sábado, 3 de maio de 2014

Vitamina D- conheça um pouco mais sobre esta vitamina

A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de complicações. Afinal, ela controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. A principal fonte de produção da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças. 
A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer. 
Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a síndrome metabólica que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2. 
O consumo da vitamina D é essencial para as gestantes, a falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre. Já no final da gravidez, a carência do nutriente favorece a pré-eclâmpsia e aumenta as chances da criança ser autista. 
A vitamina D foi denominada desta forma em 1922, pois naquela época acreditava-se que ela só poderia ser obtida por intermédio da alimentação. Ela foi batizada de D por ter sido a quarta substância descoberta, depois das vitaminas A, B e C. A partir da década de 1970 os pesquisadores descobriram que a vitamina D poderia ser sintetizada pelo organismo, ou seja, na realidade ela é um hormônio, não uma vitamina. 

Benefícios comprovados da vitamina D

Fortalece os ossos: A vitamina D é necessária para a absorção do cálcio pelos ossos. Pessoas com deficiência de vitamina D chegam a aproveitar 30% menos de cálcio proveniente da dieta. O cálcio é responsável por fortalecer ossos e dentes. A deficiência deste nutriente pode causar o raquitismo na infância e a osteoporose na vida adulta. Um exemplo da importância da combinação dessas duas substâncias é que sempre que a recomendação de suplementação de cálcio é recomendada ela é feita juntamente com a vitamina D para atuar na absorção do mineral.
Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com 40.000 pessoas com mais de 65 anos observou que a suplementação de vitamina D reduz em 20% o risco de fraturas no quadril e em outras regiões com exceção da coluna vertebral. 
Protege o coração: A vitamina D participa do controle das contrações do músculo cardíaco, necessárias para bombear o sangue para o corpo. Além disso, ela permite o relaxamento dos vasos sanguíneo e influencia na produção do principal hormônio regulador da pressão arterial, a renina. 
A falta da vitamina D pode levar ao acúmulo de cálcio na artéria, favorecendo o risco de formação de placas. Com todas essas questões, as chances de desenvolver doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, derrame e infarto são maiores em pessoas com deficiência de vitamina D. 
Uma pesquisa feita com 50.000 homens pelo Harvard School of Public Health durante dez anos observou que aqueles que tinham deficiência em vitamina D possuíam duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que os homens que não tinham a deficiência.  
Gravidez segura: A vitamina D é muito importante para as gestantes. No primeiro trimestre a falta dela pode levar a abortos. Em casos de abortos múltiplos no início da gravidez, pode ser que o sistema imunológico da mãe esteja rejeitando a implantação do embrião. Como a vitamina D age no sistema imunológico, ela pode corrigir este problema.  
A vitamina D é essencial na gravidez
Além disso, no final da gravidez, a ausência da vitamina D pode causar a pré-eclâmpsia, doença na qual a gestante desenvolve a hipertensão. Afinal, esta substância influência na produção da renina, principal hormônio regulador da pressão arterial. A falta de vitamina D também aumenta as chances da criança ser autista, pois ela é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê. 
Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition feita com mais de 1000 gestantes, observou que quando a mulher ingere a vitamina D os riscos do bebê desenvolver problemas respiratórios diminuem. 
Outro estudo feito pela Universidade da Carolina do Sul, dos Estados Unidos, com 500 gestantes observou que o suplemento de vitamina D previne problemas como diabetes gestacional, parto prematuro e infecções. 
Boa para prevenir e controlar o diabetes: O fato da vitamina D influenciar a produção de renina também é interessante para prevenir o diabetes, pois a falta desta substância favorece a doença. Além disso, a produção de insulina pelo pâncreas requer a participação da vitamina D. 
Como a diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, a vitamina D torna-se interessante por ser um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo. 
Um estudo realizado pelo Institute of Child Health da Inglaterra acompanhou 10.000 crianças finlandesas desde o nascimento e observou que aquelas que receberam regularmente suplementos da vitamina tiveram 90% menos chances de desenvolver diabetes tipo 1. 
Boa para os músculos: A vitamina D contribui para a força muscular, portanto, sua ausência leva a perda dessa força e aumenta o risco de quedas e fraturas. Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com pessoas acima de 65 anos observou que o consumo de vitamina D pode diminuir o risco de quedas em 19%. 

Benefícios em estudo da vitamina D

Tratamento de doenças autoimunes: a vitamina D já está sendo utilizada no tratamento de doenças autoimunes, condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. A vitamina D é um imunoreguloador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo. O tratamento de doenças autoimunes com vitamina D é algo recente, mas é visto por especialistas como um grande avanço da medicina.
Algumas das doenças autoimunes que podem ser tratadas com altas doses de vitamina D são: esclerose múltipla, artrite reumatoide e problemas oftalmológicos que podem comprometer seriamente a visão do indivíduo e para os quais o tratamento costumava ser muito difícil. 
O neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), já tratou cerca de 1.200 pacientes com esclerose múltipla e muitos outros com diferentes tipos de doenças autoimunes utilizando principalmente o tratamento com doses de vitamina D. 
O tratamento pode não só evitar que a doença avance como também proporcionar a recuperação de sequelas recentes. Tudo irá depender da doença e do tempo que a pessoa tem as sequelas, por isso o quanto antes iniciar o tratamento, melhor. 
É importante ressaltar que este tipo de tratamento com suplementos de vitamina D deve ser realizados somente por médicos, pois o consumo em excesso da substância por conta própria pode causar sérios problemas para a saúde. 
O atum é fonte de vitamina D
Outro estudo publicado no Journal of The American Medical Association feito com 7 milhões de norte-americanos constatou que o consumo de suplementos de vitamina D está associado ao menor risco de esclerose múltipla. 
Previne e ajuda no tratamento do câncer: A falta de vitamina D favorece 17 tipos de câncer, como os de mama, próstata e melanoma. Isto ocorre porque a substância participa do processo de diferenciação celular, que mantém as células cardíacas como células cardíacas, as da pele como da pele e assim por diante. Desta maneira ela evita que as células se tornem cancerosas. Além disso, a vitamina D ainda promove a autodestruição das células cancerosas. 
Por essas razões, alguns estudos mostraram que além de prevenir o câncer, o consumo de altas doses dessa substância pode ser eficaz no combate a determinados tipos de câncer. Porém, neste caso também é necessário que a ingestão dos suplementos de vitamina D sejam realizados com o acompanhamento médico. 
De acordo com o National Cancer Institute dos Estados Unidos há diversos estudos que apontam que a vitamina D é uma aliada no tratamento do câncer, especialmente do colorretal, de próstata e do seio. Porém, o instituto também diz que ainda são necessários mais estudos.  
Boa para autistas: Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro, ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação. Caso a pessoa tenha esta condição, continua interessante que ela obtenha a vitamina D, o que muitas vezes não ocorre facilmente por meio da exposição solar, fonte da substância, pois o indivíduo passa muito tempo em ambientes fechados. 
Um estudo realizado pelo Children?s Hospital Oakland Research Institute, nos Estados Unidos, observou que três hormônios do cérebro que afetam o comportamento social, serotonina, ocitocina e vasopressina, são ativados pela vitamina D. 
Previne gripe e resfriado: Este benefício tem sido estudado com base em alguns problemas causados pela falta de vitamina D. Crianças com deficiência de vitamina D tem mais chances de desenvolver infecções respiratórias. Já adultos com menores quantidades de vitamina D contraem mais resfriados e problemas no trato respiratório. 
Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition que contou com a participação de 340 crianças japonesas durante quatro meses observou que os riscos de contrair gripe diminuiu no grupo que ingeriu o suplemento de vitamina D. 
Diminui o risco de morte prematura: Uma pesquisa publicada no Archives odfInternal Medicine sugere que tomar suplementos de vitamina D podem reduzir as taxas de mortalidade. O estudo observou o resultado de 18 estudos que contaram no total com cerca de 60.000 participantes e constatou que o consumo de suplementos de vitamina D diminui em 7% o risco de mortalidade por qualquer causa. 

Interações

Quando consumida dentro das quantidades recomendadas a vitamina D não interage com nenhuma outra substância. Porém, quando ingerida em excesso pode levar a alta absorção de cálcio, por isso que o consumo de vitamina D além do recomendado só pode ser feito com orientação médica. 

Efeitos colaterais

Quando consumida dentro das quantidades recomendadas a vitamina D não tem efeitos colaterais. Porém, quando ingerida em excesso pode prejudicar os rins por causar o aumento da absorção de cálcio. Por isso, é importante que o consumo além do recomendado desta vitamina seja feito com acompanhamento médico. 

Deficiência

A deficiência de vitamina D pode causar uma série de problemas de saúde. A falta dela aumenta o risco de problemas cardíacos, osteoporose, câncer, gripe e resfriado, e doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes tipo 1. Em mulheres grávidas deficiência de vitamina D aumenta o risco de aborto, favorece a pré-eclâmpsia e eleva as chances da criança ser autista. 

O quanto obter de vitamina D

Segundo diversos estudos realizados recentemente, entre eles um da Universidade do Wisconsin, Estados Unidos, e outro da Universidade de Toronto, Canadá, a orientação para pessoas com mais de 50 quilos é consumir entre 5.000 e 10.000 unidades de vitamina D. O mesmo vale para as gestantes e lactantes. 
No caso das crianças a orientação é ingerir até 1.000 unidades de vitamina D para cada 5 quilos de peso. Então, uma criança que pesa 30 quilos, por exemplo, pode ingerir até 6.000 unidades de vitamina D. 

Como obter a vitamina D

Apesar de estar presente em alimentos de origem animal, estas comidas não possuem a quantidade de vitamina D que o organismo necessita. Por isso, para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta. 

As janelas também atrapalham a absorção da vitamina D. Isto porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros. 
Ao se expor ao sol para obter a vitamina é importante não passar o filtro solar. Para se ter uma ideia, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a produção da substância. Para evitar o câncer de pele, após os 15 a 20 minutos recomendados para obter a vitamina, passe o protetor solar. 
A exposição ao sol da maneira recomendada irá proporcionar as 10 mil unidades de vitamina D. Como a exposição solar já irá proporcionar boas quantidades da substância, é importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância ou suplementação. 

Fontes de vitamina D

Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, o salmão, conta com somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Por isso, tomar sol é fundamental para evitar a carência do nutriente. 
Além disso, esses alimentos são bastante ricos em gordura saturada. Quando ingerido em grandes quantidades este lipídio sofre o processo de oxidação e há o risco do aparecimento de placas que podem inflamar as artérias sanguíneas, levando a doença vascular que pode comprometer o coração, os rins e o cérebro a longo prazo. 
Confira os alimentos que possuem vitamina D. 
AlimentoQuantidade de vitamina DPorcentagem do valor diário de vitamina D
Atum (100 gramas)227 unidades2,27%
Sardinha (100 gramas)193 unidades1,93%
Ovo (uma unidade)43,5 unidades0,43%
Queijo cheddar (50 gramas)12 unidades0,12%
Carne bovina (100 gramas)15 unidades0,15%
Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Uso de suplemento de vitamina D

Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue. 
É importante ressaltar que os suplementos só podem ser tomados após a orientação médica para o consumo dessas doses extras. Em alguns tratamentos são orientadas superdoses de vitamina D, ou seja, uma quantidade além do que é normalmente orientado. Nesses casos o consumo sempre é feito com orientação médica e é preciso observar o quanto de cálcio e líquidos a pessoa irá ingerir, sendo que o consumo do mineral pode precisar ser reduzido e o de líquidos aumentado. 
Idosos e os suplementos: Pessoas mais velhas produzem menos vitamina D em resposta à exposição ao sol por questões metabólicas relacionadas à idade. A quantidade da substância produzida em uma pessoa de 70 anos é, em média, um quarto da que é sintetizada por um jovem de 20 anos. Por isso, é interessante que os idosos conversem com seus médicos sobre a possibilidade de consumir suplementos de vitamina D. 

Riscos do consumo em excesso de vitamina D

É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação. Isto porque os alimentos não contam com quantidades grandes da substância e a obtenção dela por meio dos raios solares é regulada pela pele, que cessa a produção da vitamina quando atinge os valores necessários. 
Porém, o excesso por meio dos suplementos sem a orientação médica pode ser muito perigoso. Há o risco de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue e isso pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que os mais afetados são os rins, que podem chegar a perder sua função. 

Combinando a vitamina D

Suplemento + hidratação: Ao ingerir os suplementos de vitamina D, para evitar problemas de saúde, especialmente nos rins, além do acompanhamento médico, é importante se hidratar e manter uma dieta balanceada. 

A deficiência de vitamina D

Infelizmente, cerca de 80% das pessoas que vivem em um ambiente urbano, são carentes em vitamina D. Isto porque elas passam grandes períodos de tempo em locais fechados e não se expõem ao sol. 
Contudo, a deficiência pode ser revertida. É possível fazer esta correção do quadro por meio de suplementação, lembrando que esta alternativa é válida somente após a orientação médica, e/ou tomando sol sem proteção solar nos braços e pernas durante quinze a vinte minutos todos os dias. 
Fonte: MInha Vida

Alcaçuz - Bom para o fígado!

O alcaçuz, Glycyrrhiza glabra, pertence à família Leguminosae, as características das plantas deste grupo é o fruto do tipo legume. A parte mais utilizada do alcaçuz é a raiz. Este alimento ajuda a diminuir a tosse, pois tem ação expectorante. 
Além disso, a raiz de alcaçuz possui flavonoides que se destacam pelas ações antioxidante e anti-inflamatória. A planta também protege o fígado e por isso é boa para quem tem hepatite. O estômago também é beneficiado pelo consumo do alimento. A raiz de alcaçuz é boa para quem está com dor na garganta, pois conta com uma substância que tem efeito sedativo. 

Nutrientes da raiz de alcaçuz

A raiz de alcaçuz conta com saponósitos triterpenóides (glicirrizina). Esta substância atua no sistema respiratório diminuindo o efeito da tosse, pois já que tem ação expectorante. Os saponósitos ainda tem ação anti-inflamatória e ajudam na formação de complexos insolúveis entre saponina e colesterol, o que irá ajudar a reduzir o colesterol do sangue. 
O alcaçuz ainda possui flavonoides, nutriente que se destaca pela forte atividade antioxidante e anti-inflamatória e que pode até mesmo prevenir o aparecimento do câncer. O alimento também possui polissacarídeos, que irão proporcionar energia. 
Os fitoesterois também estão presentes na raiz de alcaçuz e diversos estudos têm indicado a importância destas substâncias para quem quer controlar as taxas de colesterol no organismo. 

Benefícios comprovados da raiz da alcaçuz

Protege o fígado: Estudos apontam que as propriedades anti-inflamatórias da raiz de alcaçuz, como os saponósitos, ajudam o fígado a combater toxinas produzidas pela difteria e tétano, entre outras doenças. Por isso, o consumo do alimento é orientado para pessoas que estão com hepatite.  

Boa para a dor de garganta: 
A raiz alcaçuz é boa para quem tem irritações na garganta, pois conta com glicirrizina que atua na mucosa da traqueia produzindo efeito sedativo. Além disso, essa mesma substância tem ação anti-inflamatória, o que é bom em casos de inflamação na região.
 Protege o estômago: A raiz de alcaçuz é uma boa alternativa para quem sofre com úlceras. Isto porque ao ser ingerido o alimento irá recobrir o estômago com um tipo de gel protetor, evitando lesões. Além disso, a raiz de alcaçuz irá diminuir a acidez estomacal e assim vai atenuar azia, gases e cólicas. 
Boa para o pulmão: O alimento possui ação expectorante graças aos saponósitos triterpenóides. Então, a raiz de alcaçuz ajuda a soltar o muco e ainda relaxa os espasmos bronquiais. 
Melhora o trânsito intestinal: Este benefício ocorre porque a raiz de alcaçuz possui o efeito colagogo, que é o aumento da secreção da bile no fígado, o que irá contribuir para uma melhora no trânsito intestinal. 
Ação antioxidante: A raiz de alcaçuz age combatendo os radicais livres e desta maneira previne uma série de doenças, entre elas o câncer. As substâncias que se destacam pela ação antioxidante são os flavonoides. 
Diminui o colesterol: A raiz de alcaçuz possui saponósitos que tem ação anti-inflamatória e ajudam na formação de complexos insolúveis entre saponina e colesterol, o que irá ajudar a reduzir o colesterol do sangue. Além disso, o alimento possui fitoesterois e diversos estudos têm indicado a importância destas substâncias para quem quer controlar as taxas de colesterol no organismo.  

Quantidade recomendada de raiz de alcaçuz

A orientação é consumir entre um e três gramas do extrato seco ou um a dez gramas do pó ou dois a nove de raiz em decocção, fervida junto com a água.  

Como consumir a raiz de alcaçuz

A melhor maneira de ingerir a raiz de alcaçuz é como chá
A melhor maneira de consumir o alcaçuz é na forma de chá. Uma boa maneira de preparar o chá é misturar duas colheres de sopa de raízes de alcaçuz para um litro e meio de água. Ferva essa água, desligue e acrescente a erva. Depois, abafe por dez minutos, coe e beba. 
O alimento também pode ser ingerido como extrato seco encapsulado ou em pó que pode ser adicionado em sucos. Os suplementos de alcaçuz possuem os mesmo benefícios da planta, porém eles só podem ser consumidos após a orientação de um profissional da área da saúde. 
O doce feito com raiz de alcaçuz real e anis pode ser uma alternativa para aliviar os sintomas de gripes e resfriados. 

Combinando a raiz de alcaçuz

Raiz de alcaçuz + mel: Esta combinação irá potencializar os efeitos benéficos do alcaçuz no sistema respiratório. Pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis à ação antibacteriana do mel. Entre esses micro-organismos estão a Haemophilus influenzae, responsável por infecções respiratória e sinusites, Mycobacterium tuberculosis, que leva a tuberculose, Klebsiella pneumoniae e Streptococcus pneumoniae, que causa a pneumonia. 

Raiz de alcaçuz + gengibre:
 Estes dois alimentos juntos são ótimos para a digestão. Enquanto a raiz de alcaçuz protege o estômago e melhora o trânsito intestinal, o gengibre irá melhorar o desempenho do sistema digestivo. A combinação também pode ser utilizada em casos de dor de garganta. Isto porque a raiz de alcaçuz tem um efeito sedativo na região, enquanto o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos e assim aliviar a dor de garganta temporariamente. O mel pode ser adicionado no chá de raiz de alcaçuz. 

Contraindicações

A raiz de alcaçuz não é indicada para pessoas com problemas cardiovasculares, problemas renais, gestantes e hipertensos. Isto porque o consumo de altas doses do alimento pode causar o aumento da pressão sanguínea. 

Riscos do consumo em excesso de raiz de alcaçuz

O doce de alcaçuz não é tão ruim para a saúde
O consumo de altas quantidades de alcaçuz pode fazer com que a pessoa retenha sódio e elimine o potássio. Isto irá levar à retenção de líquidos, aumento da pressão sanguínea e dores de cabeça. 

Onde comprar

O alcaçuz pode ser adquirido em lojas de produtos naturais e em alguns supermercados.
Fonte: Minha Vida

Que tal conhecer um exercício novo? Xtend ( mistura de ballet com pilates)

Modalidade que pode ser realizada por adolescentes, adultos, idosos e até grávidas, o Xtend Barre une de forma adaptada os princípios do Pilates e os movimentos do ballet clássico. Os exercícios utilizam o peso do próprio corpo como carga e podem ser adaptados de acordo com as possibilidades do aluno. Em pouco tempo é possível perceber os resultados, como redução do peso, fortalecimento dos músculos e melhora da postura.


O Xtend possui os cinco princípios do Pilates, que são:

Centralização: todo movimento se inicia a partir de um centro fixo, como a região abdominal e pélvica.

Concentração: utiliza a mente para a execução correta dos movimentos. O praticante pensa quais são os músculos, o que estimula o sistema nervoso central e envia mais impulsos nervosos para a área trabalhada.

Precisão: é preciso atenção aos detalhes dos movimentos, especialmente à posição das extremidades do corpo, como mãos e pés.

Fluidez: um movimento depende do seguinte, a aula tem sincronia.

Respiração: execução correta da respiração durante toda a aula.

Como funciona

No entanto, apesar das semelhanças com o Pilates e o ballet, o Xtend Barre possui características próprias. Trabalha de uma forma mais dinâmica do que o Pilates, com uma aula ritmada e com música. Os exercícios utilizam mais de 1/7 da musculatura total do corpo, o que confere um gasto calórico de cerca de 400 Kcal/aula, e queima de gordura corporal.

As primeiras posições aprendidas no ballet costumam ser muito amplas e difíceis para a maioria das pessoas. No Xtend, esse movimentos são adaptados, tornando-se mais eficientes, fáceis, anatômicos e seguros. É ideal para reabilitar bailarinos, e também para pessoas que sempre sonharam em dançar, mas não tiveram a chance ou o condicionamento físico que o ballet exige. A atividade previne e reabilita lesões, além de fortalecer quadril, glúteos, culote, e parte interna da coxa, deixando a região do quadril mais alongada. O Xtend pode ser realizado de duas a três vezes por semana.
Xtend e gravidez 

Durante a gravidez, o Xtend Barre é uma excelente opção de exercício, pois seus movimentos trabalham o sistema cardiovascular e o retorno venoso. Eles evitam a retenção hídrica nos membros inferiores, melhoram a circulação, oxigenam o corpo e nutrem as células corporais. Nesse caso, os movimentos são feitos em pé, com as pernas flexionadas (pliés) e os calcanhares elevados (relevés). São excelentes para manter e melhorar a saúde do sistema cardiovascular.

A modalidade ainda melhora o equilíbrio, fundamental nessa fase, pois o centro de gravidade se modifica. Além disso, auxilia no alinhamento da postura, estimula a produção de endorfina, reduz as dores e mantém a frequência cardíaca adequada, ou seja, abaixo de 140 BPM. Outra vantagem é o fortalecimento. Durante os pliés e relevés, a contração dos glúteos e da musculatura do assoalho pélvico é exigida, gerando mais equilíbrio e força. Isso acentua o fortalecimento da musculatura dos membros inferiores e superiores - que passarão a suportar um peso maior - e do assoalho pélvico, importante para o trabalho de parto.

Xtend para todos

O trabalho muscular é importante também para aqueles que estão na terceira idade, pois os exercícios de elevação do quadril melhoram a força do assoalho pélvico, fortalecendo os músculos para a sustentação dos órgãos internos, controle urinário e fecal, além da função sexual.

A atividade é voltada para pessoas que buscam saúde, condicionamento físico geral e uma atividade segura, que evita lesões e reabilita dores no joelho, quadril e outras. Diferente da musculação ou da ginástica localizada - que trabalham partes do corpo - o Xtend trabalha o corpo como um todo, deixando-o mais esquio, longilíneo, forte e saudável, sem acréscimo excessivo de massa muscular.

O método, que pode ser praticado a partir de 12 anos de idade, não tem contraindicação. Mas pacientes com dores musculares e articulares devem ser liberados pelo médico para a prática do Xtend.

Onde praticar 

O Xtend já existe em grandes cidades, como São Paulo, Minas Gerais, Brasília e Rio de Janeiro. Para saber onde encontrar na sua cidade, acesse a página do Xtend Barre Brasil.

Os estúdios são licenciados e recebem treinamento e certificação para aplicar o método. Os professores são treinados e submetidos a um teste para ministrar as aulas, pelo Xtend Barre Brazil. O método é internacional e pode ser encontrado nos Estados Unidos, Canadá, Londres, Austrália e Dubai.

Fonte: MSN