domingo, 25 de agosto de 2013

Doença celíaca- saiba tudo sobre ela

Como se faz o Diagnóstico da  DOENÇA CELÍACA ?
São realizados exames especializados para avaliar a absorção da D.XILOSE e dosagem de gordura nas fezes, assim como dosagem de anticorpos antigliadina,  antiendomíseo,  e  antitransglutaminase,  porém,    É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIA  a realização da Biopsia do Intestino Delgado (BID),  para estabelecer o diagnóstico da Doença Celíaca, a qual deve ser obtida, preferencialmente,  da  junção  duodeno-jejunal.   
Atenção:  Não existem motivos que justifiquem iniciar dieta isenta de glúten sem realizar a biopsia. 
As amostras podem ser obtidas utilizando-se cápsula perioral, conhecida como cápsula de Watson ou Crosby- Kugler, que é acoplada a uma sonda ou pinça durante o processo de endoscopia digestiva alta. Em ambos os casos é importante o envolvimento de profissionais habituados com o diagnostico da Doença Celíaca, tanto para a obtenção dos fragmentos intestinais como para sua avaliação.

Qual é o tratamento da DOENÇA CELÍACA ?
Para a Doença Celíaca existe um único tratamento: uma dieta rigorosa, onde devem ser retirados todos os alimentos e preparações que contenham o glúten.  Não se deve comer " só um pouquinho desses alimentos,  pois podem ocorrer consequências  danosas para o paciente.
Deve-se substituir os ingredientes que contenham glúten ( como a farinha de trigo ),  por outras  opções como o uso de farinha de arroz,  amido de milho, farinha de milho, fubá,  farinha de mandioca, polvilho e fécula de batata.

A dieta deve ser seguida por toda a vida?
Sim,  pois a quantidade de glúten suficiente para causar sintomas varia de paciente para paciente.  Se não aparecerem sintomas depois que o paciente ingerir glúten , isto não significa que o alimento não lhe fará mal.
A vigilância da dieta deve ser permanente, já que a ingestão de glúten pode acontecer até sem que a gente perceba, como por exemplo:
-   através de óleo de fritura utilizado no preparo de alimentos com glúten e depois para a fritura de alguma preparação sem glúten;
-   utilização da mesma faca   para se passar margarina em pão com glúten e depois passar em bolacha sem glúten;
-   usar tabuleiros ou formas polvilhadas com farinha de trigo e depois reutilizá-las para os produtos  sem glúten, sem que tenham sido bem lavadas.
Na falta de produtos industrializados especiais sem glúten no mercado brasileiro, a maior parte das preparações do cardápio do paciente  celíaco deve ser caseira, demandando tempo e dedicação para o preparo, gerando criatividade na busca de novas receitas.

Como seguir uma dieta sadia sem o glúten ?
Neste caso o paciente deve ter uma alimentação variada, composta por elementos ou nutrientes que o ajudem a crescer,   e a retirada do glúten não atrapalha o processo de crescimento que se estende até a adolescência, desde que se substitua por outros alimentos sem glúten.
De forma geral,  os alimentos podem ser divididos em ENERGÉTICOS, CONSTRUTORES e REGULADORES,  sendo que uma dieta equilibrada deve conter quantidades adequadas de todos eles, sempre que for possível.
ENERGÉTICOS
Os energéticos são principalmente os Carbohidratos (também conhecidos como  hidratos de carbono ou glícideos) e os Lipídeos (também conhecidos como gorduras).  Eles nos dão energia  (combustível)  para nossas atividades diárias e são responsáveis por manter a temperatura do corpo constante.
Carbohidratos - São  também conhecidos como açucares e podem ser pequenos como a sacarose, a lactose e a glicose ou maiores como a malto-dextrina e o amido. Encontramos os carbohidratos em grandes quantidades no milho,  arroz,  aipim, mandioca,   tapioca, araruta, batatas, feijões, lentilha, ervilha,  grão de bico, açúcar, mel e outros.
Lipideos ou gorduras  -  Além de serem boas fontes de energia, as gorduras também são responsáveis por levar as vitaminas A, D, E, e K dos alimentos que ingerimos,  até o interior do nosso organismo.
As gorduras estão no azeite de dendê, nos óleos vegetais ( óleo de soja, de milho, de algodão, de canola, de girassol ) , nas margarinas, no creme vegetal,  na banha de porco, na manteiga, no creme de leite, na gema de ovo e "escondido" nas carnes de boi, frango, peixe, coelho, no presunto e maionese.
Atenção.:  Procure substituir as banhas por óleos vegetais ao cozinhar os alimentos, não abuse das frituras,  e dê preferência às margarinas. Você estará prevenindo as doenças do coração e das  veias, como arterosclerose,  enfarto e trombose.
CONSTRUTORES
Os elementos construtores são as Proteínas.   
Proteínas - Garantem o perfeito funcionamento da pele, músculos, coração, visão, ossos e cérebro. As proteínas podem estar em alimentos de origem:
Animal - são aproveitadas de uma melhor forma pelo nosso corpo e por isto chamadas de alto valor biológico.  Encontradas na carne, no pescado, no fígado de boi e de frango, na dobradinha   (bucho),  nos ovos,  no leite e seus derivados (coalhada,  iogurte e queijos).
 Vegetal - também são importantes na nossa alimentação e estão presentes no feijão, na sopa, ervilha, grão de bico, entre outros.
REGULADORES
No grupo dos alimentos reguladores estão as Vitaminas, os Sais minerais, as Fibras e aÁgua.
Vitaminas - São em grande número em nosso organismo. Não as produzimos e nenhum alimento possui todas elas; por isto é que a nossa dieta deve conter os mais variados alimentos, na medida do possível. Cada vitamina tem uma função certa, mas de um modo geral, são importantes para manter nossa saúde em dia. Regulam nosso sistema nervoso, melhorando nossa imunidade contra as infecções.
Vitamina:
Bom para:
É encontrada:
A
Bronzeamento da pele, evita queda dos cabelos
Cenoura, vagem, alface, abóbora, abacaxi, pêssego, leite, carnes de vaca e porco.
A, E
Pele e visão

C
Estrutura das veias e gengivas. Evita o Escorbuto, doença que causa hemorragias internas e externas e fraquezas ).Previne gripes, resfriados e fortalece o sistema imunológico 
Tomate, pimentão verde, brócolis, repolho cru, laranja, limão, uva, acerola, caju, manga, kiwi, goiaba
D
Calcificação dos ossos e dentes. Absorver fósforo pelo organismo
Óleos de fígado de peixes, fígado e gema de ovos.
Tomar sol também ajuda a absorve-la.
B1, B2, B6 e B12 
Funções das células. Evita anemias, previne fadiga e esterilidade masculina
Fígado de boi ou frango, ovos, carnes vermelhas, castanhas, nozes, cenoura, ervilha, beterraba, leite e queijo prato.
Coagulação do sangue

Sais Minerais - Dentre os componentes mais importantes de seu grupo, destacam-se o Cálcio, Ferro, Sódio, Potássio, Zinco, Iodo, Manganês e Cobre. Atuam na construção dos tecidos, na formação de ossos e dentes, nos nervos, coração, crescimento, etc.
Os alimentos que tem Cálcio são o leite e derivados ( coalhada , queijos e iogurtes ), o brócolis, espinafre, acelga, agrião, couve, chicória e mostarda. Sua ausência em nosso organismo provoca má calcificação dos dentes e dos ossos, assim a criança cresce lentamente ou até mesmo para de crescer.
 Se nos faltar o Ferro, teremos anemia, ficando cansados, desatentos, com sono e fracos. O Ferro é responsável em levar oxigênio através dos  pulmões e do sangue, e os tecidos precisam dele para crescer e sobreviver. Encontramos o Ferro nas carnes, feijão, espinafre, acelga, broto de abóbora, couve e folha de batata doce.. Para que sejam melhor aproveitados pelo nosso organismo, devemos consumi-los com alimentos com alimentos que contenham vitamina C, como limão ( limonada ), goiaba, acerola, laranja, mamão e banana.
Fibras - São componentes dos alimentos que o nosso organismo precisa para regular a função intestinal. Alguns alimentos sem glúten e ricos em fibras são as frutas ( com casca ), vegetais, feijões, lentilha, milho ( verde, canjica ou pipoca ), o mamão, uva-passa seca e ameixa preta.
Água - Necessária para diversas funções de nosso organismo, como lubrificação de articulações, das córneas, ajuda nas funções do intestino, faz parte da saliva, das lagrimas e meio de transporte para os nutrientes através do sangue e fora dele.  
Quanto devemos tomar em dias de temperatura normal ?
Quando crianças até 10 Kg: média de 500 ml p/ dia.
 Entre 10 e 20 Kg: média de 800 ml p/ dia.
 Acima de 20 Kg: 900 a 1000 ml p/ dia.
Quando adultos: 1 a 2 litros p/ dia.
 Em dias de calor excessivo, em casos de diarréia ou febre, é preciso oferecer mais água, que pode ser em forma de sucos, refrescos, sorvete de frutas, refrigerantes, água de côco ou mesmo pura.

Alguns pacientes transgridem a dieta ?
Infelizmente sim,  pois embora o único tratamento consiste na dieta isenta de glúten por toda a vida, este tratamento parece simples,  porém inúmeros problemas podem levar o paciente a transgredi-la, como pôr exemplo:
* Falta e orientação dos familiares sobre a doença e suas complicações;
* Descrença na quantidade de cereais proibidos (qualquer quantidade é prejudicial e agressivo aos celíacos );
* Dificuldades financeiras, pois os alimentos permitidos são os de custo mais elevado;
* Hábito do uso da farinha de trigo na alimentação (pão, macarrão, etc);
* Falta de habilidade culinária das mães para preparar alimentos substitutivos;
* Forte pressão que sofremos da propaganda dos industrializados,  que nos leva a consumir tais produtos e,
* Rótulos, embalagens ou bulas que nem sempre contém a composição correta ou bem clara dos ingredientes.

FONTE: SITE DA ACELBRA

Dieta para doença de Crohn

  A dieta para a doença de crohn permite comer os seguintes alimentos:
  • arroz, purês, carnes magras,
  • legumes cozidos, ovo cozido,
  • gelatina, banana, maçã, batata,
  • cenoura, abóbora, espinafre,
  • agrião, óleo de peixe, sardinha
  • atum, salmão.
Os alimentos que devem ser evitados na doença de crohn são:
  • verduras cruas, pêra, mamão,
  • laranja, ameixa, leite, iogurte,
  • queijo, mel, aveia, carne de porco,
  • carnes gordurosas, biscoitos amanteigados,
  • doces com massa folhada, chocolate,
  • frituras, gratinados, maionese,
  • refeições congeladas industrializadas,
  • manteigas, creme de leite.
Não existe uma dieta única para todos os doentes, sendo necessário adequar a dieta de acordo com o paciente. O acompanhamento de um nutricionista é fundamental para complementar o tratamento da doença.
FONTE: TUA SAÚDE

Riscos e benefícios da alimentação vegetariana

Vantagens e Desvantagens da Dieta Vegetariana
Saúde & Qualidade de Vida - Saúde & Nutrição
Vale a pena trocar o cardápio com carne por um vegetariano?
Existem pessoas que não gostam de carnes ou simplesmente não querem ingeri-las por algum motivo. Assim, a dieta vegetariana é adotada e, nestes casos, deve-se prestar muita atenção na quantidade de proteína e calorias ingeridas, pois a deficiência destes pode levar a uma desnutrição, anemia, entre outros.
Se a dieta vegetariana estiver balanceada e correspondendo às quantidades adequadas de proteínas e calorias, não há problema em trocar o cardápio de carne por um vegetariano.
A troca pode ser boa porque pessoas que optam por este tipo de dieta apresentam menor nível de colesterol no sangue, menor taxa de mortalidade por doença coronariana, menor índice de obesidade, menor incidência de alcoolismo, uma probabilidade menor para intestino preso, câncer de pulmão, diabetes e outros problemas. A dieta vegetariana bem planejada tende a oferecer um bom suprimento da maioria dos minerais e vitaminas, além de quantidades balanceadas de carboidratos, proteínas e lipídeos.
A troca pode ser ruim se a dieta for mal planejada e/ou muito restrita, podendo contribuir para o surgimento de deficiências nutricionais. O maior problema está em atingir a necessidade de proteína sem a inclusão de carnes. Para tal é necessário uma combinação de inúmeras fontes.
Se você resolver adotar a dieta vegetariana só por uns tempos para desintoxicar o organismo deve tomar cuidado com o aporte de proteínas, se está sendo adequado ou não. Deve-se dar preferência a outros alimentos que contém proteína de alto valor biológico como o leite, ovos e derivados para não haver deficiências nutricionais, mesmo que por um curto período.
Se você resolver adotar a dieta vegetariana de uma vez por todas deve tomar o cuidado de optar por uma dieta que permita alimentos como ovos, leite e derivados, pois os alimentos de origem animal possuem proteína de alto valor biológico, essencial para o organismo. Alimentos à base de soja são freqüentemente utilizados para substituir essas fontes. Deve-se estar atento para que as quantidades estejam suprindo as necessidades do organismo para não haver deficiências.
Se quiser adotar a dieta vegetariana e ao mesmo tempo emagrecer deve evitar alimentos fritos, massas ou alimentos em geral com molhos gordurosos, doces gordurosos como bolos, tortas, cremes, chocolates, deve-se prestar atenção também para não exagerar na quantidade de carboidratos ingerida como pães, risotos, pizzas, massas em geral.

Quais os alimentos que não podem faltar numa dieta ovo-lacto-vegetariana?
Todos exceto a carne. No caso de uma dieta vegetariana, os grãos tomam um papel mais importante, devendo aparecer com maior freqüência.
Quem pratica exercício duas ou três vezes por semana pode adotar a dieta vegetariana sem prejuízos? Quais os cuidados que a pessoa deve adotar?
Sim, desde que planeje refeições que forneçam calorias adequadas para suprir suas necessidades energéticas e faça no mínimo seis refeições por dia. É importante também que as quantidades sejam moderadas. Para praticantes de atividade física é importante ter uma refeição equilibrada. Os carboidratos (pães, cereais, arroz, macarrão, batata, etc.) são utilizados preferencialmente como fonte de energia, além da proteína (agora de grãos integrais, soja, ovo, leite e derivados) tendo sua participação mais discreta, porém importante. Para a recuperação a alimentação pós atividade deve conter pelo menos uma fonte de cada destes nutrientes. As vitaminas e minerais (frutas, hortaliças e alimentos integrais) também são importantes por participarem de todas as reações orgânicas, além de atuarem como antioxidantes.

E os atletas, podem ser vegetarianos sem prejuízo?
Sim, porém o atleta vegetariano perde peso com facilidade. Para manter o equilíbrio energético, é necessário um bom planejamento alimentar e fazer seis ou mais refeições por dia em quantidades moderadas. Se a alimentação não inclui leite e derivados ou ovos, é importante formar diferentes combinações de alimentos, incluindo maior quantidade de grãos integrais, principalmente a soja.

Fonte: Rg Nutri

Tipos de Whey protein e funções no corpo

Meninos e meninas resolvi escrever esse post porque muitos me perguntam qual é a diferença entre as whey, o que comprar ou tomar, resumão para você, consulte seu nutricionista e faça sua escolha!
A Whey Protein é uma proteína que provém do soro do leite (considerado melhor fonte de proteínas), de alto valor biológico é a mais rica fonte de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA). Fornece ao corpo o nível perfeito de aminoácidos para a força, recuperação e construção celular.

Alguns efeitos da suplementação com Whey Protein:
  • Aumento de massa muscular magra;
  • Recuperação e reparo acelerado dos músculos;
  • Redução da ruptura muscular pós treino;
  • Aumenta a taxa metabólica.

Whey Protein Concentrado: Pode fornecer de 29 a 89% de proteína, dependendo do tipo de produto. Quanto menor o nível de proteína concentrada, maiores são os níveis de gordura e lactose, podendo conter grandes quantidades de imunoglobulinas e lactoferrinas. É mais utilizado como aditivo alimentar, devido seu baixo custo e processo de fabricação. Não é indicado para intolerantes à lactose. É a forma mais barata de Whey, rica em aminoácidos essenciais e de cadeia ramificada, que permitem a liberação de componentes bioativos responsáveis pela aceleração do anabolismo e recuperação muscular.
Whey Protein Isolado: É a forma de Whey mais pura, contendo cerca de 90% ou mais de proteína em sua composição. Além disso, a maioria das Wheys Isoladas são isentas de gordura e com menos de 1% de lactose, sendo o mais indicado para os portadores de intolerância à lactose. Possui todas as vitaminas e mineras do leite, além de todos aminoácidos essenciais, não essenciais e condicionalmente essenciais. Sua digestão é considerada ótima.
Whey Protein Hidrolisado: Este tipo de Whey possui as cadeias de proteínas quebradas em menores segmentos, os peptídeos, tornando-o mais fácil e rápido de ser digerido. É um tipo de proteína que tem menores possibilidades de causar reações alérgicas. Pode conter traços de gordura, carboidratos, gordura e mineiras. Necessita de muitos litros de leite para ser confeccionado.
Fique sempre atento à composição (ingredientes) do seu Whey, a legislação exige que os ingredientes sejam colocados em ordem de maior quantidade, e por incrível que pareça, existem alguns contendo maltodextrina como primeiro ingrediente, então, atenção!! Vale também observar o tipo de adoçante presente, dando preferência sempre à sucralose e evitando os adoçados com aspartame, etc.
Fonte: Dicas de treino

LEUCINA-PARA QUE SERVE?

 A leucina é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos.
A leucina é um dos 20 aminoácidos que as células do corpo humano utilizam para sintetizar proteínas, porém o mesmo não o produz. Desempenha funções importantes no aumento das proteínas e atua com fonte de energia durante os exercícios físicos, aumentando a resistência e reduzindo a fadiga. É integrante da cadeia ramificada, juntamente com a isoleucina e a valina, é encontrado de maneira abundante em carnes e leguminosas (soja e feijão), com uma concentração média de 1g/100g e de 3g/100g, respectivamente.
Uma maior presença de leucina na alimentação contribui para reduzir a perda da massa muscular durante a velhice, segundo um estudo divulgado pelo Instituto Nacional francês de Pesquisa Agronômica (Inra) em seu site na internet. Essa é a conclusão de uma equipe de pesquisadores da unidade de Alimentação Humana do Inra, após efetuar um estudo em ratos.
A partir dos 40 anos, o equilíbrio interno - que mantém estável a produção de proteínas musculares e sua constante destruição - é desfeito, o que conduz a um desaparecimento progressivo de massa muscular da ordem de 0,5% a 2% a cada ano.
Esse processo, denominado sarcopenia, é responsável pela redução da mobilidade e da autonomia entre os idosos.
Os resultados do estudo do Inra nos ratos sugerem, segundo seus autores, que um complemento alimentar a base de leucina ou o consumo regular de alimentos ricos nesse aminoácido, como os produtos lácteos, pode ter um efeito positivo na manutenção da massa muscular.

Minas BodyBuilding

Um blog dedicado ao fisiculturismo.