terça-feira, 11 de junho de 2013

Conheça sete lutas que transformam o corpo feminino

Cada vez mais mulheres estão procurando as academias para praticar aulas de boxe, MMA, muay thai e outras lutas. Engana-se quem pensa que essas atividades sejam exclusividade masculina, as mulheres, e suas curvas, também podem colher os benefícios. Só é preciso cuidado para se proteger adequadamente. "Unhas devem estar aparadas, cabelos presos e nunca treine com brincos e outros acessórios", explica o instrutor de lutas Luciano Imoto, diretor da academia Imoto, de São Paulo. Dependendo da luta, recomenda-se usar sapatilhas para proteger os pés e protetor de busto para os seios.

E então, pronta para colocar a atividade que gasta de 600 a 1200 calorias na rotina de exercícios? Confira abaixo as modalidades mais comuns e escolha a que mais se encaixa ao seu perfil.

Boxe

No boxe, há muita movimentação, o que favorece muito os músculos dos braços e as pernas. Mas um dos pontos altos da aula são as vantagens para a região da barriga. Além de trabalhar muito o abdômen, o boxe ajuda a afinar a cintura. Essa luta faz com que a barriga fique contraída o tempo todo. Com isso, a rotação do tronco para os lados dará um ótimo resultado estético e melhorará a postura. E os benefícios não param por aí: a luta gasta aproximadamente 800 calorias por hora de treino. E não pense que a aula se resume aos socos. "O treino de preparação já trabalha muito as pernas, já que envolve saltos e cordas" explica Luciano Imoto.  
Muay thai - foto: Getty Images Muay thai

A aula demuay thai já começa agitada, o aquecimento envolve polichinelos, corda e saltos, o que por si só já garante um bom gasto calórico. Durante o enfrentamento é delimitado um círculo de ação para cada combatente, o que determina que os movimentos sejam feitos de maneira explosiva. "Como o foco são os chutes - dados com a perna esticada e a ponta do pé - a aula fortalece, principalmente, pernas, glúteos, além da parte central do tronco e abdômen, que são exigidos pois assumem a função de estabilizar os membros", explica Luciano Imoto. Caso você queira fortalecer mais ombros e braços, basta pedir para o seu professor dar destaque aos socos e cotoveladas durante o treino. Tanto esforço gasta aproximadamente 800 calorias e traz também benefícios para a coordenação motora e a concentração.  
Karatê - foto: Getty Images Karatê

Além de trazer benefícios para o corpo, o karatê também cuida da sua mente. "Essa luta mantém a disciplina e a tradição oriental, além de ser detalhista, já que a menor desatenção pode virar o jogo", explica o educador físico Washington Alves, instrutor de MMA da academia Planet Sport (de São Paulo). A grande quantidade de socos e chutes, dados com o joelho elevado e dobrado e o pé em posição neutra, fazem com que a atividade trabalhe o corpo de uma maneira global. O gasto calórico da aula também gira em torno das 800 calorias.  
Capoeira - foto: Getty Images Capoeira

O gingado e as acrobacias da capoeira melhoram a flexibilidade, principalmente das pernas, responsáveis pela maior parte dos golpes. "O aluno ganha elasticidade sem perceber", conta o educador físico Washington. Os movimentos acrobáticos garantem um fortalecimento global, isso porque além de dar o golpe, é preciso manter o corpo todo contraído para equilibrar-se. O gasto calórico também está na casa das 800 calorias por hora.  
MMA - foto: Getty Images MMA

Uma evolução do vale-tudo, O MMA (Mixed Martial Arts) é uma mistura de sete diferentes lutas: jiu-jitsu, muay thai, judô, wrestling, karatê, boxe e capoeira. A diferença é que essa luta passou a ter regras bem claras, garantindo a integridade do praticante. Por agrupar tantas práticas, o MMA inclui movimentos no chão, chutes no ar, derrubada do adversário, trabalho de equilíbrio e isometria (segurar o adversário no chão) o que promove diversos benefícios ao corpo. Os resultados serão fortalecimento, agilidade, equilíbrio, flexibilidade e gordurinhas exterminadas. O gasto calórico dessa aula pode chegar a 1200 calorias por aula.  
Jiu-jitsu - foto: Getty Images Jiu-jitsu

O jiu-jitsu é praticado predominantemente no chão e também usa o princípio da isometria para imobilizar o oponente. Além de contribuir para o fortalecimento muscular, a aula melhora o condicionamento físico e a função cardiorrespiratória, já que o esforço é constante. Apesar de precisar de força para praticar a luta, o que faz diferença mesmo é o domínio da técnica, já que é preciso muita atenção para dominar o adversário. Em apenas uma aula são eliminadas 1000 calorias.

Segundo Luciano Imoto, não é preciso se preocupar com a deformação da orelha, comum entre atletas que praticam essa luta, devido ao atrito com o tatame. "Isso só acontece quando não é dado o tempo necessário para a cicatrização. É possível também usar protetores auriculares específicos para a prática do esporte", explica.  

Judô - foto: Getty Images Judô

O foco dessa luta é derrubar e imobilizar o adversário, para isso é preciso fazer muita força com tronco e braços, fortalecendo, principalmente, os músculos dessas regiões. Mas a resistência às investidas do oponente gera contrações no corpo todo, trabalhando-o por completo. O judô é uma das poucas lutas que
conserva a tradição oriental e, por isso, a disciplina é um dos principais pontos a serem respeitados nesse esporte. O gasto calórico da aula de uma hora fica entre 700 e 800 calorias.

Fonte: MSN

Nutrição e estética- Como cuidar de seus cabelos!

Usar o xampu certo, cuidar do couro cabeludo, evitar o estresse, escolher a escova certa, praticar mais exercícios são alguns dos hábitos que fortalecem os cabelos e previnem a queda dos fios. Aprenda a seguir como ter as madeixas mais saudáveis e bonitas.
1) Manter os cabelos sempre limpos: Os cabelos não caem porque estamos lavando o couro cabeludo, e sim porque estão programados para cair, independente do banho. "Quando deixamos de lavar para evitar a percepção de queda dos fios durante o banho, acabamos deixando o couro cabeludo sujo por mais tempo e esta sujeira poderá favorecer e agravar a queda de cabelos", diz o dermatologista Ademir Jr.
Escova - Foto Getty Images 2) Usar a escova errada: Ela também pode danificar os fios, deixando aquele aspecto de cabelos quebrados. "As escovas com pinos que apresentam bolinhas de massagem na ponta protegem o couro cabeludo e oferecem mais leveza na hora de desembaraçar", afirma o cabeleireiro da Condor, Gennaro Preite.
Relaxar 3) Reduzir seu estresse: Estudos mostram que uma boa parte das pessoas que reclama de queda capilar apresenta ou apresentou algum tipo de estresse que pode ter sido causador da queda capilar.
Exercícios - Foto Getty Images 4) Fazer exercícios físicos: "A pratica de atividades físicas libera endorfinas que diminuem o estresse e consequentemente a queda de cabelos", explica o dermatologista Ademir Jr.
Cabelo preso - Foto Getty Images 5) Não prender os fios molhados: fazer isso uma vez ou outra não tem problema nenhum. Mas achar que vai domar o volume dos fios dando um bom nó em volta deles é assinar um atestado de raiva permanente. "Manter o couro cabeludo molhado por muito tempo faz juntar fungos e criar caspa, além de enfraquecer a raiz e provocar a queda" , afirma o afirma o cabeleireiro Paulo César Schettini. Usar um leave-in e evitar o vento enquanto a cabeça não seca são medidas suficientes para evitar o cabelo armado demais.
Couro Cabeludo - Foto Getty Images 6) Ficar atento ao couro cabeludo: Boa parte dos pacientes que chega à nossa clínica queixando-se de queda capilar relata que apresenta ou apresentou situações de caspa ou descamação, feridas, dor e coceira de couro cabeludo.
Álcool e Cigarro - Foto Getty Images 7) Evitar o álcool e o fumo: A ingestão de álcool provoca aumento da produção de radicais livres no nosso corpo. Radicais livres promovem inflamação em alguns tecidos, incluindo a pele do couro cabeludo. Toda inflamação poderá promover aumento da queda de cabelos. Além disto, o álcool, sozinho, desgasta o organismo já que exige de nosso corpo um esforço maior para metabolização o etanol. O desgaste do metabolismo é um dos fatores que podem levar à queda capilar. Cuidado também com o tabagismo. É provado cientificamente que o fumo, por produzir radicais livres em nosso corpo facilita a queda capilar.
Ansiedade - Foto Getty Images 8) Ficar longe da ansiedade: Cabelos não se recuperam da noite para o dia. Ficar olhando no espelho desesperadamente à procura de fios novos não ajuda em nada. Para piorar, a ansiedade agirá como o estresse, aumentando a queda capilar.
Alimentação Saudável - Foto Getty Images 9) Cuidar da alimentação: A alimentação é essencial para fortalecer os fios e para estimular o crescimento deles. Alguns nutrientes específicos como os minerais (zinco, selênio, cálcio, silício e ferro), além das vitaminas (E, C e do complexo B), proteínas e grão integrais. "As propriedades desses nutrientes funcionam em cosméticos, mas seu maior benefício está quando estão presentes nos alimentos consumidos" , diz o dermatologista Marelo Bellini.

Chapinha - Foto Getty Images 10) Passar chapinha no cabelo molhado: a gravidade é tanta que dá para sentir os efeitos na mesma hora. Os fios são profundamente agredidos. Além de queimados, eles se quebram. O único jeito de consertar é cortando , alerta Paulo Schettini. Antes de usar a prancha, seque bem os cabelos. Nem úmidos eles podem estar.

Fonte: MSN

Sete maneiras de potencializar a caminhada e a corrida na esteira

Ela está na academia, na sala de ginástica do prédio e se bobear bem aí, no meio da sua sala. A esteira é um dos aparelhos mais populares quando o assunto é atividade física. O motivo é muito simples: seu uso é praticamente intuitivo, basta apertar um botão e sair andando. Nada complicado, não é mesmo? Mas aposto que de algumas coisinhas você não sabe. A educadora física Fernanda Andrade, da Sociedade Brasileira de Personal Trainer, conta que, além de usar um tênis específico durante a caminhada e corrida, é preciso manter uma boa postura - com ombros em linha reta e costas e o abdômen firmes e contraídos -, e progredir gradativamente as velocidades, respeitando seus limites. Pronto para investir nas técnicas que transformam a caminhada na esteira num verdadeiro treino? Então escolha a sua favorita a seguir.

Alternar caminhada e corrida

O seu objetivo é emagrecer? Então essa pode ser sua opção: "alternar caminhada e corrida é um excelente método para quem quer perder gordura corporal", explica Fernanda Andrade. "Estudos mostram que treinos feitos dessa forma são muito mais eficientes que aqueles feitos de maneira constantes, do início ao fim". E melhor ainda: essa técnica ajuda também a diminuir a gordura abdominal. O educador físico Felipe Macabeli, coordenador de Cinésio do Centro de Bem-Estar e Fisioterapia Levitas, explica como fazer: "você pode realizar um treinamento intervalado considerando o tempo - o mais fácil e mais usado em esteiras - ou a distância percorrida". Os treinos intervalados podem ser ajustados para você por um educador físico, sempre pensando em atingir seus objetivos.
Exercício na esteira - foto: Getty Images

Aumentar a inclinação da esteira

Aumentar a inclinação da esteira vai deixar o treino mais intenso, já que o efeito é o mesmo sentido ao subir uma ladeira - ou seja, além de caminhar você ainda tem que lutar contra a gravidade. Resultado: músculos a mais e calorias a menos. Panturrilhas, coxas - tanto a parte de trás quanto a da frente - e glúteos são os músculos mais trabalhados. Mas o ajuste deve ser feito com cuidado: "ele deve ser individualizado, não há uma regra, só assim é possível associar a inclinação sem sobrecarregar a coluna lombar do praticante", explica o educador físico Felipe Macabeli. O especialista sugere que, em conjunto com o trabalho aeróbico na esteira, seja feito um trabalho de resistência e de força, como a musculação, específica para a região lombar, abdominal e dos glúteos. Assim o praticamente se sente mais seguro para inclinar o equipamento. Vale fazer a mudança aos poucos para sentir caso surjam efeitos indesejados.
Passada - foto: Getty Images

Aumentar a velocidade

Subir a velocidade aumenta o gasto energético e, consequentemente, a quantidade de calorias gastas. "Além disso, fazer a atividade de caminhada em um passo mais rápido gera condições para um melhor condicionamento físico, influenciando o sistema cardiorrespiratório positivamente", explica o educador físico Felipe. Em toda progressão de velocidade, você deve acompanhar os seguintes fatores: nível de intensidade, frequência cardíaca, condições - como dores e cãibras - do corpo no geral, ausência de dores crônicas ou desconforto articular.

A educadora física Fernanda Andrade, recomenda: "a variação de velocidade na esteira é muito boa para aumentar o gasto calórico e a intensidade do treino, mas deve ser sempre orientada por um profissional de educação física, evitando lesões e contusões musculares". Por isso, nada de subir e descer a velocidade por conta própria, peça sempre a ajuda de um profissional. Caso você treine sozinho, faça a alteração bem devagar - aumentando 0,1 Km por semana, por exemplo - e redobre a atenção aos sinais que seu corpo dá.
Bicicleta ergométrica - foto: Getty Images

Mescle com outros aparelhos

"Uma das grandes diferenças que há da esteira para o elíptico e a bicicleta é a maior concentração de trabalho de força periférica que há nestes dois em comparação com a esteira", explica Felipe. Equilibrar a atividade entre esteira e elípticos traz benefícios em dobro e você não se aborrece pela monotonia de utilizar apenas um aparelho. "Mas lembre-se: o mais importante de tudo é o praticante encontrar prazer na atividade proposta", recomenta o educador físico Felipe.
Esteira - foto: Getty Images

Mudar as direções da passada

Andar na esteira com passadas laterais e até mesmo andar de costas parece impossível? Mas não é. "Este trabalho funcional e válido para pessoas que precisam treinar tais direções para adquirir novas habilidades", explica Felipe. "No caso, para praticantes de caminhada que queiram treinar o equilíbrio e a coordenação, essa pode ser uma boa opção, desde que com orientação adequada de um profissional."
Personal trainer - foto: Getty Images

Busque a orientação de um profissional

Realizar uma avaliação física com um profissional de educação física fará bastante diferença no seu programa de caminhadas na esteira. "Com a avaliação é possível determinar o melhor ritmo para sua caminhada e corrida, determinando as frequências cardíacas ideais para o seu objetivo, bem como traçar sua evolução nos treinos", explica a educadora física Fernanda Andrade.

Corrida na esteira - foto: Getty Images

Respeite seus limites

Sempre! Toda atividade em excesso é prejudicial à condição física. O ideal é que você mantenha o passo de acordo com suas condições físicas atuais. "Todo movimento forçado, desorganizado e com pouca consciência corporal pode trazer desequilíbrios ao organismo ocasionando dores na coluna, quadril, joelhos, tornozelos e excessos musculares tais como contraturas e espasmos duradouros", explica Felipe Macabeli. Lembre-se de tratar o seu corpo com todo respeito e cuidado, evitando a parada forçada do exercício físico.

Fonte: MSN