quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

10 dicas simples de conservação de alimentos para evitar o desperdício

Ninguém gosta de desperdiçar comida, ainda mais porque vivemos em um mundo onde, segundo o mais novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), uma em cada 8 pessoas passa fome. Em números absolutos, 868 milhões de seres humanos não têm o que comer no almoço de hoje.
O mesmo documento da ONU indica que, no Brasil, o número de famintos, felizmente, caiu 54% entre 1992 e 2013. No entanto, a estatística ainda assusta: 13,6 milhões de brasileiros (o que corresponde a 6,7% da população nacional) passam fome.

Grande parte dos alimentos é perdida logo na colheita e no transporte de frutas, verduras e legumes. Porém, os consumidores também podemos fazer sua parte para diminuir essas estatísticas desanimadoras. De acordo com um relatório publicado pela Institution of Mechanical Engineers, uma organização que representa engenheiros mecânicos e reúne cem mil membros no Reino Unido, metade da comida comprada nos Estados Unidos e na Europa é jogada fora por seus habitantes.
Por isso, aprender a fazer seus alimentos durarem por mais tempo em sua casa apenas armazenando-os corretamente pode ser muito bom. Confira 10 dicas para manter sua comida fresca e evitar a desperdício:

10. Mantenha as bananas frescas por mais tempo, envolvendo seus cabinhos em plástico

A razão é bastante simples: as bananas liberam gás etileno, que controla o escurecimento enzimático e amadurecimento da própria fruta e de quaisquer outras perto delas. Muito do gás sai daquela região que liga a banana em si ao seu cacho, conhecida como haste. Ao envolvê-la, você retarda o processo de amadurecimento e, consequentemente, as frutas não estragam tão rápido. O processo é exatamente igual ao costume de enrolar mamão em folha de jornal para que ele demore mais para amadurecer.

9. Congele ervas em óleo para preservá-las

O congelamento é sempre uma ótima maneira de conservar os alimentos, mas raramente pensamos em fazê-lo com ervas, que normalmente usamos como tempero, como salsinha e cebolinha. Se você congelar ervas em óleo, você já garante uma pequena quantidade de óleo para cozinhar sua refeição, além das ervas em si, para temperá-la.

8. Corte as embalagens de sorvete à medida que você for comendo para evitar se queimar com o gelo

A sensação de queimação ao encostar em algum alimento que estava no freezer acontece porque o ar de um recipiente fornece um local apropriado para o gelo se fixar. Você pode (e deve) se livrar desse espaço extra cortando o recipiente e, de repente, você não vai mais se queimar ao pegar aquele pote de sorvete que só tem um restinho sobrando.

7. Armazene suas batatas junto com as maçãs para evitar que elas brotem

Assim como as bananas, as maçãs também liberam gás etileno. Isso faz com que alguns frutos amadureçam mais rápido, mas também previne que as batatas brotem de repente.

6. Conserve os tomates de cabeça para baixo

Quando você armazena um tomate com a haste para baixo (em temperatura ambiente, e não na geladeira), essa posição impede que o ar e a umidade entrem pelo local de onde o fruto foi arrancado no momento da colheita. Isso prolonga um pouco a sua vida útil.

5. Guarde os limões na geladeira para mantê-los suculentos

Existem diversas maneiras de se armazenar limões, mas depois de testar várias delas, um famoso programa de culinária da televisão estadunidense, chamado America Test Kitchen, chegou à conclusão de que a melhor forma de conservação é armazená-los em sua geladeira. Isso faz com que eles se mantenham mais suculentos e pode até mesmo adicionar um pouco mais de longevidade se você os armazenar em um saco plástico.

4. Conserve o pão de forma em temperatura ambiente, fora da geladeira

Parece que cada pessoa possui um pensamento diferente sobre onde armazenar o pão de forma. A ciência, no entanto, sugere que a melhor maneira de conservá-lo é em temperatura ambiente, ou seja, fora da geladeira. A razão é que a temperatura mais baixa de um refrigerador faz com que o processo de desidratação aconteça mais rapidamente.

3. Mantenha frutas mais delicadas, como morango e amora, em uma única camada, para mantê-las frescas

Parece que frutas mais delicadas – por exemplo, frutas vermelhas como morangos, amoras ou framboesas – estragam muito rapidamente, não é mesmo? Uma maneira de mantê-las frescas e ideais para o consumo por mais tempo é armazená-las em uma única camada. Ou seja, tire-as das bandejas nas quais elas normalmente são comercializadas (com diversas camadas de frutas, uma em cima das outras) e distribua-as em uma única camada, em algum recipiente propício. Isso impede que o suco das frutas vaze e prejudique as camadas abaixo.

2. Guarde seus laticínios na prateleira mais alta da geladeira

Essa é bem simples: na maioria dos refrigeradores, a prateleira de cima possui a temperatura mais constante, porque é onde o termômetro está. Por isso, o ideal é que você armazene neste local os laticínios – produtos como queijo, leite, requeijão, manteiga etc – porque são os alimentos mais prováveis a estragar se não forem mantidos na temperatura certa.

1. Evite que o molho guacamole escureça adicionando um pouco d’água

Você decidiu fazer uma noite mexicana em casa, mas acabou superestimando a fome de seus convidados e sobrou guacamole, iguaria típica feita à base de abacate. Se você deixá-lo na geladeira durante a noite, o molho tende a apresentar uma tonalidade marrom mais no topo. Para evitar que isso aconteça, adicione uma fina camada de água sobre ele. A água é uma barreira contra o oxigênio e impede que o molho escureça.
Fonte: Hypscience


Sucos cítricos ajudam a evitar a formação de pedras nos rins

Nem todo mundo gosta do verão e muito menos do calorão que atinge vários estados brasileiros. As grávidas são as que mais sofrem. Isso porque, de acordo com os médicos, a gravidez já aumenta normalmente a temperatura corporal das mamães de meio a um grau. O Bem Estar desta quarta-feira (28) falou sobre os efeitos do calor no corpo. Participaram do programa o ginecologista e consultor do programa José Bento e o nefrologista Décio Mion.
 
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E a atenção com hidratação deve ser redobrada. No verão, casos de pedra no rim aumentam 30%. Para prevenir o surgimento das pedras deve-se aumentar a ingestão de água e diminuir o consumo de sal, carnes e frituras. A perda de líquido corporal causada pelo suor e os excessos na alimentação influencia na quantidade de impurezas que os rins precisam filtrar.
Por isso, mantenha-se hidratado, com ingestão média de dois a três litros de água por dia. Prefira sucos cítricos que originam o citrato, com ação que impede a formação de pedras. Evite os excessos de consumo de carne ou produtos de origem animal como manteigas. Nas refeições, diminua a ingestão de sal. Evite alimentos embutidos ricos em sódio, além de industrializados.
Fonte: Bem estar

domingo, 25 de janeiro de 2015

Hipertrofia muscular: como conquistar o crescimento dos músculos

Muitas pessoas que fazem musculação buscam o crescimento dos músculos, ou seja, a hipertrofia muscular. Porém, é preciso ter um treinamento com cuidados específicos para se conquistar um corpo musculoso. Tire suas dúvidas sobre o tema a seguir: 

Existem exercícios certos para a hipertrofia?

Alguns exercícios costumam ser melhores para isso. No caso dos braços, são os que trabalham os músculos tríceps e bíceps. Para tríceps temos a opção de pulley tríceps, tríceps corda, tríceps francês e tríceps banco. Já para o bíceps temos a rosca concentrada, rosca scot, rosca martelo e rosca pulley. Já pensando nos ombros, é importante priorizar séries como elevação lateral, elevação frontal alternada e desenvolvimento. Para hipertrofiar as pernas, dê mais atenção à cadeira extensora, cadeira flexora, leg press, agachamento no smith e afundo, gêmeos sentado e em pé. 

Quantas vezes por semana se deve ir à academia?
Depende muito no nível atual de treinamento: se for um iniciante, por exemplo, vai conseguir desenvolver um bom trabalho com duas a três vezes por semana. Um intermediário, que treina há mais de seis meses, pode ir de três a cinco vezes. Já um avançado, que treina há mais de um ano, se beneficia treinando de cinco a sete vezes por semana. 

Quais são os métodos para hipertrofiar?

É importante deixar claro que existem inúmeros métodos de hipertrofia e muita coisa antiga, como a afirmação de que "hipertrofia consiste em três ou quatro séries de 8 repetições", já caiu faz tempo. 
Entre os principais métodos para desenvolver a hipertrofia temos o piramidal, drop set, ênfase na fase excêntrica, oclusão vascular e por ai vai. Tem estudos que provam o aumento de hipertrofia com cargas de treino em torno de 60% da sua força máxima (o que pode considerado uma carga baixa), mas nesse caso em especial, as series são realizadas até o que chamamos de falha concêntrica, onde não é possível fazer mais nenhum movimento. 
No geral seguindo a escola russa de treinamento os métodos de dividem em tensionais e metabólicos, os tensionais, como o que dá ênfase na face excêntrica, causam mais micro lesões nas células musculares e os metabólicos, como o dropset, exigem mais do organismo como um todo, aumenta muito o metabolismo e vão causa a hipertrofia por uma maior produção de GH, que é o hormônio do crescimento. 
É importante ficar claro que não é o exercício que vai gerar a hipertrofia, mas sim a intensidade total de treino, que é medida através de volume de repetições versus carga versus tempo de recuperação entre as séries. Entra ainda quantidade de exercícios realizados por cada grupo muscular e o tempo de descanso de grupo muscular até o novo treino. As pesquisas sobre esse assunto apontam de nove a 12 séries por semana, por grupo muscular, já são o suficiente para gerar hipertrofia. Além de tudo isso, alguns princípios do treinamento desportivo devem ser aplicados, os principais nesse caso são o princípio da sobrecarga, da super compensação e da variabilidade:
1. O princípio da sobrecarga diz que o corpo se adapta aos estímulos e para de evoluir, nesse caso é necessário continuamente fazer ajustes aumentando intensidade de alguma forma, seja a carga de trabalho, volume de repetições ou quantidade de exercícios para aquele grupo muscular. 
2. O princípio da supercompensação diz que após o treino o corpo entra em um quadro de inflamação muscular e quando se recuperar vai voltar melhor do que o estágio anterior. Mas tem um momento certo para realizar o novo treino, que não pode acontecer com esse músculo ainda não recuperado ou recuperado por tempo demais, por exemplo, treinei peito segunda-feira e daqui 10 dias eu treino novamente. 
3. O princípio da variabilidade diz que o organismo que sempre tenta nos proteger e para isso fica tentando se adaptar aos treinos que você realiza. Só que pensando na hipertrofia, é importante variar os estímulos com exercícios e métodos de treino diferentes. 

A hipertrofia muscular só é conquistada com a musculação?

Qualquer exercício resistido pode trazer efeitos na hipertrofia, a musculação é sem dúvida a melhor forma de fazer isso, pois é fácil ter controle de carga e existe uma segurança a mais trabalhando com as máquinas. Porém, exercícios usando o peso do próprio corpo como pilatestreino funcional e treinamento suspenso também podem trazer efeitos hipertróficos. O único problema é que nesses outros métodos em algum momento você não vai mais conseguir aumentar a carga de trabalho. 

Quais outras atitudes interessantes para aumentar os músculos?

Ao contrário de quem quer emagrecer, a musculação não tem segredo, é treinar certo, descansar e comer bem.
Fonte:Minha Vida

Biomassa de banana verde previne o diabetes tipo 2

A biomassa de banana verde melhora o trânsito intestinal - Foto: Getty Images
A biomassa de banana verde melhora o trânsito intestinal
A biomassa de banana verde consiste em uma preparação feita com polpa de bananas verdes cozidas. Esta simples preparação é capaz de melhorar a imunidade, contribuir para o desenvolvimento da microbiota intestinal, reduzir o risco de câncer de intestino, controlar os níveis de colesterol, prevenir o diabetes e evitar o acúmulo de gordura abdominal. 

Principais nutrientes da biomassa de banana verde

A biomassa de banana verde se destaca por possuir boas quantidades de um amido resistente que é uma espécie de fibra que o aparelho digestivo não consegue digerir. Como este tipo de fibra não é digerida, ela serve de alimento para as bactérias benéficas do intestino e assim contribui para o desenvolvimento da microbiota intestinal. Consequentemente, a imunidade melhora e o risco de câncer no intestino diminui. Esta fibra também previne o diabetes tipo 2 e melhora o trânsito intestinal. 
A biomassa de banana verde também possui vitamina A, que é importante para a saúde dos olhos, da pele e contribui para o crescimento. O alimento conta com vitaminas do complexo B, B1, B2 e B3, que agem no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajudam o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. O potássio, o manganês e o fósforo também estão presentes na biomassa de banana verde. 

Benefícios da biomassa de banana verde

Previne o diabetes tipo 2: As fibras da biomassa de banana verde ajudam a evitar os picos de glicose no sangue, fazendo com que ela seja liberada aos poucos. Estes picos de glicose levam a picos de insulina. Diante de constantes picos de insulina, alguns órgãos passam a se tornar tolerantes a ela, sendo preciso cada vez mais insulina para cumprir a mesma função, gerando o quadro de resistência à insulina, que se não for combatido pode evoluir para o diabetes tipo 2. 

Ajuda na perda de peso: A biomassa de banana verde contribui para o emagrecimento porque as fibras evitam o pico de glicose e fazem com que ela seja liberada aos poucos, fazendo com que a pessoa sinta saciedade por mais tempo.  

Melhora a saúde da microbiota intestinal: A biomassa de banana verde se destaca por possuir boas quantidades de um amido resistente que é uma espécie de fibra que o aparelho digestivo não consegue digerir. Como este tipo de fibra não é digerida, ela serve de alimento para as bactérias benéficas do intestino e assim contribui para o desenvolvimento da microbiota intestinal. 

Melhora a imunidade: O amido resistente da biomassa de banana verde contribui para a saúde da microbiota intestinal. Quando a microbiota intestinal está saudável existe a produção de uma substância chamada citocina anti-inflamatória que melhora a imunidade, fazendo com que os anticorpos trabalhem com mais eficiência. 

A biomassa de banana verde melhora a imunidade - Foto: Getty Images
A biomassa de banana verde melhora a imunidade
Além disso, quando a microbiota intestinal está saudável, ela produz uma substância chamada butirato, um aminoácido de cadeia curta que é um combustível para os anticorpos do intestino terem mais força para atacar invasores. 

Diminui os níveis de colesterol: O butirato, que é produzido quando a microbiota intestinal está saudável, também tem o efeito de diminuir discretamente a produção do colesterol do fígado. Já o amido resistente reduz o colesterol que nós ingerimos. 

Melhora o trânsito intestinal: As fibras não digeríveis na da biomassa de banana verde contribuem para a formação do bolo fecal, com um bolo fecal maior, ele sairá com mais facilidade. Assim, há melhora no trânsito intestinal. 

Quantidade recomendada de banana verde

A orientação é não ultrapassar o consumo de duas colheres de sopa de biomassa de banana verde por dia. 

Como consumir a biomassa de banana verde

A biomassa de banana verde pode ser utilizada na culinária como um espessante para dar mais consistência nas receitas culinárias. Ela substitui boa parte das receitas que utilizam óleo, maionese, creme de leite e qualquer outro espessante e não altera o sabor ou interfere no sabor do prato. A biomassa também pode ser adicionada em sucos. 
Quando a biomassa de banana verde é feita em casa, ela pode ser guardada na geladeira por sete dias ou congelada por até dois meses. Para descongelar basta deixar a biomassa em temperatura ambiente ou aquecê-la em banho-maria. 

Contraindicações

A biomassa de banana verde ajuda na perda de peso - Foto: Getty Images
A biomassa de banana verde ajuda na perda de peso
Não há contraindicações para o consumo de biomassa de banana verde, somente pessoas que tem alergia à banana devem evitar o consumo do alimento. 

Risco do consumo em excesso

O consumo em excesso de biomassa de banana verde pode causar gases, flatulências e diminuir a absorção de alguns minerais, como o zinco e cálcio. Outro risco do excesso do alimento é o intestino ficar solto.
Fonte:MSN

sábado, 24 de janeiro de 2015

Evite exercícios após grandes refeições

Desde pequeno, é costume ouvir de nossas mães que não devemos entrar na piscina logo depois do almoço e o ideal seria esperarmos algumas horas. Mas qual o tempo correto que o corpo precisa esperar para digerir a comida e evitar uma congestão? O Bem Estar desta quarta-feira (21) abordou o tema. A doutora Ana Escobar e cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atuí foram os convidados do programa.
 
Após o almoço, o indicado é não praticar atividades físicas, pois elas desviam o sangue para outras partes do corpo que não o estômago, que precisa dele para a digestão. Mergulhar na piscina, por exemplo, altera a vascularização, muda a pressão interna do corpo e também atrapalha a digestão. Por outro lado, uma caminhada leve faz com que a comida se movimente no estômago e seja digerida melhor e mais rápida.
Reuniões, discussões e fazer sexo também não são indicados. Eles alteram a circulação do sangue no corpo e, novamente, atrapalham a digestão. Dormir muito diminui a temperatura do corpo, os batimentos cardíacos e tudo funciona mais devagar. Assim, o melhor a se fazer é tirar um leve cochilo, pois ele relaxa e deixa o corpo concentrar na digestão.
Comer acompanhado também pode ser uma boa opção. Quando você almoça com alguém, você acaba fazendo uma refeição mais longa, mastiga mais e, consequentemente, alcance a saciedade com menos comida. Celulares e tablets, que distraem o seu momento de comer, fazem você comer mais e mastigar menos. Evite.
Fonte:Bem Estar

Salada Caprese

www.tbfoto.com.brBLU BISTRO - SP/SP - 13/11/2014Foto: Tadeu Br
Salada gostosa e com o toque crocante da macadâmia fica pronta em 5 minutos. Receita do Blú Bistrô, em São Paulo.
Ingredientes
  • 50 gramas Tomate pera
  • 40 gramas Mussarela de búfala aperitivo
  • 10 gramas Azeitona preta
  • 10 ml Azeite de manjericão (pode ser feito deixando galhos de manjericão dentro do azeite durante 24 horas)
  • Pitada Flor de sal
  • 10 gramas Macadâmia
  • Pimenta moída na hora
  • folhas de manjericão fresco
Como fazer
Corte os tomates em cubos pequenos; faça o mesmo com as mussarelas e azeitonas. Em uma vasilha, junte o tomate, a mussarela e a azeitona. Mexa delicadamente acrescente a pimenta e o manjericão. Para finalizar, salpique a flor de sal e o azeite de manjericão.
Obs.: a macadâmia para que ela não fique mole deixo para acrescentar somente quando a salada já esta montada.
Fonte: MSN

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Alimentos que afetam o leite materno.

Em princípio, a mulher que amamenta não precisa restringir nenhum alimento e deve manter uma dieta natural e saudável. Mas sabemos que assim como medicamentos, drogas e toxinas podem passar para o bebê através do leite, o mesmo acontece com os componentes da alimentação materna. Cada criança é única, e sempre existe a chance do seu filho apresentar alguma sensibilidade aos componentes de um alimento. A seguir veja alguns alimentos que podem afetar o leite materno: 
Chocolate: A maioria das mães podem comer chocolate sem exageros, mas devem sempre ficar atentas para possíveis efeitos negativos no comportamento do bebê. O chocolate contém teobromina, substância que pode provocar irritabilidade e diarreia no bebê se quantidades elevadas forem consumidas pela mãe.   
Cafés, chás e refrigerantes: O café, chás, mate e refrigerante tipo cola em quantidade excessiva podem causar irritabilidade e padrão deficiente de sono. Mas se seu bebê for mais um que não tem o sono alterado pelo consumo de café pela mãe, existem outros bons motivos para não exagerar no consumo de cafeína. Nos primeiros meses de vida, a exaustão é grande e cada minuto de sono é valioso. Se a mãe utiliza o café para se manter acordada, pode ser que ela perca a oportunidade de descansar enquanto o bebê dorme a tarde. Além disso, a cafeína tem efeito diurético e durante a amamentação a hidratação adequada é essencial para uma boa produção de leite.
Bebidas alcoólicas: Enquanto os efeitos nocivos do consumo de bebida alcoólica durante a gestação estão bem estabelecidos, as consequências o álcool durante o período da amamentação foram pouco estudados. Mas alguns dados já foram identificados como: sabemos que metade das mulheres dos países ocidentais consomem álcool durante o período da amamentação; o consumo de bebida alcoólica pode reduzir a produção de leite; o etanol passa no leite materno nas mesmas concentrações presentes no sangue da mãe e quando comparados aos adultos, o recém nascidos tem a metade da capacidade de metabolizar, ou seja, eliminar o etanol de seu corpo. Como não existem recomendações especiais para mães que amamentam, é bom evitar qualquer tipo de bebida alcoólica durante esta fase de extrema importância para a saúde do bebê. 
Leite e derivados: O bebê pode apresentar tanto intolerância à lactose como alergia a proteína do leite de vaca e seus derivados. A mãe ao consumir laticínios passa pelo leite proteínas que podem causar alergias no bebê, pois seu sistema digestivo não é capaz de digerir as proteínas e seu sistema imunológico entende que essa proteína é um agressor ao organismo do bebê. Na intolerância a lactose, um carboidrato do leite de vaca, o bebê não tem ou produz pouca lactase, uma enzima de digere a lactose que também é passada no leite materno. No bebê amamentado, tanto a intolerância como a alergia ao leite de vaca podem causar sintomas parecidos como sangue nas fezes, diarreia, cólicas, assaduras e choro intenso. Na alergia, a pele e o sistema respiratório também podem ser afetados e o grau de alergia pode variar de imediato e grave até uma forma mais crônica e branda de alergia.  
Oleaginosas: Algumas crianças desenvolvem hipersensibilidades ou alergias a oleaginosas consumidas pela mãe. O grupo das oleaginosas é formado por nozes, castanhas, amêndoas, amendoim, pistache entre outros. Não é muito comum no Brasil, mas nos EUA, por exemplo, o amendoim é uma causa importante de alergia alimentar. 

Outros alimentos

Os primeiros meses de vida da criança são de acelerado desenvolvimento e formação de tecidos e ainda não se sabe todos os fatores que interferem positivamente e negativamente na saúde da criança. Os estudos com aditivos alimentares durante a amamentação ainda são escassos. Mas sabe-se que corante artificial tartrazina (FD&C amarelo#5), sulfitos e glutamato monossódico são causadores de reações alérgicas. A tartrazina pode ser encontrada em produtos industrializados como sucos, gelatinas e balas enquanto o glutamato monossódico pode estar presente nos produtos salgados como temperos industrializados. Já os sulfitos são usados como preservativos em alimentos como frutas desidratadas, vinhos e sucos industrializados. 
Se o bebê não apresenta sinal ou sintoma, não é recomendado excluir um alimento da alimentação. A retirada de um grupo de alimento da dieta sem orientação profissional pode causar desequilíbrio na qualidade nutricional do leite. Além disso, pode potencializar o aparecimento de alergias alimentares. Muitas mães acreditam que ao excluir da dieta alimentos potencialmente alergênicos como, leite de vaca, trigo, amendoim, soja, ovo e milho, previnem o aparecimento de alergias alimentares no bebê. Estudos mostram que o efeito pode ser oposto e em alguns casos predispor a criança a alergias no futuro. Mães que consomem alimentos potencialmente alergênicos transferem anticorpos para seu filho através do leite materno, tornando-os mais resistentes a alergias alimentares. 
Se você acha que algum alimento pode estar perturbando o bem estar do seu bebê, pode-se retirar o alimento suspeito e observar a reação do bebê. E assim que possível, procurar um profissional capacitado, médico ou nutricionista, para identificar as verdadeiras causas do problema. Lembrando que, cólica, coriza, agitação e sono desregrado não são sintomas exclusivos de hiper sensiblidade a componentes da dieta materna e podem ter outras causas não relacionadas a alimentação.  
Fonte:Minha Vida

Vai fazer dieta? Veja as vantagens de não contar calorias

Preocupar-se somente com as calorias dos alimentos pode ser uma armadilha para quem quer emagrecer. Isto porque ao ignorar os outros nutrientes presentes nas comidas e bebidas há o risco da pessoa desenvolver carências nutricionais e aumentam as chances dela desenvolver problemas cardíacos, derrames, entre outros. 

O que são calorias

As temidas calorias são a energia que o alimento fornece ao nosso organismo quando é digerido. Essa energia contida neles vem dos macronutrientes, os carboidratos, as proteínas, as gorduras e o álcool etílico, contido nas bebidas alcoólicas. "Somente os macronutrientes fornecem energia e, portanto, os micronutrientes que são os sais minerais e as vitaminas, não são fontes de energia", explica Roberta Stella, nutricionista chefe do programa de emagrecimento online Dieta e Saúde
A quantidade de energia que esses macronutrientes fornecem é:                
  • Carboidratos: 4 calorias por grama, Proteínas: 4 calorias por grama, Gorduras: 9 calorias por grama, Álcool etílico: 7 calorias por grama.
O ganho de peso está relacionado a quantidade de calorias ingeridas. "Cada pessoa tem um gasto calórico mediante o peso, idade e atividade física, o indivíduo engorda porque consome uma quantidade calórica maior do que gasta", explica a nutricionista Rita de Cássia Leite Novais, especializada em nutrição clínica. 

Menos calorias pode não ser igual a dieta saudável

Menos calorias não é sinônimo de dieta saudável  - Foto: Getty Images
Menos calorias não é sinônimo de dieta saudável
Contudo, levar em conta somente as calorias pode implicar em problemas nutricionais. "Temos que estabelecer o que é uma alimentação saudável e que emagrece, se o objetivo é puramente perder peso contar calorias é o suficiente, mas a pessoa pode fazer uma dieta completamente desbalanceada", alerta o endocrinologista Bruno Halpern, médico da Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). 
Isto porque somente a quantidade de energia não fornece necessariamente a informação de que o alimento é saudável ou não. Uma comida ou bebida com baixas calorias pode ter açúcar refinado, gorduras poucos saudáveis e baixa quantidade de fibras, vitaminas e minerais. 
Consumir somente alimentos pobres em nutrientes a longo prazo pode implicar em carências nutricionais e problemas como anemia, carência de vitamina B e ferro, e baixa imunidade, aumentando as chances de gripe, infecções, viroses, verminoses e reações alérgicas. 

Fuja destes nutrientes

Fuja de alimentos calóricos e sem nutrientes - Foto: Getty Images
Fuja de alimentos calóricos e sem nutrientes
Para que os alimentos tenham melhor qualidade nutricional, é importante que algumas substâncias estejam presentes em menores quantidades. Fique atento aos valores de açúcares ou carboidratos simples, pois em grandes quantidades eles podem disparar as taxas de açúcar no sangue, já que a glicose disponível neles é rapidamente digerida e entra na circulação. Se o consumo de alimentos deste tipo for constante, aumentam os riscos de resistência à insulina, quadro que no futuro eleva as chances de diabetes tipo 2. 
A quantidade de gorduras saturadas e gorduras trans presentes nos alimentos também é preocupante. Ambas quando consumidas em excesso favorecem problemas cardíacos, derrames, o ganho de peso e até mesmo alguns tipos de câncer. 
O colesterol presente no alimento traz malefícios em grandes quantidades, pois pode contribuir para o aumento dos níveis do colesterol ruim, LDL. O consumo diário de colesterol não deve ultrapassar 300 miligramas. O sódio em excesso favorece a hipertensão arterial e o aumento do risco de doenças cardiovasculares. 
Para saber o que são menores quantidades, observe a tabela nutricional. "O interessante é que o alimento tenha menos de 5% do valor diário. Na tabela há uma coluna indicando a porcentagem do valor diário", explica Roberta Stella.  

O que observar na tabela nutricional

É importante observar a tabela nutricional - Foto: Getty Images
É importante observar a tabela nutricional
O primeiro ponto a notar na tabela nutricional é o tamanho da porção. "As informações nutricionais dos alimentos são dadas por uma certa quantidade. É importante saber qual é a quantidade analisada para que, se consumir, por exemplo, o dobro do que é informado na tabela, todos os valores, calorias e nutrientes, sejam multiplicados por dois", orienta Roberta Stella. 
Observe também as calorias do alimento, afinal é importante saber o quanto de energia ele fornece. Evite alimentos ricos em açúcar, carboidratos simples, gorduras saturadas e trans, colesterol e sódio.  
Procure ingerir aquelas bebidas ou comidas que tiverem boas quantidades de fibras, que estimulam o trânsito intestinal, vitaminas e minerais, ambos essenciais para o bom funcionamento do organismo. 
A vitamina A está relacionada ao sistema imunológico, as do complexo B são fundamentais para o metabolismo de lipídeos, proteínas e carboidratos, enquanto a C contribui para tornar o corpo mais resistente à infecções, a E conta com ação antioxidante, e a K é fundamental para manter os ossos saudáveis e também atua no processo de coagulação sanguínea. 
Entre os minerais os benefícios também são diversos. O selênio é bom para a memória e para quem apresente Alzheimer, o cálcio e o magnésio são importantes para a saúde dos ossos, o zinco é necessário para a ação de diversas enzimas e fortalece o sistema imunológico. O ferro é importante para prevenir a anemia. 
As gorduras saudáveis, as monoinsaturadas e as poli-insaturadas, são boas escolhas para a saúde. Elas são importantes para o cérebro, coração, imunidade, cicatrização, colesterol, perda de peso, tem ação anti-inflamatória, entre outros benefícios. 
É importante focar nas porcentagens dos nutrientes e não nos gramas ou miligramas. Porcentagens menores do que 5%¨do valor diário são consideradas baixas e, superiores a 20% é uma quantidade elevada. 
Alguns alimentos podem conter as mesmas quantidades de calorias ou até menos do que outros, porém algumas vezes essas opções mais calóricas podem ser melhores. "Um exemplo são os sucos naturais, eles têm mais calorias do que um refrigerante light, mas também tem mais vitaminas, minerais e antioxidantes, enquanto o outro tem uma série de componentes químicos que não são bons para a saúde", explica Rita Novais. 
Outros exemplos são os alimentos integrais e as versões comuns. Apesar de pães, massas e bolos integrais terem as mesmas calorias dos comuns, eles são melhores especialmente por serem ricos em fibras. Este nutriente melhora o trânsito intestinal, proporciona saciedade e previnem o aumento repentino dos níveis de açúcar no organismo. 
Certas frutas também podem ter quase as mesmas calorias de um bombom de chocolate, porém as primeiras terão mais vitaminas, minerais e fibras. Lanches com maior quantidade de proteínas ao invés de carboidratos também são interessantes, pois proporcionam saciedade por mais tempo.  

Contar pontos e não calorias

O pão integral é mais saudável do que o comum - Foto: Getty Images
O pão integral é mais saudável do que o comum
A dietas dos pontos é um dos melhores exemplos de que o emagrecimento acontece mesmo sem contar calorias. "É mais fácil de fazer as contas. Porém, a principal vantagem é que ela se adapta ao estilo de vida da pessoa. Quando a dieta é muito definida a chance de dar errado é gigante", explica Halpern. 
Mas a mesma dieta pode ter metodologias distintas. Algumas versões consideram uma conta básica em que um ponto equivale a 3,6 calorias. Além disso, algumas versões da dieta dos pontos não levam em conta somente as calorias, mas também os outros nutrientes, o que ajuda a elevar a qualidade nutricional do que é consumido. "Na metodologia da Dieta dos Pontos do programa online Dieta e Saúde, por exemplo, um ponto considera nutrientes como gorduras saturadas, gorduras trans e açúcares, que aumentam a pontuação do alimento, e fibras que diminui a pontuação", explica Roberta Stella. 
A cota de pontos varia de acordo com o peso atual e o sexo. Ao final do dia é esperado que a cota não seja ultrapassada, mas que também não fique abaixo do recomendado, isto contribui para que o indivíduo tenha uma dieta saudável. "Como os alimentos menos saudáveis são mais pontuados, naturalmente, o usuário percebe que está gastando muitos pontos com pouca quantidade de alimentos. Assim, na maioria das vezes, as escolhas saudáveis são uma maneira para se manter dentro da pontuação diária", explica Roberta Stella. Ao observar os pontos por tanto tempo, as pessoas também passam a saber o que é melhor para a sua alimentação.  

Melhorar a qualidade, mas sem esquecer as quantidades

É importante observar o quanto comer de cada alimento - Foto: Getty Images
É importante observar o quanto comer de cada alimento
Comer de forma balanceada é essencial para a perda de peso saudável. Porém, eles não podem ser ingeridos sem limites. "É preciso comer menos, melhorar somente a qualidade das comidas e bebidas não é o suficiente para quem quer perder peso", nota Halpern. Então, os alimentos calóricos e saudáveis, como os produtos integrais, ainda devem ser consumidos com parcimônia. 
Fonte: MInha Vida