quarta-feira, 9 de abril de 2014

Enfamil

ENFAMIL

Enfamil Premium 1

Definição

Enfamil Premium 1 é uma fórmula infantil com ferro para lactentes de 0 a 6 meses de idade que contém ácidos graxos de cadeia longa, o DHA (ácido docosahexaenóico) e ARA (ácido araquidônico) nos níveis e proporções recomendados pela FAO/OMS, cinetificamente desenvolvida e clinicamente comprovada que favorece o desenvolvimento mental e visual do lactente.

Descrição

Lactoalbumina/caseína (60/40%), 100% lactose, 100% lipídeos vegetais, Ω6 e Ω3, ácido docosahexaenóico (DHA) e ácido araquidônico (ARA), colina 24g/100kcal.

Características

  • Proporção e níveis de Ω6 e Ω3 (10:1) e ARA e DHA (2:1);
  • Proteínas de alta qualidade biológica;
  • Lactose como fonte de carboidrato;
  • Enriquecida com ferro (1,8mg/100kcal)
  • Adicionado com a mesma quantidade e tipo de nucleotídeos do leite humano
  • Osmolaridade: ~270 mOsm/L
  • Osmolalidade: ~300 mOsm/L

Benefícios

  • Contribui para o desenvolvimento mental e visual do lactente;
  • Balanceado nutricionalmente para promover o crescimento e desenvolvimento normal do lactente;
  • Proporciona carboidratos digeríveis com predomínio da lactose com efeitos benéficos para a fisiologia do intestino, microflora intestinal, consistência das fezes e aumento da absorção de água, sódio e cálcio.

Enfamil Premium 2


Definição

Fórmula Infantil com ferro para lactentes acima de 6 meses de idade. Enfamil® Premium 2 é uma fórmula que contém ácidos graxos de cadeia longa, o DHA (ácido docosahexaenóico) e ARA (ácido araquidônico) nos níveis e proporções recomendados pela FAO/OMS, cientificamente desenvolvida e clinicamente comprovada que favorece o desenvolvimento mental e visual do lactente.

Descrição

Lactoalbumina/caseína (18/82%), polímeros de glicose/lactose (88/12%), 100% lipídeos vegetais com Ω6 e Ω3, ácido docosahexaenóico (DHA) e ácido araquidônico (ARA), colina 24mg/100kcal.

Características

  • Proporção e níveis adequados de Ω6 e Ω3 (10:1) e ARA e DHA (2:1);
  • Combinação de proteínas e carboidratos;
  • Não contém sacarose;
  • Mesma quantidade e tipo de nucleotídeos do leite humano;
  • Enriquecida com ferro 1,8 mg/100kcal;
  • Osmolaridade: ~270 mOsm/L
  • Osmolalidade: ~300 mOsm/L

Benefícios

  • Contribui para o desenvolvimento mental e visual do lactente;
  • Balanceado nutricionalmente para promover o crescimento e desenvolvimento normal do lactente;
  • Previne a anemia por deficiência de ferro.

QUAL O MELHOR LEITE PARA O SEU BEBÊ?

leite materno é o campeão de todos os leites, o alimento mais completo para os bebês no primeiro ano de vida. Mas o leite continua sendo importantíssimo para o desenvolvimento da criança mesmo depois do primeiro ano. Nenhum outro alimento natural tem uma concentração tão grande de cálcio, mineral essencial ao desenvolvimento ósseo do seu filho. Também é rico em proteínas, outro nutriente básico no crescimento, por sua função regeneradora - o organismo usa a proteína para repor células e "remendar" tecidos machucados, por exemplo. E não é tudo: leite fornece vitamina A (que combate doenças de pele, aumenta a imunidade geral e melhora a visão), B1 (beneficia o funcionamento cerebral e cardíaco), B2 (protege contra a anemia), fósforo (vital para a energia e para a mineralização óssea) e magnésio (necessário para todos os processos biológicos do corpo, como a absorção das proteínas).

Bom, agora você já sabe que o leite é fundamental na alimentação do seu filho. A questão é a escolha do melhor tipo de leite para ele. Você vai ver, a seguir, que isso depende de muitos fatores, como a idade da criança, suas necessidades nutricionais, hábitos alimentares, aceitação do leite pelo organismo e até daquele tipo de limite simples e definitivo imposto pela própria criança: ela não gostar de leite.
Outras dúvidas
Devo dar o leite integral ou o desnatado?
O integral. A gordura é fundamental para a formação de hormônios, o tecido cerebral e inúmeras funções metabólicas. A retirada parcial da gordura do leite só é indicada para a criança com problema de colesterol, em casos de obesidade familiar ou antecedentes cardiovasculares. "Nesses casos, é aconselhável um leite enriquecido com vitaminas A e D. Os pais devem avaliar com o médico a melhor opção", declara Jocelem Mastrodi Salgado, professora titular de nutrição humana da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, em Piracicaba.
Preciso ferver o leite? Por quanto tempo?
Se for "longa vida", não há necessidade de ferver. O leite fresco deve ser fervido por pelo menos três minutos e pode ser conservado em geladeira por um dia.
Posso esquentar o leite no microondas?
Sem problema. Você pode até ferver a água no microondas para depois misturá-la ao leite em pó.
É melhor diluir o leite de vaca em água?
Não é necessário. Essa conduta era recomendada antes de existirem as fórmulas lácteas próprias para crianças. O leite de vaca integral, em pó ou líquido, era diluído em água para diminuir a quantidade de proteínas esais minerais.
Bebês prematuros

A prematuridade, quando extrema, pode exigir mais que o aleitamento materno. O bebê prematuro não tem força para sugar o seio pelo tempo adequado ou precisa de uma suplementação de nutrientes, em geral cálcio, fósforo e magnésio. Para essas situações, existem compostos especiais para ser adicionados ao leite materno (extraído da mãe e dado à criança em mamadeira) e também fórmulas lácteas mais apropriadas à digestão dos prematuros.

Exemplos de marcas: Enfamil Prematuro, Pre Nan.

De 0 a 6 meses

A melhor opção são as fórmulas infantis à base de leite de vaca, que possuem características nutritivas e digestivas que buscam se aproximar do leite materno. Esse tipo de leite é enriquecido com ferro e sais minerais, e a gordura é modificada para aumentar sua digestibilidade. Suas proteínas também são "quebradas" em partículas menores, para melhor absorção. "As fórmulas proporcionam boa nutrição e crescimento saudável. São a melhor escolha na falta do leite da mãe", esclarece Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo.

Exemplos: Nan 1, Similac Advance 1, Nestogeno 1, Aptamil 1, Enfamil 1, Bebelac 1.

Dos 6 aos 12 meses

Até a criança completar 1 ano, os médicos desaconselham o leite de vaca puro, pois há mais riscos de alergia ou intolerância alimentar. Para esse período, as fórmulas lácteas continuam a ser as mais indicadas. As características são as mesmas do leite para a fase anterior, apenas a adição ou redução de alguns nutrientes é adaptada às necessidades de crescimento do bebê.

Exemplos: Nan 2, Similac Advance 2, Nestogeno 2, Aptamil 2, Enfamil 2, Bebelac 2. 
O cálcio de que seu filho precisa todo dia
Alguns exemplos de produtos conhecidos que podem causar problemas à mãe ou ao bebê se forem mal utilizados*
IdadeCálcioLeite
1 a 3 anos500 mg420 ml (2 copos/dia)
Nesse período, é fácil atingir o valor de cálcio diário proposto. A criança toma leite em quantidade até superior.
4 a 8 anos800 mg672 ml (3 copos/dia)
Há redução do consumo de leite nessa fase. Um jeito fácil de atingir a recomendação é colocar 1 colher (sopa) de queijo parmesão no macarrão, que é equivalente a 1 copo de leite.
9 a 13 anos1 300 mg1 098 ml (4 copos/dia)
Nessa idade, só com leite é difícil atingir o consumo diário de cálcio recomendado. Ofereça iogurtes, queijos diversos (inclusive requeijão e os 'petit suisse') e biscoitos enriquecidos com cálcio.
Fonte: Regina Mara Fisberg, professora do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.

DIABETES X GORDURA

Doença que surge devagar, silenciosa e com poucos sintomas, o diabetes pode ocorrer pela falta de produção ou dificuldade na ação da insulina, hormônio que controla os níveis de glicose na corrente sanguínea, por motivos genéticos ou por hábitos e estilo de vida desregrados, como obesidade e sedentarismo.
Muito relacionado à obesidade e à gordura que se acumula no abdômen, as armas para o combate e controle do diabetes são a manutenção de peso saudável (ou emagrecimento) e a prática de atividade física constante, essenciais para reduzir os riscos causados pelo diabetes. 

Atenção na Alimentação

Alguns portadores de diabetes acreditam que o maior vilão da sua alimentação são os carboidratos, principalmente os de alto índice e carga glicêmico, como, por exemplo, os açúcares, doces, pães, massas, arroz branco, batata, bolos, biscoitos, bolachas, entre outros. 
Esses alimentos não tem passe livre na alimentação diária e devem ser consumidos com moderação, sendo diabético ou não, pois o excesso de glicose circulando em nosso sangue, vindo desses carboidratos, levam a uma oxidação excessiva de vários órgãos, principalmente vasos sanguíneos, o que leva a complicações como arteriosclerose, lesões renais, oculares e insuficiências circulatórios, mas não são apenas esses alimentos os responsáveis pela piora e descontrole dos níveis de glicose. 

Os problemas das gorduras em excesso

Na preocupação de evitar erros na escolha de carboidratos, pacientes portadores de diabetes não se preocupam com a escolha das gorduras que ingerem no dia a dia. Com isso ficam vulneráveis a um grande fator de risco, facilitador das complicações comuns aos pacientes diabéticos, como citadas acima. 

Esse desbalanço na escolha das gorduras é um fator de risco para a população em geral. Porém, o diabético corre risco maior por possuir fatores facilitadores como uma contínua oxidação excessiva quando mal controlados, o que permite sempre níveis altos de glicose no sangue. O acúmulo da gordura visceral é outro grande fator de risco porque obriga o pâncreas a produzir cada vez mais insulina para facilitar a entrada de glicose nas células, esse excesso estimula uma série de alterações no metabolismo, elevando o risco de aumento da pressão arterial e das taxas de colesterol no sangue. 
Estudos atuais revelam que a maior causa de óbito em pacientes diabéticos são as complicações cardiovasculares, principalmente infarto agudo do miocárdio, que podem ter correlação direta com o excesso e tipo de gordura que predomina em sua alimentação. A gordura saturada, presente nas carnes, leite e derivados, óleo de coco e óleo de dendê, ou a gordura trans, presente em biscoitos recheados, sorvetes, margarinas, chantilly, etc, são os tipos que prejudicam a saúde quando consumidas em excesso. 

Quanta gordura posso consumir por dia

Em uma dieta balanceada, no máximo 10% das calorias a serem consumidas podem vir de gorduras saturadas, em pacientes colesterol alto e diabéticos descompensados o número cai para 7%, pois ao ultrapassarmos este limite ficamos vulneráveis ao aumento do colesterol no sangue, que leva a obstrução dos vasos sanguíneos, ocasionando infarto agudo do miocárdio e isso só ocorre quando o colesterol se oxida, problema frequente no paciente diabético. 

Formas de prevenção

Ter uma alimentação equilibrada, comer devagar e evitar longos períodos em jejum. Evitar consumir alimentos ricos em gorduras saturadas. Fazer atividade física de maneira constante e de preferência com acompanhamento profissional. Dormir bem, uma boa noite mal dormida altera o relógio biológico e retarda o ritmo metabólico. 
fONTE: MINHA VIDA

DICAS PARA REGULARIZAR O INTESTINO DO SEU BEBÊ

Por estar em período de transformação e adaptação, o intestino do bebê é mais frágil e requer muito mais atenção que o de um adulto. Problemas como intestino preso, fezes ressecadas e gases são muito mais frequentes. "É importante que pais e médicos observem como costuma ser o funcionamento do intestino, pois cada criança tem o seu próprio ritmo", explica a nutricionista Fernanda Granja, especialista em nutrição materno-infantil, de São Paulo. 

Se o seu bebê apresentar problemas intestinais ou alteração no número e no aspecto das evacuações, especialistas recomendam alterar a alimentação para que a digestão seja novamente regulada. Confira essa e outras dicas de profissionais da saúde para que o seu filho fique livre de desconfortos.  

Observe seu bebê 

"O recém-nascido evacua cerca de oito 
vezes por dia e, com o tempo, esse número diminui para duas ou três evacuações diárias", explica Andréia de Avelar, nutricionista especialista do Minha Vida, de São Paulo. "As fezes do bebê que recebe leite materno geralmente são mais claras e pastosas". 

Se o seu bebê estiver com o abdômen distendido, fizer muita força para evacuar ou chorar muito com as cólicas, ele pode estar com o intestino preso. Número de evacuações maior do que o normal e fezes amolecidas indicam desarranjo intestinal. 

Alimentos que ajudam a regular o intestino preso 

Alguns alimentos, ricos em fibras naturais, melhoram a obstipação. Frutas laxativas (mamão, 
laranja com bagaço, ameixa preta, mexerica e banana-nanica), vegetais de folha cozidos (escarola, almeirão, brócolis e couve), quiabo, vagens, feijão, lentilha, aveia e farelo de trigo, são alguns exemplos que ajudam a soltar o intestino preso. 

Se o bebê já tiver com quatro meses de idade, a mãe pode oferecer sucos laxativos. A nutricionista Andréia de Avelar dá a receita: laranja lima, mamão, ameixa preta e farinha de linhaça. Bata tudo no liquidificador e ofereça ao bebê quando ele estiver obstipado. Para os bebês que tomam leite em pó ou de fórmula, a mãe pode ferver 
água filtrada com duas ou três ameixas, coar e depois preparar o leite com essa água. 

Alimentos reguladores do intestino solto 

Para regular o intestino solto, pode-se oferecer sucos coados de maçã, pera ou goiaba. Também vale fazer sopas com batata, mandioquinha, mandioca, macarrão, cará ou inhame. 

A nutricionista Simone Freire, doutoranda em comportamento do consumidor pela Unifesp, lembra que o creme de arroz, administrado junto com o leite, pode minimizar os efeitos da diarreia.  

Evite a flatulência 

Se o bebê estiver com muitos gases, evite oferecer leguminosas - como feijão, ervilha, lentilha e grão de bico. "O açúcar também deve ser diminuído ou retirado da dieta, pois ele causa fermentação e distende o abdômen", explica Simone Freire.  

Cólicas 

O choro é o principal sinal de que o bebê está com cólica. A nutricionista Fernanda Granja orienta observar em que horário surgiu a cólica e qual foi o último alimento ingerido. Evite refrigerante, café, alho e, em alguns casos, a retirada de leite e derivados também ajuda. Mesmo assim, alguns bebês podem continuar a apresentar cólicas até os quatro ou cinco meses de vida. "Isso se deve ao amadurecimento do sistema digestivo da criança, é normal", afirma a nutricionista Andréia de Avelar.  

Atenção ao leite 

Com o fim da licença maternidade no trabalho, muitas mães começam a introduzir outros tipos de leite na dieta do bebê por facilidade. "Mas essa mudança deve ser feita com muito cuidado, pois é importante observar a reação a cada tipo de fórmula", explica Simone. 

Reações alérgicas são comuns nessa fase. O leite, quando inadequado à criança, pode causar muita flatulência, obstipação ou diarreia. É importante observar a diluição destas fórmulas industrializadas. "Muitas mães tendem a fazer um leite mais forte, mas isso diminui a ingestão de água e as fezes ficam ressecadas", explica Simone.  

Outras técnicas 

"Deixar o bebê solto, se movimentando livremente, ajuda na regulação do intestino", conta Fernanda Granja. Massagens na região abdominal e movimentação das perninhas também podem ajudar a eliminar os gases. Por fim, um banho com água morna pode ajudar a criança a relaxar.  


FONTE: MINHA VIDA

RISOTO DE ATUM COM BRÓCOLIS

Para elaborar

  • 1 Colher(es) de sopa azeite de oliva
  • 1 Dente(s) alho picado
  • 1/2 Unidade(s) cebola pequena picada
  • 1 Xícara(s) brócolis cortado em pequenos buquês cozido
  • 1 Lata atum
  • 1/2 Unidade(s) tomate picado
  • 1 1/2 Xícara(s) arroz cozido
  • 1/2 Xícara(s) água
  • 3 Colher(es) de sopa cheias de maionese HELLMANN'S
  • 1/2 Colher(es) de sopa salsinha picada
  • 50 Grama(s) queijo minas frescal cortado em cubos pequenos

Preparo

  • 1.Refogue a alho no azeite. Junte a cebola e refogue até dourar.
  • 2.Coloque os brócolis, o atum e o tomate e refogue por 2 minutos.
  • 3.Adicione o arroz e a água e misture.
  • 4.Agora o toque especial: adicione a maionese HELLMANN’S e misture até ficar homogêneo
  • 5.Retire do fogo e adicione a salsinha e o queijo. Sirva e surpreenda-se!
  • fONTE: RECEPEDIA.COM