domingo, 3 de fevereiro de 2013

SÍNDROME DO COLON IRRITÁVEL




Um dia o intestino está preso. No outro, diarréia. Náuseas, dores de cabeça, fezes espedaçadas, sensação de insuficiência ao evacuar, distensão abdominal, dor e muitos gases. Tais sintomas podem indicar a Síndrome do Intestino Irritável, ou cólon irritável, uma desordem gastrointestinal comum na nossa população, pelo menos nos dias de hoje.


disbiose intestinal, o estresse, a dieta inadequada, as alergias e intolerâncias alimentares, as alterações hormonais e o uso de medicação irritante, podem estar por trás deste transtorno que não tem como causa alterações estruturais do intestino, mas sim, da funcionalidade do mesmo. Assim, como os sintomas da síndrome (SII) podem ser confundidos com outras doenças, torna-se de extrema importância a avaliação do médico para o diagnóstico e o adequado tratamento.

O cuidado na alimentação é fundamental e é capaz de amenizar o desconforto causado. A sensibilidade a um ou outro alimento é individual e normalmente a dieta de exclusão pode ser indicada, ou seja, o nutricionista retira um alimento S
uspeito e observa se o paciente terá alívio dos sintomas. 

Porém, de forma geral, alguns alimentos parecem ser mais agressivos e por isto devem ser considerados suspeitos e retirados da alimentação para observação. São eles:

 Leite e os derivados que contiverem lactose (queijo minas, requeijão);
• alimentos com cafeína: chá preto, chá mate, chá verde, café, chocolate, coca;
• condimentos e especiarias: canela, pimenta, alho, cebola;
• frutas cítricas: laranja, limão, abacaxi, maracujá;
• alimentos muito gordurosos: frituras, amendoim, queijos amarelos;
• refrigerantes, bebidas alcoólicas;
• alimentos com glúten: pão, macarrão, bolo, biscoito;
• alimentos ricos em sacarose: açúcar, doces;
• algumas carnes, como a de porco.

Para o tratamento alimentar, o uso dos probióticos (microorganismo que melhoram a flora intestinal) está indicado. Este pode ser feito sob a forma de suplementos (sachês ou cápsulas) ou ainda na forma de iogurtes. As fibras, presentes nas frutas, nos vegetais, nos cereais e na forma de suplementos podem ser usadas na dieta, porém após avaliação da tolerância individual.

Deve-se ainda aumentar ingestão de alimentos ricos em Ômega 3 como os peixes de água gelada, especialmente os mais fáceis para se encontrar como salmão e sardinha. O uso dos alimentos ricos em cálcio como os “leites” de soja fortificados e as fontes de magnésio (tofu, soja, tomate) além de chá que auxiliam a eliminação dos gases (melissa, camomila) podem auxiliar o tratamento que é complementado com cuidados com o sono, hidratação, prática da atividade física e diminuição do estresse.



FONTE: NUTRÍCIO

Caem os mitos da dieta



Conheça nove teorias falhas que viraram “regras” e podem atrapalhar o emagrecimento



Mito 1: Comer de três em três horas, em pequenas porções, é infalível para emagrecer

Os lanchinhos a cada três horas ajudam a acelerar o metabolismo, mas não há emagrecimento se a soma das calorias superar o gasto diário
A teoria: A sugestão parece a “fórmula mágica” do emagrecimento, presente no discurso de 10 em cada 10 especialistas. Quem conseguiu emagrecer três números no manequim também costuma dizer que o segredo foram as múltiplas refeições. 

Cláudia Cozer, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) diz que a recomendação é justificada porque “evita diminuição do metabolismo e que a pessoa não chegue às refeições principais com uma fome exagerada”. Mas não é sempre que dá certo.
Quando não funciona: Comer a cada três/quatro horas pode não funcionar “se você come mais do que gasta”, explica Cláudia Cozer. Neste caso, o efeito é inverso e “você engorda”, atesta. 
Portanto, não adianta achar que os espaços mais curtos entre as refeições dá passe livre para qualquer alimento. Mesmo comendo em pequenas doses, é preciso controle e exercícios físicos.
Mito 2: Não comer após as 20h é garantia de quilos perdidos
A teoria: Vira e mexe as refeições após as 20h entram no alvo e a recomendação é exterminá-las do cardápio. É fato que as pesquisas já mostraram que o relógio biológico é mais lento à noite e que ascompulsões (ao estilo assalto da geladeira) acontecem mais neste período do dia. Mas o jejum noturno pode ser mais bandido do que mocinho.
Quando não funciona: Dormir com fome piora a qualidade do sono e interfere no metabolismo, o que dificulta a queima de caloria. “Portanto comer após 20h não tem problema, mas deve se comer uma quantidade adequada e com menor teor de calorias possível, senão o prejuízo é engordar e ter um sono ruim”, afirma Cláudia Cozer, da Abeso.

Mito 3: Substitua os alimentos por versão diet e light e perca peso já
A teoria: Doces sem açúcar, sobremesas e pães mais “magrinhas”. A data para o início do regime coincide com a corrida para as prateleiras dos supermercados que oferecem uma lista infinita de produtos diet e light. Em princípio, a troca parece ser só benefícios, mas a verdade é que ela pode ser um verdadeiro tiro no pé...
Quando não funciona: A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) já alertou que a informação “diet” em uma embalagem não garante a qualidade nutricional e nem a redução de calorias. “No chocolate diet, por exemplo, a retirada do açúcar significa a adição de mais gordura, o que deixa a versão dietética tão ou mais calórica do que a tradicional. 

Portanto, na dúvida, não confie apenas no rótulo, compare a tabela nutricional dos produtos”, já orientaram os técnicos no site da Proteste. Comer sem peso na consciência não significa que os quilos extras não vão pesar mais tarde.
 
Mito 4: Fazer exercícios 30 minutos por dia é suficiente para emagrecer

Pesquisas mostram que fazer 30 minutos por dia de exercício não é suficiente para manter o peso. O ideal é uma hora
A teoria: Meia hora no relógio fazendo exercícios físicos é a chave para perder peso. Solução rápida, prática e que pode ser incorporada na rotina sem prejuízos dos compromissos. Ninguém nega que mexer o corpo é ação muito melhor do que o sedentarismo, mas o efeito não necessariamente é um alívio nos ponteiros da balança, comprovou pesquisa recente.
Quando não funciona: Uma pesquisa feita pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e publicada em maio no jornal da Associação Americana de Medicina, mostrou que é preciso, no mínino, uma hora de caminhada, ginástica, dança ou luta para a atividade surtir efeito na manutenção do peso, conforme mostrou acompanhamento por 15 anos de 34 mil mulheres, com idade média de 54 anos. Quem só tem 30 minutinhos disponíveis durante o dia não precisa voltar para a categoria sedentário. Mas o consenso é que a meia hora traz mais benefícios cardiovasculares do que estéticos.

Mito 5: Reduzir calorias drasticamente por um período emagrece para a vida inteira

Foto: Getty Images
Dietas rígidas como as já feitas pela musa Beyonce têm resultados efêmeros: rápidinho os adeptos encontram os quilos que perderam
A teoria: As dietas das musas ganharam o gosto popular e viraram moda. São restrições alimentares severas, algumas sugerem água, limão e só. Por 15 dias. Mas vale a pena passar por tamanho sofrimento, já que o corpo vai ganhar outra forma após duas semanas, certo? Errado. A solução é um balde de água fria para os adeptos da “dieta zero”.
Quando não funciona: regimes com menos de 900 calorias/dia, em geral, não emagrecem de forma contínua e permanente. “Comendo muito pouco, o indivíduo até ganha peso”, alerta a diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), assim como 31 estudos que acompanharam por cinco anos pessoas que fizeram dietas com menos de 1200 calorias diárias. Realizada por pesquisadores da Universidade de Minnesota no ano 2000, a análise das publicações identificou que após cinco anos da data inicial do regime restrito, todos os participantes haviam recuperado o peso que haviam perdido.

Mito 6: As chamadas “gorduras do bem” estão totalmente liberadas.
A teoria: A palavra gordura foi atenuada quando os cardiologistas começaram a divulgar que, assim como tudo na vida, também existe o lado bom do termo. Ao contrário da "prima má", a chamada gordura trans, existem alimentos que são ricos em “gordura do bem”, presente na amêndoa, castanha e abacate. Virou recomendação médica, presente em dietas feitas pelo Hospital do Coração (Hcor) e Instituto do Coração (Incor). 

Roberta Cassoni, diretora do departamento de nutrição da Sociedade Paulista de Cardiologia (Socesp) até sugere que os representantes da categoria substituam o amendoim e salgadinho. Mas, se consumidos em excesso, o efeito pode ser contrário.
Quando não funciona: Se consumidos em doses excessivas, mais de quatro punhados, a gordura do bem vira do mal no organismo. Apesar de serem protetores do coração, são extremamente calóricos e, sim, engordam.
Foto: Divulgação
O macarrão é liberado para quem faz dieta alimentar, mas cuidado com as calorias do molho
Mito 7: Macarrão engorda e deve ser banido do cardápio

A teoria: É só começar a fazer dieta para o macarrão ser jogado para escanteio. As massas são proibidas, engordam e o regime que se preza é feito só de saladas e grelhados. Os nutricionistas, porém, absolvem o macarrão.
Quando incluir massas: Todos os especialistas em nutrição defendem os carboidratos como fundamentais na pirâmide alimentar. As massas, portanto, não devem ser excluídas pois sem elas a disposição para os exercícios também vai embora. 

O próprio Vigilantes do Peso, grupo referência nacional no emagrecimento, sugere a opção de macarrão integral como ideal para quem quer perder os quilos a mais. O que engorda o macarrão? O molho. Olhe no rótulo das embalagens prontas de tomate, a quantidade de sódio sempre é altíssima, o que aumenta o índice de gordura e piora o controle da pressão arterial. Queijo, tomate seco, carne são outros ingredientes que tornam o macarrão um vilão do regime. Então não aposente o alimento, mas cuidado com o molho. A Sociedade Americana de Nutrição já alertou que, sem molho, um prato de macarrão chega a ter menos 600 calorias.
Mito 8: Café ajuda a perder peso
A teoria: As xícaras de café intercalam a vida dos que fazem dieta, com a certeza de que o líquido escuro e amargo será como vara de condão para fazer sumir a fome. A bebida, alertam os especialistas, até é considerada como um acelerador do metabolismo, mas o efeito pode ser outro.
Quando não funciona: “O café com adoçante não tem caloria, não engorda, alguns trabalhos mostram que pode ajudar a aumentar o metabolismo e favorecer a perda de peso, mas outros estudos não conseguiram confirmar esses dados”, afirma Cláudia Cozer da Abeso. “Recomenda-se no máximo 4-5 doses/dia, porque a cafeína pode causar gastrite, irritação, alteração do sono”, diz. Todas estas consequências do excesso são inimigas do emagrecimento.
Foto: Getty Images/Photodisc
Dietas exclusivas, ou só de carboidratos presentes no pão ou só de proteínas (presentes na carne), não têm comprovação científica, diz a Abeso
Mito 9: Dieta só de proteína ou só de carboidratos é o segredo para mudar o corpo

A teoria: 
Desde a década de 90, começaram a pipocar dietas chamadas exclusivas. Os cardápios – que poderiam ser usados por 15 dias ou 30 no máximo – priorizam ou só alimentos da família dos carboidratos ou só das proteínas. A mudança de peso momentânea, porém, não dura muito tempo.
Quando não funciona: A nutricionista Tânia Rodrigues, que mantém o site RGNutri, escreveu no portal que como as gorduras saturadas são liberadas nestes tipos de regime, há um aumento no colesterol e na pressão arterial, que facilitam justamente o acumulo de gorduras. A eliminação de quilos, portanto, não é acompanhada por um corpo bonito.
A Associação Americana de Dietas, reforça que é a combinação entre os dois (carboidratos e proteínas) que promove a sensação de saciedade e portanto a ingestão de menos comida. Por fim, Cláudia Cozer da Abeso arremata que “não existe embasamento cientifico para se afirmar que comer só um grupo alimentar possa trazer algum beneficio a perda de peso”.
  • FONTE:IG•

Dossiê dos petiscos a beira-mar


Quais são os benefícios à saúde que cada alimento pode trazer e os cuidados na hora de consumi-los.

Na praia, alimentar-se corretamente, principalmente durante o dia, está longe de ser uma prioridade. A solução acaba sendo encontrada nos quiosques e ambulantes que passam vendendo porções dos mais variados alimentos.

Como a preocupação da estação é manter o corpo em forma, muito se fala das calorias dessas opções, mas seus benefícios à saúde são raramente mencionados. Para inverter esse raciocínio, selecionamos os alimentos mais consumidos nos dias de calor e apontamos quais os pontos positivos de cada um, sem deixar de lado, é claro, quais os cuidados necessários.

Camarão, ostra e marisco

Quer uma opção saudável e com quase nada de carboidrato? Aposte nesse trio! O camarão, a ostra e o marisco, são ricos em vitaminas A, B, C e D, esta última a queridinha da ciência na prevenção e tratamento de diversas doenças.

Também possuem zinco e cobre, minerais essenciais para o bom funcionamento do cérebro, melhorando a memória e prevenindo males como Parkinson, Alzheimer e enxaqueca, completa. Além disso, também são uma ótima fonte de ômega 3, nutriente que auxilia na prevenção do depósito de gordura nas artérias do coração, ajudando a manter a saúde desse órgão. “Por virem do mar, são ricos em iodo, que previne disfunções da tireoide e o bócio”, afirma Brigitte Olichon, professora de nutrição da Faculdade de Medicina de Petrópolis , no Rio de Janeiro.

O camarão, em particular, é uma fonte ótima de selênio, capaz de neutralizar os efeitos dos radicais livres, principal causa de câncer de pele, e tem muita vitamina B12, importante para o bom funcionamento das células. Sua casca contém fibras insolúveis que, teoricamente, ajudam a normalizar o trânsito intestinal e prevenir a constipação. Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aconselha a comer a cabeça e a cauda, por serem as partes mais ricas em nutrientes.
Atenção: O principal cuidado é a higiene e as condições de armazenamento do local onde irá comprá-los. “São alimentos fáceis de serem servidos, mas complicados de serem conservados. E, se estragados, são perigosos porque podem fazer muito mal à saúde”, alerta Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia. “As ostras precisam estar com bastante gelo em volta e é preciso observar a presença de areia dentro da concha”, aconselha Brigitte.
Ricas em sódio, devem ser consumidas com parcimônia por quem tem hipertensão, problemas cardíacos ou insuficiência renal. E pela grande quantidade de iodo presente, quem tem problema na tireoide deve evitá-las.
A forma como cada alimento é preparado também merece atenção, a fritura, por exemplo, diminui os níveis de Omega-3. 

Queijo coalho
Quando o vendedor passa, basta uma olhadela para aquela casquinha crocante de queijo derretido e fica quase impossível resistir. Ainda mais se for acompanhado de uma cerveja bem gelada, a dupla se torna quase imbatível no litoral. O queijo é um dos derivados do leite e, portanto, grande fonte de proteína e cálcio, essencial para os ossos, dentes e músculos. “Inclusive o coração”, diz Brigite. É um ótimo aliado na prevenção do câncer de pele, completa a professora de nutrição.
Atenção: No entanto, os especialistas alertam para a quantidade de sal presente neste alimento, o que o torna contraindicado para hipertensos, obesos, mulheres com retenção de líquido e pessoas com insuficiência renal ou cálculos. “pode causar constipação intestinal , piorar quadros de artrite, sinusite e enxaqueca”, alerta Brigite Olichon.
Amendoim
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Uma porção contém nutrientes capazes de ajudar a saúde do coração
O amendoim tem muita gordura monoinsaturada, boa para o coração, e pouca caloria, afirma Cristiano Merheb. O consumo regular é capaz de reduzir o triglicérides e melhora a qualidade da dieta. Também contém “vitamina E e selênio, capazes de proteger as artérias contra ataques do colesterol, além de boro, mineral responsável pela atividade elétrica do cérebro, aumentando a vivacidade mental e prevenindo doenças degenerativas”, diz Brigitte.
Nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade da Flórida descobriram que o amendoim tem tanto antioxidante quanto as frutas, além de conter altas taxas de polifenois. È uma fonte excelente de beta-sitosterol, nutriente que tem propriedade anticancerígena.
Atenção: É contraindicado para quem tem propensão a cálculos renais, enxaqueca, herpes e alergia alimentar, prestando atenção na quantidade de sal e gordura presentes. Deve-se observar também se o amendoim está com aspecto duvidoso, murcho. Ele pode ter sido contaminado e, nesses casos, produz uma substância tóxica. 

Milho Cozido
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Rico em vitamina B, carboidratos e gorduras
Da mesma família do arroz e do trigo, o milho é um alimento pobre em proteínas, mas rico em carboidratos e gorduras. “Tem atividade anticancerígena e antiviral e aumenta o estrogênio; tem boa quantidade de fibras, o que ajuda o trânsito intestinal e dificulta a absorção de açúcares, sendo portanto indicada para diabéticos e aqueles que precisam perder peso”, revela a professora de nutrição.
Ele também é rico em ácido pantotênico, uma tipo de vitamina B essencial para o metabolismo, principalmente quando a pessoa está sob estresse. Cem gramas de milho são capazes de suprir 14% da necessidade diária dessa substância.
Atenção: Mas a especialista alerta que o milho é altamente alergênico, sendo a causa de vários quadros como artrite reumatóide, síndrome do cólon irritável, epilepsia e enxaqueca, sobretudo em crianças. Também deve-se atentar para a quantidade de sal e evitar a manteiga, por aumentar muito seu teor calórico.

fONTE: IG

 

LANCHES SAUDÁVEIS!


DE VOLTA AS AULAS!  QUE TAL LEVAR UM LANCHINHO SAUDÁVEL PARA A ESCOLA!



As cantinas das escolas estão cheias de opções engordativas e poucas são aquelas que tem alimentos saudáveis.
Vou dar algumas opções que podem levar de casa:

Água de côco
Biscoito integral
Banana passa
Iogurte
Nesfit
Ades
Sanduíche de pão integral com  queijo minas , alface e tomate

Suco natural de maracujá
Bolo integral de maçã com canela
Iogurte grego de morango
Suco de laranja
Biscoito integral
Barra de cereal de castanha
Mate
Pão árabe com alface, cenoura ralada e peito de peru

Salada de frutas
Granola
Iogurte
Biscoito de polvilho
1 fruta
Água de côco
Damasco seco
Limonada
Wrapp com alface, tomate, cottage com orégano

Viu como é fácil e gostoso? Agora é só preparar e comer!!!!
Bom apetite!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista