sexta-feira, 13 de junho de 2014

Reduza os níveis de colesterol e triglicérides das crianças

A cada dia aumenta a quantidade de crianças com níveis elevados de colesterol e triglicérides sanguíneos. Este problema, que antigamente preocupava apenas os adultos, agora faz parte do dia a dia de muitas crianças brasileiras. Mas por quê? O que mudou?

A rotina das crianças mudou muito, assim como os seus hábitos alimentares. Antigamente, comiam-se mais frutas, verduras e as refeições eram preparadas na hora pela mãe. Em contraposição, hoje em dia, os alimentos congelados e embutidos fazem parte do prato da criançada: hambúrgueres, nuggets, linguiça, salsicha, pizzas, dentre outros. O consumo de alimentos prontos para o consumo também aumentou: salgadinhos de pacote, batatas fritas, refrigerantes, chocolates, bolos e biscoitos recheados, queijos amarelos, salame, mortadela, presunto.  
Muitas crianças saem de casa sem tomar o café da manhã e no intervalo comem coxinha ou hambúrguer e refrigerante
Outra mudança é a falta de atividade física. Antes, as crianças brincavam de correr, pular corda ou jogar bola, hoje, o sedentarismo tomou conta e os pequenos só assistem televisão, jogam videogame ou ficam no computador e, na maioria das vezes, beliscando guloseimas.

Então, o que fazer? 

É preciso se reorganizar. A maioria das mães e pais trabalham fora, chegam em casa e querem preparar uma refeição rápida, porém precisa ser nutritiva.

O que geralmente recomendo aos pais é mudar as compras no supermercado: evitem comprar bolachas recheadas, bombons, salgadinhos, refrigerantes. Procurem comprar frutas, bolachas sem recheio, leite, iogurtes, queijo branco e peito de peru. Quando a criança estiver com fome, ela irá comer o que tiver em casa, mas é lógico que se tiver uma guloseima, ela vai preferi-la a comer uma maçã, por exemplo.

Quanto às refeições, procure preparar diariamente: saladas, legumes cozidos, arroz, feijão, carnes. Caso a mãe não tenha tempo de cozinhar, uma alternativa é preparar alguns pratos no final de semana e congelar: feijão, carnes cozidas, carne moída refogada com legumes, frango e peixes. Para quem tem uma pessoa em casa que prepara as refeições, deixe anotado o que você quer que ela prepare.  

Faça seus filhos consumirem mais sucos naturais, água de coco e água. Evite ter refrigerantes em casa.

Procure oferecer uma alimentação saudável e nutritiva durante a semana e aos finais de semana libere seu filho para comer algo que ele queria como um doce, sorvete, um lanche ou chocolate. O que não pode é a criança ingerir estes alimentos todos os dias.

É preciso observar também o lanche da escola. Muitas crianças saem de casa sem tomar o café da manhã e no intervalo comem coxinha ou hambúrguer e refrigerante. A ingestão desses alimentos todos os dias, com certeza, irá contribuir para o aumento do colesterol e triglicérides sanguíneos e pode levar até a obesidade infantil.

Quanto ao sedentarismo, procure levar seu filho para fazer atividades ao ar livre, mesmo que seja apenas alguns dias da semana. Se puder coloque-o para fazer um esporte: natação, futebol, judô, ballet, aulas de circo, o que ele gostar mais. Incentive-o a andar de bicicleta, dançar, pular corda ou outras atividades que o façam mexer o corpo.

Está na hora dos pais darem uma atenção maior para a saúde dos seus filhos. Algumas mudanças no dia a dia podem fazer muita diferença e, no futuro, o seu filho irá lhe agradecer. 
Fonte: MSN

Obesidade infantil: um risco à saúde do seu filho

O estilo de vida que muitas famílias têm e a cultura consumista contribuem bastante para este caso alarmante. O fato dos pais manterem os filhos dentro de casa com medo da violência, a permanência constante em frente à TV e as horas e horas jogando vídeo game fazem com que as crianças não gastem as calorias necessárias e, portanto, se tornam sedentárias. 
Alguns fatores são determinantes para a obesidade infantil, entre eles, o desmame precoce, a introdução de alimentos inadequados e relação familiar conturbada. As causas também podem ser psicogenéticas, como rejeição materna e falta de afeto, depressão e culpa, angústias, pais super protetores, pais alcoólatras, crianças imaturas e com problemas orgânicos. O tratamento para a obesidade exige algumas regras a serem seguidas, tais como uma dieta balanceada, exercícios físicos e apoio individual e familiar. Para melhores resultados é fundamental a cooperação dos pais e da escola. Vemos muitos pais e avós que gostam que as crianças estejam gordinhas dizendo que é sinal de saúde mas é justamente aí que 

estão errados, obesidade nunca é sinal de saúde e requer alguns cuidados. Para a escola, além de repensar no cardápio da cantina, é necessário integrar a nutrição à sala de aula, incorporando conceitos de nutrição às crianças. Tendo informações e consciência, o preconceito dos próprios coleguinhas com os "gordinhos" se acaba naturalmente.

Os comportamentos alimentares são facilmente condicionados na criança por quem a alimenta e educa. É preciso usar a criatividade na alimentação, estabelecer limites e oferecer o que é saudável. É necessário também ter paciência, criatividade e ser enérgico. Pais que não impõem limites, não são obedecidos pelos filhos.

Abaixo seguem algumas dicas para manter o peso:
- Gestação controlada;
- Mamar no peito;
- Introdução de frutas, legumes e carnes magras;
- Comer somente na mesa com todos da família;
- Quanto mais colorido o prato, melhor;
- Fazer exercícios;
- Evitar muito tempo em frente à TV, computador ou vídeo game;
- Evitar refrigerantes e bolachas recheadas. 


.Fonte: MSN

Dieta sem lactose não é a mais indicada para quem quer emagrecer, afirmam especialistas

A dieta sem lactose consiste em deixar de ingerir o leite e seus derivados, mesmo que as pessoas não tenham intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. Cortar estes alimentos teoricamente contribuiria para a perda de peso, pois de acordo com alguns profissionais de saúde, a proteína do leite leva ao ganho de peso e a bebida ainda causaria inflamações que favorecem o sobrepeso e a obesidade. 
Porém, conversamos com nutricionistas e nutrólogos que defendem que o leite e seus derivados proporcionam uma série de benefícios para a saúde de quem não tem restrições ao alimento e ainda ajuda a emagrecer. Confira os problemas da dieta sem lactose e entenda por que o alimento é tão importante para uma dieta balanceada.  

O método emagrece?

O argumento dos profissionais que defendem a dieta é que a lactose e a proteína do leite contribuem para o ganho de peso. Contudo, não existe relação entre o leite e os seus derivados e o sobrepeso ou obesidade. "O que acontece é que quando você retira esses alimentos provavelmente irá diminuir as calorias ingeridas e se elas não forem substituídas a pessoa consome menos e irá emagrecer", explica o nutrólgo Roberto Navarro. 
Cortar o consumo de leite e derivados não leva a perda de peso
Além de não engordar, o leite pode ajudar a emagrecer, especialmente as versões desnatadas e semi-desnatadas. "Estudos apontam que o cálcio, presente em grandes quantidades no leite e derivados, pode impedir um pouco a agregação de gordura e estimular a sua queima", diz a nutricionista Mariana del Bosco. 
O alimento também proporciona saciedade. "Uma pesquisa cita que a proteína e a gordura saturada do leite tem um efeito maior na saciedade. O estudo observou que pessoas que fazem dieta e não retiram o leite ficam saciadas por mais tempo do que aquelas que deixam de ingerir o alimento", observa Navarro. 

Os mitos sobre o leite e o ganho de peso

Os defensores da dieta sem lactose argumentam que a proteína do leite contribui para o ganho de peso, mas isto não está correto. "Afinal, todas as proteínas, independente da origem, tem um valor calórico definido de quatro calorias por cada grama", constata Narro. 
Outra questão apontada é que o leite causaria o estufamento da barriga. De fato, pessoas que têm intolerância à lactose podem sofrer um estufamento devido à fermentação excessiva e, quando o alimento é cortado, a barriga irá desinchar. Porém, quem não tem intolerância à lactose pode consumir o alimento sem correr este risco. 
O leite pode ajudar a emagrecer
Pessoas contrárias ao consumo do leite na alimentação também afirmam que ele causa inflamações no organismo e, consequentemente, favorece o sobrepeso e a obesidade. O leite realmente possui gorduras saturadas e quando estes ácidos graxos são ingeridos em excesso levam a inflamações. "Como tudo na nutrição, sempre pensamos na moderação, quem toma mais leite do que o recomendado terá o excesso de calorias e gorduras e é isto que causará problemas", ressalta del Bosco. 
Por isso, quando consumido na quantidade recomendadas de três porções de lácteos por dia o leite e seus derivados não irá proporcionar maior inflamação no organismo de pessoas saudáveis. 

Os problemas da falta de leite e derivados na alimentação

O leite e os seus derivados são as melhores maneiras de adquirir o cálcio, nutriente essencial para a saúde dos ossos e dentes. "O cálcio presente no leite é o tipo mais fácil do nosso organismo absorver do que aquele dos alimentos de origem vegetal, como o brócolis", explica del Bosco. 
A falta de leite e derivados pode favorecer a osteoporose
A falta de quantidades adequadas de cálcio no organismo aumenta os riscos de osteoporose, doença que ocorre quando o corpo deixa de formar material ósseo novo suficiente ou quando muito material dos ossos antigos é reabsorvido pelo corpo, se os ossos não se renovam como deveriam, ficam cada vez mais fracos e finos, sujeitos a fraturas. 
O leite e seus derivados também são a maior fonte de lactobacilos. Essas substâncias são necessárias para a manutenção da microbiota intestinal, quando ela funciona corretamente diminuem as chances de prisão de ventre, formação de gases que causam o estufamento no abdômen e a absorção de vitaminas e minerais é melhor. 

Os problemas da falta de leite e derivados para o adolescente

A falta de cálcio nos adolescentes pode gerar uma série de problemas de saúde
A dieta sem lactose pode ser extremamente prejudicial para o adolescente saudável. Isto porque a densidade óssea que você irá conseguir irá depender do quanto de cálcio será ingerido até os 20 anos de idade. "Dos 0 aos 20 anos é o momento em que as pessoas precisam ingerir boas quantidades de cálcio. Caso o leite seja retirado da dieta sem ser substituído por outras fontes de cálcio as chances de osteoporose aumentam", alerta Navarro.
Fonte: MInha Vida

Pessoas com obesidade podem ter piora no paladar

Já na Grécia Antiga começou a se supor uma relação entre a percepção de sabor e controle cerebral, mas foi Aristóteles quem definiu os sabores, como doce, amargo, ácido e salgado e, posteriormente, no século II d.C, o médico Galeno identificou os nervos que enervam a língua.
Hoje aceitamos que existem 5 tipo básicos, sendo que os receptores básicos de sabor se localiza, nas papilas linguais que são órgãos sensoriais na cavidade oral. 
Recentemente, pesquisas também demonstraram que existem receptores no trato gastrointestinal para os sabores doce, umami e amargo. 
  • Doce: receptor estimulado por alimentos como carboidratos, açúcar, adoçantes
  • Salgado: estimulado por sal
  • Azedo/ Ácido: estimulado por frutas cítricas, vinagre, soluções carbonatadas
  • Amargo: cafeína, rúcula, jiló
  • Umami: sabor que foi descrito no Japão, em 1908 e significa saboroso, delicioso, em japonês. Estes receptores são estimulados por leite materno, queijos, algas, cogumelo secos e ostras.
As papilas gustativas recebem o alimento que ingerimos e os nervos da língua transmitem o sinal do sabor para o cérebro. O tronco cerebral tem como função: mastigar, salivar e lamber. No tálamo, ocorre o processamento e se registra a memória do sabor, enquanto no córtex gustatório e frontal acontece a decisão do que vamos ingerir e a sensação de conforto gerada pelo o que comemos. 
Todos os sistemas sensoriais são importantes para definição do nosso paladar, incluindo: visão (cor e aparência do alimento), audição (ouvimos o som produzido na mastigação), olfato (sensibilidade aos aromas desprendidos pela comida), o tato (diferentes texturas) e a propriocepção.  
Estudos recentes têm demonstrado que ocorre uma perda da sensibilidade ao sabor e uma piora na discriminação do paladar em pessoas com obesidade, o que é contrário ao que se imaginava. As pessoas comem mais porque tem maior dificuldade de sentir o sabor da comida como satisfatório. O cérebro dos obesos parece demorar mais para codificar a informação dos alimentos.  

Outro ponto interessante é observar como pacientes que emagrecem após cirurgias bariátricas mudam a preferência alimentar escolhendo alimentos menos calóricos em detrimento, por exemplo, de refrigerantes e sorvetes. Isto se deve provavelmente pela alteração dos receptores de sabor localizado no estômago e intestino, o que gera melhora na percepção do sabor e mudanças no paladar. 
Esta perda de capacidade em sentir sabor pode ter inúmeras causas, entre elas, a possibilidade de que uma dieta muito rica em gordura (principalmente na infância) incapacite os receptores de sabor.  
Outra pesquisa publicada no Archives of Diseases in Childhood demostrou que crianças com obesidade tinham menos capacidade de discriminar os sabores quando comparadas com as de peso normal, principalmente em relação ao amargo, salgado e umami.  

A sensibilidade aos sabores parece modular a quantidade de comida que é necessária para gerar saciedade. Deste modo, não sabemos se a criança vai ficando com obesidade pela diminuída capacidade em perceber os sabores ou se a anterior ingestão de alimentos predominantemente ricos em gordura até os 6 anos de idade é a grande culpada.
Fonte: MSN

Whey protein: o suplemento que ajuda a ganhar massa muscular

O Whey protein é um suplemento proteico normalmente feito a base da proteína extraída do soro do leite. São necessários dois mil litros de leite para conseguir retirar um quilo de soro do leite de boa qualidade. O Whey Protein também possui aminoácidos como: leucina, isoleucina e valina (BCAA), glutamina e arginina. 
Este suplemento também pode ser bom para portadores do vírus HIV e melhorar a asma.
Também existem as versões do Whey Protein derivadas da proteína da carne, que tem a comercialização proibida no Brasil, e da proteína de arroz, que é indicada para veganos e pessoas com intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. O Whey Protein hidrolisado também pode ser encontrado no mercado, nesta versão o leite passou por um processo de quebra e assim sua digestão é mais fácil, este tipo também é indicado para intolerantes à lactose. 
Este suplemento é utilizado para o ganho de massa muscular. Isto porque suas proteínas de alto valor biológico contribuem para a reparação do músculo, que sofre microlesões durante a prática de exercícios. Com a ajuda da proteína do Whey Protein a fibra muscular é reparada e fica maior e mais forte. 
Além disso, estudos apontam que este suplemento proporciona benefícios para os portadores de HIV e pessoas com asma. Outras pesquisas demonstraram que o Whey Protein ajuda a diminuir o colesterol ruim, LDL, controlar os níveis de glicose no sangue e a pressão arterial. 

Benefícios comprovados do Whey Protein

Ajuda a ganhar massa muscular: Diversos estudos já comprovaram que o Whey Protein contribui para o aumento de massa muscular. Isto ocorre porque ele possui proteínas de alto valor biológico que ajudam a reparar os músculos que sofreram microlesões devido à prática de exercícios. Esses músculos são reparados e ficam maiores e mais fortes. 
Uma pesquisa publicada no Medicine and Science in Sports Exercise concluiu que tanto a ingestão de Whey Protein quanto de caseína contribui para o desenvolvimento muscular após a pratica de exercícios. 
É importante destacar que o suplemento só será um aliado no ganho de massa muscular se a pessoa praticar atividades físicas e manter uma alimentação balanceada.  

Benefícios do Whey Protein em estudo

Melhora a asma: O Whey Protein é benéfico para pessoas com asma porque melhora a imunidade. Um estudo publicado pelo Internacional Journal of Food Sciences and Nutrition concluiu que o Whey Protein ajuda na resposta da citocina que irá agir no mecanismo de liberação da imunoglobina E que é um dos agentes de defesa liberados durante uma crise de asma. 
Bom para portadores de HIV: O Whey Protein pode ser um bom suplemento para pessoas portadoras do vírus HIV porque ajuda na preservação da massa magra e ainda contém aminoácidos imunomodulares, como por exemplo, a glutamina, que fortalece o sistema imunológico. É importante conversar com o médico antes do consumo do suplemento. 
Previne o câncer: Uma pesquisa feita em animais e publicada pela Curtin University of Technology, de Perth, Austrália, observou que o Whey Protein ajuda a prevenir o câncer. Isso porque ele estimula a imunidade ao aumentar a concentração de glutationa (GSH) substância com forte ação antioxidante.  
Controla o colesterol: As pesquisas ainda são controversas sobre se o Whey Protein de fato ajuda a reduzir o colesterol ruim, LDL. Alguns estudos preliminares mostraram que não houve diferença, enquanto outros, inclusive um divulgado no British Journal of Nutrition, concluíram que o suplemento ajuda a reduzir o colesterol ruim, LDL. 
O Whey Protein também é bom para quem tem asma
Controla a pressão arterial: Uma pesquisa realizada pela Washintong State University com 71 homens e mulheres descobriu que o consumo de Whey Protein ajuda a controlar a pressão arterial. Contudo, ainda são necessários mais pesquisas para concluir se o suplemento realmente é capaz de reduzir o problema. 
Controla a glicose: Uma pesquisa publicada no The British Journal of Nutrition observou que o consumo de Whey Protein ajuda a controlar os níveis de glicose em pessoas com sobrepeso ou obesidade. Porém, mais estudos ainda são necessários para comprovar este benefício. 

Como consumir

No caso de pessoas que praticam atividades físicas, o Whey Protein deve ser ingerido após os treinos. Não é necessário consumi-lo em dias que não irá treinar. O Whey Protein não deve substituir uma refeição principal, em alguns casos ele até pode ser consumido no lugar de um lanche, mas é bom que tenha a adição de fibras, como linhaça e chia. O Whey Protein deve ser ingerido com água. 

Quantidade recomendada

A quantidade de Whey Protein que deve ser ingerida diariamente varia de acordo com a necessidade de cada um e tratamento está fazendo. No caso de pessoas saudáveis a orientação varia entre 25 e 50 gramas de acordo com a recomendação individual que o nutricionista ou médico especializado der. 

Cuidados ao consumir

Pessoas que ingerem o Whey Protein devem aumentar o consumo de água para não sobrecarregar os rins. Além disso, é importante manter uma alimentação balanceada e praticar exercícios regularmente para obter os resultados desejados. Este suplemento quando consumido em quantidades corretas não contribui para o acúmulo de gorduras porque não contém açúcares, gordura ou lactose. 
É importante adquirir o Whey Protein de uma empresa regulamentada pela ANVISA. As melhores versões deste suplemento são aquelas com 80% a 90% de concentração proteica. Para descobrir esse valor, divida a quantidade de proteína da porção, informada na tabela nutricional pela porção. Por exemplo, 24 gramas de proteína dividido por 30 gramas da porção é igual a 0,8, ou seja, o a concentração proteica é 80%. 
O Whey Protein deve ser consumido com água
Pessoas veganas, com alergia à proteína do leite ou intolerância à lactose devem consumir o Whey Protein feito com a proteína do arroz. No caso de quem tem intolerância à lactose o Whey Protein hidrolisado também é uma alternativa. 
O suplemento só pode ser ingerido após a orientação de um médico especializado ou de um nutricionista, educadores físicos não são os profissionais mais adequados para prescrever o consumo deste suplemento. 

Riscos ao ingerir em excesso

Caso seja ingerido em excesso o Whey Protein pode sobrecarregar os rins. Como os rins eliminam os produtos do metabolismo da proteína (como a ureia, a amônia, os resíduos nitrogenados), seu consumo elevado pode sobrecarregar o órgão, fazendo com que a função renal seja prejudicada progressivamente. Também pode haver sobrecarga do fígado, por ser o órgão responsável pela metabolização de aminoácidos. 
O excesso também pode levar ao ganho de peso indesejado, por isso é importante consumir a quantidade adequada de acordo com o peso, idade e quantidade de exercícios diária.  

Combinações

Após um treino extenuante, a glutamina pode ser ingerida em combinação com o Whey Protein a fim de ajudar na manutenção e crescimento celular. O BCAA também pode ser consumido porque ajuda na recuperação muscular, redução de fadiga central, melhora da imunidade e diminuição do grau de lesão muscular induzido pelo exercício físico.

Interações: 
Caso o suplemento faça parte de um lanche, ele pode ser combinado a linhaça, chia, aveia ou uma fruta que tenha baixo índice glicêmico. 
Existe a possibilidade do Whey Protein interagir com os seguintes medicamentos: Alendonato, Levodopa, antibióticos quinolonas e tetraciclinas. Por isso, pessoas que utilizam qualquer um desses medicamentos devem consultar o médico antes de consumir o Whey Protein.
Fonte: MInha Vida