terça-feira, 4 de junho de 2013

CURSO MULTIDISCIPLINAR SOBRE OBESIDADE


Estamos na última semana  de  JUNHO, aproveite para fazer a  sua inscrição no valor menor!

Público alvo: Profissionais  e estudantes da área de nutrição, educação física, medicina e psicologia.

Data : 31/08/2013                      Horário: 8:00 às 17h

Real Medical Center- Rua Real Grandeza- 108 – Térreo - Botafogo

Programação:

-Obesidade e depressão – As doenças do século 
-Medicamentos  permitidos pela Anvisa e a Influência dos antidepressivos no peso corporal 
-Orientação Alimentar para DCNT ( obesidade, dislipidemia, Hipertensão e diabetes tipo2)
-Dietas da Moda e seus riscos ( Mediterrânea, Detox, Dr. Dunkan, Índice Glicêmico)
- Ferramentas Nutricionais e fitoterapia  para acelerar o metabolismo e perda de peso.
-Prós e contras da Academia X Personal trainer ,quando utilizar suplementos na atividade física
-Alimentos Orgânicos? Com ou sem Glúten? Lactose? X Obesidade-
Palestrantes:
-Nutricionista Clínica - Patrícia Brigagão Mendes
-Nutricionista Clínica - Wilma Amorim
- Prof. de Ed. Física e Nutricionista Kelly kathryn
- Psiquiatra da Santa Casa - Dra. Elisa  P. Couto

Preços:

VALOR
Até 30/06
Até 31/07
Até 31/08
PROFISSIONAL
R$ 150,00
R$ 165,00
R$ 180,00
ESTUDANTE
R$ 120,00
R$ 135,00
R$ 150,00


VAGAS LIMITADAS!

FORMA DE PAGAMENTO:
Depósito bancário: Banco Itaú – Agência 0308/ conta corrente: 13828-8
Patrícia B. Mendes ou Wilma R. Amorim

Incluído:
2 coffee break, certificado, material ( bloco, caneta e CD)

Inscrição:
Enviar para o email :  brigagao.amorim@yahoo.com.br
os seguintes dados:                              
Nome, endereço, telefone, cidade, email, profissão, comprovante de pagamento ,cópia da carteira profissional ou de estudante.
Você receberá sua confirmação da inscrição por email.

Organizadores do curso:
Patrícia Brigagão Mendes (tel: 98444298) e Wilma Rodrigues Amorim ( tel: 81229717)

Patrocinadores- Office lab, Eurofarma e Support

    Colaboradores: Mundo Verde, Congelados da Sônia, Carioca Zen


Prós e Contras da Carne vermelha

Poucos alimentos têm sido tão atacados nos últimos anos como a carne vermelha. Mais famosa por ser fonte de gorduras e colesterol do que pelos benefícios que traz ao organismo, ela foi tirada do cardápio de muitas pessoas que procuram perder peso e ter uma alimentação mais saudável. Mas, segundo muitos especialistas, cortar esse alimento da dieta sem antes procurar um nutricionista é um erro. "A carne vermelha é fonte de todas as proteínas e os aminoácidos essenciais para o nosso corpo. Ela não tem um substituto único e contém vitaminas que não são encontradas em nenhum outro alimento. Por isso, as pessoas devem pensar duas vezes antes de cortá-la da dieta", explica o nutrólogo Wilson Rondó, autor do livro "Sinal Verde para a Carne Vermelha".

De acordo com o especialista, uma alimentação saudável é aquela que traz um equilíbrio entre os micronutrientes, ou seja, vitaminas e minerais, e os macronutrientes, como gorduras, proteínas e carboidratos. Fechar a boca para alimentos ricos no último grupo, como a carne vermelha, pode até fazer mal ao organismo. Compare os prós e contras: 

Carne vermelha
Prós

De acordo com o endocrinologista Fillipo Pedrinola, especialista do Minha Vida, a carne vermelha contém inúmeros nutrientes que, se forem consumidos na medida certa, são importantes para o bom funcionamento do organismo. "Uma alimentação balanceada deve conter grande variedade de alimentos, incluindo carne branca, vermelha, peixe, laticínios, frutas, vegetais e grãos", explica.

Dentre todos os nutrientes encontrados na carne, os que ganham papel de destaque são as proteínas. Elas são consideradas completas, pois contêm os nove aminoácidos essenciais. Uma quantidade de 100 gramas de carne magra - com menos gordura - contém por volta de 20 a 30 gramas de proteína, o que equivale a, aproximadamente, 50% das necessidades diárias de um ser humano adulto.  
Para quem pratica exercícios físicos, ficar sem comer carne vermelha pode atrapalhar o treino, já que ela é fonte de diversos nutrientes que melhoram o desempenho muscular, como a mioglunulina - que promove o transporte de oxigênio para os músculos -, o ácido linoleico - que ajuda a perder peso e promove a perda de gordura - e a creatina, que ajuda a restaurar ATP após o esforço muscular. ATP é um tipo de molécula produzida durante a respiração celular, que dá energia ao corpo.

Segundo um estudo feito pelo Laboratório de Nutrição e Metabolismo da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, a creatina também ajuda a controlar a taxa de açúcar no sangue elevada em pessoas com diabetes. 
Músculos
Além disso, a carne vermelha também é fonte de mioglobulina, uma proteína que promove o transporte de oxigênio para as células musculares e age como antidepressivo, o que permite exercícios mais intensos e sensação de bem-estar. O alimento ainda é a única fonte de vitamina B12, indispensável para o funcionamento das células nervosas do corpo.

"Por isso, a maioria das pessoas que não comem nenhum tipo de alimento de origem animal, principalmente a carne vermelha, apresentam carência dessa vitamina em longo prazo quando não tomam suplementos vitamínicos", explica Wilson Rondó.  

Contras

Mesmo que a carne vermelha traga benefícios ao organismo, seu consumo deve ser controlado, como praticamente todos os alimentos. "Ela pode liberar algumas substâncias nocivas à saúde se for cozida em excesso ou se for de procedência duvidosa", explica o nutrólogo Wilson, que afirma que a melhor opção de carne sempre será a que foi tirada de um gado criado em pastagens naturais e orgânicas.

Um estudo publicado pela revista Archives of Internal Medicine demonstra que quem controla o consumo de carne vermelha e carnes processadas vive mais. A pesquisa acompanhou por dez anos mais de meio milhão de pessoas com idades entre 50 e 71 anos. As pessoas que mais ingeriam carne vermelha (média de 62,5g em uma dieta de 1000 Kcal por dia) foram as que apresentaram maior mortalidade por doenças cardiovasculares e câncer, quando comparadas a aquelas que ingeriam menos carne vermelha (média de 9,8g / 1000 Kcal por dia). 
Carne vermelha
Os malefícios desse alimento estão mais ligados ao seu consumo excessivo, ou ao exagero da escolha de cortes muito "gordos", que contêm grande quantidade de gordura saturada que, por sua vez, está associada ao aumento dos níveis de colesterol, da pressão arterial e do risco de câncer. As carnes vermelhas ainda possuem compostos carcinogênicos que, se consumidos em excesso, aumentam as chances de câncer de intestino e próstata.

Veja quais são os cortes com mais gordura e mais magros: 
Cortes magros

Patinho - 7 gramas de gordura
Maminha - 7 gramas de gordura
Músculo - 7 gramas de gordura
Lagarto - 9 gramas de gordura
Filé mignon - 9 gramas de gordura
Coxão duro - 9 gramas de gordura
Coxão mole - 9 gramas de gordura

Cortes gordos


Acém - 11 gramas de gordura
Alcatra - 12 gramas de gordura
Contra-filé de costela - 13 gramas de gordura
Cupim - 13 gramas de gordura
Picanha - 20 gramas de gordura
Fraldinha - 26 gramas de gordura
Costela - 28 gramas de gordura
Além disso, pessoas retêm mais ferro do que deveriam, precisam diminuir ou evitar o consumo de carne vermelha, que é rica nesse mineral. "Quem sofre de câncer de próstata deve tomar o mesmo cuidado, pois a carne estimula a produção de testosterona, o que pode prejudicar o quadro da doença", lembra Wilson Rondó. 

Fonte: MSN

Carne de Porco - Boa para a saúde ou Vilã?

 A carne de porco já foi tão vilanizada, que até na Bíblia seu consumo era proibido, pelo menos no Antigo Testamento. Apesar de no texto sagrado as alegações serem místicas, o real motivo era a quantidade de doenças que esse alimento poderia passar. Por sorte, isso hoje é passado. "A carne de porco hoje passa por rigorosos processos de produção e higiene. Com o cruzamento genético, associado a esse controle sanitário, ela voltou a ter seu lugar de destaque no grupo das proteínas", explica a nutricionista Nicole Trevisan, da ADJ Diabetes Brasil.

Isso foi aliado à nova alimentação dos suínos, que mudou para melhor. "Eles anteriormente eram alimentados com restos de comida, e agora recebem ração equilibrada, com quantidades adequadas de macronutrientes, e em certas marcas até há a presença de antioxidantes e sequestradores de toxinas", explica Israel Adolfo, nutricionista do esporte de São Paulo. Mas para garantir tudo isso, é preciso verificar sempre a procedência do alimento, inclusive o carimbo da vigilância sanitária.

A carne suína hoje é uma boa opção de carne vermelha. Apesar da cor clara, ela entra nessa categoria por causa da concentração de hemoglobina, que mesmo sendo menor do que no tipo bovino, ainda é considerada alta. Pena que o estigma de inimiga da saúde ainda continue... Religiosos ou não, muitos ainda acreditam que a carne suína é rica em gorduras e colesterol, características que agora fazem parte do passado desse alimento - desde que você saiba escolher os cortes mais saudáveis e capriche no modo de preparo. O lombo de porco, por exemplo, apresenta menos quantidade de colesterol que o filé de frango. Se você ainda não está convencido, comparamos essa iguaria com as carnes de boi e frango, para que ela possa finalmente ser absolvida na inquisição da cozinha. Confira!

Ótima fonte de proteínas

Nesse primeiro quesito, a carne de porco é campeã, mas principalmente pela qualidade. "Estudos mostram que a carne suína possui maior conteúdo de aminoácidos essenciais (aqueles que nosso corpo não produz), como por exemplo, leucina, lisina e valina. Estes aminoácidos podem auxiliar o organismo na manutenção do sistema imunológico", explica Karina Valentim, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição. Porém, quando o assunto é quantidade, o lombo assado perde apenas para o peito de frango assado, enquanto o primeiro tem 28 gramas a cada 100 g de carne, o segundo apresenta 31 g para a mesma quantidade. Já a alcatra, nessa categoria, apresenta o valor 27 gramas, apenas um pouco a menos. 
Cortes magros - Foto: Getty Images

Porco também pode ter cortes magros

É claro que em todos os tópicos, tudo depende do tipo de corte. E alguns tipos de carne suína são bem pouco calóricos, por incrível que pareça para muita gente. Vamos aos números: a bisteca suína apresenta 164 kcal a cada 100 gramas do alimento. Já o corte bovino mais magro é o contrafilé sem gordura, que apresenta 131 kcal na mesma quantidade. Porém, a alcatra já tem muito mais energia: 234 kcal. O frango, no entanto, ganha de todas, o peito sem pele é a carne menos calórica de todas, com 119 kcal a cada 100 gramas. Vale ressaltar que esses valores calóricos não consideram o modo de preparo do alimento, portanto a melhor forma de garantir que o corte suíno fique mais saudável à mesa são as preparações assadas, grelhadas e cozidas. Evite as versões fritas, que aumentam o valor calórico da carne. Quando é feita com óleo, por exemplo, a bisteca de porco soma 311 kcal, um aumento considerável. E nem todos os cortes do porco são liberados. O toucinho, por exemplo, contém 593 kcal a cada 100 gramas. 
Evite o colesterol - Foto: Getty Images

Colesterol: evite os cortes mais gordos

De acordo com a nutricionista Karina Valentim, alguns cortes de carne de porco lideram o ranking quando o assunto é menos colesterol. O lombo suíno está empatado com o filé-mignon bovino, ambos apresentam 55 mg de colesterol a cada 100 gramas de carne. Logo em seguida vem o filé de frango sem pele, com 59 mg, assim como o contrafilé sem gordura. "Porém, o teor de colesterol da costela suína e do toucinho é maior que todos os cortes de carne bovina, sendo assim, estes cortes não seriam indicados para o consumo cotidiano", alerta a especialista. Já no quesito gorduras, a carne de frango é que as possui em menor quantidade. 
Composição nutricional - Foto: Getty Images

Composição nutricional

No caso de nutrientes como vitaminas e minerais, o porco também apresenta mais vantagens. "A carne suína possui maior teor de vitamina B1 (tiamina), vitamina B3 (niacina) e vitamina B8 (biotina) comparada à carne bovina", aponta a nutricionista Karina. Por outro lado, a carne bovina tem teores maiores de vitamina B12, aquela que só encontramos em fontes animais, e o frango é rico em vitamina B5. Na questão mineral, a carne de boi tem mais zinco, ferro e potássio, seguida pela carne de porco e só depois a de frango. 
Formas de preparo - Foto: Getty Images

Maciez e preparo

Não importa o tipo da carne, todas elas devem ser feitas preferencialmente cozidas, assadas ou grelhadas. Porém, o nutricionista Israel Adolfo considera a suína a carne de preparação mais difícil. "A carne que precisa de melhor cozimento é a de porco, por isto considero a de preparo mais complicado", explica o especialista. Já a maciez varia não só entre os cortes, mas também de animal para animal, mesmo que sejam da mesma espécie. Karina ensina um truque para qualquer uma delas: "para deixar o grelhado mais suculento recomenda-se que não aperte a carne na panela, deixe selar de um lado, vire e deixe selar do outro, para que a carne não perca seu suco interior e fique macia". 
Consumo em excesso - Foto: Getty Images

Ingestão em excesso

As proteínas quando consumidas em quantidades muito grandes podem trazem problemas ao organismo, de acordo com Nicole Trevisan. Mas entre os três tipos de carne, a mais perigosa acaba sendo a proveniente do boi. "Estudos mostram que as carnes bovinas possuem maior teor de gordura intrínseca quando comparada a outras carnes. O consumo desta gordura está associado a um maior risco de doenças cardíacas", explica Karine Valentim. Mas ela mesma alerta que no lugar de cortá-la de vez do cardápio, o ideal é limpar bem as peças e tirar toda a gordura antes do preparo. 
Quantidade indicada - Foto: Getty Images

Consumo recomendado

Para Israel Adolfo, é muito importante consumir carne, já que ela será fonte de proteínas de alta qualidade e vitaminas como a B12. Mas o consumo deve ser distribuído ao longo da semana. "As carnes bovinas e suínas, por apresentarem um teor de gordura maior, devem ser consumidas no máximo de 3 vezes na semana. Nos outros dias é importante que se faça um rodízio, alternando o consumo de peixes, frangos e ovos, como fonte proteica", ensina a nutricionista Karina.

Fonte: MSN