domingo, 13 de janeiro de 2013

10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Dislipidemia



dislipidemia é caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue.Colesterol e
triglicérides estão incluídos nessas gorduras, que são importantes para que o corpo funcione. No entanto, quando em excesso, colocam as pessoas em alto risco de infarto e derrame.

Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre dislipidemia:
  1. Nos dias atuais – onde predominam o sedentarismo; alimentação rica e abundante em gordura e açúcar livre; a obesidade; o estresse; e o tabagismo – os estudos têm mostrado que as placas de gordura nas artérias (circulação) começam muito cedo. A estimativa é a de que, aos 20 anos, cerca de 20% das pessoas estarão afetadas de alguma forma. Assim, os eventos finais deste processo, infarto e derrame, são as maiores causas de mortalidade.
  2. O risco de aterosclerose coronariana aumenta, significativamente, em pessoas com níveis de colesterol total e LDL acima dos patamares da normalidade. Para colesterol HDL, a relação é inversa: quanto mais elevado seu valor, menor o risco.
  3. Níveis de colesterol HDL maiores do que 60 mg/dL caracterizam um fator protetor. Já os níveis de triglicérides maiores do que 150 mg/dL elevam o risco de doença aterosclerótica coronariana.
  4. Algumas formas de dislipidemia também podem predispor à pancreatite aguda.
  5. Existem as dislipidemias primárias e as secundárias. As primárias são de causa genética.
  6. As secundárias podem ser provenientes de outros quadros patológicos, como o diabetes, por exemplo, e também podem ser originadas por medicamentos – diuréticos, betabloqueadores e corticosteróides – tomados devido a problemas como o hipertiroidismo e a insuficiência renal crônica ou ainda em situações como o alcoolismo e uso de altas doses de anabolizantes.
  7. O diagnóstico da dislipidemia é feito, laboratorialmente, medindo-se os níveis plasmáticos de colesterol total, LDL, HDL e triglicérides.
  8. obesidade tem influência significativa no metabolismo lipídico e deve ser encarada como importante fator na sua interpretação e tratamento.
  9. Pessoas com diabetes tipo 2 têm maior prevalência de alterações do metabolismo dos lipídios. Assim, o tratamento da dislipidemia nesses pacientes pode reduzir a incidência de eventos coronários fatais, entre outras manifetações de morbimortalidadecardiovascular.
  10. Uma dieta hipocalórica, pobre em ácidos graxos saturados e colesterol, é fundamental para o tratamento da dislipidemia. A atividade física moderada, realizada durante 30 minutos, pelo menos quatro vezes por semana, auxilia na perda de peso e na redução dos níveis de colesterol e triglicérides. Mesmo assim, ainda pode ser necessária a administração de medicamentos.
Fonte: SBEM

Cuidado com Dietas Milagrosas



O verão chegou e com ele a correria para as academias e a busca de uma dieta que resolva em poucos dias o que deveria ter sido feito a longo prazo. A SBEM lembra que é preciso ter muito cuidado e atenção redobrada com dietas que prometem milagres em pouco tempo.

Veja mais um item da série "10 Coisas que Você Precisa Saber" e o tema são as dietas milagrosas.
  1. Não existe dieta milagrosa;
  2. Não se deve acreditar em email ou qualquer tipo de anúncio sobre esse assunto;
  3. Não mudar e/ou consumir qualquer tipo de medicamento sem antes consultar um médico especialista - endocrinologista;
  4. O emagrecimento é um processo gradativo e se ocorrer de forma rápida pode ser prejudicial à saúde;
  5. Muitas vezes o peso perdido nessas dietas milagrosas não é de gordura, mas de músculos e água;
  6. Nem sempre uma dieta que funciona com uma pessoa será eficaz para outra;
  7. Essas dietas podem até trazer algum resultado, porém, pode ser desastroso assim que a dieta é abandonada, causando o famoso “efeito sanfona”;
  8. Para emagrecer não basta só ingerir menos calorias, é necessário a prática paralela de atividade física;
  9. As dietas feitas sem prescrição médica podem causar desgaste ao organismo;
  10. Cada pessoa possui suas necessidades nutricionais específicas.

Fonte: SBEM