quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vitamina B12 e suas fontes alimentares.

Os alimentos ricos em vitamina são especialmente de origem animal, como peixes, carnes, ovos, queijo e leite.
Alguns alimentos de origem vegetal contêm vitamina B12, como o levedo de cerveja e as algas marinhas. Quem consome dietas estritamente vegetarianas, geralmente, tem baixa quantidade dessa vitamina no organismo, a não ser que faça uma suplementação em vitamina B12, que deve ser acompanhada por um profissional de saúde, como o médico ou nutricionista.
Existem também alimentos enriquecidos industrialmente com a vitamina B12. 
A vitamina serve para manter as células vermelhas do sangue saudáveis, atuando na prevenção e no combate da anemia. 

Lista de alimentos ricos em vitamina B12

Alguns exemplos de alimentos fonte em vitamina B12 são:
Alimentos que contêm vitamina B12Peso (g)Quantidade de vitamina B12 (mcg)
Bife de fígado cozido100112
Mariscos no vapor10099
Ostras cozidas10027
Fígado de frango cozido10019
Coração cozido10014
Arenque cozido10010
Caranguejo cozido1009
Truta cozida1005
Salmão cozido1002,8
A vitamina B12 é absorvida no intestino e armazenada, principalmente, no fígado. Portanto, o fígado pode ser considerado uma das principais fontes alimentares de vitamina B12.

Alimentos enriquecidos em vitamina B12

Os alimentos enriquecidos em vitamina B12 devem fornecer em 100 g do produto pronto para o consumo no mínimo 15 a 30% da ingestão diária recomendável. Assim, em 100g de um alimento enriquecido em vitamina B12 existem 0,36 a 0,72 mcg de vitamina B12.
Os alimentos enriquecidos com vitamina B12 podem ser:
  • cereais matinais;
  • produtos à base de soja, geralmente usados como alternativas ao leite;
  • fórmulas infantis não lácteas à base de proteína de soja;
  • cereais para alimentação infantil;
  • achocolatados em pó;
  • creme de amendoim.
Os alimentos enriquecidos em vitamina B12 são especialmente aconselhados para vegetarianos porque não consomem produtos de origem animal, que são as fontes alimentares de vitamina B12. 

Excesso de vitamina B12

O excesso de vitamina B12 no organismo pode provocar pequenas alterações no baço, alteração dos linfócitos e aumento dos linfócitos. Isto não é muito comum, pois a vitamina B12 é bem tolerada pelo organismo, mas pode ocorrer caso o indivíduo tome suplementos de vitamina B12 sem o acompanhamento médico.
Fonte: Tua saúde

Vitamina B12- Deficiência, diagnóstico e tratamento

Deficiência de vitamina B12 é causa de anemia acompanhada ou não por dificuldade para andar e parestesias ou formigamentos de distribuição simétrica, principalmente nas pernas, pés e mãos.
Pode haver ainda palidez, inchaço, hiperpigmentação da pele, icterícia e fraqueza muscular. Inflamações na língua, má absorção de nutrientes, infertilidade e tromboses são menos frequentes.
A vitamina B12 é essencial para a formação, integridade e maturação das hemácias. Em sua ausência, elas aumentam de volume e o tamanho do núcleo fica desproporcional ao do citoplasma. Na medula óssea — local em que são produzidas — o número de células chega a aumentar tanto que o aspecto simula o das leucemias.
É uma vitamina necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do sistema nervoso. Sem ela, a mielina que recobre os nervos (como a capa de proteção faz com os fios elétricos) sofre um desgaste que recebe o nome de desmielinização, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro.
A principal fonte de B12 está nos alimentos de origem animal. Mas, para absorvê-la, o tubo digestivo depende de fatores intrínsecos presentes num grupo especial de células do estômago (células parietais) e de receptores localizados no íleo.
Anemia perniciosa
A causa mais frequente da deficiência de B12 é a perda desse fator intrínseco produzido pelas células parietais, associada a um tipo de gastrite (gastrite atrófica). A anemia resultante é denominada anemia perniciosa, nome inadequado, porque não leva em consideração as manifestações neurológicas.
A anemia perniciosa resulta de um mecanismo autoimune em que a própria resposta imunológica destrói as células parietais do estômago. Como consequência, ocorre perda do fator intrínseco necessário para a ligação com a vitamina B12 ingerida.
Doenças autoimunes, como diabetes do tipo 1, vitiligo e as que afetam a tireoide, aumentam o risco de anemia perniciosa.
A prevalência é de 50 a 4.000 casos em cada cem mil habitantes. É mais comum em descendentes de africanos e europeus do que em asiáticos. É preciso estar atento às formas leves de gastrite atrófica que ocorrem em até 20% das pessoas mais velhas.
Se alimentados exclusivamente com leite materno, filhos de mães portadoras de deficiência de B12 podem apresentar a partir dos quatro meses de idade: anemia, hipotrofia cerebral, retardo de desenvolvimento, hipotonia muscular, perda de apetite, irritabilidade, tremores, letargia e coma.
A reposição de B12 provoca regressão rápida do quadro. Quanto mais prolongada a deficiência, mais lenta e incompleta a recuperação.
Outras causas da deficiência:
1) Cirurgias que reduzem as dimensões do estômago, como as gastrectomias totais ou parciais e as cirurgias bariátricas;
2) Doenças inflamatórias do intestino e as que provocam má absorção;
3) Uso crônico de medicamentos para reduzir a concentração de ácido no suco gástrico (omeprazol, ranitidina, etc.);
4) Uso de metformina no diabetes;
5) Dietas vegetarianas ou pobres em alimentos de origem animal.
 Diagnóstico e tratamento
Embora níveis sanguíneos de B12 muito baixos estejam associados à deficiência, é raro encontrá-los. Resultados na faixa de normalidade não excluem a possibilidade de haver déficit. Exames falso-negativos e falso-positivos são frequentes.
O diagnóstico é feito com base nas dosagens sanguíneas de ácido metilmalônico e homocisteína, que se encontram elevadas em 98% dos casos. Como a reposição vitamínica provoca diminuição progressiva dessas concentrações, a primeira dosagem deve ser pedida antes de iniciar o tratamento.
A reposição começa com uma dose de ataque de oito a dez ampolas de 1.000 microgramas, por via intramuscular; seguidas de uma ampola por mês. A dose por via oral é de 1.000 a 2.000 microgramas diárias.
A anemia geralmente é corrigida em dois meses. O quadro neurológico regride parcial ou completamente em seis meses. O tratamento é mantido por períodos longos ou pela vida toda.
Fonte: Drauzio Varella

Melancia, a fruta que não pode faltar na sua dieta.

Perfeita para para hidratar e limpar o organismo, a melancia faz os rins trabalharem melhor. Tem também vitaminas, minerais e as nossas amigas, as fibras, que aumentam a saciedade – o que nos faz comer menos!
E, por conta da citrulina, a fruta auxilia a remover a amônia e outras toxinas do nosso organismo. Isso porque a citrulina provoca um efeito diurético, ao produzir no nosso corpo a arginina. Este aminoácido essencial tem grande poder cicatrizante e anti-inflamatório. Ao ser acionado, além de ajudar a diminuir os níveis de açúcar no sangue, este processo eleva os níveis de óxido nítrico do sangue, o que faz aumentar a sua circulação.
Que tal contar com toda esta prevenção, da maneira mais gostosa e refrescante possível? Esta é a minha proposta, com a receita de sorbet superfácil de fazer. Sorbet é a mesma coisa que sorvete, só que, ao invés de leite, é feito com água. Confira a seguir.
SORBET DE MELANCIA

Ingredientes

200 ml de suco de melancia
Suco de meio limão
1 colher (café) gengibre ralado
Gelo triturado
1 colher (sopa) de sal

Modo de preparo

Misture o suco de melancia com o suco de limão e o gengibre ralado.
Despeje a mistura em um saco plástico com fecho tipo zip (ou outro que fique bem fechado) e reserve.
Em outro saco maior, junte o gelo triturado com o sal e misture bem.
Em seguida, coloque o saco fechado com o suco de melancia dentro do saco com gelo.
Segure firme com as duas mãos para chacoalhar bem por 5 minutos ou até o suco de melancia virar sorbet.
fONTE: LUCILIA DINIZ

Receita de panqueca sem farinha!

Receita especial para aquelas pessoas que estão optando por alimentação sem farinha.
Experimente e veja que delícia!

Ingredientes

1 banana
2 ovos

Modo de preparo

Bata no liquidificador os ovos e a banana.
Coloque uma concha de massa na frigideira apenas morna.
Em fogo bem baixo, espere um minutinho e vire para assar do outro lado.
Sirva com mel ou uma cobertura de sua preferência.
Fonte: Lucília Diniz

sábado, 26 de julho de 2014

Temperos funcionais que ajudam no emagrecimento.

Os cubos de couve e os temperos funcionais são ideais para desintoxicar o organismo e auxiliar na redução do peso. São simples e fáceis de preparar. Confira:
Cubos de couve
1 maço de couve manteiga ( de preferência orgânico)
Pique as folhas no liquidificador com 100 ml de água. Deixe bater bastante até ficar numa consistência de suco grosso. Atenção: não é necessário acrescentar mais água.
Coloque nas forminhas de gelo e deixe gelar no congelador ou freezer. Depois, é só adicionar nas preparações do dia a dia: água do arroz, feijão e sopas.
Combine também os cubinhos de couve com  sucos de laranja, limão e outros sabores. Evite o açúcar comum na preparação dos sucos. Use açúcar mascavo ou adoçantes.
Tempero funcional
2 colheres (sopa-cheia) de hortelã
3 colheres (sopa-cheia) de sálvia
2 pacotes (12g) de alecrim
3 pacotes (180g) de alho desidratado
3 pacotes (90g) de cebola desidratada
4 pacotes (120g) de orégano
2 pacotes (100g) de açafrão da Terra (cúrcuma)
2 colheres (sopa-cheia) de pimenta
2 pacotes (12g) de cheiro-verde
1 pacote (5g) de cebolinha desidratada
3 colheres (sopa-cheia) de páprica doce
1 pacote (4g) de louro
Fonte: Dieta e Saúde

O que causa a gordura no fígado?

A esteatose hepática, vulgarmente conhecida como acumulação degordura no fígado, é uma doença única, mas com múltiplas causas possíveis. Seja qual a origem da doença, esta irá manifestar-se geralmente da mesma maneira. Neste artigo iremos apresentar as diversas causas para a gordura no fígado. Leia também o artigo principal sobre Gordura no fígado.
foto de gordura no fígado


Como referimos atrás, existem muitas causas para este problema, havendo no entanto algumas que são mais frequentes. Assim, as principais causas para a esteatose hepática estão associadas a 
hipertensão arterial, aumento do colesterol e triglicerídeos, diabetes, obesidade, alcoolismo, distúrbios metabólicos (síndrome metabólica) e a toma de alguns medicamentos.

Quais são as causas de esteatose hepática?

As causas para esta condição clínica podem ser divididas em 3 grupos: causas químicas, causas nutricionais e causas hormonais.

Causas químicas

Neste grupo podemos incluir como possíveis causas da esteatose hepática componentes químicos, fármacos e drogas, tais como o álcool, cortisona, tetracloreto de carbono, ou tetraciclinas, entre outros. De todos os elementos mencionados, a substância com o efeito mais prejudicial é claramente o álcool. Normalmente, a gordura no fígado originada por estas causas irá manifestar-se através de um inflamação associada com febre, fadiga e icterícia. 

Causas nutricionais

Uma das causas mais frequentes para a esteatose hepática está ligada a carências e a distúrbios nutricionais. Obesidade, carência proteica, jejum prolongado e até, uma cirurgia de bypass intestinal (bypass gástrico). Como em muitos destes casos, sobretudo na obesidade, estamos a falar de causas que perduram no tempo, é habitual a esteatose evoluir até à lesão hepática, com inflamação associada.

Causas hormonais

Nestas situações, seja devido a uma doença, como a diabetes mellitus (doença metabólica), seja devido a uma condição ocasional, como a gravidez, há repentinamente uma acumulação de uma grande quantidade de gordura no fígado. Nesta situação, o volume do fígado irá aumentar, provocando dessa forma dor na zona superior direita do abdomen.
Fonte: Especialista 24

Como diminuir a gordura no seu fígado?

A gordura no fígado (esteatose hepática) tem diversas causas, entre as quais a obesidade e a diabetes, que implicam uma terapia nutricional como forma de tratamento. Assim, neste artigo iremos abordar qual a dieta mais apropriada para um quadro clínico de gordura no fígado. Antes de seguir com a leitura era interessante ler primeiro o artigo principal sobre Gordura no fígado.
Dieta para Gordura no Fígado

Antes de mais, qualquer dieta tem como princípio básico ser equilibrada e saudável. Assim, e partindo desta base, uma dieta para a gordura no fígado terá de ter como objetivo atingir o peso ideal, sem implicar alterações nas necessidades nutricionais diárias.

Alimentação para Gordura no Fígado

Assim, uma dieta apropriada deverá ser pobre em hidratos de carbono simples, e rico em vegetais e frutas, alimentos integrais, e ainda, em gorduras essenciais, como os ácidos graxos (mono e polinsaturados). A distribuição dos nutrientes deverá diminuir a percentagem lipídica, ocupando apenas 25% do número de calorias total, mantendo no entanto as mesmas percentagens proteicas e de hidratos de carbono. Se a causa que está na origem do problema é o álcool, a maior mudança passa pela total exclusão desta bebida da dieta.

Hidratos de carbono

Relativamente a estes nutrientes, deverá ser dada prioridade aos hidratos de carbono complexos, vindos de alimentos integrais. Como exemplos temos o pão integral, farelos, leguminosas, biscoitos integrais. Qualquer fonte de hidratos de carbono que tenha associado fibras. Quanto aos hidratos de carbono simples, presentes sobretudo em alimentos ricos em açúcar, como por exemplo os doces, devem ser evitados ao máximo, pois o seu consumo regular irá aumentar os níveis de glicose no sangue, excesso esse que é transformado em triglicerídeos, tipo de gordura que está na origem da esteatose hepática. Da mesma maneira, no consumo de frutas devem ser privilegiadas aquelas com menor índice glicémico, pois as mais ricas em açúcar irão resultar também no aumento dos níveis de concentração de glicose no sangue.

Fibras

As fibras, especialmente as fibras solúveis, têm um papel importante no controlo e no tratamento da esteatose hepática. Estas fibras, ao associarem-se no trato digestivo com a glicose e com as gorduras, irão dificultar a absorção de gorduras para o sangue, diminuindo dessa forma os níveis de concentração destes nutrientes.

Gorduras

Como foi referido em cima, a ingestão deste nutriente deve ser reduzido, e deve ser privilegiado o consumo de gorduras essenciais – os ácidos graxos (polinsaturados e monoinsaturados). Este tipo de gordura irá ter um efeito protetor da função cardíaca e influenciar no perfil lipídico sérico. Contudo, é bom lembrar que não deixam de ser gorduras, e como tal, o seu consumo deve ser controlado, já que são normalmente alimentos muito calóricos. Como exemplos de alimentos ricos em gorduras essenciais temos o azeite, frutos secos, atum, sardinha, salmão, e ainda, cereais como a quinoa e a linhaça. Há ainda a hipótese de tomar suplementos de ómega-3, um dos ácidos graxos mais importantes para o nosso organismo. Relativamente a leites e seus derivados, deve procurar ingerir os produtos desnatados e magros.
De seguida apresentamos alguns conselhos para tornar a sua dieta mais saudável, e promotora do tratamento da esteatose hepática. Estes conselhos devem ser seguidos durante o tratamento, mas também após, de forma a evitar novas recaídas, e também por aqueles que nunca sofreram, servindo de prevenção do problema.
- diminuir ou eliminar o consumo de bebidas alcoólicas;
- preferir o consumo de alimentos saudáveis, tais como legumes, vegetais, frutas ou carnes magras;
- beber bastante água entre as principais refeições do dia;
- utilizar preferencialmente o azeite como gordura, especialmente na salada. Não exagerar nas quantidades;
- evitar o consumo de alimentos ricos em hidratos de carbono simples ou em gorduras, tais como as sanduíches, as pizzas, os hambúrgueres, etc.;
- ter uma dieta diária rica em fibras e vitaminas.
Não existe melhor remédio caseiro e tratamento natural do que seguir corretamente uma dieta equilibrada de acordo com os princípios aqui referidos. Se o fizer conseguirá eliminar uma parte significativa da gordura existente no fígado, e também eliminar a barriga ao fim de um período aproximado de dois meses. No entanto, é importante referir que o exercício físico (recomenda-se) irá tornar todo este processo ainda mais saudável, eficaz, e por isso, mais rápido.

Alimentos que limpam o fígado

alho figadoAlho

Apenas uma pequena quantidade deste bulbo branco pungente tem a capacidade de ativar as enzimas do fígado que ajudam o seu corpo a eliminar as toxinas. O alho também contém grandes quantidades de alicina e selênio, dois compostos naturais que ajudam na limpeza do fígado.

Toranja

Rica em vitamina C e antioxidantes, a toranja aumenta os processos naturais de limpeza do fígado. Um pequeno copo de suco de toranja recém-espremido ajuda bastante a aumentar a produção de enzimas de desintoxicação do fígado que ajudam a eliminar substâncias cancerígenas e outras toxinas.

Beterraba e cenoura

Ambas são extremamente ricas em flavonóides e beta-caroteno. Incluir beterraba e cenoura na sua alimentação pode ajudar a estimular e melhorar as funções gerais do fígado.

Chá Verde

Esta é uma bebida excelente para o fígado, devido aos antioxidantes nela contidos, conhecidos como catequinas, compostos que ajudam no bom funcionamente da função hepática. O chá verde não é apenas um chá delicioso, é também uma ótima maneira de melhorar a sua dieta em geral.

Vegetais de folhas verdes

Um dos nossos mais poderosos aliados na limpeza do fígado. As folhas verdes podem ser usadas cruas, cozidas ou em sumo. Extremamente ricos em clorofila estes vegetais têm a capacidade distinta paraneutralizar os metais pesados, os produtos químicos e pesticidas, fazendo deles um poderoso mecanismo protector para o fígado.
Tente incorporar estes vegetais tais como, abóbora amarga, rúcula,dente de leão, espinafre, mostarda e chicória na sua dieta. Isso ajudará a melhorar o fluxo da bile.

Abacate

Rico em nutrientes o abacate ajuda o corpo a produzir glutationa, um composto necessário para o fígado purificar as toxinas prejudiciais.

Maçã

Ricas em pectina, as maçãs seguram os componentes químicos necessários para o corpo limpar e libertar toxinas a partir do tracto digestivo. Isto, por sua vez, vai fazer com que seja mais fácil para o fígado limpar todas as tóxicas, durante o processo de limpeza.

Azeite de oliva

O azeite de oliva é óptimo para o fígado, quando usado com moderação. Ajuda o corpo, fornecendo uma base lipídica que pode aspirar as toxinas existentes no corpo.

Grãos Integrais

Os grãos, como o arroz integral, são ricos em vitaminas do complexo B, nutrientes conhecidos como benéficos para a metabolização da gordura total, função hepática e do descongestionamento do fígado. Se possível, não coma alimentos com farinha branca.

lima limãoLimão e lima

Estes citrinos contêm quantidades muito elevadas de vitamina C, que auxiliam o corpo a sintetizar materiais tóxicos em substâncias que podem ser absorvidas pela água.Beber suco de lima ou limão recém-espremido na parte da manhã ajuda a estimular o fígado.

Nozes

As nozes asseguram ao organismo quantidades elevadas de arginina, um aminoácido que ajuda na conversão da amônia, substância tóxica neutralizada pelo fígado e convertida pela Arginina em uréia. As nozes também são ricas em glutationa e ácidos graxos ômega-3, que ajudam na limpeza do fígado. Certifique-se de mastigar bem as nozes (até que sejam liquefeitas) antes de engolir.

Repolho

Bem como os brócolos e a couve-flor, comer  repolho ajuda a estimular a ativação de duas enzimas desintoxicantes do fígado cruciais que ajudam a eliminar as toxinas. Tente comer mais kimchi (prato tradicional Coreano), salada de repolho, sopa de repolho e couve.

Curcuma

Tempero favorito para o fígado. Tente adicionar um pouco desta bondade desintoxicante no seu próximo prato de lentilhas (salada, sopa, arroz, etc) ou prato vegetariano. Existem outros alimentos que desintoxicam o fígado e incluem: alcachofra, aspargos, couve de Bruxelas.

Sintomas

A doença é normalmente silenciosa, não produzindo qualquer sintoma, especialmente no início. Com o avanço da doença, se não for detectada e tratada, normalmente após alguns anos ou décadas, irão surgir os primeiros problemas, tais como: Fadiga, perda de peso ou perda de apetite, fraqueza, náusea, confusão, dificuldade de raciocínio, ou dificuldade de concentração.
Estes sintomas também podem estar presentes:
Dor no centro ou na parte superior direita do abdômen
Aumento do fígado
No caso de doença hepática alcoólica, os sintomas podem agravar-se após períodos de consumo excessivo de álcool. Se desenvolver uma cirrose, o fígado perde a capacidade de funcionar. A cirrose pode provocar sinais e sintomas, tais como: retenção de líquidos, perda de massa muscular, hemorragia interna, icterícia (amarelamento da pele e olhos) e insuficiência hepática. Saiba mais sobre os Sintomas de gordura no fígado.

Causas

A esteatose hepática é mais frequentemente em pessoas de meia-idade e com sobrepeso ou obesos. Essas pessoas têm muitas vezes níveis elevados de colesterol ou triglicéridos e diabetes ou pré-diabetes (resistência à insulina). Outras possíveis causas de doença incluem: Medicamentos, hepatite viral como a hepatite Ahepatite B, C, D, E e F (Leia: Hepatite – Tipos, Virais (A, B, C, D, E, G), Tóxica e Auto Imune), Doença hepática auto-imune ou hereditária, Perda de peso rápida e Subnutrição.
Fonte: Especialista 24

Pancreatite- Orientações na dieta.

A dieta para pancreatite é fundamental para o sucesso do tratamento. Na dieta alimentar para pancreatite é recomendado:
  • Não ingerir bebidas alcoólicas;
  • Não ingerir alimentos que contenham gordura;
  • Evitar refeições volumosas.
O objetivo da dieta para pancreatite é fornecer uma alimentação pobre em gorduras (40 a 60g de gordura/dia) e inibir a produção de enzimas pancreáticas, diminuindo assim os sintomas de dor, náuseas e vômitos.
Para facilitar a digestão o médico poderá receitar a toma de um medicamento semelhante à enzima produzida pelo pâncreas, chamado pancreatina, antes das principais refeições.

Dieta para pancreatite

Esta dieta com 40 g de gordura pode ser considerada um exemplo de alimentação que pode ser aplicada em casos de pancreatite.
Quantidade AlimentoConteúdo aproximado de gordura
2 xícaras leite desnatado0
170 gramascarne magra, peixe ou aves18
3/ semanaovo inteiro ou gema de ovo2
3 porções vegetais (incluir verde escuro e amarelo intenso)0
3 porçõesfrutas (ao menos 1 cítrica)0
quanto bastepães e cereais sem gordura0
1 colher de chámargarina20 -25 
 gordura total38 - 43 

Pancreatite aguda

Nas crises de pancreatite aguda a alimentação dever ser interrompida e a hidratação endovenosa é uma forma importante para deixar o paciente estável. Outra solução quando a crise não for muito grave é uma dieta liquida, clara e quase sem gordura, e de acordo com a tolerância do paciente, que deve ser monitorada através da diminuição dos sintomas de dor, náuseas ou vomito evoluir com alimentos de fácil digestão sempre com pouca gordura.

Pancreatite crônica

Na pancreatite crônica a dor, vomito e diarreia que geralmente são provocados pelas refeições  dificulta a manutenção de um bom estado nutricional devido a ma digestão, ma absorção das proteínas e gordura, nestes casos a reposição enzimática são importantes assim como a suplementação da vitaminas B12 e a manipulação do pH intestinal. Uma estrategia viável para promover o ganho de peso e introduzir na dieta MCTtriglicerídeo de cadeia media), que e uma gordura de melhor absorção e menor necessidade de digestão.

Alimentos permitidos na pancreatite

  • leite desnatado, queijo branco ou ricota;
  • clara de ovo;
  • cereais integrais, grãos, pipoca; (sem gordura)
  • carnes magras como peixe de frango e filé de peixe;
  • geleia, gelatina, merengues, biscoitos integrais;
  • bolo simples, sem recheio ou cobertura;
  • arroz, macarrão, batata, pão; (sem gordura)
Alimentos proibidos na pancreatite
  • chocolate,
  • bebidas alcoólicas,
  • carnes gordurosas, manteiga, queijos amarelos,
  • alimentos prontos congelados, hambúrguer, fast food em geral; (geralmente são muito gordurosos)
  • frituras, embutidos como salame e salsicha.
Estes são somente alguns exemplos de alimentos permitidos e proibidos na dieta para pancreatite. Uma boa dica é sempre que for consumir algum alimento verificar no rótulo se o produto contém gordura saturada ou hidrogenada e caso tenha, não consumir, tendo sempre sob controle a quantidade total de gordura que vai se ingerindo durante o dia, nunca ultrapassando a recomendação dietética.
A orientação individualizada para criar uma dieta que funcione é essencial para o tratamento da pancreatite.
Fonte: Tua saúde

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Dieta das cavernas, conhece?

Não é aula de história não.
É uma dieta que, embora seja referência a um período da existência humana, está mais atual do que nunca.
O nome é paleolítica, ou pálio, como vem sendo chamada.
Na hora que me falaram - uma amiga fisioterapeuta - acabei rindo porque achei que não era sério.
Mas, como a amiga impõe credibilidade (valeu Cris) resolvi conferir.
Alvo de polêmica e críticas e capa de uma das principais revistas semanais, a dieta tem fundamento e embasamento científico.
Como o próprio nome diz, a ela propõe hábitos alimentares das cavernas e derruba mitos da dita alimentação balanceada.
A páleo sugere uma pirâmide alimentar com base no consumo de proteínas magras, carboidratos de verduras, açúcares de frutas e gorduras de peixes e oleaginosas.
Sucesso
A dieta ganhou força graças ao documentário “The Perfect Human Diet”, lançado no ano passado.
A obra aponta as causas da obesidade, que estariam no que se vende hoje como alimentação ideal.
O documentário defende que a atual forma de alimentação do ser humano seria uma máquina de produzir acúmulo de gordura.
Ela propõe, então, o resgate da forma como o homem se alimentava no tempo em que era nômade, antes da agricultura, há cerca de dois milhões de anos.
“O corpo humano evoluiu para digerir os alimentos do planeta Terra de então. Isso ficou gravado em nosso DNA.
Introduzir na dieta comidas inexistentes naquela época, sobrecarrega o organismo, provocando um tipo de pane. A obesidade é uma das consequências”, afirma o jornalista americano Charles Hunter, produtor do documentário.
O que comer
Além das proteínas das frutas, a dieta recomenda muita água.
O cardápio paleolítico inclui peixe, carne branca ou vermelha, legumes, verduras, tubérculos (como inhame e batata-doce, de preferência), frutas e nozes – estas com moderação.
Deve-se evitar cozinhar a temperaturas muito altas, com panelas diretamente no fogo. 
O recomendado são alimentos assados em fornos a, no máximo, 180 graus centígrados. 
Há variações entre os páleos.
Alguns permitem leite e derivados, ou bebidas alcoólicas, com moderação.
O que não comerEstão excluídos quaisquer vegetais que cresçam dentro de vagens (feijão, soja, ervilha, amendoim), cereais (como milho, aveia e trigo), carboidratos de produtos processados e açúcar.
Os especialistas apontam como os grandes inimigos da saúde: leite e derivados, grãos, cereais, carboidratos simples, alimentos processados e tubérculos como a batata, que tem alto índice glicêmico.
A explicação é simples: ao detectar algo desconhecido, o organismo trabalha para combatê-lo, mas o excesso de resíduos causa distúrbios, inflamações e doenças.
Glúten, uma proteína do trigo que não existia na Pré-História, presente em vários alimentos industrializados, não é 100% digerido quando bate no estômago, transformando-se numa goma que gruda na tireóide.
O corpo reconhece aquilo como um invasor e tenta eliminá-lo, deixando as funções tireoidianas mais lentas.
Isso significa uma boa dose de gordura a mais acumulada ao longo do tempo.
Salvação?
Especialistas se mostram reticentes sobre qualquer coisa apontada como milagrosa.
O endocrinologista Filippo Pedrinola também é cauteloso: “A Dieta Paleolítica tem uma proposta interessante, mas não é a salvação.
Como todas as dietas, não é solução definitiva se não houver bons hábitos e qualidade de vida”
Veja abaixo a pirâmide da dieta paleolítica em comparação com a pirâmide balanceada.

O livro A dieta dos Nossos Ancestrais, lançado por Caio Augusto Fleury, já tem um abordagem nutricional e científica  em português sobre o assunto.
Veja alguns tópicos do livro:
Benefícios:
  • Perda de peso (gordura), 
  • definição muscular (aumento da massa magra), 
  • melhorias no sono, 
  • melhorias no humor, 
  • aumento da sua claridade mental (nada de sonolência após as refeições), 
  • maior ganho de energia durante o dia (você vai se sentir disposto como nunca).
Você não precisa ter força de vontade nesta dieta, porque não é necessário restringir calorias. 
Alimentos Ancestrais.
Segue uma lista bem básica do que você deve consumir:
- À vontade:
Verduras, carnes orgânicas, peixes,frutas, nozes, ovos sementes, chás, coco, caldos feitos à partir de osso, abacate, berries
- Com moderação:
Chocolate amargo, vinho tinto, queijos, tubérculos (mandioquinha, inhame, batata doce, batata*) e derivados do leite**
- Nunca: 
Grãos (integrais ou refinados), óleos vegetais processados e alimentos processados em geral.
Moderação
* Batata: 
A batata comum possui um alto índice glicérico, ou seja, quando a consumimos, o carboidrato (açúcar) é liberado no sangue mais rapidamente, fazendo com que o seu corpo, em resposta, libere mais insulina para regular os níveis de açúcar no seu sangue.
* Derivados do Leite: 
Não são exatamente alimentos usados por nossos ancestrais. Eles não o consumiam depois da infância. Mesmo assim, alguns derivados como iogurte fornecem probióticos que ajudam a digestão. 
Além disso, manteiga e creme de leite (cru) oferecem grandes quantidades de gordura saudável. 
Em resumo, se você tolera bem o leite e seus derivados, estes podem ser consumidos com moderação.
Suplementos:
Se você não consome peixe regularmente (pricipalmente peixes de água fria, como salmão, atum e sardinha) é interessante tomar um suplemento de óleo de peixe, para melhorar seus níveis de ômega 3. 
Neste mesmo sentido, se você não toma sol com frequência (cerca de 15 min por dia já é suficiente), um suplemento de vitamina D também é aconselhável.
Fonte: Com informações da Revista Época e Revista Glamour