terça-feira, 30 de setembro de 2014

Cardápio Detox- sugestões!

Desjejum (7h30)
- ½ unidade média de mamão papaia
- 1 col. (sobremesa) de semente de linhaça triturada
- 1 col. (chá) de óleo de coco
- 1 col. (sopa) de quinoa em flocos
-  1 copo (200 ml) de leite de soja light
-  1 xíc. de chá de cavalinha

Colação 1 (10h)
- Suco feito com 1 copo (200 ml) de água de coco + 1 col. (sopa) de hortelã + 1 fatia de melão

Colação 2 (11h30)
- 1 xíc. de chá-verde

Almoço (13h)
- Salada feita com ½ prato de rúcula + 1 col. (sopa) de nabo ralado + 1 col. (sopa) de cenoura cozida + 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem
- 2 col. (sopa) de arroz integral
- 1 unidade de omelete de shiitakeLanche 1 (16h30)
- 1 unidade de iogurte de soja
- 8 unidades de uva Itália

Lanche 2 (17h30)
-  1 xíc. de chá de cavalinha + chá de dente-de-leão

Jantar (19h30)
- 3 conchas de sopa confortante feita com peito de frango sem pele + inhame + cenoura + espinafre + salsão + alho + cebola + azeite de oliva extravirgem + sal light

Ceia (21h30)
- 1 xíc. de chá de cavalinha

Outro cardápio:

Desjejum
- 1 fatia de melão
- 1 col. (sobremesa) de semente de linhaça triturada
- 1 xíc. de chá de cavalinha
- 1 fatia de pão de forma sem glúten
- 1 col. (chá) de óleo de coco
- 2 fatias de tofu

Colação 1
- Suco feito com 1 talo de salsão + 1 unidade de maçã vermelha + ½ unidade de pepino

Colação 2
- 1 xíc. de chá de cavalinha

Almoço
- Salada feita com ½ prato de acelga + 3 fatias de tomate + 2 col. (sopa) de chuchu cozido + 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem
- 1 pedaço de batata-doce com gergelim + 1 unidade de berinjela recheada com PTS (proteína texturizada de soja)
- 2 col. (sopa) de couve refogada

Lanche 1
- 1 unidade de banana-prata
- 1 copo (200 ml) de leite de aveia com canela em pó

Lanche 2
- 1 xíc. de chá-verde
Jantar
- Salada feita com 2 col. (sopa) de repolho branco ralado + 2 fatias de tomate + 2 col. (sopa) de cenoura ralada + ½ col. (sopa) de semente de girassol + ½ col. (sopa) de azeite de oliva extravirgem
- 1 posta de badejo assado
- 2 unidades de pêssego

Ceia
-  1 xíc. de chá de camomila

Outro cardápio:


Desjejum
- Vitamina feita com 1 unidade de maçã vermelha + 1 col. (chá) de canela em pó + 1 col.
(sobremesa) de semente de linhaça triturada + 1 copo (200 ml) de leite de soja light
- 1 unidade de torrada integral sem glúten
- 1 col. (chá) de óleo de coco

Colação 1
- Suco feito com ½ unidade de lima-da-pérsia + 1 col. (sopa) de espinafre + 1 col. (sopa) de hortelã

Colação 2
- 1 xíc. de chá de dente-de-leão + chá de cavalinha

Almoço
- Salada feita com ½ prato de alface-americana + 3 fatias de tomate + ¼ de unidade de pepino + 1 col. (sopa) de quinoa em grãos cozida + 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem n 4 col. (sopa) de atum fresco refogado
- 1 col. (sopa) de espinafre refogado
- 3 col. (sopa) de broto de feijão cozido

Lanche 1
- Suco feito com 1 fatia de melancia + 1 col. (sopa) de hortelã + 2 unidades de castanha-do-pará

Lanche 2
- 1 xíc. de chá branco

Jantar
- Salada feita com ½ prato de alface ou escarola + 5 unidades de tomate cereja + 1 unidade de rabanete + 1 col. (sopa) de broto de feijão cozido + 4 fatias de tofu + 6 unidades de ovo de codorna + 2 unidades de nozes + 1 col. (chá) de azeite de oliva extravirgem
- 1 unidade de ameixa vermelha

Ceia
- 1 xíc. de chá de erva-doce


Fonte: Corpo a Corpo

Notícias desta semana!

Nesta semana gostaria de destacar dois pacientes que merecem : PARABÉNS!

1) Rapaz de 25 anos, está comigo desde fevereiro de 2014, perdeu peso, medidas, diminuiu seu percentual de gordura. Fez bastante atividade física e de forma correta. Sua alimentação mudou, seus hábitos melhoram e muito. Ou seja, o resultado só poderia ser positivo! Foi persistente e lutador.
Não é uma tarefa fácil para ninguém mas quando a pessoa segue os conselhos e orientações dos profissionais o resultado só pode ser maravilhoso!

2) Moça de 20 anos, perdeu em 1 ano e meio 40 kg, sem medicamento. Somente com muito exercício e alimentação balanceada.Persistente e lutadora. Leva todos os dias seus lanches de casa na sua mochila, não tem preguiça de se organizar e preparar suas refeições.

Gente, a vida não é fácil para ninguém! Porém, se houver uma organização na sua vida, compras de alimentos adequados, mudanças na sua  rotina ( exercícios e alimentação), você poderá conseguir também bons resultados.

Então, o que está esperando?
Está na hora de começar!

Aguardo você!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Milho é rico em vitaminas e minerais, mas deve ser consumido com moderação

O milho é considerado um dos alimentos mais nutritivos que existe, pois contém praticamente todos os aminoácidos. Ele também é um dos mais conhecidos, utilizado seja para consumo humano ou para produção de ração animal. Não é a toa que seu nome indígena significa "sustento a vida". Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), no entanto, no Brasil, apenas 5% do total produzido é destinado ao nosso consumo - pode ser encontrado na forma de mingau, creme, bolo, pipoca e, até mesmo, nas opções mais simples, como as saladas. 
Quando está na forma de grãos secos, é considerado um cereal. Já quando está fresco, o milho é reconhecido um legume. Por conta dessa versatilidade é que podemos fazer diversos pratos com o alimento, sendo alguns considerados ícones da culinária brasileira, como o curau, a pamonha ou a canjica. Além disso, o alimento também pode ser encontrado no fubá, em sua própria farinha e em subprodutos, como óleos, xaropes e, até mesmo, bebidas. 
Além de fibras, possui proteínas, vitamina Avitaminas do complexo Bferro, potássio, fósforo, cálcio e celulose. É também uma boa fonte de carboidratos, ou seja, de energia, e é utilizado para fazer pães. O alimento não contém a proteína glúten, portanto pode ser utilizado por pacientes celíacos. Em função da boa quantidade de fibras, favorece uma melhora da função intestinal. Por ser uma opção de baixo índice glicêmico, é um bom alimento para pacientes portadores de diabetes tipo 1 ou 2. 
100 gramas de milho contêm cerca de 370 calorias distribuídas em proteínas (10g), gorduras (5g) e carboidratos (70g). Além disso, ainda encontramos 3g de fibras e vitamina E, vitamina B3,ácido fólico, potássio e fósforo. O ideal seria um consumo em torno de 2.000 calorias/dia para uma pessoa de 70 kg, calculando que a ingestão seja cerca de 1.200 calorias de carboidratos, 400 calorias de proteínas e 600 calorias sob a forma de gorduras. Dentro desse contexto da ingestão média diária de 2.000 calorias/dia, o milho pode integrar uma refeição balanceada nesses níveis proporcionais de quantidade calórica diária. 
O consumo em excesso pode predispor a formação de depósitos de gordura no nosso organismo. Por essa razão, não se recomenda uma ingestão que possa ultrapassar a quantidade de calorias médias que um indivíduo deve ingerir em um período de 24 horas. O ideal é que a pessoa consuma abaixo de 450 gramas por dia. 
Como temos grandes variedades de pratos que levam o milho em sua composição, o indivíduo pode escolher a melhor maneira de consumir o alimento, quer seja na sua forma natural, ou em cereais matinais, mingaus, tortas, polenta, pipoca, pamonha, canjica. É preciso apenas redobrar a atenção para a quantidade que está sendo ingerida, já que esse é um alimento calórico e que proporciona muita energia, podendo provocar o acúmulo de gordura. Se consumido de maneira correta na rotina, o milho só terá benefícios a proporcionar. 
Fonte:MSN

Adoçantes podem levar ao Diabetes?

Usado comumente por quem busca perder peso e por portadores de diabetes, o adoçante mais uma vez encontra destaque na mídia, apontado como um colaborador do desenvolvimento da resistência à insulina
Uma publicação aqui, outra ali e correntes se formam com opiniões divergentes, sendo apontado como colaborador de doenças e em outras vertentes como um grande aliado na luta contra a obesidade e para os portadores de diabetes

Pesquisa polêmica

Segundo estudo publicado na revista Nature em setembro de 2014, o adoçante seria "culpado" por aumentar o risco de desenvolvimento da síndrome metabólica, estágio em que a insulina tem sua ação dificultada. 
O estudo foi realizado em roedores divididos em dois grupos, o grupo 1 que ingeriu adoçante (sacarina, aspartame e sucralose) em doses altas e o grupo 2 que ingeriu água e açúcar. A conclusão foi de que o grupo consumidor de adoçante não conseguiu metabolizar o adoçante, criando distúrbios metabólicos levando a uma possível a intolerância a glicose. 
Nos humanos, os voluntários se submeteram ao mesmo teste (apenas com a sacarina) e em alguns deles foi observado o aumento da resistência à insulina, mas não sendo conclusivas, visto que o estudo não relata as condições das pessoas analisadas. 

Como se desenvolve a resistência à insulina

A resistência à insulina se caracteriza quando seu corpo ainda produz insulina, mas o hormônio tem dificuldade em realizar sua ação de enviar a glicose para dentro das células. 
Neste processo o organismo começa a sofrer picos de glicose no sangue, obrigando o pâncreas a fabricar mais insulina. Essa superprodução ativa uma resposta inflamatória, levando a um declínio da saúde e abrindo as portas para diversas doenças. 
O que favorece esses picos? O consumo exagerado de carboidratos refinados, doces, massas, pães e alimentos com índice e carga glicêmicas altas, que além de engordar, pelo alto valor calórico ainda promove essas inflamações. 

Dilema

Hábitos e estilo de vida atuais, como a má alimentação e sedentarismo, trazem a obesidade ao status de epidemia e isso é um fato, basta olhar para os lados. 
A dieta atual de grande parte população é composta por alimentos ricos em gordura e recheados de açúcar, industrializados e refinados, itens pobre em nutrientes e fibras, que causam picos de glicose e insulina no sangue, favorecendo o surgimento de doenças ligadas a má alimentação, como hipertensão, aumento do colesterol ruim, síndrome metabólica, diabetes e até mesmo alguns tipos de câncer. 

Será o adoçante o único vilão?

Muito se engana quem tenta achar um único vilão responsável por todas as doenças e distúrbios metabólicos. Com certeza é preciso uma análise mais criteriosa e mais estudos e testes para que o uso do adoçante se torne mais consciente, evitando o excesso e abuso. O uso e a indicação devem ser feitas caso a caso por profissional da área de saúde e seu uso restrito ao mínimo necessário, até que os estudos se mostrem mais conclusivos. 
E mais do que isso, é preciso diminuir o consumo do que realmente vem nos fazendo mal, evitando os excessos, cortando alimentos processados, ricos em sódio, refinados, ricos em gordura saturada e gordura trans que elevam os processos bioquímicos de inflamações no organismo. Aliado a isso, deve-se aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes e cereais integrais e boas gorduras e praticar exercícios físicos de maneira frequente, pois eles nos ajudam a manter nosso corpo saudável. 
A princípio este é o único consenso real, baseado em evidências científicas incontestáveis.
Fonte: MInha Vida

domingo, 28 de setembro de 2014

Alimentos anti barriga

Quer começar o verão com uma barriga de dar inveja? Há uma lista de alimentos que ajudarão a conquistar a barriga dos sonhos! Se começar a dieta desde já, pode entrar no verão em forma. Quanto mais você adicionar estes alimentos a sua dieta, e aliar com exercícios físicos, melhores e mais rápidos serão os resultados. Confira!

Avocado
O avocado é um alimento funcional muito nutritivo e com componentes que contribuem para ter pele saudável, saúde nos olhos, previne infecções e até auxilia até em problemas de impotência sexual .

Essa fruta possui gordura insaturada (vegetal) e componentes biologicamente ativos como fitoestérois - substância capaz de inibir a absorção e síntese do colesterol; e por conter fibras, além de prevenir doenças como o câncer de cólon e auxiliar o funcionamento do intestino, dá sensação de saciedade, o que leva a pessoa a comer menos.

Ao contrário do que se pensava, esta gordura ômega 9 presente no avocado é umas das mais importantes auxiliadoras no emagrecimento, pois diminui o estado inflamatório do organismo. Já está cientificamente comprovado que a obesidade é uma doença inflamatória assim como diabetes, hipertensão, depressão, artrite, celulite etc.

Não deixe essa fruta fora da sua dieta!
BarrigaBarriga
Chá verde
O chá verde é um ótimo aliado da saúde. Considerado uma das bebidas que mais trás benefícios ao corpo humano, ele é rico de catequinas - um ótimo antioxidante, que ajuda no aceleramento do metabolismo, queima gorduras, desintoxica o organismo e desincha. Quer afinar a cintura? Com certeza o chá verde pode ajudar, e muito. Uma dica é não tomá-lo à noite, pois por conter cafeína, pode prejudicar o sono. Não ingerira logo após as refeições, pois ele compete com os minerais e as vitaminas.

Grapefruit ou Toranja 
De acordo com pesquisadores da Scripps Clinic, na Califórnia/EUA, a ingestão de meia toranja antes de cada refeição pode ajudar a perder peso - até um quilo por semana - mesmo se você não mudar mais nada em sua dieta.

Os autores do estudo dizem que um composto da fruta ajuda a regular a insulina, hormônio que armazena gordura. A acidez da fruta faz com que a digestão seja mais tardia, deixando a sensação de satisfação por mais tempo. Ovo Muitas coisas negativas já foram ditas a respeito do ovo, mas hoje em dia está mais do que comprovado que ele é um ótimo alimento. E se o assunto é perder peso, as proteínas contidas nele também são ótimas aliadas. Seja no café da manhã, no almoço ou nos lanches, inclua pelo menos 3 ovos por semana em sua dieta, o resultado será muito positivo. Quinua Segundo a ONU - Organização das Nações Unidas -, a quinua é o alimento mais completo do planeta. Encontrado em forma de macarrão, flocos, farinha e grãos, ele pode ser incluso em sua dieta de diversas maneiras. Desde mingau no café da manhã (pode ser usado no lugar da aveia, por exemplo) até um delicioso jantar feito com seu macarrão.

Potente alimento que ajuda a emagrecer, a quinua também regula o funcionamento do intestino, aumenta a imunidade, e ameniza os sintomas da TPM e menopausa.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA. Para saber mais, acesse www.nutrijobst.com
Fonte: MInha Vida

Três medidas acabam com a barriga saliente do papai

Uma das características mais comuns na turma dos papais é a barriga saliente. O sedentarismo e as comidinhas calóricas, em geral, são os culpados pela silhueta avantajada. Mas o famoso pneuzinho não deve incomodar somente pela parte estética. A gordura que se acumula na barriga, chamada gordura centralizada ou visceral é o tipo de gordura mais nociva ao organismo por ficar perto de alguns órgãos importantes, como o coração.

Quando a gordura se concentra no tronco, os riscos de diabetes, doenças cardiovasculares e hipertensão são muito maiores. "Ela pode causar problemas no fígado e assim aumentar a pressão e a desregular a taxa de açúcar no sangue", explica a nutricionista Camila Leonel.

Em suma, ter um corpo no formato de maçã é mais preocupante para a saúde do que ter um corpo no formato pera, quando a gordura é periférica e acumula-se nos braços, coxas e quadril. Porém, uma mudança de hábitos pode ajudar os pais a recuperarem a forma. Exercícios leves,dieta  e alterações na postura fazem parte do programa. Confira. 

Mexa o corpo todo

A grande maioria acredita que para sarar a barriguinha o único remédio é mergulhar de cabeça nos abdominais. Mas não é só isso que faz a capa de gordura desaparecer. "Não adianta fazer exercícios apenas na região abdominal, um treino localizado não é a melhor maneira de perder gordura. Uma bateria de exercícios para o corpo inteiro é mais eficiente para queimar calorias e acabar com a gordura centralizada", explica a personal trainer Paula Loiola.

Antes de se preocupar em fortalecer os músculos abdominais, é preciso que a camada de gordura centralizada diminua. Por isso exercícios menos concentrados que queimam mais calorias são indicados para aqueles que querem perder a barriga.

Segundo Paula Loiola, deve ser feito todo um trabalho de preparação e adaptação para aqueles que estão começando a fazer o treino antibarriga. "Os músculos dessa região devem se acostumar com o esforço feito nas séries. Se o exercício é feito de maneira inadequada, a pessoa sente dores e acaba desanimando."  
Abdominal-fotogettyAbdominal
Para aqueles que não estão acostumados com abdominais e que não têm tempo, duas séries de dez flexões já são um bom começo. "Um intervalo de 30 a 40 segundos entre uma série e outra já é suficiente para a musculatura se recuperar", diz Paula.
Lembre-se que fazer inúmeros abdominais todos os dias não deixará sua barriga mais sarada. Os músculos do abdômen precisam de um descanso de aproximadamente 48 horas depois de uma seção de exercícios. Fazer esse exercício três vezes por semana é mais aconselhável do que todos os dias. 

Garfadas certeiras

Não adianta fazer um trabalho muscular sem adequar a alimentação. O peso de importância é de 50% para cada lado. Fechar a boca para alimentos que contém muita gordura saturada é uma das principais medidas que um pai que quer perder a barriguinha deve tomar.

São basicamente gorduras animais, que provêm da carne vermelha, lácteos, como leite e queijos amarelos. "Além disso, as bebidas alcoólicas também são alimentos que dificultam a perda de gordura", explica Camila Leonel. Um prato "colorido" é a melhor opção. "Um prato que tenha uma fonte de proteínas, como carne de frango, folhas, legumes e frutas é um tipo de refeição balanceada que ajudará a perder a barriga", completa Camila. 
Salmão-fotogettySalmão
Alguns alimentos são conhecidos por ajudar na queima de gordura e no ganho de massa muscular. Opções como espinafre, amêndoas, castanhas e outras frutas oleaginosas, feijão, carnes magras, como frango, peito de peru e peixes, além de mamão, azeite de oliva, pão integral e frutas vermelhas saciam a fome e não contém grandes quantidades de gorduras.

O leite e o ovo podem ser consumidos, mas pedem cuidados na escolha das versões mais leves. "O leite integral contém mais gordura. Já o leite desnatado ajuda fortalecer os músculos. O tipo de preparação do ovo antes da refeição também é muito importante. Se ele for cozido ou for preparado na forma de omelete, ele é uma grande fonte de proteínas e não atrapalha na boa forma. Mas evite o ovo frito", explica Camila Leonel. 

Ajuste a postura


Outra vilã da barriguinha saliente é a postura incorreta. Quem mais sofre com isso são os homens que passam grande parte do dia sentado, em geral no ambiente de trabalho. A posição curvada é um perigo. Sempre que ficam nessa posição, os músculos do abdômen relaxam e perdem tonicidade. Uma boa dica é manter os pés apoiados no chão, em um ângulo reto em relação aos joelhos, encostar as costas no suporte da cadeira, e prestar atenção para que essa postura permaneça. Esse hábito simples ajuda a manter os músculos da barriga constantemente ativos e rígidos, além de prevenir dores nas costas causadas por má postura.

Outra dica importante é nunca ficar muito tempo na mesma posição. Tanto no trabalho quanto em casa. Levantar e andar um pouco com o abdômen contraído de hora em hora ajuda a exercitar os músculos da região abdominal e favorece a queima de gordura.
 

Conheça 10 tratamentos estéticos para combater a celulite

Nem mesmo as modelos de corpo mais sequinho conseguem escapar dela, atualmente. Horas sentadas, escorregões na dieta e alguma influência genética fazem deste o problema de beleza mais temido no cotidiano feminino. Cerca de 85% das mulheres com mais de 35 anos convivem com a celulite, de acordo com a dermatologista Carolina Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Esse tipo de inflamação está dividido em três graus, dependendo da profundidade dos buraquinhos e até da consistência da pele (mais firme ou mais flácida). No nível 1, a celulite aparece quando a pele é pressionada, enquanto no 2 nenhum estímulo é necessário para notar o problema. Já o grau 3, além de apresentar furinhos profundos, largos e em grande quantidade, pode provocar sensação de dor.

"Nenhum tratamento estético contra celulite funciona sem alterações na dieta e prática de exercícios fiscos", afirma a dermatologista. "É preciso reduzir o consumo de açúcar e de gorduras, além de tomar muita água. Exercícios aeróbios ajudam na queima de gordura localizada, enquanto a musculação dá mais firmeza para a pele".

Mas se você está com disposição para encarar um pacote completo de combate ao problema, veja as dicas dos especialistas e escolha a melhor solução estética para deixar sua pele lisinha outra vez.

Drenagem linfática
Indicada para todos os graus de celulite, a drenagem linfática é uma massagem voltada a à eliminação de líquidos acumulados nos tecidos. "A partir desses movimentos, toxinas e outros resíduos metabólicos também são expelidos, o que estimula a circulação sanguínea e, consequentemente, melhora o aspecto da pele como um todo", afirma a dermatologista Carolina Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). A drenagem também tem um papel importante nas regiões atingidas pela celulite porque ajuda a eliminar pequenos nódulos de gordura aprisionados no tecido. Por isso, o método costuma ser bastante eficaz no combate ao problema, além, é claro, de acabar com a sensação de inchaço.

Massagem modeladora
Enquanto a drenagem linfática estimula a eliminação do líquido acumulado no corpo, a massagem modeladora atua tanto sobre o sistema linfático quanto sobre as placas de gordura. "Para atingir a gordura é necessária uma massagem mais firme e com movimentos rápidos e repetitivos", afirma a nutricionista especialista em estética Lila Valente, da Clinic Med. A manipulação da gordura promove a vasodilatação, aumenta a oxigenação local e acelera a velocidade de metabolização, o que ajuda a diminuir a flacidez. Ela é indicada para todos os graus de celulite, desde que o problema esteja associado a gordura localizada - nos casos em que a celulite surge por flacidez da pele ou carga genética, a massagem modeladora não é tão eficiente.

Creme anticelulite
Ainda não há uma solução definitiva contra a celulite. Os tratamentos também dependem de uma alimentação equilibrada, da prática regular de exercícios, da predisposição genética, entre outros fatores. "O uso de cremes anticelulite deve estar associado a outros tratamentos e hábitos saudáveis para surtir efeito", afirma a fisioterapeuta Ingrid Peres, da clínica Onodera Estética. O mercado oferece opções com retinoides, castanha da Índia, extrato de chá verde e diversas outras composições. Em geral, eles promovem a quebra da gordura local, a melhora da microcirculação e o estímulo à produção de colágeno, o que melhora a celulite.

Endermologia
"A endermologia é um tratamento não invasivo que usa um aparelho motorizado composto por um sistema de sucção e dois rolos", afirma a dermatologista Carolina Marçon. Os movimentos do aparelho estimulam a circulação e promovem a drenagem linfática, o que diminui a celulite. Recomendado nos graus moderados e graves, o método ainda realiza uma leve esfoliação que elimina as células mortas no local em que é aplicado. Visualmente, a pele fica com menos irregularidades e com aparência renovada.

Radiofrequência
De acordo com a fisioterapeuta Ingrid, este é um dos tratamentos mais eficazes contra a celulite. "Ele estimula a produção de colágeno, o que diminui as traves fibrosas que retraem o tecido e deixam a pele cheia de furinhos", afirma. O aparelho utiliza uma radiação eletromagnética de alta frequência que faz com que as moléculas de água se agitem, aumentando a temperatura. O procedimento não é invasivo e não traz qualquer prejuízo à pele. Além disso, é um dos mais duradouros, por reestruturar o tecido de maneira mais intensa. É indicado para todos os graus de celulite, principalmente nos casos em que há flacidez associada.


Mesoterapia
A mesoterapia é uma técnica que utiliza um coquetel de medicamentos para diminuir a gordura no local tratado, de acordo com a dermatologista. "O princípio básico da técnica é a aplicação de uma pequena quantidade dessas substâncias na área a ser tratada. Ao se espalhar pelo organismo, o coquetel estará diluído, o que reduz o risco de efeitos colaterais". Mas segundo a especialista, dependendo da aplicação e da administração dos medicamentos, o resultado pode ser prejudicial. Ela reforça ainda que é fundamental associar o tratamento a um treino regular, à alta ingestão de líquidos e a uma alimentação equilibrada.

Laser
O tratamento da celulite com laser é feito da seguinte maneira: na área que vai ser tratada, é aplicada anestesia local e, por meio de duas pequenas incisões (do tamanho da ponta de uma caneta), são inseridas cânulas com a fibra ótica do aparelho. "Em seguida, o laser é aplicado, destruindo a gordura localizada e quebrando septos fibrosos que deixam a pele com aspecto irregular", afirma a dermatologista Carolina Marçon. O procedimento ainda estimula a produção de colágeno, deixando a pele mais firme e com maior elasticidade. De acordo com a especialista, todo o processo leva cerca de uma hora e meia.


Carboxiterapia
A carboxiterapia, apesar de recomendada em algumas clínicas de estética para todos os tipos de celulite, não conta com apoio médico. Isso porque, inicialmente, a técnica foi criada para tratar úlceras na pele - a injeção de dióxido de carbono melhorava a circulação sanguínea e a oxigenação dos tecidos, fazendo com que as feridas se fechassem mais rapidamente. Depois, começou a ser usada no meio estético com a ideia de que sua ação vasodilatadora também poderia reduzir a flacidez e as irregularidades decorrentes da celulite. Mas até agora foram feitos poucos estudos sobre a eficácia e a segurança do método, então a maioria dos dermatologistas não apoia o tratamento.


Ultrassom com lipolíticos
O efeito mecânico e/ou térmico do ultrassom lipolítico tem sido bastante usado no combate à celulite e à gordura localizada. A promessa do tratamento é realizar modificações nas ligações intercelulares e aumentar a permeabilidade da membrana celular. "Ele tem uma potência maior do que o ultrassom convencional e, geralmente, é acompanhado de um gel que auxilia a movimentação do aparelho e facilita a penetração da onda sônica", explica Ingrid Peres. Entretanto, mais estudos são necessários para provar a real eficácia do método, o que faz com que o tratamento ainda desperte desconfiança no meio médico.

Gesso liporredutor

O gesso liporredutor é uma mistura de substâncias que endurecem quando aplicadas sobre a pele, promovendo aquecimento, vasodilatação e melhor penetração de princípios ativos como a cafeína. "Teoricamente, a cafeína atuaria quebrando a gordura, estimulando a microcirculação e drenando o líquido acumulado", afirma a dermatologista Carolina. O problema é que esse tratamento tem apenas base teórica, não havendo comprovação científica da sua eficácia. Ainda assim, o método é recomendado para graus mais avançados de celulite e, segundo as clínicas que realizam o tratamento, precisa de, pelo menos, dez sessões para apresentar resultados.

Fonte: Minha Vida

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Hamburger de salmão

Ingredientes


400 g de salmão fresco sem pele
1 clara
3 colheres (sopa) de queijo cottage
2 cebolas raladas
2 colheres (chá) de gengibre ralado
Raspas de limão
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Molho
1/2 xícara (chá) de caldo de galinha
2 xicaras (chá) de suco de uva
1/2 xícara (chá) de suco de tomate
1/2 cebola picada
DENTES de alho picados
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Pique o salmão e misture as cebolas raladas, as raspas de limão, o gengibre, o cottage, a clara, o sal e a pimenta. Modele quatro hambúrgueres, transfira para um prato forrado com papel-manteiga e leve para refrigerar por uma hora. Aqueça uma frigideira antiaderente e grelhe os hambúrgueres dos dois lados, até dourar.
Para o molho, aqueça uma panela antiaderente e seque a cebola picada e o alho por alguns minutos. Adicione o restante dos ingredientes e mantenha em fogo médio até reduzir. Sirva regando os hambúrgueres
Fonte: Lucilia Diniz

Moderadores e inibidores de apetite: entenda como eles são usados no tratamento da obesidade

Volta à tona mais uma vez um assunto polêmico e antigo sobre o uso de moderadores de apetite (anorexígenos) no tratamento da obesidade, retirados das prateleiras das farmácias pela ANVISA no Brasil e agora, nova lei no senado federal volta a permitir sua comercialização. Gostaria de, antes de concluir o tema, que o leitor acompanhasse três casos diferentes de personagens fictícios, e no final do artigo, concluir qual deles realmente necessitaria de ajuda de tratamento para PERDER PESO

Caso 1

Na primeira personagem coloquei o nome de Maria. Ela sempre foi uma criança muito vaidosa e sempre que possível perguntava para as pessoas que conhecia se achavam que ela estava gorda. Sempre escutava a mesma resposta: "lógico que não, Maria, você parece até mais para magra!". Porém Maria achava que não, dizia que quando se via no espelho se achava "uma baleia". Já na vida adulta, Maria passou a fazer "dietas mágicas" ainda na busca de "PERDER PESO", embora continuasse escutando de todas as amigas que ela estava com um corpo lindo e não precisaria EMAGRECER nada.
Descontente com o próprio corpo, Maria passou a marcar consulta com médicos que pudessem prescrever para ela medicamentos que lhe ajudasse a EMAGRECER e escutava sempre a mesma resposta: você não tem indicação de tomar medicamentos para PERDA DE PESO, pois está com o peso adequado. Infelizmente Maria não aceitava esta afirmativa e passou a adquirir o hábito de se automedicar com inibidores de apetite, pois conseguia-os com o balconista da farmácia (dando um dinheirinho extra por fora), com a amiga obesa que fazia uso dos mesmos, com profissionais de saúde pouco éticos (que são exceção mais infelizmente existem, como em qualquer profissão) que prescreviam mediante pagamento da consulta e até mesmo pela internet, já que no país onde Maria morava a fiscalização das autoridades competentes sobre a comercialização dos anorexígenos pela web era falha. Maria criou o "hábito" de tomar medicamentos para "emagrecer", embora não precisasse deles e ainda por cima tinha efeitos desagradáveis com o uso contínuo, como insônia, agitação, boca seca e irritabilidade. 

Caso 2

A segunda personagem chamará Ana. Desde a infância, ela gostava de praticar esportes e também tinha uma alimentação SAUDÁVEL, hábitos adquiridos pela orientação dos seus pais que eram preocupados com a saúde da filha e que, aliás, também se cuidavam e tinham peso adequado. Sempre teve um peso estável e nunca brigava com a balança. Continuou sempre ativa durante toda sua adolescência e sempre com a facilidade de se alimentar bem, já que sua mãe zelosa sempre enchia a geladeira de escolhas saudáveis e a comida na mesa era sempre pontual e de fácil acesso. E assim foi até a vida adulta. 
Mas, após se formar na faculdade e começar a trabalhar, Ana passou a não ter mais "tempo" para praticar atividade física e se tornou sedentária. Também não tinha mais como manter aquelaALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL e prática com a qual estava acostumada, a comida saudável na mesa sempre na hora certa. Passou a não ter mais regra para comer e, sempre sobrecarregada com a carga de trabalho e sem tempo, comia qualquer tranqueira à sua volta e sua ansiedade, desencadeada pela cobrança diária das metas a serem batidas impostas pelo seu chefe, parecia contribuir para comer sempre mais, pois era uma forma de recompensar tamanho estresse já que ninguém pode negar que "comer" é um prazer de livre e fácil acesso. Após alguns anos com estes hábitos, sedentária e comendo errado, Ana ganhou 20 quilos à mais na balança. 
Influenciada por uma amiga com personalidade imediatista, iniciou uso de medicamento anorexígeno para conseguir EMAGRECER, mas tinha alguns efeitos colaterais que a incomodavam, como boca seca, irritabilidade e insônia. Não tolerando os efeitos colaterais da medicação escutou de sua mãe: "Ana, por que você não volta com os hábitos saudáveis de antigamente para voltar a ter um peso adequado?". Ana então compreendeu que se não priorizasse sua saúde em detrimento aos hábitos inadequados, jamais emagreceria. Se matriculou na academia e passou a comer adequadamente, como sempre fizera antigamente e depois de vários meses estava novamente com seu peso saudável, e não voltou a engordar, pois manteve os hábitos adequados de forma contínua. Não precisou mais recorrer aos medicamentos para EMAGRECER

Caso 3

O terceiro personagem coloquei o nome de João. Veja sua saga: João já nasceu gordinho. Filho de pais OBESOS, seu pediatra era o primeiro a alertar seus pais que João estava com o peso sempre acima do esperado para sua idade e sua altura e que deveria ter uma alimentação vigiada e ser estimulado a praticar esportes. Dono de uma "fome" imensurável, João tinha uma dificuldade enorme em comer menos e sempre comia bem mais que seus amiguinhos da escola, que o chamavam de "comilão". Já na adolescência, e sempre acima do peso, escutava dos médicos que se não perdesse peso poderia correr riscos de doenças cardiovasculares e diabetes quando adulto. Consciente dos riscos, João passou a praticar esportes com frequência, mas percebia o quanto tinha dificuldade de PERDER ALGUNS QUILOS, mesmo com a manutenção da atividade física. Seu maior vilão continuava a ser sua fome "descontrolada" que o dominava com tamanha força que recuperava o peso perdido com extrema facilidade. 
Já adulto, quando João fazia exames de sangue e media sua pressão arterial, ficava assustado com as previsões catastróficas ditas pelos médicos: "João, se continuar com seu peso excessivo, você vai ficar DIABÉTICO e ter complicações como pressão alta, infarto agudo do miocárdio,AVC e até mesmo maior chance de alguns tipos de câncer", alertavam os médicos. João então assustado tentava sempre conseguir PERDER PESO, mas seu metabolismo parecia lhe boicotar e sua maldita "fome excessiva" era sempre sua maior inimiga. Perdia peso com dificuldade e ganhava com facilidade. Já com oscilações na sua pressão arterial, colesterol alterado e quase diabético, João corria riscos reais na sua saúde, à curto, médio e longo prazo. 
Resolveu então buscar ajuda médica e logo escutou do primeiro especialista que os novos conhecimentos científicos haviam descoberto que algumas pessoas nascem com alteração de genes que os tornam "hiperfágicos", ou seja, possuem uma fome excessiva e não conseguem comer volumes menores e também mutações de genes podem tornar nosso organismo "pouco gastador de energia" e ficar com um metabolismo "lento". João então compreendeu porque seu corpo funcionava daquela maneira. Seu médico explicou que no nosso cérebro existe uma área que dá o comando para que a gente se alimente, chamado ?centro da fome? e era justo ali o seu problema e provavelmente poderia ter também um metabolismo mais "econômico". Explicou que os medicamentos chamados de "anorexígenos" foram pesquisados justamente para atuar na diminuição dos estímulos oriundos deste centro, diminuindo a fome excessiva e facilitando A PERDA DE PESO, desde que os hábitos adequados como atividade física frequente e alimentação balanceada sejam persistentes por "toda a vida", e não apenas pontual no início do tratamento. Seu médico também lhe disse que estes medicamentos podem causar alguns efeitos colaterais que tendem a ser passageiros na maioria dos casos, mas para algumas pessoas estes efeitos colaterais eram mais intensos e justificaria a descontinuidade do seu uso. Bastava então João saber em qual dos grupos ele estaria. 
Iniciou então o uso de um dos medicamentos anorexígenos, na dose correta e com supervisão rigorosa do seu médico especialista e com grande experiência na prescrição desse tipo de remédio. Na primeira semana sentiu a boca ficar um pouco seca e se sentiu um pouco agitado, tendo ficado com o sono um pouco prejudicado. Já na segunda semana de uso, sempre sendo monitorado pelo seu médico, estes sintomas desagradáveis foram cedendo e já a partir da terceira semana estava bem adaptado à medicação, não sentindo mais os sintomas do inicio do tratamento. Já na balança, João ficava cada vez mais contente, pois com uma fome mais controlada e o metabolismo otimizado, mantendo as atividades físicas de maneira frequente e alimentação adequada diariamente , o ponteiro não parava de baixar. Com a perda de peso e hábitos saudáveis, João viu sua pressão arterial ficar controlada, seus exames laboratoriais se normalizarem e sua previsão de ficar diabético e ter complicações cardiovasculares irem por água abaixo. Satisfeito com os resultados, seu médico informou que sempre que for necessário João será medicado se voltar a ganhar peso. 

Conclusão

Expostos os três casos acima, acredito que os leitores concordariam que apenas o João tinha indicação real em usar medicação para PERDER PESO, pois seus riscos na saúde eram bem maiores e reais do que um "possível" efeito colateral ocasionado pela medicação, que no caso do João nem persistiu. É o que todo médico deve analisar quando opta pela prescrição de um medicamento, ou seja, analisar seus benefícios em relação aos seus riscos e se os benefícios forem sem dúvida maiores, o medicamento deverá ser prescrito, caso contrário, deve ser evitado. Já Ana, além de não tolerar a medicação não precisava realmente do remédio e sim retornar aos seus hábitos adequados de vida, já que sua genética era favorável. Já Maria nem deveria "passar perto" da medicação anorexígena, pois além de não ter indicação do uso, também tinha distúrbio da imagem corporal e deveria ser abordada de outra maneira, com psicoterapia de apoio. Mas, acredite, antes da proibição dos anorexígenos, seu uso era totalmente vulgarizado e indiscriminado, o que contribuía com o aumento do número de pessoas com "efeitos colaterais" e também gerando "lucro" no mercado "negro" paralelo da venda de anorexígenos, mesmo sem receita médica, infelizmente tão comum no nosso país. 
Ao olhar da medicina, a obesidade, como no caso do João, é interpretada como uma doença crônica degenerativa: crônica por não ter "cura" e sim "controle" e degenerativa, pois se não for tratada levará a complicações médicas inevitáveis, assim como é o caso da hipertensão arterial, DIABETES Mellitus, doenças reumáticas, insuficiência coronariana, Alzheimer, câncer entre outras. Por este motivo João foi medicado, para que não desencadeasse uma doença degenerativa. Já pensou você leitor, que tem pressão alta, DIABETES, insuficiência coronariana tivesse seus medicamentos de uso contínuo retirado das prateleiras das farmácias? 
A obesidade no Brasil vem crescendo assustadoramente, embora acredito que nem todos que estão acima do peso são iguais ao caso do João, e bastaria uma mudança de hábitos para voltar ao peso adequado. Mais quantos pacientes como João estarão nestas estatísticas? Cabe à classe médica saber avaliar caso a caso e definir de maneira adequada quem realmente precisa ser medicado e, se assim for necessário, dispor de medicamentos específicos para o tratamento. Por isso a ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia), a SBE (Sociedade Brasileira de Endocrinologia) e a ABESO (Associação Brasileira para Estudo da Obesidade) são favoráveis à prescrição dos medicamentos antiobesidade, desde que haja uma fiscalização rigorosa sobre o uso e a venda dos mesmos e punindo os maus profissionais que prescrevem de maneira inadequada e irresponsável, não respeitando as indicações e as contraindicações, como deve ser feito quando se prescreve qualquer medicação para qualquer doença. 
Fonte: MInha vida