde e pode ser comprada na forma industrializada (congelada) ou feita em casa. Veja abaixo a receita:
Ingredientes:
  • Cerca de meia panela de água (a quantidade suficiente para cobrir as bananas)
  • 12 bananas verdes (preferir orgânicas)
Material utilizado: panela de pressão, liquidificador, garfo, fôrma para gelo e pote de vidro.
Preparo: lave as bananas verdes sem tirar o cabo da fruta. Encha a panela de pressão com metade de água e leve ao fogo para esquentar. Quando a água estiver borbulhando, coloque as bananas e tampe a panela. Espere chiar por 10 minutos e deixe a pressão passar naturalmente.
Depois disso, escorra a água da panela e tenha muito cuidado ao abrir as bananas, para não se queimar. Se preferir, utilize um garfo. Coloque a polpa da fruta - sem as cascas - para bater no liquidificador (pode ser necessário um pouco de água quente). Coloque a mistura em fôrmas de gelo e a outra metade em um pote de vidro, por até 7 dias.
Quando utilizar a biomassa congelada, retire do congelador no dia anterior e coloque na geladeira, ou coloque no microondas, em um pote de vidro, por 1 minuto.
Modo de utilização: batido em vitaminas, sucos, caldo de feijão, sopa, patês, massa de pão e bolo, etc.

RECEITAS PARA O DESJEJUM

Vitamina de abacate (porção para uma pessoa)
Bata no liquidificador:
  • 1 copo de leite ou leite de arroz ou leite de aveia
  • 1 colher de sobremesa de biomassa ou 1 pedra de gelo, caso use biomassa congelada
  • 1 colher de sopa cheia de abacate (ou avocado)
  • Adoce a gosto
Vitamina de morango e banana (porção para uma pessoa)
Bata no liquidificador:
  • 1 copo de leite ou leite de arroz ou leite de aveia
  • 1 colher de sobremesa de biomassa ou 1 pedra de gelo, caso use biomassa congelada
  • 1/2 banana nanica e 5 unidades de morango
Adoce a gosto, mas cuidado, pois a mistura já fica naturalmente doce.
Vitamina de polpa de frutas (porção para uma pessoa)
Bata no liquidificador:
  • 1 copo de leite ou leite de arroz ou leite de aveia
  • 1 colher de sobremesa de biomassa ou 1 pedra de gelo, caso use biomassa congelada
  • ½ polpa de frutas
Adoce a gosto.
Fonte: Personare