sábado, 13 de setembro de 2014

Alergia alimentar


Os alimentos que mais provocam alergias são leite de vaca, ovo, soja, trigo, peixe, camarão, amendoim, nozes e aditivos alimentares, como o corante artificial amarelo (tartrazina). As alergias alimentares são mais frequentes nas crianças menores de 3 anos, porém pode aparecer também nos adultos, como é o caso da alergia ao camarão que ocorre principalmente nos adultos.

A reação alérgica aparece após o consumo do alimento alergênico. Os sintomas podem surgir na pele (coceira, inchaço, urticária), no sistema gastrintestinal (diarreia, dor abdominal e vômitos) e respiratório (tosse, rouquidão e chiado no peito).
O tratamento da alergia alimentar consiste na exclusão dos alimentos alergênicos da alimentação. A pessoa alérgica deve estar sempre atenta aos rótulos dos alimentos industrializados buscando identificar nomes relacionados ao alimento que lhe desencadeou a alergia.
Muitas crianças perdem a sensibilidade ao ovo, leite de vaca, trigo e soja aos 3-5 anos. A sensibilidade ao amendoim, nozes, peixe e camarão raramente desaparece. O aleitamento materno no primeiro ano de vida é fundamental para evitar as alergias alimentares nas crianças, assim como, à introdução tardia dos alimentos provocadores de alergia. Recomenda-se a introdução de leite de vaca após 1 ano de idade, ovos aos 2 anos e amendoim, nozes e peixe, somente após o 3º ano de vida.
Fonte: Nissin

Flatulência causa desconforto. Conheça os alimentos que causam gases.

Gases intestinais podem causar grande desconforto porque provocam distensão abdominal. Além disso, em determinadas circunstâncias, podem trazer constrangimento social.
O ar engolido ou os gases formados no aparelho digestivo podem ser expelidos por via oral (arroto) ou via anal (gases intestinais ou flatos). A maior parte deles, no entanto, é produzida no intestino por carboidratos que não são quebrados na passagem pelo estômago. Como o intestino não produz as enzimas necessárias para digeri-los, eles são fermentados por bactérias que normalmente ali residem. Esse processo é responsável pela maior produção e liberação de gases.
Em alguns casos, por fatores genéticos ou porque adotaram uma dieta saudável com pouca gordura, mas rica em fibras e em carboidratos, algumas pessoas podem produzir mais gases. No entanto, a maioria das queixas parte de pessoas que produzem uma quantidade que os gastrenterologistas considerariam normal. Estudos demonstram que, em média, um adulto pode expelir gases vinte vezes por dia. De qualquer modo, há como prevenir a maior formação de gases.
Recomendações
Dieta é a palavra-chave para reduzir a produção de gases, uma vez que é impossível eliminá-la totalmente:
* Leguminosas como feijão, ervilhas, lentilhas e soja, entre outras, são causadoras de gases. Ricas em carboidratos não absorvíveis, as leguminosas tendem a fermentar no intestino. Eliminá-las totalmente da dieta pode não representar uma boa solução porque constituem uma fonte importante de proteínas, fibras e outros nutrientes. Uma dica prática e com bons resultados, por exemplo, é deixar o feijão de molho durante a noite. No dia seguinte, a água deve ser trocada por outra antes de cozinhá-lo bem, pois amido mal cozido aumenta a produção de gases;
* Intolerância à lactose é outra causa importante de flatulência;
* Algumas pessoas notam aumento na produção de gases quando ingerem comida ou sucos adoçados com açúcar de frutas (frutose) ou adoçante artificial à base de Sorbitol. Nesse caso, esses produtos devem ser evitados;
* Reserve um tempo tranquilo para as refeições. Mastigue bem os alimentos. Engolir a comida sem mastigá-la direito e às pressas atrapalha a digestão e o bolo alimentar pode chegar ao intestino sem estar digerido adequadamente;
* Procure não falar muito durante as refeições para diminuir o volume de ar deglutido;
* Prefira alimentos ricos em fibras e beba bastante líquido, pois isso facilita o trânsito intestinal. A obstipação retarda a passagem da comida pela parte inferior do aparelho digestivo, provocando maior fermentação dos alimentos e, conseqüentemente, maior produção de gases;
* Preste atenção, no seu caso específico, aos alimentos que podem estar associados a gases. Algumas pessoas reagem mal à farinha (pães, massas, etc.), batata doce, cebola, rabanete, aipo, berinjela e germe de trigo. Alguns vegetais como repolho, brócolis, couve-flor e couve-de-bruxelas, acusados de aumentar a produção dos gases, têm seu consumo recomendado pela Sociedade Americana de Câncer;
* Andar é sempre saudável, pois estimula os movimentos intestinais.
Advertência
Não se automedique. Consulte um médico se os gases intestinais estiverem lhe causando algum constrangimento.
Fonte: Drauzio Varella