quarta-feira, 30 de abril de 2014

Torta sem glúten e sem lactose, fácil de fazer!

Massa básica:
3 ovos
1 xíc. (chá) de água (240 ml)
1/4 xíc. (chá) de óleo
1/4 xíc. (chá) de azeite de oliva
dente de alho grande (opcional)
1 xíc. (chá) de farinha de arroz
1 colher (sopa) cheia de amido de milho
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de fermento químico para bolos

Sugestão de recheio:
1 lata de atum conservado em água ou pode ser frango desfiado ou queijo sem lactose ou legumes cozidos
1 cenoura grande ralada
1/4 xíc. (chá) de azeitonas picadas
orégano para polvilhar

1. Misture o recheio em uma vasilha e reserve.
2. Bata todos os ingredientes da massa (menos o fermento) no liquidificador. Quando estiver homogêneo, acrescente o fermento e bata mais uma vez apenas para misturar.
3. Despeje a massa (que fica bem líquida mesmo) em cima do recheio e misture bem. Coloque em uma forma untada com óleo e leve ao forno médio pré-aquecido por aproximadamente 40 minutos. Faça o teste do palito.

O que mudei da receita original: incluí o dente de alho na massa para dar um leve sabor e dividi a 1/2 xíc. (chá) de óleo em 1/2 xíc. de óleo e 1/2 xíc. de azeite.

Fonte: Diário de receitas

terça-feira, 29 de abril de 2014

Receitas de sopas light

Caldo Verde com mandioquinha


Ingredientes

· 100 g de músculo em pedaços
· 1 cebola
· 4 mandioquinhas
· 1 maço de cheiro-verde
· 4 xícaras (chá) de água
· 1 vidro de palmito
· 2 dentes de alho
· 1 colheres (chá) de azeite
· 2 xícaras (chá) de couve

Modo de preparo

Refogue o músculo com a cebola, a água, a mandioquinha e cheiro-verde. Cozinhe 30 minutos em fogo baixo. Tire o cheiro-verde e o músculo e bata o resto no liquidificador. Refogue o alho no azeite e junte a couve. Despeje o caldo na panela com o palmito e deixe ferver.
Sopão emagrecedor

Ingredientes

· 1 cebola descascada
· 1 dente de alho amassado
· 1 colher (sopa) de azeite
· 2 a 3 tabletes de caldo concentrado de carne (ou qualquer item do grupo marrom, especificado abaixo)
· 1/2 alho-poró
· 1 cenoura raspada (ou qualquer item do grupo laranja)
· 1 nabo ralado (ou qualquer item do grupo amarelo)
· 1/2 repolho-roxo picado (ou qualquer item do grupo verde)
· 200 g de vagem
· 2 tomates (ou qualquer item do grupo vermelho)
· 2 folhas de couve em tiras finas


Modo de fazer

Refogue a cebola e o alho no azeite. Adicione os tabletes de carne e cubra com 1 litro de água. Junte o alho-poró, a cenoura e o nabo. Deixe no fogo por 20 minutos. Se necessário, coloque mais água. Acrescente os tomates e a couve. Cozinhe até os legumes ficarem bem macios.

Caldo de tomate

Ingredientes 
- 1 col. (sobremesa) de azeite
- ½ cebola picada
- 1 dente de alho picado
- 300 g de tomate picado sem pele e sem semente
- 1 col. (sobremesa) de extrato de tomate
- 1 copo (200ml) de água fervente
- ½ copo de iogurte natural desnatado
- uma pitada de açúcar
- sal a gosto

Preparo Aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Junte o tomate, a água fervente e o extrato de tomate, mexendo bem. Tempere com açúcar e sal. Ferva por 20 minutos em fogo baixo. Espere esfriar e bata no liquidificador. Acrescente o iogurte e sirva-se.
Fonte: Mde mulher

domingo, 27 de abril de 2014

Dicas de exercícios para ajudar na perda de peso

Técnicas de exercício:

1. Inicie os exercícios sempre de maneira gradual - não dispense a fase de alongamento, aquecimento e resfriamento;
2. Mantenha um diário de exercícios;
3. Aumente as caminhadas e procure sentir prazer em caminhar;
4. Aumente a atividade no seu dia-a-dia, utilizando escadas e dispensando o carro sempre que possível;
5. Aumente a atividade no seu dia-a-dia, optando por fazer você mesmo algumas atividades domésticas como lavar o carro e jardinagem;
6. Leve seu cachorro para passear.

Fonte: Abeso

Técnicas de estilo de vida

1. Mantenha um diário alimentar;
2. Maximize a percepção da alimentação evitando a alimentação automática;
3. Identifique os desencadeadores ("gatilhos") da alimentação;
4. Não faça nada diferente enquanto come (ver tv ou ler jornal, por exemplo);
5. Alimente-se no local adequado, sentado - não coma em pé ou andando;
6. Pouse os talheres entre os bocados e mastigue devagar os alimentos;
7. Use uma lista durante as compras e não faça compras em jejum ou com fome;
8. Compre alimentos que requerem preparo.

Fonte: Abeso

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A importância do Exercício para perda de peso.

A pedagoga Kelita Karina de Oliveira Silva, de 29 anos, começou a engordar na adolescência, mas o visual mais cheinho não chegava a incomodá-la. No entanto, quando atividades de rotina, como subir uma escada ou atravessar a rua rapidamente, começaram a se tornar difíceis, ela percebeu que algo não ia bem. “No meu dia a dia, ficava muito cansada e vi que era por causa do meu sobrepeso. (...) Se eu subisse uma escada, já me cansava na metade dela”, conta.
Nesta época, cerca de três anos atrás, a jovem moradora de Natal, no Rio Grande do Norte, pesava 89 quilos, para 1,60 m de altura. Foi aí que ela recebeu o convite de duas amigas para que frequentassem a academia juntas. “Eu não gostava de jeito nenhum. No começo, eu ia porque elas iam. Então, passei a fazer aula de dança, e foi isso que me estimulou. A partir daí, comecei a ir sozinha”, diz.
Kelita de Oliveira Silva emagreceu mais de 20 quilos com atividade física e melhorando a alimentação (Foto: Foto: Arquivo pessoal/Kelita de Oliveira Silva)A pedagoga de Natal parou a academia e, em um
ano, recuperou 10 quilos (Foto: Arquivo pessoal/
Kelita de Oliveira Silva)
Os primeiros resultados – nas roupas e na balança – começaram a aparecer cerca de quatros meses depois que Kelita começou a praticar uma atividade física. Com isso, ela decidiu mudar também a alimentação. “Quando comecei a ver resultados, o estímulo aumentou. (...) Por causa da atividade física, passei a me policiar, comecei a escolher comidas mais saudáveis, opções light”, afirma.
A mudança de hábitos alimentares veio sem o acompanhamento de um profissional e Kelita admite que, no início, fazia tudo errado. “Nunca fui de tomar café da manhã. Pulava o café, comia só uma salada no almoço, não comia à tarde, e à noite comia tudo errado.”
A pedagoga começou, então, a se informar, a ler reportagens de pessoas que emagreceram, pegou algumas dicas e percebeu que havia um dado recorrente: o hábito de se alimentar a cada três horas.

Em um ano, Kelita emagreceu cerca de 15 quilos. Mas, no segundo semestre de 2012, ela parou de frequentar a academia. “Eu estava sem estímulo, foi uma fase ruim, estava preocupada com a faculdade.” Em um ano de sedentarismo, a pedagoga recuperou 10 dos 15 quilos que havia perdido.
“Percebi que se eu comesse de três em três horas, emagrecia mais e melhor. Fazendo errado, o processo era bem lento e eu meu sentia mal, a pressão baixava. A gente só percebe isso quando passa pelo processo. Se come errado, vai emagrecendo errado. Se come certo, vai emagrecendo certo”, garante.
Percebi que se eu comesse de três em três horas, eu emagrecia mais e melhor. Fazendo errado, o processo era bem lento e eu meu sentia mal"
Kelita de Oliveira Silva
Em julho do ano passado, porém, ela voltou a fazer atividade física regular e, desde então, eliminou outros 15 quilos. “O importante é fazer uma atividade física e é preciso ter prazer nisso”, diz. Hoje, Kelita pesa 68 quilos, mas ainda pretende emagrecer mais 7 quilos.
“Depois que eu comecei nesse processo, todo mundo da família se envolveu. Minha mãe entrou na academia e chegou a emagrecer cerca de 20 quilos. (...) Até os amigos se envolveram, e foi isso que me deu mais estímulo. Temos um grupo que malha junto e trocamos fotos no WhatsApp”, conta.
“Se eu não fizesse alguma coisa naquele momento, seria uma candidata a uma cirurgia. Meu avô era obeso, teve dois infartos e, no segundo, faleceu. Percebi que estava caminhando nessa direção. Hoje me sinto bem melhor, com muito mais disposição”, relata.
Ela comenta que, embora nunca tenha se preocupado muito com a aparência, hoje sua autoestima vai muito bem, obrigada. “Sempre usava roupa com manga, mais folgada, nada que marcasse o corpo. Hoje posso colocar uma roupa mais justa, uma saia.”
Fonte: Bem Estar
Kelita de Oliveira Silva emagreceu mais de 20 quilos com atividade física e melhorando a alimentação (Foto: Arquivo pessoal/Kelita de Oliveira Silva)Kelita passou a se preocupar com o peso quando começou a ter dificuldade em executar atividades rotineiras, como subir uma escada (Foto: Arquivo pessoal/ Kelita de Oliveira Silva)

Dá para comer chocolate na Páscoa sem sair da dieta?

Bem Estar desta sexta (18) mostra benefícios do chocolate para a saúde.

Comente agora
Você gosta de chocolate? Nessa época do ano, não dá para fugir dele, né? Mas como comer ovos de Páscoa sem sair da dieta? O Bem Estar desta sexta-feira (18) vai mostrar quais são os benefícios do chocolate para a saúde e quais os novos sabores dos ovos que podem ser mais saudáveis e menos calóricos.
No estúdio, participam o neurologista vascular Alexandre Pieri e a nutricionista Elaine Moreira. Você pode participar do programa enviando sua pergunta pelo campo de comentários logo abaixo do texto, pela página do VC no Bem Estar, em que também é possível enviar uma foto ou um vídeo, ou ainda pela página de interatividade do Bem Estar.
Assista o vídeo e  tire suas dúvidas.
Fonte: Bem Estar

Em excesso, colesterol pode causar infarto ou derrame, dizem médicos.

A cada consulta de rotina, os médicos costumam pedir um exame de colesterol junto com o de sangue. Mas para que serve essa substância no corpo humano? Qual o limite médio aceitável para um adulto? E o que o excesso pode causar?
Para responder a essas e outras perguntas, o Bem Estar desta terça-feira (22) recebeu os cardiologistas Francisco Fonseca eRoberto Kalil, que também é consultor do programa. No estúdio, os médicos demonstraram os tipos de colesterol, representados por dois caminhõezinhos, e como ocorre o depósito de gordura nas artérias. Eles falaram, ainda, que estresse, raiva e depressão podem contribuir para o problema.
Colesterol (Foto: Arte/G1)
Nas ruas, a repórter Marina Araújo ouviu de uns que colesterol é sangue grosso, enquanto outros acham que ele se deposita na barriga. A verdade é que essa substância gordurosa reveste as membranas das células e sintetiza matéria-prima de hormônios e sais biliares. É produzida pelo fígado (70%) e pela alimentação (30%), e em demasia pode causar infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).
Por isso, é sempre importante ficar atento para os níveis de colesterol no sangue, cujo limite não deve ultrapassar 200 mg/dl, somando-se os tipos HDL, considerado o tipo bom (que remove a gordura dos vasos sanguíneos, funcionando como um detergente da artéria ), e LDL, o ruim (que deposita gordura).
Entre as formas de prevenção do colesterol estão: manter uma alimentação saudável, trocando gordura saturada (carne, frutos do mar, gema de ovo, leite e derivados) por produtos de origem vegetal (azeite de oliva e nozes) e evitando gordura trans (presente em biscoitos, bolos, sorvetes e alimentos industrializados); não fumar; fazer exercícios físicos e perder peso - embora pessoas magras também possam ter taxas elevadas.
Fatores genéticos e hipotireoidismo grave também influenciam no aparecimento do problema, logo na infância ou na adolescência. Eles motivam uma maior produção de colesterol e dificultam a eliminação do LDL. Os pais, portanto, devem ficar atentos e incentivar o consumo de frutas, legumes e verduras.
Além do controle alimentar e de uma atividade física regular, muitas vezes são indicados medicamentos de uso contínuo, como as estatinas. Crianças, porém, só podem receber esse tipo de remédio a partir dos 10 anos. Os pequenos com histórico familiar devem fazer exame de sangue e iniciar um acompanhamento antes dessa idade.
Tanto o colesterol quanto os triglicérides – gorduras mais relacionadas à alimentação, que podem se acumular se não aproveitadas pelo corpo – são importantes fontes de armazenamento de energia. O nível ideal de triglicérides é de 150 mg/dl, e a prevenção está intimamente ligada à dieta e à prática de exercícios.
Mas como saber se o colesterol, que pode formar placas de gordura nas artérias e causar entupimentos e até rompimentos, ou os triglicérides estão altos, já que não há sintomas aparentes? Apenas por meio de exames de sangue, que passa pela análise de um laboratório.
Antes de fazer o teste, porém, a pessoa deve ficar 12 horas em jejum, evitar bebidas alcoólicas por três dias e, nas 24 horas anteriores, comer aquilo a que está acostumada, para o resultado ser o mais preciso possível e revelar se o comportamento do paciente é adequado ou não.
Níveis gerais de colesterol em miligramas por decilitro*:
- Menos de 200 mg/dl - Desejável: menor risco de doença cardíaca
- Entre 200 e 239 mg/dl - Limiar de alto risco
- Mais de 240 mg/dl - Nível não desejável: alto risco
* Dependem da idade e do histórico do paciente
Fonte: Bem Estar

Pedra na Vesícula, como evitar?

é um problema que atinge até 10% da população. Pessoas que comem muita gordura, fumam e usam anticoncepcionais têm chances maiores de ter esse incômodo, como explicou o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui no Bem Estar desta terça-feira (11).
Para ele, é ideal realizar frequentemente o exame de ultrassom para diagnosticar e tratar, no caso de algum resultado alterado. O cirurgião do aparelho digestivo Marcelo Averbach alertou também que sentir mal estar ou enjoo após ingerir gordura pode ser um sinal de pedra na vesícula.
Na maioria dos casos, as pessoas com pedra na vesícula não tem sintomas. Mas segundo o cirurgião Marcelo Averbach, alguns sinais podem aparecer além da intolerância à gordura, como náuseas, mal estar e dor de cabeça. É importante procurar um médico para investigar melhor.
Pedra na Vesícula Arte Bem Estar (Foto: Arte/G1)
Mulheres no período fértil, com excesso de peso e com mais ou menos 40 anos são as que mais sofrem desse problema.Colesterol alto, obesidade, diabetes e casos na família são fatores de risco que podem favorecer o surgimento das pedras na vesícula.
vesícula biliar é um órgão que guarda a bile, secretada pelo fígado para auxiliar na digestão das gorduras. O aparecimento de uma pedra pode obstruir os canais da bile. Na maioria das vezes, é possível retirar essa pedra de maneira preventiva através de incisões. Casos de pólipos na vesícula também são leves e não exigem a retirada do órgão.
Mas existem situações mais graves, em que há obstrução dos canais da bile, e exigem cirurgia de emergência e a vesícula é retirada.
No caso de cálculos biliares, é melhor avaliar a realização da cirurgia porque adiá-la pode gerar problemas mais graves, como entupimento de canais que fazem parte do sistema digestivo.
Segundo o cirurgião Fábio Atui, a pedra é feita de gordura e o consumo excessivo de alimentos gordurosos pode influenciar na sua formação. Essa gordura pode se acumular entre os órgãos e provocar até uma inflamação, chamada de esteatose hepática, também conhecida como gordura no fígado.
Em um estágio mais grave, a esteatose destrói as células do fígado e causa pequenas cicatrizes, em um processo chamado fibrose ou cirrose, que não tem reversão e é fator de risco para o câncer hepático. O álcool é outro fator de risco para o problema. Além de prejudicar o funcionamento do fígado, pode levar até ao transplante do órgão.
Receita para substituir a linguiça
A participante do Viva Mais Leve Rosineide tem o hábito de consumir muita gordura no dia a dia, principalmente linguiça.
Mas algumas linguiças possuem apenas gordura e nada de proteína. Por ser um alimento gorduroso, não deve ser consumido frequentemente.
A dica da nutricionista Cínthia Antonaccio é substituir a linguiça por uma receita de carne moída com tomate. Veja no vídeo acima como preparar a receita.
Fonte: Bem Estar

Como evitar a diverticulite.

 A diverticulite é uma inflamação no intestino grosso que pode causar muitos incômodos. Para se proteger, a dica principal é ter uma dieta rica em fibras e beber muita água, como explicaram os cirurgiões do aparelho digestivo Fábio Atui e Carlos Frederico Sparapan Marques no Bem Estar desta sexta-feira (7).
Com o envelhecimento, aparecem os divertículos, pequenos “saquinhos” que se formam para fora de uma parte do intestino grosso. Pode não acontecer nada com eles, mas existem casos em que eles inflamam, provocando a diverticulite. Geralmente, pessoas maisidosas ou que não têm o costume de ingerir fibras, frutas e verduras têm mais divertículos e, consequentemente, correm mais risco de desenvolver essa inflamação.
Info Bem Estar Diverticulite VALENDO (Foto: Arte/G1)
É comum encontrar pessoas com diverticulite e câncer colorretal, mas não porque um problema causa o outro, mas porque o perfil dessas pessoas, mais velhas e com maus hábitos alimentares, pode desencadear qualquer um deles.
Ao contrário do que grande parte das pessoas acredita, quem tem diverticulite não precisa restringir os grãos da alimentação, mesmo porque eles são fontes de fibra. O feijão, ao ser ingerido, pode causar dores abdominais por causa dos gases, mas não chega a ser responsável por uma possível inflamação.
Para ingerir uma quantidade considerável de fibras, a dica do cirurgião Fábio Atui é colocar umacolher de sopa de farelo de trigo na panela de feijão para cada pessoa que for consumir. Dessa maneira, sem perceber, a família pode ter uma suplementação de fibras importante para manter o bom funcionamento intestinal.
A ingestão de fibras e água ajuda também na prevenção da fissura anal, uma úlcera que pode causar dor para evacuar e até sangue nas fezes. Prisão de ventre e fezes mais sólidas são alguns dos fatores que podem levar a esse problema, que pode ser agudo ou crônico. A fissura aguda causa dor por dois ou três dias na hora de ir ao banheiro, mas ela passa sozinha.
Por outro lado, a fissura crônica não cicatriza sozinha e, nesse caso, é utilizado um remédio que relaxa a musculatura e promove maior irrigação sanguínea na região – em alguns casos, a cicatrização não acontece e é indicada a cirurgia.
Pode acontecer também de aparecer uma pelinha para fora do canal após a cicatrização, que pode ser confundida com a hemorróida. Mas ela não coça, não dói e não tem risco de se transformar em um câncer, apenas pode incomodar esteticamente e na higienização do local.
Fonte: Bem Estar

Estou lançando um e-book sobre diverticulite que vai ajudar muito a todos vocês a esclarecerem muitas dúvidas sobre Diverticulite.
O e-book: Sucesso na Prevenção e Controle da Diverticulite, é o único guia completo para você entender o que é, causas, como surgem, sintomas, prevenção e controle da Diverticulite de uma forma simples, através da correção de hábitos alimentares, incluindo sugestões de cardápios.
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Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista



Diverticulite, existe uma epidemia?????

Ela não chega a ser o mal do século, mas ninguém discute que tem aumentado o número de suas vítimas, sobretudo entre pessoas com menos de 40 anos. Para os gastroenterologistas, é quase unânime: a diverticulite está em expansão. Não faltam hipóteses para justificar a maior ocorrência dessa inflamação em intestinos mais jovens. A alimentação desregrada e o baixo consumo de fibras são apontados como os principais fatores. Ambos colaboram para um aumento da pressão interna do intestino, dificultando a passagem do bolo fecal. E o desfecho dessa história é o aparecimento de divertículos, pequenas bolsas de 5 a 10 milímetros formadas na parede do intestino grosso, de dentro para fora, principalmente numa região conhecida como cólon sigmoide, situada do lado esquerdo e inferior do abdômen.
Para entender melhor como essa doença se manifesta, é preciso desmitificar alguns conceitos. A mera presença dos divertículos não significa que o intestino é refém de uma diverticulite. Nesses casos, ocorre o que os especialistas chamam de diverticulose. Muita gente tem, mas nunca tomará conhecimento dela, devido à ausência de sintomas. Já a diverticulite para valer nunca passa despercebida e dá as caras quando as tais bolsas se inflamam ao acumular pedacinhos de fezes endurecidas.
"Não sabemos por que alguns divertículos ficam inflamados e outros não. Mas tudo leva a crer que esse processo inflamatório se inicie com uma microperfuração na sua parede", explica o gastroenterologista Adércio Damião, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em idosos, isso é mais comum por causa da fl acidez da musculatura intestinal. "Só que hoje a doença atinge os jovens devido aos hábitos inadequados e às refeições pouco saudáveis", opina o coloproctologista Sérgio Nahas, professor da Universidade de São Paulo.
Conhecida como doença da civilização ocidental, a diverticulite é rara em áreas rurais da África e da Ásia. Ali, os habitantes mantêm uma dieta rica em fibras e pobre em carboidrato. Já os territórios mais afetados do planeta são os Estados Unidos, a Europa Ocidental e a Austrália, onde a agitação das grandes cidades boicota uma alimentação regrada. É aquela história de pular algumas refeições, exagerar em outras e dar preferência à fast food — mais uma evidência de que o cardápio influencia o surgimento da doença.
A intensidade do problema, aliás, varia muito. Tem gente com sintomas leves e, no outro extremo, há os que enfrentam uma pane no abdômen, condição que exige cirurgia urgente e dias de internação. Quando ocorre a perfuração do divertículo e o mal extravasa intestino afora, todo o abdômen pode ser comprometido. É um quadro gravíssimo. Sem contar que, como o trânsito intestinal é prejudicado, há um risco elevado de obstrução desse canal, o que também requer uma intervenção cirúrgica.
É preciso, portanto, ficar de olho para impedir que a situação chegue a esse ponto. Ainda mais porque os sintomas da diverticulite são confundidos com os de várias encrencas. Uma delas é outra inflamação, a apendicite. Não à toa, a confusão causada pelos divertículos já foi chamada de apendicite do lado esquerdo, já que essa espécie de anexo intestinal se situa à direita. Além disso, o quadro clínico é parecido com o da síndrome do intestino irritável, mais um tormento que atinge esse órgão. "Nesse caso, trata-se de uma doença decorrente do estresse e da depressão, que altera o funcionamento do intestino grosso e predispõe ao aparecimento de divertículos", explica Bruno Zilberstein, professor de cirurgia do aparelho digestivo da USP.
Quando a diverticulite se agrava, pode ainda levantar a suspeita de um câncer intestinal, já que em ambos os tormentos tendem a ocorrer dores abdominais muito fortes e a obstrução do tubo digestivo. A tomografia computadorizada e a colonoscopia são os exames recomendados para avaliar as paredes do intestino e desfazer o mistério, indicando a causa do sofrimento. Como a diverticulite não aparenta ser hereditária, qualquer um está sujeito a deparar com ela. Daí por que o melhor tratamento é se prevenir, cuidando sempre da alimentação para evitar, amanhã ou daqui a algumas décadas, tantas complicações.
Fonte: Saúde

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Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista





quinta-feira, 17 de abril de 2014

BOA PÁSCOA PARA TODOS!


Bom feriado e aproveitem para relaxar!

Patrícia Brigagão Mendes

ENXAQUECA

O que é Enxaqueca?

A enxaqueca é um dos tipos de cefaleia (dor de cabeça). A enxaqueca se caracteriza por uma dor pulsátil em um dos lados da cabeça (às vezes dos dois), geralmente acompanhada de fotofobia e fonofobia, náusea e vômito. A duração da crise varia de quatro a 72 horas, podendo ser mais curta em crianças. Segundo o Ministério da Saúde, de 5 a 25% das mulheres e 2 a 10% dos homens tem enxaqueca. A enxaqueca é predominante em pessoas com idades entre 25 e 45 anos, sendo que após os 50 anos essa porcentagem tende a diminuir, principalmente em mulheres. A doença ocorre em 3 a 10% das crianças, afetando igualmente ambos os gêneros antes da puberdade, mas com predomínio no sexo feminino após essa fase. A enxaqueca pode ser divida entre com aura ou sem aura, e essas em episódica ou crônica. Segundo dados do Ministério da Saúde, 64% do total desses pacientes apresentaram enxaqueca sem aura, 18% com aura e 13% com e sem aura. Os restantes 5% apresentaram aura sem cefaleia.

Causas

As causas exatas da enxaqueca são desconhecidas, embora se saiba que elas estão relacionadas com alterações do cérebro e possuem influência genética. A enxaqueca começa quando as células nervosas, já em estado de hiperexcitabilidade, reagem a algum gatilho frequentemente externo, enviando impulsos para os vasos sanguíneos, causando sua constrição ( relacionado a aura) seguida de uma dilatação (expansão) e a libertação de prostaglandinas, serotonina e outras substâncias inflamatórias que causam a dor. O padrão de crise é sempre o mesmo para cada indivíduo, variando apenas em intensidade. O espaçamento entre crises é variável. Sabe-se também que o gatilho para as crises em enxaqueca variam de indivíduo para indivíduo, sendo que em alguns a pessoa pode não apresentar nenhum gatilho específico. Os gatilhos de enxaqueca mais comuns são:
  • Estresse
  • Jejum prolongado
  • Dormir mais ou menos do que o de costume
  • Mudanças bruscas de temperatura e umidade
  • Perfumes e outros odores muito fortes
  • Esforço físico
  • Luzes e sons intensos
  • Abuso de medicamentos, incluindo analgésicos
  • Fatores hormonais: é comum mulheres portadoras de enxaqueca apresentarem dor nas fases pré, durante ou após a menstruação. Esse tipo de migrânea é chamado de enxaqueca menstrual. Esse tipo de enxaqueca tende a melhorar espontaneamente na menopausa. Muitas mulheres têm as crises pioradas, ou ate melhoradas, a partir do momento que iniciam o uso de anticoncepcionais orais

  • Alimentos e bebidas: queijos amarelos envelhecidos, frutas cítricas (principalmente laranja, limão, abacaxi e pêssego), carnes processadas, frituras e gorduras em excesso, chocolates, café, chá e refrigerantes à base de cola, aspartame (adoçante artificial), glutamato monossódico (tipo de sal usado como intensificador de sabor, principalmente em comida chinesa), excesso de álcool

  • Tratamento de Enxaqueca

    Antes de iniciar o tratamento para enxaqueca, é necessário saber se o diagnóstico está correto e qual o fator desencadeante dela. No geral, o melhor é evitar esses desencadeantes e tomar o medicamento indicado pelo médico quando uma crise aparecer. Os medicamentos para prevenção da enxaqueca incluem neuromoduladores, betabloqueadores, antidepressivos, antivertiginosos. A indicação, no entanto, dependerá de cada caso.
  • Prevenção

    Além dos medicamentos para enxaqueca e cuidados no momento da crise, você pode adotar alguns hábitos que ajudam na prevenção da enxaqueca:
    - Manter um diário da enxaqueca: isso pode ajudar a identificar qualquer coisa que possa desencadear enxaquecas com aura. Inclua no diário a data e a hora da enxaqueca, todos os alimentos que você comeu, atividades que você participou e medicamentos ingeridos;Evite alimentos, medicamentos e fatores ambientais desencadeantes;Fique atento aos gatilhos psicológicos, como estresse e ansiedade.;Procure um especialista que lhe indique o medicamento preventivo mais apropriado para você.
    .
  • Fonte: MInha Vida